CONSAGRAÇÃO À NOSSA SENHORA APARECIDA NA VOZ DO PADRE VITOR COELHO CSsR

Ó MARIA SANTÍSSIMA, PELOS MÉRITOS DO SENHOR JESUS CRISTO QUE EM VOSSA IMAGEM MILAGROSA DE APARECIDA ESPALHAIS INÚMEROS BENEFÍCIOS SOBRE O BRASIL, EU, EMBORA INDIGNO DE PERTENCER AO NÚMERO DOS VOSSOS SERVOS, MAS DESEJANDO PARTICIPAR DOS BENEFÍCIOS DA VOSSA MISERICÓRDIA, PROSTRADO A VOSSOS PÉS, CONSAGRO-VOS O ENTENDIMENTO, PARA QUE SEMPRE PENSE NO AMOR QUE MERECEIS. CONSAGRO-VOS A LÍNGUA, PARA QUE SEMPRE VOS LOUVE E PROPAGUE A VOSSA DEVOÇÃO.CONSAGRO-VOS O CORAÇÃO, PARA QUE, DEPOIS DE DEUS, VOS AME SOBRE TODAS AS COUSAS.RECEBEI-NOS, Ó RAINHA INCOMPARÁVEL, QUE NOSSO CRISTO CRUCIFICADO DEU-NOS POR MÃE, NO DITOSO NÚMERO DOS VOSSOS SERVOS. ACOLHEI-NOS DEBAIXO DA VOSSA PROTEÇÃO. SOCORREI-NOS EM NOSSAS NECESSIDADES ESPIRITUAIS E TEMPORAIS E, SOBRETUDO, NA HORA DA NOSSA MORTE. ABENÇOAI-NOS Ó MÃE CELESTIAL, E COM VOSSA PODEROSA INTERCESSÃO FORTALECEI-NOS EM NOSSA FRAQUEZA, A FIM DE QUE, SERVINDO-VOS FIELMENTE NESTA VIDA, POSSAMOS LOUVAR-VOS, AMAR-VOS E RENDER-VOS GRAÇAS NO CÉU, POR TODA A ETERNIDADE. ASSIM SEJA! ...PELA INTERCESSÃO DE NOSSA SENHORA APARECIDA, RAINHA E PADROEIRA DO BRASIL, A BÊNÇÃO DE DEUS ONIPOTENTE, PAI, FILHO E ESPÍRITO SANTO, DESÇA SOBRE VÓS E PERMANEÇA SEMPRE.AMÉM!
PRÓXIMOS EVENTOS (Todos estão convidados)





ÁGAPE MENSAL
11 - fevereiro - 2017


MAIO - 2017
De 03 a 11 - Viagem / Peregrinação a Portugal
De 20 a 21 - 7º ERESER CAMPINAS
De 15 a 30 - 2ª Missão UNESER em Rondônia

JUNHO - 2017
De 17 a 18 - 2º ERESER CAMPINAS

JULHO - 2017

De 05 a 15 - 3ª Peregrinação a Pé Caminho da Fé
De 14 a 16 - 37º ERESER PROVÍNCIA RIO/MINAS/ES
De 21 a 23 - 22º ENESER - APARECIDA

SETEMBRO - 2017
De 01 a 03 - 5º ERESER VICE PROVÍNCIA MANAUS

OUTUBRO - 2017

Dia 07 - ERESER NA NOVENA DE APARECIDA
Dia 21 - 11º ERESER MAIRINQUE

NOVEMBRO - 2017
De 12 a 15 - 7º ERESER PROVÍNCIA DE CAMPO GRANDE


XIII RETIRO
De 02 a 04 de fevereiro de 2018
Local: Pedrinha (a ser confirmado)




SOM NO BLOG

QUANDO QUISER ASSISTIR ALGUM VÍDEO DO BLOG, VÁ ATÉ À "RÁDIO UNESER INTERATIVA" (caixa à direita do blog) E CLIQUE NO BOTÃO DE PAUSA (II).
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30 de novembro de 2009

DO SITE DO PE.PELÁGIO....(PE.CLÓVIS CSsR)

30 DE NOVEMBRO - CATEQUIZANDO DO ALTO DA CRUZ


Foi o apóstolo Santo André. Um dia André e João ouviram falar de Jesus e foram até ele. Mas não sabiam como iniciar o diálogo. Meio acanhados, perguntaram: Mestre, onde moras? Vinde e vede, respondeu. Andaram com Jesus o dia inteiro. Ouviram e viram tanta coisa, que ficaram fascinados por ele. André foi um dos primeiros discípulos de Jesus e um dos doze. Impetuoso e pronto como seu irmão Simão Pedro, após ouvir o apelo de Jesus “Ide pelo mundo, pregai o Evangelho a toda a criatura...” abalou-se logo para a Grécia, o Curdistão e a Geórgia.Pagou com o sangue sua fidelidade ao Mestre, por quem se apaixonara desde jovem. O instrumento do seu martírio foi uma cruz em forma de X. Dizem que transformou a cruz em púlpito, anunciando Jesus até morrer. Chegando ao céu, terá acrescentado:- Agora sim, encontrei o Messias e ... para sempre.

Oração para este fim de novembro
Senhor, há tanta gente em quem não posso acreditar:
Nos poderosos que oprimem os povos. . .
Nos patrões que exploram seus empregados. . .
Nos cristãos que dão contra testemunho. . .
No homem egoísta e soberbo, hedonista e perverso...
Nos partidos políticos que procuram seu próprio interesse. . .
Tu somente, tens palavras de vida eterna.Que todos te conheçam e te sigam. Amém!


PADRE CLÓVIS DE JESUS BOVO CSsR
http://www.boletimpadrepelagio.org/

RELIGIÃO TAMBÉM SE APRENDE! PADRES DIFERENTES


PADRE HÉLIO DE PESSATO LIBÁRDI CSsR

Por que há padres que ensinam diferente dos outros?

Há questões na coordenação pastoral que saltam aos olhos dos mais desprevenidos. Assim aparecem as surpresas no remanejamento de padres e párocos. Comunidades que tinham um sacerdote mais aberto, recebem outro completamente diferente, trazendo confusão na cabeça dos fiéis e provocando afastamento de outros. A unidade de ensinamento e de pensamento é o que mais devíamos desejar, bem como o modo de conduzir e agir nas comunidades, evitando que um destrua o que o outro fez. Pertencemos ao mesmo Corpo Místico de Cristo, temos a mesma missão como sacerdotes e essa unidade de sentimentos e de ação já foi recomendada por Paulo (Rm 12,16; Fl 2,2). Devíamos ser solícitos em conservar a unidade (Ef 4,3) para chegarmos ao desejo de Cristo: que todos sejam um (Jo 17,21). Aqui entra, no entanto, o problema da pessoa humana, da sua formação, das deformações vindas da família e do seminário, e o ponto de vista de cada um. A diversidade de parecer e julgamento é uma prova da limitação que podia ou não podia ser superada por uma boa e razoável formação humano-cristã; são limites da faculdade humana, limites impostos por uma configuração genética ou limites não superados por uma boa formação e educação.Há também a problemática da visão teológica e do modelo de Igreja segundo o qual o sacerdote foi formado, que lhe dá segurança ou produz o fechamento. Mas também há a falta de sensibilidade e de educação que devia levar o sacerdote a respeitar a opinião dos outros, de outro sacerdote e o trabalho por ele realizado, sentindo que a verdade sua não é a única verdade. Nenhuma escola teológica é detentora da verdade que possui a plenitude do Espírito Santo. Aprendemos que a autoridade hierárquica é o princípio de unidade tanto para a doutrina como para a pastoral, mas o que pensar quando a mesma autoridade se fecha e não ouve ninguém e define a verdade e a pastoral segundo seus ditames? Não falamos de definições dogmáticas, onde não cabe discussão e não se define sem o consenso eclesial, mas do disciplinar, da pastoral, das diretrizes e exigências do momento. Resta para a Comunidade ter a maturidade que o sacerdote não teve e nem sempre tem, para assistir com serenidade à derrubada de tudo ou quase tudo o que, às duras penas, se construiu. Acreditar que alguns mudem de mentalidade e se abram para pensar com a comunidade, às vezes, é querer demais.Mais uma vez aqui vale o ditado: “quando dois elefantes brigam, quem sofre é a grama.”
Pe. Hélio Libardi, C.Ss.R.

“Altar do mundo”

Pe. Luiz Carlos de Oliveira
Redentorista


Enchei a terra e dominai-a
No momento da criação do homem e da mulher, em Gênesis nos capítulos 1 e 2, vemos Deus dando ao casal humano uma missão voltada para a terra: “Crescei e multiplicai-vos e enchei a terra e dominai-a” (Gn 1,28), Deus colocou o homem no Jardim do Éden para que cultivasse (Gn 2,15). Na condenação pelo pecado, o homem não perde sua dimensão criadora com Deus de cultivar a terra, agora com o suor do rosto (Gn 3,19). A natureza impregna toda a Escritura e está unida aos louvores de Deus, como podemos ler nos salmos: “Tudo canta e grita de alegria” (Sl 64,14). O próprio Jesus tem os olhos cheios das flores do campo, dos campos maduros para a colheita (Jo 4,35). Suas parábolas partem sempre de elementos comuns à vida do povo na terra. Notamos assim a união profunda da pessoa humana com a terra. Mais ainda, podemos lembrar que o homem foi feito do pó da terra. Adam significa barro vermelho. A íntima união do homem com a terra se enriquece com a vinda do Salvador que assumiu a natureza humana, a mesma de Adão. O homem redimido continua sua vida na terra. Essa natureza, atingida pelo pecado do homem, tem nele o condutor de sua redenção, “na esperança de ser libertada da escravidão da corrupção para entrar na liberdade da glória dos filhos de Deus” (Rm 8,21). O homem feito do pó da terra deixou nela a marca do pecado. Por outro lado é ele também, por sua união a Cristo Redentor, o condutor dessa natureza ao Criador. O homem e a mulher são os sacerdotes que, no seu culto espiritual, elevam o universo a Deus. Quando se diz dominar entendemos que lhe dá o sentido espiritual e o une a sua função de elevar sacrifícios espirituais a Deus.
Unidos ao Cristo sacerdote
Incorporados a Cristo pelo batismo, os fiéis batizados unem-se a Ele e ao seu sacrifício, na oferta de si mesmo e de todas suas atividades, oferecendo seus corpos como hóstia viva, santa e agradável a Deus: esse é o culto espiritual (Rm 12,1-2). Cada pessoa, unida a Cristo em Suas funções de sacerdote, torna-se com Ele sacerdotal. Sua vida e atividade é culto espiritual. Em sua relação com o mundo, com a terra, exerce seu sacrifício, isto é a entrega de sua vontade de acolhimento ao Deus Criador e Redentor. Celebra assim, no altar da terra o grande louvor da criação. Daniel, em seu cântico, convida todas as criaturas do céu e da terra a louvarem a Deus. Faz eco ao salmo que canta: “Os céus cantam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra de suas mãos...” (Sl 19,1). São Francisco, com o cântico das criaturas, faz-se sacerdote do universo. Isso não tem nada a ver diretamente com o sacerdócio ministerial, que antes de ser ministerial, é o já do universo, como toda pessoa. O sacerdócio ministerial tem função de conduzir esse povo sacerdotal a Cristo e nEle, celebrar o Pai.
Uma missão a cumprir
A espiritualidade do sacerdócio do povo de Deus, em sua ligação com a terra, convida a um respeito sagrado por tudo o que é da natureza pela dimensão cultual que lhe atribuímos. A missão de dominar a terra inclui o respeito, a força de desenvolvimento e sobretudo, de preservação e de salvação para que ela continue a dar vida e vida em abundância. Como em Jesus dominar é servir, assim, o dito da criação “dominai a terra” é continuar o serviço de Jesus para que ela tenha vida e vida preservada. O Pai cuida dos pequeninos (Mt 18,10) e também da natureza. Jesus diz que o Pai do Céu alimenta os pássaros e veste as flores do campo (Mt 6,25ss). Nossa missão é a mesma do Pai e de seu Filho, tomando conta desse mundo bonito...
http://www.ceresp.com.br/563.htm
Dezembro-06

MINHA ORAÇÃO DE HOJE

PADRE FLÁVIO CAVALCA DE CASTRO CSsR

Oração da manhã para todos os dias

Senhor meu Deus, mais um dia está começando. Agradeço a vida que se renova para mim, os trabalhos que me esperam, as alegrias e também os pequenos dissabores que nunca faltam. Que tudo quanto viverei hoje sirva para me aproximar de vós e dos que estão ao meu redor.
Creio em vós, Senhor. Eu vos amo e tudo espero de vossa bondade.
Fazei de mim uma bênção para todos que eu encontrar. Amém.

As reflexões seguintes supõem que você antes leu o texto evangélico indicado.

30 − Segunda-feira − S. ANDRÉ, Apóstolo


Evangelho (Mt 4,18-22) “Pedro e seu irmão André estavam lançando a rede ao mar, pois eram pescadores. Jesus disse-lhes: ‘Segui-me, e eu farei de vós pescadores de homens’.”

Pedro, André, Tiago e João estavam ocupados trabalhando. E eles foram esco-lhidos e chamados por Jesus, quando havia tantos ouros sem nada fazer. Eles tinham bem encaminhado seu projeto de vida, mas foram convidados a mudar todo seu rumo. A impressão causada por Jesus deve ter sido muito forte. Não discutiram, deixaram tudo e foram com ele, que de repente aparecia em sua vida.

Oração
Senhor, diante de vossos convites, muitas vezes tenho arranjado desculpas. Perdoai minha preguiça, minha pouca confiança, minha falta de amor. Não leveis a sério meus pretextos, mas arrancai-me sempre de minha tranqüilidade para que vos acompanhe e assuma as tarefas que me apontais. Vós o podeis fazer, e eu não quero felicidade maior do que ser arrastado por vós. Amém.

A N I V E R S Á R I O




DOMINGOS GERALDO DOS SANTOS (1976) de Cachoeira Paulista - SP

Parabéns e muitas felicidades!!!

Que Deus Pai o abençoe por toda sua vida!!!

Um grande abraço da família UNESER!!!

29 de novembro de 2009

RELIGIÃO TAMBÉM SE APRENDE! ORDENAÇÃO DE MULHERES


PADRE HÉLIO DE PESSATO LIBÁRDI CSsR

Ordenação sacerdotal de mulheres é possível?

Há muitas perguntas sobre o assunto. Essa é uma questão que deveria estar em pauta nas discussões de hoje, face à falta de sacerdotes e à função das mulheres na vida social.Na oportunidade em que uma jovem alemã fez a Paulo VI uma petição para receber o sacramento da ordem, ela obteve uma resposta negativa e isso foi assunto de muitos jornais, inclusive o “Osservatore Romano”, que numa série de artigos expôs razões de caráter tradicional que se opõem ao sacerdócio das mulheres.Tivemos casos que não compete aqui discutir a validade na Igreja sueca e reformada, de origem calvinista, também na Igreja Anglicana. Casos que tiveram as mais diversas reações. Na Igreja católica não tivemos nenhum caso, porque não é essa a orientação.Por outro lado precisamos reconhecer que se trata de um problema real que exige estudo com maior profundidade. A maior parte dos argumentos apresentados para não aceitar a ordenação de mulheres está vinculada à condição própria das mulheres em épocas anteriores, e especialmente no fato de que não convinha que elas presidissem e ensinassem. Esses argumentos hoje carecem de fundamentos, pois hoje as mulheres têm acesso a todas as funções que eram específicas dos homens. A única razão ainda válida é a que se baseia na tradição da vida da igreja. E também a Igreja católica não julgou necessário lançar mão disso para mudar a tradição.Pelo fato de não aceitar o sacerdócio das mulheres, isso não quer dizer e nem significa que elas devem ser excluídas ou que a Igreja as discrimine. Elas continuam sendo chamadas para as mais diversas funções na comunidade e as exercem com competência.Houve, em tempos antigos, diaconisas que atendiam administrando a unção dos enfermos a mulheres doentes e trabalhavam como ministras da eucaristia levando comunhão. Tivemos também, no mundo greco-bizantino, as abadessas dos monastérios que podiam distribuir a comunhão. De modo que não seria de todo novidade termos num primeiro passo as diaconisas hoje. E daqui para se chegar ao sacerdócio hierárquico é mais outro passo. Falta mesmo mais estudo da questão e mais amadurecimento da idéia.Respeitamos a caminhada da Igreja, que a meu ver, devia já rever a participação e exercício do ministério sacerdotal no caso dos sacerdotes casados e depois partir para um aproveitamento do potencial das mulheres nos ministérios. Em todo caso é melhor sonhar do que não dormir.
Pe. Hélio Libardi, C.Ss.R.
EDITORA SANTUÁRIO

DO SITE DO PE.PELÁGIO....(PE.CLÓVIS CSsR)

29 DE NOVEMBRO - PISOTEADO POR UM TOURO SELVAGEM
O Santo do dia
Veja que contraste curioso: Na França, ergue-se uma das mais robustas e majestosas igrejas do mundo, centro de grandes peregrinações, dedicada a São Saturnino (século II), popularíssimo na Europa. Mas sabe-se pouca coisa sobre ele. Na falta de dados históricos, o povo deu largas à imaginação, chegando a dizer que Saturnino ouviu as pregações de Jesus, ofereceu-lhe pão e peixe após a ressurreição, esteve no cenáculo no dia de Pentecostes, foi sagrado bispo por São Pedro e foi trabalhar na França e na Espanha.Segundo outros, teria sido arrastado pelos chifres por um touro selvagem, morrendo pisoteado na perseguição do imperador Décio. É invocado nas dores de cabeça e desmaios; nas angústias e agonias; nas epidemias e pragas de formigas.


29 DE NOVEMBRO – APÓSTOLO DA SUA PRÓPRIA TERRA NATAL

São Francisco Antônio Fasani - Ainda jovem entrou para o convento de sua cidade. Ordenou-se padre e dedicou-se aos trabalhos apostólicos da pregação, do confessionário e também de escritor. Percorria todas as aldeias de sua região, o que o fez merecer o título de "apóstolo de sua terra". Dava assistência aos encarcerados e aos condenados à morte. Os últimos momentos de sua vida passou-os em sua terra natal e sua novena preferida era a da Imaculada Conceição. Foi canonizado pelo Papa João Paulo II em 1986..


PADRE CLÓVIS DE JESUS BOVO CSsR
http://www.boletimpadrepelagio.org/

REMEMORANDO REDENTORISTAS! PE DIAS CSsR


PE. BENEDITO JOÃO DIAS
29 de NOVEMBRO 1946+


Era de Campinas (GO) onde nasceu a 17 outubro de 1915. Veio para o Juvenato de Aparecida em janeiro de 1927, professando em 1934, indo, depois, iniciar seus estudos superiores na Argentina. Em janeiro de 1937 regressou, continuando a estudar no recém-inaugurado Seminário Maior de Tietê. Era 1938 (18 de dezembro), foi ordenado sacerdote, e nomeado professor do Juvenato em Aparecida.
Inteligente, alegre e espirituoso, Pe. Dias foi sempre um ótimo confrade. Teria sido um grande missionário, com a simplicidade e espírito de fé que o caracterizavam.
Sabia ler e estudar, com um faro bastante aguçado para escolher seus livros. Dotes literários não lhe faltavam: fantasia desenvolvida, linguagem fluente e até elegante. Mas foram outros os planos de Deus a seu respeito. Sempre muito magro, já nos primeiros anos, como professor no Juvenato, contraiu a tuberculose; e, quando ele o notou, seu estado já não era dos melhores. Foi, por isso, internado em Campos do Jordão, para um tratamento sério. Mas a enfermidade já havia avançado demais. Passou alguns anos no sanatório mas não resistiu, falecendo aos 31 anos, no dia 29 de novembro de 1946. Embora abatido, vendo sua vida chegar ao fim tão cedo, Pe. Dias soube aceitar com resignação a vontade de Deus. Meses antes da sua morte, agradecendo aos confrades os parabéns e orações pelo seu onomástico, ele escreveu: “Meus caros, a mão do Senhor me tocou. Sonhei com um túmulo glorioso, em pleno campo de batalha pelo Reino de Deus. Agora só peço a Deus que suscite em vocês todos aquele espírito que animou nosso Pai Santo Afonso... no trabalho e na salvação das almas.
Só me resta dizer-lhes o que outrora dizia Jerônimo ao Bispo Agostinho:
"... basta-me um cantinho no deserto, para terminar os meus dias, e fazer penitência dos meus pecados. Firmes, pois meus amigos, na melhor parte que vocês escolheram, sem olhar para o século e seus falsos profetas!”

Homilia do 1º Domingo do Advento (29.11)


Pe. Luiz Carlos Oliveira
Redentorista

“A libertação está próxima”

Ele vem sempre

Estamos no início de um novo ano litúrgico, Ano da Graça do Senhor. Nele repetimos as mesmas celebrações, mas na realidade são sempre novas, pois o Senhor vem sempre a nosso encontro com a novidade da Vida. O texto do evangelho é do gênero literário apocalíptico. Quer dizer: uma linguagem simbólica para fazer-nos penetrar as realidades profundas de Deus. O primeiro domingo do Advento nos apresenta a segunda vinda de Cristo. O texto traz a descrição do fim dos tempos. Aparecem sinais assustadores na terra e nos céus. O maior sinal é a vinda do Filho do Homem nas nuvens para libertar. Por isso Jesus clama que “vossa libertação está próxima!” (Lc 21,28). Os sinais estão sempre presentes para indicar que os valores terrenos não superam o grande valor daquele que vem sempre a nos encontrar para estar conosco: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e cearei com ele e ele comigo” (Ap 3,20). Avinda de Cristo programada para o fim dos tempos acontece em cada celebração litúrgica que nos abre ao tempo de Deus, que é o tempo presente. Na Ascensão os Anjos disseram que ele voltaria do mesmo modo que tinham visto ir (At 1,11). Levantar a cabeça para ver o Cristo chegar é a atitude do justo que vê os tempos se completarem. O cristão é chamado a viver essa tensão para o fim. Não se trata de deixar a vida angustiada, mas serena e operosa na caridade. Em cada celebração temos a oportunidade de saborear a vinda de Cristo. Onde estão os cristãos ali se torna presente o Filho do Homem que vem libertar. Ele não os perde de vista, sobretudo buscando a ovelha perdida e amparando a sadia.
Libertar pelo amor
Nessa situação de proclamação do fim podemos perguntar: ‘O que devemos fazer para ficar tranqüilos e seguros na hora de sua vinda?’ Paulo deseja “que Senhor vos conceda que o amor entre vós e para com todos aumente e transborde sempre mais. Que assim Ele confirme os vossos corações numa santidade sem defeito aos olhos de Deus, nosso Pai, no dia da vinda de nosso Senhor Jesus, com todos os santos” (1Ts 3,12-13). O salmo explicita o caminho: “Verdade e amor são os caminhos do Senhor” (Sl 24,10). O amor liberta para que se viva a Aliança na intimidade do Senhor. O amor constrói a comunidade dos justos e garante ao Senhor que, quando bater à porta, e eles abrirão. E, passando entre eles, Ele os servirá.Vigilância é sinônimo de amor e não de apreensão.
Vida livre
Na expectativa do fim há uma responsabilidade sobre si mesmo. O evangelho conclama à coerência de vida: “Tomai cuidado para que vossos corações não fiquem insensíveis pelas preocupações da vida” (Lc 21,34). O amor na liberdade cobra a coerência de vida. Amor não é um mero belo sentimento, mas vida dedicada aos irmãos e à intimidade com o Senhor. Esta acontecerá pela oração: “Ficai atentos e orai a todo momento para terdes forças para escapar a de tudo o que deve acontecer e para ficardes em pé diante do filho do Homem” (36). Vigiar e orar, atitude de quem espera. Rezamos: “Mostrai-nos senhor vossos caminhos” (Sl 24,4). Começando o novo Ano Litúrgico e, nele, o Advento, nós contemplando o presépio de Jesus à distância, vemo-lO vindo a cada momento para nos introduzir em sua vida através da celebração e da vida de intimidade.
Leituras: Jeremias, 33,14-16; Salmo 24; 1Ts 3,12—4,2;Lucas 21,25-28.34-36

Ficha:

Início de um novo Ano Litúrgico. Ano da Graça do Senhor. As celebrações, são as mesmas, mas sempre novas, pois o Senhor vem com a novidade de Vida. O evangelho desse primeiro domingo do Advento tem linguagem apocalíptica – simbólica. Ela nos introduz nos mistérios de Deus. Temos a segunda vinda de Cristo para nossa libertação. Em cada celebração saboreamos a vinda de Cristo. Onde estão os cristãos, o Filho do Homem vem para libertar.

Como estar tranqüilos nessa hora? Vivendo um amor que transborde. Os caminhos do Senhor são verdade e são amor. O amor liberta para que se viva a Aliança na intimidade do Senhor. O amor constrói a comunidade dos justos e garante ao Senhor que, quanto bater à portas, eles abrirão. Vigilância é sinônimo de amor e não de apreensão.

A espera traz consigo a responsabilidade pessoal que pede coerência de vida. Jesus alerta a que tomemos cuidado para que nossos corações não fiquem insensíveis pelas preocupações da vida. Amor é vida dedicada aos irmãos e à intimidade com o Senhor. Vigiar e orar é a atitude de quem espera. Começando o novo Ano Litúrgico e, nele Advento, contemplamos o presépio de Jesus à distância e vêmo-lo vindo a cada momento para nos introduzir em sua vida, na celebração e na intimidade.

De malas prontas
Dá uma angústia quando se tem que ficar esperando as coisas acontecerem. Jesus usa um gênero literário chamado apocalipse para descrever o fim dos tempos. Esperando sua vinda nos ares, somos convidados a estar de malas prontas, isto é, orar a todo momento e não deixar que o coração fique insensíveis pela prática do mal.
A vinda de Jesus não é para condenação, mas para libertação. Deus é nossa garantia. Não haverá problemas para os que vivem firmados no amor.


MINHA ORAÇÃO DE HOJE

PADRE FLÁVIO CAVALCA DE CASTRO CSsR

Oração da manhã para todos os dias

Senhor meu Deus, mais um dia está começando. Agradeço a vida que se renova para mim, os trabalhos que me esperam, as alegrias e também os pequenos dissabores que nunca faltam. Que tudo quanto viverei hoje sirva para me aproximar de vós e dos que estão ao meu redor.
Creio em vós, Senhor. Eu vos amo e tudo espero de vossa bondade.
Fazei de mim uma bênção para todos que eu encontrar. Amém.

As reflexões seguintes supõem que você antes leu o texto evangélico indicado.

29 − 1º Domingo do Advento − S. Saturnino, bispo, mártir

Evangelho (Lc 21,25-28.34-36) “Então eles verão o Filho do Homem, vindo numa nuvem com grande poder e glória.”

Continuamos na mesma passagem do evangelho de Lucas. Jesus fala do futuro próximo e remoto, usando sempre a linguagem tradicional que se usa na Bíblia para falar do final dos tempos. Não podemos interpretar literalmente essas palavras nem esses pormenores. Depois da vida de Jesus entre nós haverá um tempo, cuja duração não conhecemos. Tempo durante o qual precisamos estar atentos para aproveitar as oportunidades de salvação e de crescimento que o Senhor nos oferece. A nossa condição de vida atual, de cada um de nós e de toda a humanidade, é transitória; não caminhamos, porém, para a destruição, mas para uma realização final na perfeição. Nossa realização final estará na união plena em Cristo, o que também dará sentido final ao universo.

Oração
Senhor, se olho ao meu redor, vejo que tudo passa. As coisas se gastam, a natureza muda, as pessoas morrem, e eu mesmo estou sempre mudando e passando. Alegro-me porque me mostrais um sentido e um rumo para minha vida. Vós me criastes por amor, para que eu pudesse participar de vossa vida divina, para que em vós pudesse ter a felicidade completa. Eu vos agradeço porque me prometeis uma vida que dura para sempre, e me dizeis que a morte não é um fim nem um fracasso. Dizeis que poderei estar para sempre na casa de vosso Pai, na companhia feliz de todos que amo e me amam. Renovo minha confiança em vós. Guiai minha vida para vós, e tudo − trabalhos e alegrias, amor e amizade − tudo terá sentido e fará parte de minha eterna felicidade. Amém.

A N I V E R S Á R I O


29 de novembro...

Festejam mais um aniversário

APARECIDO ANTONIO BUTTARELO de Marília - SP
JOSÉ ADMIR F. MORELI de Campinas - SP

Nossos votos de muitas felicidades e muitos anos de vida !!!

Que Nossa Senhora estenda seu Manto sobre voces, protegendo e abençoando-os todos os dias de suas vidas!!!

Um grande abraço da família UNESER!!!

28 de novembro de 2009

Carta aos sacerdotes sobre a obediência

Pelo arcebispo Mauro Piacenza, secretário da Congregação vaticana para o Clero


CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 24 de novembro de 2009 (ZENIT.org).- Publicamos a carta que o arcebispo Mauro Piacenza, secretário da Congregação vaticana para o Clero, enviou aos presbíteros sobre a promessa de obediência que fizeram ao se ordenar sacerdotes.
* * *
“Prometes filial respeito e obediência a mim e aos meus sucessores?”
(Pontificale Romanum De Ordinatione Episcopi, presbyterorum et diaconorum, editio typica altera, Typis Polyglottis Vaticanis 1990).
Caríssimos irmãos no sacerdócio
Ainda que não estejam vinculados pelo voto solene de obediência, os ordinandos fazem a promessa de “filial respeito e obediência” ao próprio Bispo e aos seus sucessores. Se, por um lado, é diferente o estatuto teológico entre um voto e uma promessa, idêntico é o compromisso moral definitivo e total, idêntica é a oferta da própria vontade à vontade de um Outro: à vontade Divina, eclesialmente mediada.
Num tempo como o nosso, fortemente marcado pelo relativismo e pelo democratismo, com vários autonomismos e libertarismos, parece ser sempre mais incompreensível uma tal promessa de obediência. Normalmente é concebida como uma diminutio da liberdade humana, como um perseverar em formas obsoletas, típicas de uma sociedade incapaz da autêntica emancipação.
Nós, que vivemos a obediência autêntica, bem sabemos que não é assim. A obediência na Igreja não é contrária à dignidade e ao respeito da pessoa e não deve ser concebida como uma subtração de responsabilidade ou como uma alienação.
O Ritual latino utiliza um adjetivo fundamental para a justa compreensão de tal promessa. Define a obediência somente depois de ter inserido o “respeito”, devidamente adjetivado com “filial”. Ora, o termo “filho” em todas as línguas é um nome relativo, que implica a relação entre o pai e o filho. Justamente neste contexto relacional deve ser compreendida a obediência que um dia prometemos. O pai, neste contexto, é chamado a ser realmente pai, e o filho, a reconhecer a própria filiação e a beleza da paternidade que lhe é doada. Tal como informa a lei natural, ninguém escolhe o próprio pai e, da mesma forma, ninguém escolhe os próprios filhos. Somos, portanto, todos chamados – pais e filhos – a ter uma visão sobrenatural, de grande misericórdia recíproca e de grande respeito. Trata-se de ter a capacidade de olhar ao outro tendo presente o Mistério bom que o gerou e que sempre, ultimamente, o constitui. O respeito é, em linha de máxima, simplesmente este: olhar a alguém tendo presente a um Outro!
Só em um contexto de “respeito filial” é que se torna possível uma autêntica obediência, que não será apenas formal, mera execução de ordens, mas apaixonada, completa, atenta e capaz de gerar frutos de conversão e de “vida nova” naquele que a vive.
A promessa é feita ao Bispo do tempo da Ordenação e aos seus “sucessores”, justamente porque a Igreja procura evitar os excessos personalistas. Coloca no centro a pessoa, mas não os subjetivismos que desvinculam da força e da beleza – histórica e teológica – da Instituição. Também na Instituição, que é de origem divina, habita o Espírito Santo. A instituição é, por sua própria natureza, carismática e, neste sentido, estar livremente ligada a ela, no tempo (sucessores) significa poder “permanecer na verdade”, permanecer n’Ele, presente e operante no seu corpo vivo que é a Igreja, na beleza da continuidade temporal, no passar dos séculos, que nos une indivisivelmente a Cristo e aos Apóstolos.
Peçamos à Ancilla Domini – que é a obediência por excelência, Aquela que também na fatiga exultou dizendo: “Eis-me aqui a escrava do Senhor, faça-se em mim segundo a vossa palavra” – a graça de uma obediência filial, plena, alegre e pronta; uma obediência que nos livre de todo protagonismo e que possa mostrar ao mundo que é realmente possível doar tudo a Cristo e ser plenamente realizados e autenticamente homens.

X Mauro Piacenza
Arcebispo tit. de Victoriana
Secretário

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29 DE NOVEMBRO – 1º DOMINGO DO ADVENTO

TEMPO DE JUBILOSA ESPERANÇA(Lc 21,25-28.34-36)
Ulisses, mitológico rei da ilha de Itaca, depois de tomar parte brilhantemente na guerra de Tróia, ao regressar à sua pátria desviou-se de sua rota no mar e foi vagando errante por lugares os mais diversos, durante um período de dez anos. São os famosos "errores de Ulisses", descritos por Homero na Odisséia. Na sua ausência e na medida que esta se prolongava, sua esposa Penélope foi procurada por vários pretendentes que desejavam casar-se com ela. Penélope, firme na fidelidade a seu marido, teve sempre força para recusar. E, para afastar os pretendentes, explicava a cada um que só se casaria depois de terminar um trabalho que estava fazendo: estava tecendo uma toalha que iria levar muito tempo para terminar. E, sem que ninguém o soubesse, destecia em cada noite o trabalho feito durante o dia. Até que, finalmente, o marido voltou, para sua triunfante alegria.A Igreja - comentou Gustavo Corção - é a nobilíssima Penélope, que guarda indefectível fidelidade a seu divino Esposo, Cristo, até que ele volte no fim dos tempos. E vai tecendo e destecendo, ano por ano, a multicolorida toalha da Liturgia, recomeçando em cada Advento : roxo, branco, verde, roxo, branco, vermelho, verde, branco, roxo ...de acordo com o tempo e as festas. É uma beleza para os olhos e para o espírito!
Agora estamos recomeçando o Advento, essa palavra que quer dizer "vinda" ou "chegada". É o tempo da alegre expectativa da chegada de Cristo no Natal. E, sob essa influência é também preparação para a última chegada de Cristo, a vinda escatológica da Parusia. Esse olhar para o fim dos tempos é tema da primeira parte do Advento, que vai do primeiro domingo até o dia 16 de dezembro. Do dia 17 até o Natal é propriamente a preparação para a chegada de Jesus no Natal. É esse tempo tão característico de alegria e de celebração, a que, até, se deu o nome de "semana santa do Natal".
O evangelho deste primeiro domingo é justamente o aviso da chegada do último dia. Não sabemos quando será esse dia. E, por isso mesmo, devemos estar sempre preparados. Não fazer como fizeram os homens do tempo de Noé. Não atenderam aos avisos dele, que ia construindo a arca, e continuaram em suas festas e orgias, até que chegou o dilúvio, em que todos pereceram. A palavra "vigilância" é a tônica da mensagem evangélica: "Vigiai , pois não sabeis o dia em que vosso Senhor virá" (Mt. 24,42). Essa vigilância, como nos ensina São Paulo, deve ser feita de fidelidade ao que pede de nós o Senhor: "Rejeitemos as obras das trevas, cinjamos as armas da luz. Como convém ao dia, procedamos honestamente, sem orgias ou embriaguez, devassidão ou luxúria, contendas ou ciúmes. Revesti-vos, em vez disso, do Senhor Jesus Cristo, e não vos preocupeis com a carne, para satisfazer os seus desejos" (Rm. 13,12 - 14).
Nossa vida cristã deve ser uma vida de luz. "Como convém ao dia", explica são Paulo. Os malfeitores agem à noite. Quem faz o bem, age à luz do dia, E assim é o cristão. Ele não tem necessidade de se ocultar. Porque sempre procura fazer o bem. Preparando-se para o último dia, não com medo, mas com esperança.
Padre Lucas de Paula Almeida, CM

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28 DE NOVEMBRO - PREGADOR DAS VERDADES ETERNAS
São Tiago da Marca (1414-1476) Franciscano, levou vida muitíssimo austera, fazendo continuamente jejuns e penitências. Grande pregador das verdades eternas. Sua palavra obteve verdadeiros prodígios, conseguindo conversões que pareciam impossíveis. Depois de ter feito maravilhas nas regiões da Alemanha, dispunha-se a ir pregar aos próprios turcos, na esperança de receber assim a palma do martírio, mas o Papa o chamou a Roma, confiando-lhe o cargo de inquisidor-mor. Por defender sempre o que era direito, atraiu sobre si ódios e perseguições. Morreu com 90 anos, em Nápoles.


28 DE NOVEMBRO - MAIS UM DISCÍPULO DE SÃO PAULO

Quem foi? São Sóstenes. É mencionado na primeira carta aos Coríntios (1 Cor 1,1). Era chefe da sinagoga da cidade de Corinto. Converteu-se e foi chicoteado na presença do procônsul Galião. Morreu mártir pela Fé.Corinto era uma cidade da Grécia, muito rica e de intenso comércio. Havia também muita rivalidade. Sóstenes lutou e conseguiu bons resultados no restabelecimento da paz e da união.
O Martirológio afirma a seu respeito: "Perto de Corinto, a morte de São Sóstenes, um dos discípulos do bem-aventurado Apóstolo Paulo, que o menciona ao escrever aos coríntios. Sóstenes era chefe da sinagoga daquela cidade, mas, convertido a Jesus Cristo, foi batido com violência em presença do procônsul Galião, consagrando por um glorioso princípio as primícias da sua fé (primeiro século)". De fato, na primeira Carta ao Coríntios, Paulo diz: "Paulo, apóstolo de Jesus Cristo por vontade e chamado de Deus, e o irmão Sóstenes, à igreja de Deus que está em Corinto ..." (1 Coríntios 1,1).


PADRE CLÓVIS DE JESUS BOVO CSsR
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“Um povo sacerdotal”

Pe. Luiz Carlos de Oliveira
Redentorista

Um sacramento a serviço do povo de Deus
Iniciamos a reflexão sobre o sacramento da Ordem. Entendemos o sacramento da Ordem como fonte de espiritualidade para os que o receberam. Nós mesmos recebemos muito desse sacramento por sua importância na vida da comunidade. Eles, os bispos, padres e diáconos prestam um serviço particular e especial em favor do povo de Deus. São eles que, sinais visíveis da presença de Cristo no meio de seu povo, continuam Seu ministério. O carinho que o povo tem para com seus padres, bispos e diáconos é sinal do reconhecimento dessa presença. “Quem vos ouve a mim ouve; e quem vos rejeita, a mim me rejeita; e quem a mim me rejeita, rejeita aquele que me enviou” (Lc 10,16). Desse relacionamento recebemos orientações para a caminhada de cada dia, celebramos os sacramentos administrados e ouvimos palavra. Assim orientamos nossa espiritualidade como refletimos nos outros sacramentos. Jesus os constituiu doze para que ficassem com Ele, para enviá-los a pregar (Mc 3,13). O ministério ordenado é a continuação dessa presença e missão. Mas, o ministério ordenado dos bispos, padres e diáconos não é um dom fora do povo de Deus, mas a partir do povo de Deus, em favor do povo, nas coisas que se referem a Deus (Hb 5,1). A primeira dimensão é Cristo, a segunda povo.
Sacerdócio comum do povo de Deus
Tudo que estava em Cristo continua na sua Igreja. Cristo tem o múnus, a função, de profeta, sacerdote e pastor. A mesma função passa, na Igreja, a todo povo de Deus. Assim, como escreve Pedro: “Também vós, como pedras vivas, constituí-vos em um edifício espiritual, dedicai-vos a um sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais aceitáveis a Deus por Jesus Cristo” (1 Pd 2,4). É povo sacerdotal, participa do sacerdócio de Cristo. “Ele é um reino de Sacerdotes para Deus seu Pai” (Ap 1,6). Essa temática desapareceu da reflexão e agora, com o Concílio Vaticano II ela voltou, mas ainda não foi assumida pelo povo de Deus. Parece que há um receio por parte do clero que tem perder prerrogativas. Contudo, quanto mais salientamos o sacerdócio do povo de Deus, mais compreendemos e desenvolvemos ministério dos ordenados. São duas coisas diferentes, mas uma ordena-se à outra. O documento da Lúmen Gentium escreve: “Os fiéis, no entanto, em virtude de seu sacerdócio régio, concorrem na oblação da Eucaristia e o exercem na recepção dos sacramentos na oração e ação de graças, no testemunho de uma vida santa na abnegação e na caridade ativa” (LG 10). Todo o povo de Deus é sacerdotal. Uns são escolhidos para que, em nome de Cristo, forme, dirija o povo sacerdotal, realize o sacrifício na pessoa de Cristo e O ofereça a Deus em nome de todo o povo (id).
O que é sacerdócio do povo?
No Batismo fomos inseridos em Cristo e por Ele entregues ao Pai. Somos Filho no Filho. O que está em Cristo nos foi dado em abundância. Esse sacerdócio do povo de Deus tem a fonte em sua união com Cristo que, por sua vida, morte e ressurreição nos uniu ao Pai numa grande ação de culto que foi sua entrega. Nele todo o universo, e, de modo particular o povo, oferece a Deus seu culto de ação de graças, súplicas e pedidos de perdão. Toda pessoa é por sua natureza religiosa. Todo o cristão, é por sua natureza, sacerdote, quer dizer, capaz de prestar culto a Deus em sua vida. Veremos depois como presta esse culto. O maior e mais belo templo que Deus fez para si no mundo foi o coração de seu Filho, templo vivo. Cada cristão, por sua união a Cristo é um templo vivo do Espírito Santo. “Vós sois co-edificados para serdes uma habitação de Deus no Espírito” (Ef. 2,21)
Dezembro-2006

RELIGIÃO TAMBÉM SE APRENDE! PADRE PASTOR!


PADRE HÉLIO DE PESSATO LIBÁRDI CSsR

Como os padres podem ser pastores?

Constantemente encontramos pessoas que não aceitam que sacerdotes tenham defeitos e limitações. Colaboram para firmar essa idéia, certas revelações que pretendem colocar os sacerdotes fora da realidade de seres humanos.Outros acham que seria uma presunção sacerdotes se transformarem em pastores de almas. Na verdade não se trata nem de serem pastores e nem de serem seres evangélicos, sem defeitos e sem limitações humanas.O que especifica o sacerdócio católico é a vocação ou o chamado de origem divina, que convida alguém para colaborar com Deus na obra da salvação. Assim vemos como foram chamados os apóstolos, homens simples e carregados de defeitos a quem Jesus confiou os segredos do Reino de Deus (Mc 4,11). Receberam o Espírito Santo e o mandato de pregadores do Reino (Mt 28,16-20).Esse mesmo mandato tem valor para seus sucessores e para aqueles que cooperam com os bispos no ofício pastoral (At 20,28). Quanto ao apascentar o rebanho de Deus é função que os padres receberam por intermédio da Igreja (1Pd 5,2). Exercem a função por chamado de Cristo que os habilitou pelo sacramento da ordem.Pelo que vemos, os padres não assumem esse ofício por iniciativa própria, pois sabem que Cristo não lhes garantiu a imunidade de defeitos e erros, apenas prometeu sua assistência para que pudessem transmitir fielmente o Evangelho, que é a norma inspiradora para o pastoreio das almas.Na verdade o que pode ficar sem resposta é a pergunta: por que Jesus escolheu homens tão imperfeitos para um ministério tão sublime? Podemos até aventurar uma resposta dizendo que, por serem imperfeitos e cheios de defeitos, são capazes por própria experiência de compreender as fraquezas e misérias das pessoas.Não podemos esquecer-nos do texto da carta aos Hebreus: “Todo sacerdote é tirado do meio do povo e devolvido ao povo para oferecer sacrifícios pelos seus pecados e pelo pecado do povo” (5,1-4).Parece que tudo encontra seu lugar se não formos “nem tanto ao mar, nem tanto à terra”. O equilíbrio é o caminho certo na convivência com os sacerdotes. Não os transformemos em anjos ao exigir que não tenham limitações; mas também não os tratemos com casca e tudo. O respeito faz bem para os dois lados e facilita o trabalho e a convivência, como também os conforta nos momentos difíceis. Afinal, nenhum deles escolheu esse ministério, simplesmente responderam ou estão respondendo a um chamado de Deus para se colocarem a serviço dos irmãos no ministério sacerdotal.
Pe. Hélio Libardi, C.Ss.R.
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EDITORA SANTUÁRIO

REMEMORANDO REDENTORISTAS! IR.LUCAS CSsR

IR. LUCAS (BERNARDO ARNOLD) CSsR
28 de NOVEMBRO 1953+

A portaria do Convento de Aparecida o conheceu durante quase 30 anos. Era de Ittenhausen (Alemanha) nascido a 13 de agosto de 1871. Professou na C.Ss.R. em 1895, vindo para o Brasil em 1902. Foi logo designado cozinheiro em Aparecida, e desempenhando o mesmo ofício, esteve depois em Goiás, até 1912, ano em que veio para a Penha, como porteiro.
Em 1926 foi para a portaria de Aparecida, onde trabalhou até a sua morte.
Um “fora de série” — esse foi o nosso Irmão Lucas. Com invejável equilíbrio, era um homem sempre alegre, e profundamente recolhido. Em todo o seu modo de falar e agir, via-se o justo que vivia intensamente ex fide. Impressionava a todos pelo seu recolhimento e piedade, mormente quando na capela, onde costumava passar seus momentos livres. De uma simplicidade infantil, era a caridade em pessoa, não só para com os confrades, mas principalmente para os pobres que sempre o importunavam na portaria.
Para todos, além de alguma esmola, tinha sempre uma palavra de consolo, de alegria e de animação. Nunca estava ocioso, porque não esperava que o trabalho se apresentasse; era ele quem o procurava onde pudesse estar.
A alegria, a paz interior que sempre o distinguiram, já aparecem numa carta que escreveu em 1909, ao Provincial da Alemanha. Entre outras coisas ele diz nessa carta: “Onze anos atrás meu cavalo disparou morro abaixo com a carroça cheia; o eixo quebrou, e a carroça passou por cima de mim. Mas Deus seja louvado, tanto no sofrimento como na alegria. Deus seja mil vezes bendito pela ótima saúde que me deu, pois não sinto absolutamente nada com a mudança de clima. Até agora não me arrependi de ter atendido ao chamado de Deus, para vir trabalhar aqui no Brasil; pelo contrário, nem sei como agradecer”. E ele soube muito bem agradecer com sua vida de oração e trabalho, durante os cinqüenta anos que viveu entre nós. No fim da vida, percebendo que já não podia mais trabalhar como antes, aceitou a última doença com a mesma paz e tranqüilidade com que se sempre viveu. Quando a 28 de novembro de 1953 a irmã morte apresentou para levá-lo à presença do Pai, ele a recebeu com a segurança do servo bom e fiel, certo da recompensa final.

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PADRE CLÓVIS DE JESUS BOVO CSsR

PÃO-DURISMO NA IGREJA

Três homens, conhecidos de todos como seguros e avarentos, foram à missa dominical. Chegou o momento da coleta. O sacristão vinha chegando perto com a sacola. Como escapar desta, sem que ninguém reparasse? Um deles simulou um desmaio e caiu por cima do banco. Os outros dois o ergueram e levaram-no apressadamente para fora. O truque surtiu efeito. Mas até quando?...
DESLIGAVA A TV
Este outro também tinha a mesma qualidade: munheca de samambaia. Não abria a mão nem para cumprimentar. Também não freqüentava as missas da comunidade, para escapar da coleta. Por isso "assistia" à missa pela televisão. Aí também havia um porém. Era o momento da coleta. O "pão-durismo" do homem era tanto que, nesse momento, desligava depressa a TV.
DIZIMISTAS ATRASADOS
Que fazer para recuperar o dízimo dos atrasados?... O padre vigário esperou até o fim do ano. Numa das missas de dezembro ele se apresentou com duas listas de nomes: dos falecidos e dos dizimistas atrasados. No início da celebração disse que iria oferecer a missa pelos falecidos do ano. Começou a ler sua lista. De vez em quando suspendia a leitura e olhava para os fiéis. Cada vez percebia certo murmúrio e cochicho entre eles. Maliciosamente, perguntou:

— Por que esses cochichos?...

— Seu padre, essas pessoas cujos nomes está lendo, estão todas vivas.
Então o padre, conferindo as duas listas, exclamou com surpresa fingida:

— Vocês me desculpem. Peguei a lista errada. Estava lendo os nomes dos que não pagaram o dízimo este ano.

O esperto vigário aplicou o provérbio popular: Bateu na cangalha para o burro entender.

MINHA ORAÇÃO DE HOJE

PADRE FLÁVIO CAVALCA DE CASTRO CSsR

Oração da manhã para todos os dias

Senhor meu Deus, mais um dia está começando. Agradeço a vida que se renova para mim, os trabalhos que me esperam, as alegrias e também os pequenos dissabores que nunca faltam. Que tudo quanto viverei hoje sirva para me aproximar de vós e dos que estão ao meu redor.
Creio em vós, Senhor. Eu vos amo e tudo espero de vossa bondade.
Fazei de mim uma bênção para todos que eu encontrar. Amém.

As reflexões seguintes supõem que você antes leu o texto evangélico indicado.

28 − Sábado − S. Catarina Labouré, religiosa

Evangelho (Lc 21,34-36) “Ficai atentos e orai sempre, para possais escapar a tudo o que deve acontecer e para estar confiantes diante do Filho do Homem”.

Temos de estar sempre atentos, sempre na presença de Deus, porque não sabemos a hora da vinda do Senhor. Nem da vinda definitiva, nem das suas diversas passagens por nossa vida. Não podemos perder a hora da graça, as ocasiões que nos oferece, como também não podemos deixar que nos surpre-endam os perigos do mal. Não podemos ficar entorpecidos e insensíveis.

Oração
Senhor, facilmente fico envolvido pelas preocupações da vida, ou pela busca das facilidades, e perco de vista o objetivo para onde devo caminhar. Guardai meu coração, para que não se perca nem se deixe seduzir pela procura desenfreada do prazer. Quero estar sempre atento aos vossos convites, para vos amar e servir sempre mais. Vinde, Senhor, e realizai em mim vossas promessas. Amém.

A N I V E R S Á R I O



OSVALDO VALENTE FILHO  (1964) de Itanhaém - SP é o aniversariante de hoje !

Muitas felicidades e muitos anos de vida!!!
Muita Luz e Paz!!!
Muita saúde!!!

Um forte abraço da família UNESER !

27 de novembro de 2009

OUTRA DO SITE DO PE.PELÁGIO....(PE.CLÓVIS CSsR)


Em 1830, Nossa Senhora apareceu, em Paris, a Santa Catarina Labouré, então jovem religiosa, e lhe ensinou a devoção da Medalha Milagrosa. "Fazei cunhar uma medalha com este modelo. Todas as pessoas que a usarem receberão grandes graças, trazendo-a ao pescoço. As graças serão abundantes para as pessoas que a usarem com confiança" - prometeu a Santíssima Virgem. A promessa efetivamente se cumpriu. Em março de 1832, quando iam ser confeccionadas as primeiras medalhas, uma terrível epidemia de cólera, proveniente da Europa oriental, atingiu Paris. Mais de 18 mil pessoas morreram em poucas semanas. Num único dia, chegou a haver 861 mortes. No fim de junho, as primeiras medalhas ficaram prontas e começaram a ser distribuídas entre os flagelados. Na mesma hora refluiu a peste e tiveram início, em série, os prodígios queem poucos anos tornariam a Medalha Milagrosa mundialmente célebre.
Em 1876, ano da morte de Santa Catarina Labouré, mais de um bilhão de Medalhas Milagrosas já espalhavam graças pelo mundo. Em 1894, a Santa Igreja instituiu a festa litúrgica de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa, a ser celebrada neste mesmo dia 27 de novembro.
Oração
Repitamos sempre esta jaculatória: “O’ Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós”.

PADRE CLÓVIS DE JESUS BOVO CSsR
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PADRE CLÓVIS DE JESUS BOVO CSsR

CAUSAS REDENTORISTAS


Os Beatos aguardam um milagre para a canonização. Os Servos de Deus aguardam o título de Veneral e de Beato.Os canonizados já estão de posse de todos os títulos.



BEATOS
Beato Basílio
Beato Domingos Metódio
Beato Francisco Seelos
Beato Gaspar Stangassinger
Beato Ivan
Beato Januário Sarnelli
Beato Nicolau
Beato Pedro Donders
Beato Zenobio

SERVOS DE DEUS
Antônio Solari Oblato Ir.
Angel Vesga Fernandez Ir.
Aniceto L. Lizaso Ir.
Celso Alonso, Rodrigues Ir.
Gabriel S. Gutierrez Ir.
Gregório Z., Fernandez Ir.
João Batista Stöger Ir.
Marcel Van Ir.
Maria Celeste Crostarosa Ir.
Maximo (Rafael) P. Pinedo Ir.
Nicésio e Gregório Ir.
Nicézio Perez del Palomar Ir.
Pascoal E. Insausti Ir.
Rosário Vito Domenico Adducca Ir.
Santiago M. Fernandez Ir.
Vitoriano Calvo Ir.
Alfredo Pampalon Pe.
Angel Martinez Miguelez Pe.
Antônio Giron Gonzalez Pe.
Antônio Losito Pe.
Bernardo Lubienski Pe.
Casimiro Smoronski Pe.
Ciriaco Olarte y. Perez Pe.
Crescencio Ortiz Blanco Pe.
Donato Jimenez Bibiano Pe.
Emanuel Ribera Pe.
Francisco B. Montagut Pe.
Francisco Pitocchi Pe.
Guilherme Janauschek Pe.
Isidoro Fiorini Pe.
José Maria Leone Pe.
José Maria U. Ortiz Pe.
José Palewski Pe.
Julian P. Ruiz Pe.
Miguel G. Ariz Pe.
Passerat Pe.
Pedro Romero Espejo Pe.
Pelágio Sauter Pe.
Vicente Renuncio Toribio Pe.
Vito Loyodice Pe.
Vito Michele Di Netta Pe.
Vitor Coelho Pe.
Xavier G. Januário Pe.

CANONIZADOS
Santo Afonso
São Clemente
São Geraldo
São João Newmann

“Amizade espiritual”


Pe. Luiz Carlos de Oliveira
Redentorista

Presença amiga

A espiritualidade da Unção dos Enfermos estimula-nos a estar próximos e presentes junto aos doentes e moribundos. Um jovem médico belga Michel Englebert, dos Médicos sem Fronteira, que trabalhava na Angola, também em Kwito-Bié, contou-me sua experiência de médico no hospital na Bélgica: “Eu ia para junto daqueles que estavam ali, sem esperança de vida, velhos, sozinhos. Eu pegava na mão deles e ficava conversando para que se sentissem amados”. É o que acontece com tantas pessoas: abandonadas nos hospitais, ou clínicas, ou asilos. Em um hospital psiquiátrico, uma velhinha ficou anos, olhando para a porta, esperando seus filhos chegarem para uma visita. Isso dói. E quantos casos. A espiritualidade nos convida a ir até esses solitários. A medicina se desenvolveu tanto, mas a sensibilidade para com o doente decresceu vertiginosamente. As pessoas, na doença, sentem muita necessidade de ter alguém por perto, pois se perdem as forças interiores de resistência. Uma presença amiga, tanto de familiares como de amigos, se faz muito importante. Por esse gesto, Jesus se faz presente junto ao doente. O sacramento do irmão é fundamental nesse momento. Jesus dirá no juízo final: “Estive doente e me visitastes?... Todas as vezes que fizestes isso, foi a mim que o fizestes”. O doente é, para quem o visita, a pessoa de Jesus. Realiza-se uma extensão do sacramento do encontro com Cristo no momento da dor e sofrimento. Anotamos aqui o valor do ministério da distribuição da Comunhão aos doentes. Tantas vezes é a única visita que recebem, a de Jesus. É maravilhosa essa inovação da Igreja. Os doentes saíram ganhando e ganharam Jesus. E quanto de vitalidade esses ministros recebem, eles próprios, para sua espiritualidade. São beneficiados também.
De mãos dadas no caminho
Não somente os doentes acamados necessitam da graça abundante desse sacramento, como também os que vivem situações de sofrimento interno ou em sua vida. São doenças ou sofrimentos que a presença amiga pode aliviar. “Quem encontra um amigo, encontrou um tesouro”. A amizade espiritual é um caminho magnífico para o alívio de tantos males e instrumento de crescimento espiritual e humano. É uma das funções dos sacerdotes. Saber ser amigo como Jesus sabia ser. Jesus era amigo de Lázaro e de suas irmãs Marta e Maria. Lázaro é chamado de “está enfermo aquele que Tu amas” (Jo 11,3). É uma amizade que gera vida. É necessário ter amigos que, mais que companheiros do dia a dia, sejam companheiros ou companheiras da vida espiritual. Falamos de direção espiritual. Poderíamos dizer melhor: amizade espiritual, para crescer junto no caminho espiritual. É uma medicina preventiva da vida espiritual.
Repartindo a dor
Podemos dizer que, se nós sacerdotes visitássemos mais as famílias enlutadas, teríamos igrejas mais cheias. São abandonados à própria dor. É o momento em que mais necessitam. É justamente o momento em que mais são abandonados pelos da Igreja. Há outros que se aproveitam. É um momento privilegiado da missão da Igreja. Jesus se compadecia muito daqueles que haviam perdido entes queridos, como vemos no caso da ressurreição do filho da viúva de Naim, na ressurreição de Lázaro e da menina. Na morte de Lázaro Ele chora ao ver a dor das irmãs. Se ele ressuscitou esses e não os outros, está a nos dizer da importância de estarmos juntos aos enlutados, pois esse é um caminho de ressurreição. O sacramento da unção cura a dor da morte.

Novembro-2006

RELIGIÃO TAMBÉM SE APRENDE! LOURDES E FÁTIMA


PADRE HÉLIO DE PESSATO LIBÁRDI CSsR

É obrigado crer nas aparições de Lourdes e Fátima?

A ansiedade das pessoas em procurar um contato pessoal com Deus, de algo que toque o profundo de seu ser, é um fenômeno que mostra como a religião se veste com muita freqüência de uma roupagem abstrata que não satisfaz o desejo do povo. Não adianta admoestar para o perigo dessa sede sem medida pelo maravilhoso; é preciso descer um pouco ao nível do povo até mesmo na linguagem eclesiástica.Para essa questão de aparições, as normas são antigas e se encontram no livro “De servorum Dei beatificatione et canonisatione!” do Papa Bento XIV, confirmadas pela Congregação dos Ritos (6/2/1875) e pela encíclica “Pascendi” de Pio X (8/9/1907): “A aprovação dada pela Igreja a uma revelação particular significa apenas uma permissão que se concede, após um exame minucioso, para fazer conhecida tal revelação para o benefício dos fiéis. Mesmo quando aprovadas pela Igreja tais revelações não são objetos de ‘fé católica’, mas de acordo com a prudência, deve se dar a elas um assentimento de fé humana. Nem por isso se deve desprezá-las”. Esse é mais ou menos o texto.Já Pio X diz: “Nesta matéria a Igreja atua com muita cautela. E não permite que se divulguem essas mensagens em escritos públicos sem haver tomado todas as precauções pertinentes... E mesmo nesse caso não garante a veracidade do fato. Simplesmente se limita a não impedir de crer em coisas que se apoiem numa fé puramente humana”.Essas declarações são bem claras e nos orientam bem. Quanto a Lourdes, parece se tratar de coisa mais séria, pois as mensagens recolhidas estão em doze frases breves e simples, não sofreram alterações com o passar do tempo. Já sobre Fátima não há uma análise completa, pois os documentos não são de domínio público e é difícil distinguir a mensagem original e as explicações e revelações posteriores.Em todos os casos de “aparições” é preciso usar de muita prudência, pois os fatos se apresentam de forma confusa e, em conseqüência do choque produzido por uma possível comunicação sobrenatural, as faculdades mentais, psíquicas e imaginativas do vidente se desencadeiam e ultrapassam a mensagem recebida. Não é fácil distinguir uma coisa da outra nessa hora.Uma participação ativa na comunidade, seguindo as orientações dentro da mesma é o caminho seguro para quem quer caminhar com tranqüilidade. Um esforço para deixar de lado todo o fanatismo e essa busca angustiante pelo maravilhoso e pelo imaginário ajuda bem a nos equilibrarmos em nossa fé.Por outro lado, os que são alérgicos a esses fenômenos, além de conservarem sua liberdade de consciência, precisam respeitar a consciência dos outros. Aqui vale o velho ditado: “Prudência e caldo de galinha não fazem mal a ninguém”.
Pe. Hélio Libardi, C.Ss.R
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MINHA ORAÇÃO DE HOJE

PADRE FLÁVIO CAVALCA DE CASTRO CSsR

Oração da manhã para todos os dias

Senhor meu Deus, mais um dia está começando. Agradeço a vida que se renova para mim, os trabalhos que me esperam, as alegrias e também os pequenos dissabores que nunca faltam. Que tudo quanto viverei hoje sirva para me aproximar de vós e dos que estão ao meu redor.
Creio em vós, Senhor. Eu vos amo e tudo espero de vossa bondade.
Fazei de mim uma bênção para todos que eu encontrar. Amém.

As reflexões seguintes supõem que você antes leu o texto evangélico indicado.

27 − Sexta-feira − S. Virgílio, bispo

Evangelho (Lc 21,29-33) “O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar.”

Como sabemos prever o tempo, podemos e devemos também perceber os si-nais que nos mostram que o Reino de Deus está acontecendo ao nosso redor. Não apenas chegando a sua realização final, mas também nas suas manifes-tações parciais. Jesus o prometeu, e desde agora manifesta seu poder salvador em muitos indícios, aos quais devemos estar atentos, mesmo aos menores.

Oração
Senhor, eu vos louvo e bendigo porque vosso Reino se manifesta na ação de tantas pessoas ao meu redor, pessoas guiadas pelo amor e pela verdade. Re-novo minha esperança no futuro, porque vós estais sempre agindo e fazendo nossa salvação. Vosso poder é maior que o do mal, e infalivelmente a vitória final será vossa. Perdoai-me se às vezes duvido da força de vosso amor. Amém.

26 de novembro de 2009

ESQUADRÃO DIVINO



Mudança no mosteiro de clausura do Vaticano
As religiosas visitandinas substituem as beneditinas
Por Jesús Colina
CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 24 de novembro de 2009 (ZENIT.org).- Bento XVI deu publicamente as boas-vindas à nova comunidade de religiosas que morará no mosteiro de clausura do Vaticano durante os próximos 5 anos.
Trata-se de 8 contemplativas (7 espanholas e 1 italiana) da Ordem da Visitação de Santa Maria, comumente conhecidas como visitandinas, fundadas por São Francisco de Sales (1567-1622) e Santa Joana-Francisca Fremyot de Chantal (1572-1641), no dia 6 de junho de 1610.
“Vossa oração, queridas irmãs, é sumamente precisa para o meu ministério”, disse o Papa, ao concluir neste domingo a oração mariana do Ângelus.
A comunidade substitui as 7 religiosas beneditinas que haviam vivido no mosteiro de clausura Mater Ecclesiae do Vaticano e que, além de rezar pelo Santo Padre, ofereceram-lhe hortaliças do seu pequeno jardim ou prepararam alguns dos seus ornamentos sagrados.
O Papa agradeceu não somente a estas religiosas, mas a todas as mulheres que no mundo se dedicam à oração; e renovou “a todos o convite de apoiá-las em suas necessidades”.
As novas religiosas visitandinas que chegaram ao Vaticano são María Begoña Sancho Herreros e María Paz Catalán Pueyo, procedentes de Burgos; María Gladys Beltrán Parra de Oviedo, Pilar María Trujillo Barraquero de Sevilla, Ana María Prieto del Corral de Valladolid, María Belén Martín López, de Madri. A religiosa italiana, Maria Francesca Padovan, procede de San Vito, em Tagliamento.
As religiosas estão organizadas em mosteiros autônomos, regidos por uma superiora. Hoje em dia, são cerca de 2.200, entre freiras e noviças, espalhadas pelo mundo em mais de 140 casas.
O mosteiro Mater Ecclesiae do Vaticano nasceu no dia 13 de maio de 1994, da ideia de João Paulo II de criar uma comunidade monástica de religiosas contemplativas dentro dos muros vaticanos para acompanhar, com sua oração, a atividade do Santo Padre e dos seus colaboradores da Cúria Romana.
O convento é ocupado cada 5 anos por uma comunidade religiosa diferente. Antes das beneditinas, moraram nele as carmelitas e, antes delas, as clarissas.


RELIGIOSAS VISITANDINAS

DO SITE DO PE.PELÁGIO....(PE.CLÓVIS CSsR)

26 DE NOVEMBRO – MISSIONÁRIO DURANTE 50 ANOS

São Leonardo (1676-1751) é italiano. Ingressou na Ordem Franciscana. Queria ser missionário, mas acabou formando-se em medicina. Foi curado milagrosamente da tuberculose. Como gratidão dedicou-se durante 50 anos à pregação das Missões.Implantou por toda a parte a devoção da Via Sacra. A mais famosa foi a que erigiu no Coliseu de Roma em 1750, como conclusão do Ano Santo.Escreveu numerosas obras (homilias, sermões, exortações) todas em estilo popular e direto. Morreu placidamente em Roma, após retornar de uma Missão. Quando o Frei foi comunicar ao papa sua morte, este foi logo dizendo: “Sofremos uma grande perda, meu caro padre. Mas esperamos ter um protetor no céu”. Depois pediu ao padre que celebrassem as exéquias no maior sigilo possível para evitar o tumulto do povo, que muito o estimava.Mais tarde foi proclamado “Padroeiro dos missionários”.
PADRE CLÓVIS DE JESUS BOVO CSsR
http://www.boletimpadrepelagio.org



PARABÉNS E MUITAS ORAÇÕES PARA OS MISSIONÁRIOS REDENTORISTAS NO DIA DE SEU PADROEIRO

“Pobres espirituais”

Pe. Luiz Carlos de Oliveira
Redentorista

Há males que não vemos
O evangelista João comenta que Jesus conhecia o que havia no coração do homem (Jo 2,25). Conhece não para dizer o que está mal, mas para amar e, sobretudo, para isso. Em seu ministério é mais atento ao coração, que não vemos, do que às dores físicas. São freqüentes suas expressões de compaixão pelo povo por ver sua dor e seu abandono. Até mesmo em sua morte diz: “Pai, perdoai-lhes porque não sabem o que fazem” (Lc 23,34). Entende a dor do povo humilhado pela situação. Percebemos dessa maneira que esse seu modo de ser deve penetrar a vida de seus discípulos, nós, seus seguidores. Ter os mesmos sentimentos de Jesus para com os sofredores é ter a capacidade de descobrir os que estão feridos no silêncio de suas vidas. Há tantos sofrimentos que estão guardados sob as tantas chaves do medo, da insegurança e da impossibilidade de se abrir. Esse olhar penetrante de Jesus através de nossos olhos significa buscar a ovelha perdida. Significa cuidar do pobre homem caído na estrada. É fazer-se misericórdia com aqueles que são taxados de fora de lei, ignorantes e sujos. “Essa gente que não conhece a lei são uns malditos” gritam os fariseus (Jo 7,49). Maldito quer dizer: Deus não gosta deles. Além de serem sofridos pela vida, são taxados de rejeitados por Deus. O homem é atingido no seu interior, sofre sem mesmo saber por que. A sociedade desconhece essas dores. A espiritualidade que nasce desse sacramento da Unção dos Enfermos leva-nos a descobrir esse mundo que Jesus tanto amava. Quando se diz que Jesus passou para o lado dos pobres, não é política, mas a posição de alguém que compreende, faz empatia (passar a sentir a mesma coisa) com eles e toma uma atitude de ajuda concreta. Assim Ele fez, por isso foi colocado fora.
Machucados na alma
Esses sofredores silenciosos, às vezes, desde o útero materno, carregam fardos dolorosos. São duplamente vitimados: pelo nascimento e pelo correr da vida. São marcas psicológicas que nem mesmo eles conhecem. Ou são marcas de uma culpa proveniente de um pecado que, perdoado ou não, permanece espetando. A cura desses corações pode depender ou de um especialista, para o aspecto psicológico, ou do ministério do perdão. As estruturas e os membros da Igreja nem sempre se preocupam em ouvir seus gemidos silenciosos. Jesus olhou com amor. Seus olhos penetravam os olhos das pessoas e as tocavam. Cito um fato meu: Um dia numa procissão de entrada, em uma missa, olhei para uma pessoa e sorri. Depois ela me procurou e disse: ‘sei que o senhor está de passagem, mas preciso falar e foi somente o senhor que olhou para mim na procissão de entrada e sorriu para mim. E eram diversos padres. O olhar de Jesus sobre o sofredor é uma comunhão de almas que leva à cura.
Confissão, caminho da cura
Há uma união entre os dois sacramentos da confissão e da unção, pois este também perdoa pecados. A missão de reconciliação que Cristo trouxe não é só algo universal, mas atinge cada pessoa. Os dois sacramentos são para a cura do coração. Durante a vida temos essa possibilidade de estar sempre em conversão para Deus, para que, chegando o momento final, nós nos encontremos com Ele. Também esse sacramento exige, antes do aspecto jurídico, o papel amoroso do Pai que abraça, do médico que cura e do pastor que encaminha. Sem isso ele perde a dimensão primeira que é ser a expressão de Jesus que olhou, sentiu compaixão e curou.
Novembro-2006

RELIGIÃO TAMBÉM SE APRENDE! REVELAÇÕES?


PADRE HÉLIO DE PESSATO LIBÁRDI CSsR

Acreditar em revelações?

Assistimos à exacerbação do entusiasmo popular pelo maravilhoso e prodigioso. O povo corre para os lugares onde acontecem essas visões e prodígios imaginários. Multiplicam-se as pretensas mensagens de Nossa Senhora, das sensatas até as mais descabidas.Temos de distinguir entre a revelação e as revelações. A revelação, que traz o conteúdo do que devemos crer para que o reino de Deus se estabeleça, está completa com a morte do último dos apóstolos; foi confiada aos apóstolos e é guardada pelo magistério da Igreja. Tudo o que temos, além do Novo Testamento, é explicitação dessa revelação.Aparecem contudo na vida da Igreja revelações privadas ou particulares. Elas têm um caráter secundário e acessório e se misturam com muitos elementos humanos.Face a essas revelações particulares, a Igreja fixa sua atenção nos bons frutos como critério de reconhecimento (Mt 7,16-18). E, mesmo que sejam aceitas pela Igreja, de acordo com Bento XIV, não é necessário que sejam aceitas mesmo dentro do critério de credibilidade e do grau de probabilidade. Mesmo favorável a algumas revelações particulares, não supõe a obrigação de se crer nelas.Ninguém critica os movimentos de oração e penitência que surgem dessas revelações; criticamos a ingenuidade com que são aceitas e a ausência de uma análise que fundamente esses acontecimentos, sejam de grau mais elevado como visões de Jesus e Maria, sejam nascidas de mensagens que uma pessoa (movida ou não pela graça) profere.É claro que pessoas podem, movidas pelo Espírito, oferecer mensagens dignas de credibilidade, mas seria tão bom se essas pessoas se submetessem a um exame psicológico ou psiquiátrico para que tivéssemos mais tranqüilidade quanto ao que dizem.Por outro lado, essas mensagens se revestem de conceitos tão nossos, que não são próprios de quem está na glória de Deus, onde “não haverá lágrimas” (liturgia da missa). Assim vemos mensagens que apresentam Nossa Senhora chorando, quando sabemos que com a morte cessa todo o sofrimento e quem está com Deus na glória não sofre, não chora, não se entristece. O que dizer disso?Esse modo humano de falar favorece o sentimentalismo religioso, falseia as coisas de Deus, distraindo as pessoas do essencial.Falta coragem para dizer que nenhuma dessas revelações particulares salvam; apenas podem ajudar as pessoas a reencontrarem o bom caminho, uma vez que Deus pode manifestar-se através de qualquer meio. Por outro lado continua sendo um dado sociológico e psicológico que, quando o povo não tem mais no que confiar, aparecem sempre os “messianismos salvadores” que catalisam a desesperança do povo.É preciso saber em quê e por quê crer.
Pe. Hélio Libardi, C.Ss.R.
EDITORA SANTUÁRIO

MINHA ORAÇÃO DE HOJE

PADRE FLÁVIO CAVALCA DE CASTRO CSsR

Oração da manhã para todos os dias

Senhor meu Deus, mais um dia está começando. Agradeço a vida que se renova para mim, os trabalhos que me esperam, as alegrias e também os pequenos dissabores que nunca faltam. Que tudo quanto viverei hoje sirva para me aproximar de vós e dos que estão ao meu redor.
Creio em vós, Senhor. Eu vos amo e tudo espero de vossa bondade.
Fazei de mim uma bênção para todos que eu encontrar. Amém.

As reflexões seguintes supõem que você antes leu o texto evangélico indicado.

26 − Quinta-feira − S. Leonardo


Evangelho (Lc 21,20-28 “Quando virdes Jerusalém cercada de exércitos, ficai sabendo que a sua destruição está próxima.”

A destruição de Jerusalém é figura do fim dos tempos. A descrição de ambos é feita no jeito de falar da Bíblia, e não precisa ser interpretada literalmente. Je-rusalém e toda a realidade presente, tanto as coisas da natureza como as cria-ções humanas, não duram para sempre. Isso não deve ser para nós motivo de medo; devemos alegrar-nos porque ainda teremos uma realidade muito melhor.

Oração
Senhor, por enquanto conheço apenas as coisas desta terra, desta minha vida presente. Fico sem saber como imaginar o futuro que me espera. Quero, porém, confiar em vós, em vosso amor e poder. Creio que preparais para mim uma outra realidade muito melhor, muito mais bela e mais feliz do que a atual. Alegro-me desde já, com a certeza que cumprireis todas as vossas promessas. Amém.

A N I V E R S Á R I O




FESTEJANDO MAIS UM ANIVERSÁRIO



CARLOS AUGUSTO DE VILHENA do Rio de Janeiro - RJ

DOMINGOS SAVIO FERREIRA de Brasília - DF

LUIZ SILVÉRIO DA FONSECA de São Vicente - SP

MÁRCIO AURELIO BRIZOTTI  de Tietê - SP

MARCOS ANTONIO BRIZOTTI de Itapetininga - SP

A família UNESER se une às suas alegrias e agradecimentos a Deus pelo dom da vida...

Que voces sejam muito felizes e iluminados em seus passos...Um grande abraço a todos !!!

25 de novembro de 2009

DO SITE DO PE.PELÁGIO....(PE.CLÓVIS CSsR)

25 DE NOVEMBRO - A BELA PRINCESA ESCOLHEU O MELHOR


S. Catarina de Alexandria (IV século) tem uma vida entretecida de lendas, mas carregadas de mensagens. Catarina era uma bela princesa. Vivia na África. Queria casar-se com um homem que fosse mais rico e bonito, mais sábio e poderoso do que ela. Depois de recusar muitos pretendentes, foi pedir conselho a um eremita. Este respondeu categoricamente: “Somente Jesus é tudo isso, e muito mais”.
Catarina voltou para casa, vendeu seus tesouros, riquezas e roupas finas. Repartiu o dinheiro entre os pobres e abraçou a causa de Jesus... Quando o imperador de Roma ficou sabendo, intimou a jovem a escolher entre Jesus e os deuses romanos. Ela não titubeou: “Não quero servir a deuses falsos”.O imperador convocou cinqüenta sábios para convencê-la a negar Jesus Cristo. Ela acabou convertendo todos para Cristo. Enfurecido, o imperador mandou queimar todos e encarcerar Catarina. Condenada a morrer na roda de tortura, esta se esfacelou. Um golpe de espada tirou-lhe a vida terrena e lhe deu a vida eterna.
S. Catarina é a padroeira dos que lidam com rodas de toda a espécie. Também dos teólogos, estudantes e cientistas.
PADRE CLÓVIS DE JESUS BOVO CSsR
- Gatíssimo pelas palavras a nosso respeito, divulgando também nosso bom Pe. Pelágio. O bem que fazem, como redentoristas que foram e continuam sendo, só Deus sabe. Com nosso novo Superior Geral, com certeza tambem VV. estão e serão beneficiados.

OUTRA DO SITE DO PE.PELÁGIO

PADRE CLÓVIS DE JESUS BOVO CSsR


SOMENTE NOS APUROS...

A gente se lembra de Deus somente quando precisa dele. Dois missionários estavam viajando de navio para a África. Um deles, bastante idoso, já fizera esta viagem várias vezes. Conhecia muito bem as manhas do mar e também dos marinheiros. O outro, bem mais jovem, era muito idealista e pouco experiente. Em certa altura da viagem, ele vem se desabafar com o confrade mais velho: — Acho que estamos correndo grande perigo. Alguma das máquinas não está funcionando bem, ou aconteceu qualquer coisa de grave no navio.

— Mas por quê?

— Eu estava dando uma volta pelo navio, quando escutei os marinheiros gritando, esbravejando e até blasfemando horrivelmente. Penso que alguma coisa não está correndo bem.
O velho missionário sorriu e disse:

— Fique tranqüilo. Enquanto essa gente grita e esbraveja, não há perigo nenhum. Mas... quando começarem a rezar em voz alta, aí sim.

CASA DE ORAÇÃO E NÃO...
Certo pastor estava pregando para um auditório bastante reduzido. Eis que a igreja se encheu de repente. Os bancos ficaram todos ocupados e muitos tiveram de ficar em pé. O pregador estranhou essa avalanche repentina e inesperada, e perguntou o que estava havendo. Muito simples. Um grande grupo de turistas aguardava os ônibus da excursão ali na praça, quando desabou violento pé-d'água. Para fugir da chuva, embocaram pela primeira porta aberta que encontraram. Então disse o pastor, parafraseando as palavras de Jesus (Lc 19,46):

— Esta casa é uma casa de oração. Mas vocês a transformaram num enorme guarda-chuva...

“Pensando nos sofredores”


Pe. Luiz Carlos de Oliveira
Redentorista

Males de nossos tempos
Jesus, na sinagoga de Nazaré, dá seu programa: “O Espírito do Senhor está sobre mim, porque me ungiu para evangelizar os pobres; enviou-me para proclamar a remissão aos presos e aos cegos a recuperação da vista, para restituir a liberdade aos oprimidos” (Lc 4,18-19). A redenção vem como cura de todos os tipos de males. Assim ele fez: Passou entre nós “fazendo o bem e curando todos aqueles que tinham caído no poder do diabo, porque Deus estava com Ele” (At 10,38). Mais que curar os males, Jesus transmitia a vida. O mundo, mesmo no meio de tantas loucuras, é muito bom. “Deus viu tudo o que fizera e eis que era tudo muito bom” (Gn 1,31). A situação de dramaticidade não lhe tira a bondade. Esses males provocam a anunciar e a implantar o Reino de Deus. O mundo padece: guerras, fome, sede, doenças endêmicas, falta educação, moradia, trabalho, segurança, devastação e tantas coisas mais. Esse sacramento do Cristo que cura, leva-nos a promover a vida. Todos os sacramentos são, na sua variedade, expressão do único Sacramento – Jesus Cristo. A Unção dos Enfermos quer promover a vida que continua na eternidade. Por isso reza: “concedei-lhe plena saúde de alma e de corpo a fim de que restabelecido pela vossa misericórdia, possa retomar as suas atividades”. A fórmula do sacramento proclama: “Por esta santa Unção e pela sua infinita misericórdia, o Senhor venha em teu auxílio com a graça do Espírito Santo, para que, liberto dos teus pecados, Ele te salve e na sua bondade alivie os teus sofrimentos” (Fórmula e oração da Unção dos Enfermos). Os males cobram de nós uma cura. Jesus dá-nos o poder de não só sacramentar um doente, mas as doenças.
Solidão que nos chama
Há sofrimentos do abandono e da solidão, silenciosos que ferem o coração e destroem a vida. Quem sabe são piores que a dor do corpo e os males que nos fazem passar necessidades. Esse mal da solidão não escolhe classe social. Quantos estão por aí, abandonados em leitos dourados ou em catres carcomidos. Quem sabe, sozinhos no meio da multidão, perdidos sem nome, sem condições, no fundo, sem nada, pois lhes foi tirado o maior direito: participar da vida. Um dos maiores males do mundo moderno é o individualismo que leva as pessoas a se isolarem, fecharem-se em si mesmas e viverem a solidão. Ela não é tratada pela comunidade. A espiritualidade vivida como dar vida a quem não a tem, nos endereçará a buscar os solitários. Passos são dados, mas é preciso a consciência comunitária de não deixar ninguém de fora e que todos sejam envolvidos na vida, participando, dando sua contribuição para que haja vida abundante para todos.
Carentes de amor
Jesus colocou todo o fundamento de seu Reino no amor mútuo que o constrói e mantém: “Dou-vos um mandamento novo: Que vos ameis uns aos outros. Como eu vos amei amai-vos também uns aos outros. Nisso conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns pelos outros” (Jo 13,34-35). Dentre os enfermos, estão os carentes de amor. A maior fome existente é a de ser amado. A falta do amor leva a sociedade a provocar tantos sofrimentos na vida das pessoas. Se pensarmos no amor que devemos aos outros, os carentes de amor saberão viver. Todos somos humanos e queremos ser queridos e amados. A normalidade é querer amar e ser amado. Quem não é amado terá dificuldades em desenvolver o amor. A espiritualidade desse sacramento é promover a vida em todas as dimensões e viver intensamente o amor à vida.

Novembro-2006