CONSAGRAÇÃO À NOSSA SENHORA APARECIDA NA VOZ DO PADRE VITOR COELHO CSsR

Ó MARIA SANTÍSSIMA, PELOS MÉRITOS DO SENHOR JESUS CRISTO QUE EM VOSSA IMAGEM MILAGROSA DE APARECIDA ESPALHAIS INÚMEROS BENEFÍCIOS SOBRE O BRASIL, EU, EMBORA INDIGNO DE PERTENCER AO NÚMERO DOS VOSSOS SERVOS, MAS DESEJANDO PARTICIPAR DOS BENEFÍCIOS DA VOSSA MISERICÓRDIA, PROSTRADO A VOSSOS PÉS, CONSAGRO-VOS O ENTENDIMENTO, PARA QUE SEMPRE PENSE NO AMOR QUE MERECEIS. CONSAGRO-VOS A LÍNGUA, PARA QUE SEMPRE VOS LOUVE E PROPAGUE A VOSSA DEVOÇÃO.CONSAGRO-VOS O CORAÇÃO, PARA QUE, DEPOIS DE DEUS, VOS AME SOBRE TODAS AS COUSAS.RECEBEI-NOS, Ó RAINHA INCOMPARÁVEL, QUE NOSSO CRISTO CRUCIFICADO DEU-NOS POR MÃE, NO DITOSO NÚMERO DOS VOSSOS SERVOS. ACOLHEI-NOS DEBAIXO DA VOSSA PROTEÇÃO. SOCORREI-NOS EM NOSSAS NECESSIDADES ESPIRITUAIS E TEMPORAIS E, SOBRETUDO, NA HORA DA NOSSA MORTE. ABENÇOAI-NOS Ó MÃE CELESTIAL, E COM VOSSA PODEROSA INTERCESSÃO FORTALECEI-NOS EM NOSSA FRAQUEZA, A FIM DE QUE, SERVINDO-VOS FIELMENTE NESTA VIDA, POSSAMOS LOUVAR-VOS, AMAR-VOS E RENDER-VOS GRAÇAS NO CÉU, POR TODA A ETERNIDADE. ASSIM SEJA! ...PELA INTERCESSÃO DE NOSSA SENHORA APARECIDA, RAINHA E PADROEIRA DO BRASIL, A BÊNÇÃO DE DEUS ONIPOTENTE, PAI, FILHO E ESPÍRITO SANTO, DESÇA SOBRE VÓS E PERMANEÇA SEMPRE.AMÉM!
PRÓXIMOS EVENTOS (Todos estão convidados)





ÁGAPE MENSAL
11 - fevereiro - 2017


MAIO - 2017
De 03 a 11 - Viagem / Peregrinação a Portugal
De 20 a 21 - 7º ERESER CAMPINAS
De 15 a 30 - 2ª Missão UNESER em Rondônia

JUNHO - 2017
De 17 a 18 - 2º ERESER CAMPINAS

JULHO - 2017

De 05 a 15 - 3ª Peregrinação a Pé Caminho da Fé
De 14 a 16 - 37º ERESER PROVÍNCIA RIO/MINAS/ES
De 21 a 23 - 22º ENESER - APARECIDA

SETEMBRO - 2017
De 01 a 03 - 5º ERESER VICE PROVÍNCIA MANAUS

OUTUBRO - 2017

Dia 07 - ERESER NA NOVENA DE APARECIDA
Dia 21 - 11º ERESER MAIRINQUE

NOVEMBRO - 2017
De 12 a 15 - 7º ERESER PROVÍNCIA DE CAMPO GRANDE


XIII RETIRO
De 02 a 04 de fevereiro de 2018
Local: Pedrinha (a ser confirmado)




SOM NO BLOG

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31 de julho de 2014

Vivências - De perto @ De longe



Nº 1493  -  31/07/2014


6283. Evangelho de 5ª feira (31-07-2014) - Sto. Inácio de Loyola - Jr 18, 1 -6; Sl 145; Mt 13, 47-53 - Jesus disse à multidão: “O Reino dos Céus é ainda como uma rede lançada ao mar e que apanha peixes de todo tipo. Quando está cheia, os pescadores puxam a rede para a praia, sentam-se e recolhem os peixes bons em cestos e jogam fora os que não prestam. Assim acontecerá no fim dos tempos: os anjos virão para separar os homens maus dos que são justos, e lançarão os maus na fornalha de fogo. E aí, haverá choro e ranger de dentes. Compreendestes tudo isso?” Eles responderam: “Sim”. Então Jesus acrescentou: “Assim, pois, todo mestre da Lei, que se torna discípulo do Reino dos Céus, é como um pai de família que tira do seu tesouro coisas novas e velhas”. Quando Jesus terminou de contar essas parábolas, partiu dali.

Recadinho: - Procuro estar sempre entre os “peixes” bons de Deus? - O que a “rede” de minha vida recolhe? Bons peixes? - Como somos felizes por podermos avaliar sempre o conteúdo de nossa “rede”, a rede que nos envolve! - Procuro sempre ser trigo, mesmo em meio ao joio? - Agradeçamos a Deus por fazermos parte dos bons!

6284. Papa se encontrará com 50 mil coroinhas - No dia 05 de agosto de 2014, o Papa Francisco se encontrará com 50 mil coroinhas alemães, acompanhados por familiares, párocos e bispos. A ida a Roma, de 4 a 8 de agosto, é considerada como a primeira etapa da peregrinação dos coroinhas europeus a Roma. Esta peregrinação terá a participação de 26 dioceses alemãs, da Arquidiocese de Viena e de um grupo proveniente da Letônia. Terá como tema o versículo do Profeta Isaías “Eis-me aqui, envia-me!” e o lema será “Livres! Porque é permitido fazer o bem”, inspirado no Evangelho de Mateus (Mt 12, 12). A logomarca da peregrinação representa a Praça São Pedro tendo ao centro a palavra alemã “Frei!” ( ́livres`), circundada por dois semi-círculos não totalmente fechados, indicando uma relação de união e irmandade entre os homens, mas sobretudo em relação a Deus.

6285. Coroinhas na Alemanha - Na Alemanha há cerca de 430 mil “coroinhas”. De tradição secular na Igreja, o coroinha é uma criança ou adolescente, que realiza um serviço de assistência aos sacerdotes e aos diáconos durante a liturgia. Depois do Concílio Vaticano II, também meninas passaram a exercer a função e também a partir daí o “pequeno padre” passou a ser chamado também de “ministrante”, aquele ou aquela que presta serviço. Durante a Audiência Geral de 4 de agosto de 2010, Bento XVI acolheu 55 mil coroinhas de 17 países europeus, ocasião em que lhe foi apresentada uma estátua de São Tarcísio, padroeiro dos coroinhas. Tarcísio sofreu o martírio quando era adolescente. Ao levar a Eucaristia a cristãos na prisão, foi descoberto. Comprimiu então contra o peito o Corpo de Jesus para que este não caísse em mãos profanas mas foi descoberto e assassinado. Na Alemanha, cada diocese tem uma pastoral dedicada a eles e um ou dois responsáveis pelos ministrantes. A partir de 2001, anualmente são organizadas peregrinações especiais deles a Roma. De 25 a 31 de agosto de 2014, será realizada a “Peregrinação nacional dos ministrantes franceses”.

6286. Contra o consumo e o tráfico de droga - O “Dia mundial contra o consumo e o tráfico ilícito de droga”, convocado em 1987 pela Assembleia Geral das Nações Unidas para recordar o objetivo comum de todos os Estados-membros de criar uma comunidade internacional livre das drogas, foi celebrado no dia 26 de junho de 2014. Na Argentina, o fenômeno eclodiu como grave problema social e a Igreja se engajou na linha de frente para combater este flagelo, também porque a ele se une o fenômeno da violência. Com o lema "Todos jogamos esta Copa... vista a camisa da vida... diga não à droga", os habitantes de Trelew (na Argentina) saíram às ruas celebrando o “Dia mundial contra o consumo e o tráfico de droga". A marcha partiu depois das palavras de incentivo do Bispo auxiliar da diocese de Comodoro Rivadavia, Dom Fernando Croxatto. As autoridades civis, motivando a participação de todos, agradeceu aos vários grupos sociais que trabalham neste âmbito complexo pelo empenho, em especial à Igreja Católica que, como testemunha o interesse do próprio Papa Francisco, acompanha de perto os  casos de muitas famílias com jovens que vivem este drama.
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                             
Pe. Geraldo Rodrigues, CSsR

Aniversariantes do dia



CÉSAR CELSO MARTINS
de São José dos Campos - SP

CELSO ANTÔNIO HENRIQUES (FORMIGÃO)
turma de 1970 de Belo Horizonte - MG
Festejando 65 anos de idade

DIÁCONO INÁCIO DE MELLO MESQUITA
turma de 1953 de São Paulo - SP
Festejando 71 anos de idade

SÉRGIO DALANEZE
turma de 1988 de Rio Claro - SP
Festejando 48 anos de idade

30 de julho de 2014

O Evangelho do dia


Dia Litúrgico: Quarta-feira da 17ª semana do Tempo Comum

Evangelho (Mt 13,44-46): Naquele tempo, Jesus disse às pessoas: «O Reino dos Céus é como um tesouro escondido num campo. Alguém o encontra, deixa-o lá bem escondido e, cheio de alegria, vai vender todos os seus bens e compra aquele campo. 

»O Reino dos Céus é também como um negociante que procura pérolas preciosas. Ao encontrar uma de grande valor, ele vai, vende todos os bens e compra aquela pérola».

Comentário: Rev. D. Enric CASES i Martín (Barcelona, Espanha)

Vai vender todos os seus bens e compra aquele campo


Hoje, Mateus põe à nossa consideração duas parábolas sobre o Reino dos Céus. O anúncio do Reino é essencial na prédica de Jesus e na esperança do povo eleito. Mas é notório que a natureza desse Reino não era entendida pela maioria. Não a entendia o sinédrio que o condenaram à morte, não a entendiam Pilatos, nem Herodes, também não a entenderam de início os próprios discípulos. Só se encontra uma compreensão como a que Jesus pede ao bom ladrão, cravado junto dele na Cruz, quando lhe diz: «Jesus, Lembra-te de mim quando estiveres no teu Reino» (Lc 23,42). Ambos tinham sido acusados como malfeitores e estavam quase a morrer; mas, por um motivo que desconhecemos, o bom ladrão reconhece Jesus como Rei de um Reino que virá depois daquela terrível morte. Só podia ser um Reino espiritual.

Jesus, na sua primeira prédica, fala do Reino como um tesouro escondido cuja descoberta causa alegria e estimula à compra do campo para poder gozar dele para sempre: «cheio de alegria, vai vender todos os seus bens e compra aquele campo» (Mt 13,44). Mas, ao mesmo tempo, alcançar o Reino requer procurá-lo com interesse e esforço, ao ponto de vender tudo o que se possui: «Ao encontrar uma de grande valor, ele vai vende todos os bens e compra aquela pérola» (Mt 13,46). «A propósito de que se diz buscai e quem busca. Encontra? Arrisco a ideia de que se trata das perolas e a pérola, pérola que adquire o que deu tudo e aceitou perder tudo» (Orígenes).

O Reino é de paz, amor justiça e liberdade. Alcançá-lo é, por um lado, dom de Deus e por outro lado, responsabilidade humana. Diante da grandeza do dom divino constatamos a imperfeição e instabilidade dos nossos esforços, que às vezes ficam destruídos pelo pecado, as guerras e a malicia que parecem insuperáveis. Não obstante, devemos ter confiança, pois o que parece impossível para o homem é possível para Deus.

Vivências - De perto @ De longe

Nº 1492 30/07/2014


6279. Evangelho de 4ª feira (30-07-2014) - S. Pedro Crisólogo - Jr 15, 10.16-21; Sl 58; Mt 13, 44-46 -Jesus disse à multidão: “O Reino do Céus é como um tesouro escondido no campo. Um homem o encontra e o mantém escondido. Cheio de alegria, ele vai, vende todos os seus bens e compra aquele campo. O Reino dos Céus também é como um comprador que procura pérolas preciosas. Quando encontra uma pérola de grande valor, ele vai, vende todos os seus bens e compra aquela pérola”.

Recadinho: - Jesus me ensina que o Reino do Pai é um grande tesouro. Acredito nisso? Demonstro a fé que tenho através de atos concretos? - Estou convencido de que vale a pena perder tudo para ganhar o tesouro do Reino de Deus? - Valorizo a vida que Deus me deu? - Procuro produzir frutos em vista do Reino dos Céus? Jesus quer que cada um de nós seja sinal de sua presença no mundo!

6280. Novo alarme dos bispos para a Amazônia! - A Igreja no Brasil lança um novo alarme para a Amazônia! O grito tem início em Roraima, o Estado do Norte da grande bacia fluvial na fronteira da Guiana e da Venezuela, contra a política de exploração de recursos naturais. Numa mensagem de denúncia, foi realçado que o atual “modelo econômico deixou cicatrizes profundas: desigualdade social e injustiça ambiental; um modelo que beneficia poucos enquanto o impacto, em muitos casos irreversível, pesa sobre os ombros das comunidades indígenas e camponesas!” O documento intitulado: “Mineração e Hidrelétricas em Terras Indígenas”, redigido por uma comissão instituída pelo bispo de Roraima, Dom Roque Paloschi, que também o assinou, foi publicado em julho de 2014. Não se trata de um texto genérico sobre o meio ambiente, mas de um pronunciamento que chama em causa “dezenas de projetos de usinas hidrelétricas de médias e grandes dimensões que impedem o curso dos rios que formam a bacia amazônica”.O impacto ambiental de alguns projetos grandes é “incalculável e irreversível, já comprovado por estudos científicos e pela experiência resultante de projetos realizados anteriormente”. Um impacto com consequências “muito graves” na vida de comunidades indígenas estabelecidas há séculos ao longo dos cursos dos rios, sobretudo para as mais isoladas.

6281. Revista de Aparecida - Julho/2014 - Com 58 páginas, edição de 820.000 exemplares, traz uma página de encarte, carta do cardeal arcebispo sobre a entronização de uma Imagem de N. Sra. de Fátima num monumento a ela inaugurado na parte externa do Santuário de Aparecida, do lado da torre. O tema de capa é “15 anos da Campanha dos Devotos, Você constrói essa história”. O tema se estende em páginas internas com as seguintes matérias: “Mãe Aparecida aos 15 anos!”; “Campanha dos Devotos: 15 anos de bênçãos!”; “Santuário em Ação”, sobre as principais realizações no Santuário durante estes últimos 15 anos. Seguem as matérias: “Maria e os evangelizadores”; “Nossa Senhora Aparecida, catequista do povo de Deus”; “Os Avós de Jesus”, que são celebrados em julho; “O pão nosso de cada dia nos dai hoje!”; “Apóstolo Mateus”; “Apóstolo Mateus: Ousadia em perder tudo para ganhar tudo!”; “A Missa em 12 atos (11º e 12º)”; “A tecnologia e a evangelização”; “Política: é possível reformar”; “Por que temos ciúmes?”; “Sempre é tempo de “debutar”. Há ainda espaço do leitor, testemunhos de devotos, espaço vocacional, uma página sobre o P. Vítor Coelho de Almeida, fato missionário pitoresco, terço dos homens, álbum de família, casais em destaque, representantes da Campanha dos Devotos, histórias de fé, receita culinária, devotos falecidos, encerrando com reflexão diária do Evangelho do mês. (revista@santuarionacional.com)

6282. Revista Devotos Mirins - Julho/2014 - Com 30 páginas em formato gibi e edição de 92.000 exemplares, é também da Campanha dos Devotos, do Santuário Nacional. Para o público infantil, apresenta como tema de capa e história em quadrinhos de oito páginas intitulada “A fórmula para salvar o futuro” e outra de 4 páginas intitulada “Cirandinha e pião”, uma homenagem aos avós.Seguem: oração, jogo dos 7 erros, caça-palavras, uma página de catequese sobre o sinal da cruz, correio do Tijolinho, espaço para desenhar, cartinhas, desenho para colorir, 4 páginas de atividades divertidas e instrutivas, testes e fotos de crianças. (devotosmirins@santuarionacional.com)

Pe. Geraldo Rodrigues, CSsR

29 de julho de 2014

Palestra do Sociólogo Eduardo Brasileiro


Palestra proferida no XIX ENESER - 2014

Produzido por Tião Cortêz

O Evangelho do dia


Meditando o Evangelho de hoje

Dia Litúrgico: 29 de Julho, Santa Marta
Evangelho (Lc 10,38-42): Naquele tempo, Jesus entrou num povoado, e uma mulher, de nome Marta, o recebeu em sua casa. Ela tinha uma irmã, Maria, a qual se sentou aos pés do Senhor e escutava a sua palavra. Marta, porém, estava ocupada com os muitos afazeres da casa. Ela aproximou-se e disse: «Senhor, não te importas que minha irmã me deixe sozinha com todo o serviço? Manda pois que ela venha me ajudar!». O Senhor, porém, lhe respondeu: «Marta, Marta! Tu te preocupas e andas agitada com muitas coisas.No entanto, uma só é necessária. Maria escolheu a melhor parte e esta não lhe será tirada».
Comentário: Rev. D. Antoni CAROL i Hostench (Sant Cugat del Vallès, Barcelona, Espanha)

Tu te preocupas e andas agitada com muitas coisas. No entanto, uma só é necessária

Hoje, também nós que estamos ocupados com muitas coisas devemos ouvir o que o Senhor nos recorda: «No entanto, uma só é necessária» (Lc 10,42): o amor, a santidade. Este é o objetivo, o horizonte que não podemos perder nunca de vista no meio de nossas ocupações cotidianas.

Porque ocupados estaremos sempre se obedecermos à indicação do Criador: «Sede fecundos e multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a!» (Gn 1,28). A Terra! O mundo: é aqui o nosso lugar de encontro com o Senhor. «Eu não rogo que os tires do mundo, mas que os guardes do maligno» (Jo 17,15). Sim, o mundo é o altar para nós e para nossa entrega a Deus e aos outros.

Somos do mundo, mas não podemos ser mundanos. Muito pelo contrário, somos chamados a ser como a bela expressão de João Paulo II sacerdotes da criação, sacerdotes do nosso mundo, de um mundo que amamos apaixonadamente.

Eis aqui a questão: o mundo e a santidade, o trabalho diário e a única coisa necessária. Não são duas realidades opostas: temos que procurar a confluência de ambas. E essa confluência se produz em primeiro lugar e sobre tudo em nosso coração, que é onde se pode unir o céu e a terra. Porque no coração humano é onde pode nascer o diálogo entre o Criador e a criatura.

É necessário, portanto, a oração. «O nosso tempo é um tempo em constante movimento, que freqüentemente desemboca no ativismo, com o risco fácil de acabar fazendo por fazer. Temos que resistir a essa tentação, procurando ser antes de fazer. Recordamos a este respeito a reprovação de Jesus a Marta: «Tu te preocupas e andas agitada com muitas coisas. No entanto, uma só é necessária (Lc 10,41-42)» (João Paulo II).

Não há oposição entre o ser e o fazer, mas sim há uma ordem de prioridade, de precedência: «Maria escolheu a melhor parte e esta não lhe será tirada» (Lc 10,42).

Vivências - De pertp @ De longe



Nº 1491  - 29/07/2014


6274. Evangelho de 3ª feira (29-07-2014) - Sta. Marta -1Jo 4, 7-16; Sl 33; Jo 11, 19-27 (ou Lc 10, 38-42)- Muitos judeus tinham vindo à casa de Marta e Maria para as consolar por causa do irmão. Quando Marta soube que Jesus tinha chegado, foi ao encontro dele. Maria ficou sentada em casa. Então Marta disse a Jesus: “Senhor, se tivesses estado aqui, meu irmão não teria morrido. Mas mesmo assim, eu sei que o que pedires a Deus, ele te concederá”. Respondeu-lhe Jesus: “Teu irmão ressuscitará”. Disse Marta: “Eu sei que ele ressuscitará na ressurreição, no último dia”. Então Jesus disse: “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, mesmo que morra, viverá. E todo aquele que vive e crê em mim, não morrerá jamais. Crês isto?” Respondeu ela: “Sim, Senhor, eu creio firmemente que tu és o Messias, o Filho de Deus, que devia vir ao mundo”.

Recadinho: -  Como vivo minha fé? - Nos momentos de solidão, procuro me unir mais a Deus pela oração? -Lembro-me sempre de que orar é conversar com Deus? Faço isso com frequência? –Consigo sorrir para meu próximo mesmo quando a dor me pesa na alma? -Levo sempre meu coração partido, machucado, para que Deus o possa consertar?

6275. Movimento no Santuário Nacional de 21a 27/julho/2014 - Conforme dados estatísticos fornecidos pelo Santuário Nacional de Aparecida, durante toda a semana de 21 a 27/julho/2014 circularam pelo Santuário 256.347 visitantes. No sábado, 26 de julho, o Santuário recebeu 86.694 pessoas e, no domingo, 27 de julho, o número foi de 117.817 peregrinos. De segunda a sexta-feira, o número de visitantes foi de 54.836. A previsão para o próximo fim de semana é a cidade receber 65.087 visitantes no sábado, dia 02 de agosto/2014, e 82.865 no domingo, dia 03 de agosto.

6276. Cidade de Aleppo: a “nova Berlim” dividida entre o controle do governo e dos jihadistas - Em 24 de julho de 2014, o arcebispo greco-melquita de Aleppo (na Síria), Jean-Clément Jeanbart, descreve a situação de sua cidade:  "Fico aqui porque o meu povo está sofrendo. A eletricidade não funciona, a água é de péssima qualidade. Cavamos poços dentro das igrejas e distribuímos água para os civis. As pessoas já não têm os meios para viver na cidade. No campo se encontram modos, mas não na cidade. Aleppo perdeu 1400 empresas. É um grande sofrimento. A Igreja tenta oferecer ajuda nessa situação desesperada. Oferece comida e ajuda econômica aos desempregados. Não é suficiente, mas com a ajuda de Deus esperamos seguir em frente enquanto não encontram trabalho”. Dom Jeanbart descreve Aleppo evocando uma imagem histórica, a da "nova Berlim", dividida em duas: a parte oriental, nas mãos de terroristas Jabhat al Nusra, afiliados ao Al Qaeda, e a parte ocidental controlada pelo governo. O arcebispo olha para o futuro com uma certa dose de esperança e coragem: "Quando o país se recuperar, explica, os cristãos não encontrarão mais trabalho! Por isso decidi começar um programa de formação para o trabalho de pedreiro. A construção será uma prioridade depois do rescaldo do conflito. Os cristãos precisarão encontrar trabalho neste campo. Sem trabalho, os jovens vão embora".

6277. Os direitos de cada um! - "Pelo bem de todos, redobrem os esforços e as iniciativas para criar as condições de uma paz estável, baseada na justiça, no reconhecimento dos direitos de cada um e na recíproca segurança! Chegou a hora de todos terem a audácia da generosidade e da criatividade a serviço do bem, do valor da paz, que se apoia no reconhecimento, por parte de todos, do direito de dois Estados a existir e a desfrutar da paz e da segurança dentro de fronteiras reconhecidas internacionalmente!"
(Papa Francisco, em Belém, durante sua peregrinação à Terra Santa, de 24 a 26/maio/2014)

6278. Deus faz terapia, pois tem estado bem deprimido nos últimos 2000 anos! – A peça teatral onde Deus faz terapia, intitulada “Meu Deus!”, é um texto espirituoso com diálogos ágeis e muito verdadeiros, mesmo que sejam improváveis. Deus, o próprio, resolve fazer terapia, pois tem estado bem deprimido nos últimos 2000 anos e espera que a psicóloga Ana resolva seu impasse. Mesmo tocando em assuntos que fazem o publico refletir, o espetáculo é uma comédia que vem fazendo grande sucesso. Está em cartaz em São Paulo (SP) de março a 02 de agosto de 2014, partindo depois para outras cidades.

Pe. Geraldo Rodrigues, CSsR

Reflexão do dia


A reflexão seguinte supõe que você
antes leu o texto evangélico indicado  

29 ─ Terça-feira ─ Santos Marta, Olavo, Beatriz


Evangelho (Jo 11,19-27) “Marta disse a Jesus: ─ Senhor, se tivesses estado aqui, meu irmão não teria morrido.”

Admirável a confiança de Marta. Jesus, porém, queria que confiasse ainda mais, e acreditasse que ele poderia trazer de volta seu irmão. Não basta que eu acredite no poder de Jesus. Tenho de acreditar que ele tem seus próprios caminhos, e pode resolver nossos problemas de um jeito que nem imaginamos. Nele podemos confiar tranquilamente, porque ele é Deus, o Senhor de tudo.
Oração
Senhor, creio que estais sempre comigo, e por isso posso viver tranquilo, apesar de minhas poucas forças. Fazei que essa presença oriente todas as minhas decisões, sirva-me de apoio nos momentos de desânimo, e mantenha vivo meu entusiasmo. Sei que não me abandonais; meu medo é que eu vos abandone e tente caminhar sozinho. Senhor Jesus, guardai-me sempre convosco. Amém.
Pe. Flávio Cavalca de Castro, Redentorista

Aniversariantes do dia


CLAUDINEI JOSÉ DE OLIVEIRA
turma de 1983 de Iguatemi (MS)
Comemorando 46 anos de idade

PADRE HELDER JOSÉ DA SILVA
Comunidade de Comunicações
Coemorando 44 anos de idade

PADRE VICTOR HUGO S. LAPENTA
Comunidade de Comunicações
Festejando 84 anos de idade

PADRE HÉLCIO VICENTE TESTA
       Festejando 19 anos de Sacerdócio

PADRE CARLOS GONZAGA DA SILVA
Vice Província de Recife
Festejando 8 anos de Sacerdócio

PADRE CLOVIS DE JESUS BOVO
Província de Goiás
Comemorando 63 anos de Sacerdócio

28 de julho de 2014

Palestra do Pe. Paulo Bezerra


Palestra proferida no XIX ENESER - 2014 

Produzido pelo Tião Cortêz

O Evangelho do dia


Dia Litúrgico: Segunda-feira da 17ª semana do Tempo Comum
Evangelho (Mt 13,31-35): Naquele tempo Jesus apresentou-lhes outra parábola ainda: «O Reino dos Céus é como um grão de mostarda que alguém pegou e semeou no seu campo. Embora seja a menor de todas as sementes, quando cresce, fica maior que as outras hortaliças e torna-se um arbusto, a tal ponto que os pássaros do céu vêm fazer ninhos em seus ramos».

E contou-lhes mais uma parábola: «O Reino dos Céus é como o fermento que uma mulher pegou e escondeu em três porções de farinha, até que tudo ficasse fermentado». Jesus falava tudo isso em parábolas às multidões. Nada lhes falava sem usar de parábolas, para se cumprir o que foi dito pelo profeta: «Abrirei a boca para falar em parábolas; vou proclamar coisas escondidas desde a criação do mundo».
Comentário: Rev. D. Josep Mª MANRESA Lamarca (Les Fonts del Vallès, Barcelona, Espanha)
Nada lhes falava sem usar de parábolas
Hoje, o Evangelho apresenta-nos Jesus predicando aos seus discípulos. E o faz do jeito que nele é habitual, através das parábolas, quer dizer, empregando imagens simples e comuns para explicar os grandes mistérios escondidos do Reino. Assim todo mundo podia entender, desde as pessoas com maior formação até as menos formadas.

«O Reino dos Céus é como um grão de mostarda...» (Mt 13,31). Os grãos de mostarda não se vêem, são muito pequenos, mas se temos cuidado deles e os regamos... Acabam se tornando em grandes árvores. «O Reino dos Céus é como o fermento que uma mulher pegou e escondeu em três porções de farinha...» (Mt 13,33). O fermento não se vê, mas se não estivesse aí, a massa não subiria. Assim também é a vida cristã, a vida da graça: não se percebe no exterior, não faz barulho, mas... Se você deixa que se introduza no seu coração, a graça divina vai fazendo frutificar a semente e transformando assim às pessoas pecadoras em santas.

Esta graça divina dá-se nos pela fé, pela oração, pelos sacramentos, pela caridade. Mas a vida da graça é, sobretudo, um dom que devemos esperar e desejar com humildade. Um dom que sábios e eruditos deste mundo não sabem valorar, mas que Deus Nosso Senhor quer fazer chegar aos humildes e simples.

Tomara que quando nos procure, encontre-nos não no grupo dos orgulhosos, mas naquele dos humildes, que se reconhecem fracos e pecadores, mas muito agradecidos e confiando na bondade do Senhor. Assim, o grão de mostarda chegará a ser uma grande árvore; assim o fermento da Palavra de Deus dará em nós frutos de vida eterna. Porque, «quanto mais se abaixa o coração pela humildade, mais se levanta até a perfeição» (São Agostinho).

Vivências - De perto @ De longe



Nº 1490  -  28/07/2014


6271. Evangelho de 2ª feira (28-07-2014) - Jr 13, 1-11; Dt 32, 18-21; Mt 13, 31-35-Jesus contou outra parábola: “O Reino dos Céus é como uma semente de mostarda que um homem pega e emeia no seu campo. Embora ela seja a menor de todas as sementes, quando cresce, fica maior do que as outras plantas. E torna-se uma árvore, de modo que os pássaros vêm e fazem ninhos em seus ramos”. Jesus contou-lhes ainda uma outra parábola: “O Reino dos Céus é como fermento que uma mulher pega e mistura com três porções de farinha, até que tudo fique fermentado”. Tudo isso Jesus falava em parábolas às multidões. Nada lhes falava sem usar parábolas, para se cumprir o que foi dito pelo profeta: “Abrirei a boca para falar em parábolas; vou proclamar coisas escondidas desde a criação do mundo”.

Recadinho: -Dou-me conta de que Jesus faz uso de parábolas para tocar nosso coração? -Semente de mostarda e fermento! O que me inspiram? Que lição posso tirar hoje? - Diante delas me vejo como sou, qual é a realidade de minha vida? - Tenho algo a melhorar em meu comportamento... em meus pensamentos... em minhas ações? - Agradeçamos a Deus que nos inspira atitudes de amor para com nosso próximo, como o fermento na massa.

6272. O monumento ao Cristo Redentor - Recentemente, a Arquidiocese do Rio de Janeiro não concedeu permissão para a imagem do Cristo Redentor ser veiculada em cenas consideradas desrespeitosas no filme “Rio, eu te amo”. O grande ícone, embora esteja localizado em um espaço público, como estão as igrejas nas praças das cidades, é propriedade da Arquidiocese do Rio e cabe a ela, portanto, ser consultada para autorizar ou não o uso de imagem da estátua que contém nos pés um santuário (templo dedicado a peregrinações dos fiéis e também de turistas brasileiros e estrangeiros). Aquela estátua é fruto de grandes esforços do povo católico brasileiro desejoso de secundar, em 1888, um sonho da Princesa Isabel, a redentora dos escravos africanos que aqui viviam por meio da Lei Áurea, de erigir no Morro do Corcovado uma imagem do Sagrado Coração de Jesus. Em 1921, o General Pedro Carolino Pinto de Almeida, por meio do Círculo Católico, novamente levantou a ideia de se construir uma imagem de Cristo, abençoando a Cidade Maravilhosa. O projeto de Heitor da Silva Costa foi o vencedor. Um grupo de 20.000 senhoras cariocas, sob a liderança da escritora Laurita Lacerda, pediu a Epitácio Pessoa, então presidente da República, a autorização para a referida construção no Corcovado, cuja bênção da pedra fundamental se deu em 1922 e a inauguração, em 12 de outubro de 1931. A obra foi financiada pelas doações de católicos, desde ricas damas da sociedade, até humildes trabalhadores. E, inclusive, há um pormenor: até indígenas ajudaram, com suas pequenas esmolas. Conta-se, inclusive, o fato de uma octogenária senhora que, na ausência de auxílios previdenciários, pedia esmola na porta da igreja para saldar seus modestos gastos. Como muitos a ajudavam, ela se propôs a doar o que recolhesse em um dos domingos às obras de construção do Cristo Redentor. Erealmente o fez. Terminada uma das Missas, a paupérrima senhora se dirigiu ao pároco com cinco mil e oitocentos réis que uma testemunha da comovente cena arredondou para seis mil réis, mas o padre tentou dissuadi-la da oferta. A velhinha, porém, não se deixou vencer e deu todo o valor, seu e da testemunha, ao sacerdote dizendo ser o “dinheiro da pobre para o Pai dos pobres!” Outra testemunha tirou, então, dois mil réis do bolso e disse à humilde senhora: “Este te dou de prêmio por teu amor a Jesus; é para tuas necessidades!” Mas a velhinha, imediatamente, passou o valor ao sacerdote dizendo: “Pois, seu vigário, já agora são oito mil réis para o Monumento do Cristo do Corcovado! Eu prometi que daria o que hoje recebesse de esmolas! Ainda que a mim deem hoje um conto de réis, é tudo para o Cristo do Corcovado...” ( Revista “Pergunte e Responderemos”, n. 536, fev. de 2007, p. 95s).

6273. Partilhar é agradecer! - Dízimo é agradecimento e partilha, já que tudo o que temos e recebemos vem de Deus e a Ele pertence. Por sua Palavra, Deus nos convida a confiar nele, que é o único Senhor de tudo; a ser-lhe agradecidos, porque Ele é a fonte de todo bem; a colaborar com Ele na instauração de uma nova sociedade em que haja partilha e comunhão de bens em que não haja necessitados.

Pe. Geraldo Rodrigues, CSsR