CONSAGRAÇÃO À NOSSA SENHORA APARECIDA NA VOZ DO PADRE VITOR COELHO CSsR

Ó MARIA SANTÍSSIMA, PELOS MÉRITOS DO SENHOR JESUS CRISTO QUE EM VOSSA IMAGEM MILAGROSA DE APARECIDA ESPALHAIS INÚMEROS BENEFÍCIOS SOBRE O BRASIL, EU, EMBORA INDIGNO DE PERTENCER AO NÚMERO DOS VOSSOS SERVOS, MAS DESEJANDO PARTICIPAR DOS BENEFÍCIOS DA VOSSA MISERICÓRDIA, PROSTRADO A VOSSOS PÉS, CONSAGRO-VOS O ENTENDIMENTO, PARA QUE SEMPRE PENSE NO AMOR QUE MERECEIS. CONSAGRO-VOS A LÍNGUA, PARA QUE SEMPRE VOS LOUVE E PROPAGUE A VOSSA DEVOÇÃO.CONSAGRO-VOS O CORAÇÃO, PARA QUE, DEPOIS DE DEUS, VOS AME SOBRE TODAS AS COUSAS.RECEBEI-NOS, Ó RAINHA INCOMPARÁVEL, QUE NOSSO CRISTO CRUCIFICADO DEU-NOS POR MÃE, NO DITOSO NÚMERO DOS VOSSOS SERVOS. ACOLHEI-NOS DEBAIXO DA VOSSA PROTEÇÃO. SOCORREI-NOS EM NOSSAS NECESSIDADES ESPIRITUAIS E TEMPORAIS E, SOBRETUDO, NA HORA DA NOSSA MORTE. ABENÇOAI-NOS Ó MÃE CELESTIAL, E COM VOSSA PODEROSA INTERCESSÃO FORTALECEI-NOS EM NOSSA FRAQUEZA, A FIM DE QUE, SERVINDO-VOS FIELMENTE NESTA VIDA, POSSAMOS LOUVAR-VOS, AMAR-VOS E RENDER-VOS GRAÇAS NO CÉU, POR TODA A ETERNIDADE. ASSIM SEJA! ...PELA INTERCESSÃO DE NOSSA SENHORA APARECIDA, RAINHA E PADROEIRA DO BRASIL, A BÊNÇÃO DE DEUS ONIPOTENTE, PAI, FILHO E ESPÍRITO SANTO, DESÇA SOBRE VÓS E PERMANEÇA SEMPRE.AMÉM!

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14 de setembro de 2011

EXALTAÇÃO DA SANTA CRUZ

A Igreja comemora duas datas referentes à Santa Cruz de Cristo: Invenção ou encontro da Cruz (ano 326); Exaltação da Cruz (ano 335).
Nos primeiros séculos do cristianismo era proibido realizar qualquer culto público, fazer esculturas, cruzes ou representações dos mistérios cristãos. Daí se explica por que a cruz de Jesus permaneceu tanto tempo escondida ou desaparecida. Após a promulgação do decreto sobre a liberdade de culto no ano 313, uma das primeiras preocupações foi localizar a cruz em que Jesus morreu. Quem se empenhou nessa busca, foi a imperatriz Helena, mãe de Constantino Magno. Encontrou-a de maneira milagrosa. Para celebrar esse encontro feliz, instituiu-se a festa da Invenção da Santa Cruz.
Pouco depois foi roubada ou seqüestrada novamente, mas resgatada no ano 335. O imperador tê-la-ia carregado às costas desde Tiberíades até Jerusalém e apresentada oficialmente aos fiéis. Essa data ficou marcada com a festa da Exaltação da Santa Cruz. - Para nós a cruz é símbolo de morte, vida e ressurreição.
– Oração: Rezemos com o apóstolo São Paulo: "Quanto a mim, Deus me livre de oriar-me, a não ser na cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim, e eu para o mundo. (Gl 6,14)
PADRE CLÓVIS DE JESUS BOVO CSsR
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6 de agosto de 2011

TRANSFIGURAÇÃO DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

«'Este é o Meu Filho muito amado' [...] E temos assim mais confirmada a palavra dos profetas» (2Pe 1,17-19)
Hoje é o abismo da luz inacessível. Hoje, no monte Tabor, a efusão infinita do relâmpago divino resplandece diante dos apóstolos. Hoje, Jesus Cristo manifesta-Se como Senhor da Antiga e da Nova Aliança [...]. Hoje, no monte Tabor, Moisés, o legislador de Deus, o chefe da Antiga Aliança, assiste como um servo a seu mestre, Cristo, sendo ele o donatário da Lei. E reconhece o seu desígnio, a que outrora tinha sido iniciado por prefigurações; é o que significa, quanto a mim, ver Deus «por detrás» (Ex 33,23). Agora ele vê claramente a glória da divindade, abrigado «na cavidade do rochedo» (Ex 33,22), mas «esse rochedo era Cristo» (1Cor 10,4), como Paulo expressamente ensinou: o Deus encarnado, Verbo e Senhor [...].
Hoje, o chefe da Nova Aliança, que tinha proclamado Cristo como Filho de Deus ao dizer «Tu és o Messias, o Filho de Deus vivo» (Mt 16,16), vê o chefe da Antiga Aliança, que está junto do donatário de uma e de outra, e que lhe diz: «Está aqui Aquele que é. Aqui está Aquele de quem eu disse que suscitaria um Profeta como eu (Ex 3,14; Dt 18,15; Act 3,22) – como eu enquanto homem e enquanto chefe do povo novo, mas superior a mim e a toda a criatura, Ele que nos dá, a mim e a ti, as duas Alianças, a Antiga e a Nova» [...]
Vinde então, obedeçamos ao profeta David! Cantemos a nosso Rei, cantemos a nosso Rei, cantemos! «Ele é o Rei de toda a terra» (Sl 46,7-8). Cantemos com sabedoria : cantemos com alegria [...]. Cantemos também ao Espírito «que tudo penetra, até às profundidades de Deus» (1 Co 2,10), ao vermos, nesta luz do Pai que é o Espírito que tudo ilumina, a luz inacessível, o Filho de Deus. Manifesta-se hoje o que olhos de carne não podem ver: um corpo terrestre resplandecente de esplendor divino, um corpo mortal transbordante da glória da divindade. [...] As coisas humanas tornam-se as de Deus, e as coisas divinas, as do homem.
São João Damasceno (c. 675-749), monge, teólogo, doutor da Igreja
Homilia sobre a Transfiguração; PG 96, 545

DO SITE BOLETIM DO PADRE PELÁGIO - PADRE CLÓVIS CSsR


6 DE AGOSTO - TRANSFIGURAÇÃO DE JESUS
  altEm várias regiões do Brasil Jesus é festejado como “Senhor Bom Jesus da Lapa”, “Senhor do Bom Fim”, “Senhor da Boa Morte”. - Celebrar o Cristo glorificado no Tabor olhando para Jesus derrotado na cruz parece uma contradição. Mas não é. Explico-me: O povo, possuidor de um senso muito profundo, vê Jesus pregado na cruz sob vários aspectos:
- Crucificado, mas aguardando o momento da ressurreição. “Era preciso que sofresse tudo isso para entrar na glória”.
- Crucificado, mas perdoando o ladrão arrependido e dando-lhe um “fim bom”.
- Crucificado, mas de braços abertos para perdoar, acolher e dar o abraço da reconciliação.
- Crucificado, mas mostrando como se deve morrer.
-  Jesus na cruz é a síntese de tudo o que pregou e praticou durante os três anos de vida pública.
- Oração : Alma de Cristo, santificai-me! Corpo de Cristo, salvai-me! Sangue de Cristo, inebriai-me! Água do lado de Cristo, lavai-me! Paixão de Cristo, confortai-me!
PADRE CLÓVIS DE JESUS BOVO CSsR
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14 de setembro de 2010

DO SITE BOLETIM DO PADRE PELÁGIO - (PADRE CLÓVIS CSsR

14 DE SETEMBRO – EXALTAÇÃO DA SANTA CRUZ


Nos primeiros séculos do cristianismo era proibido realizar qualquer culto público, fazer esculturas, cruzes ou representações dos mistérios cristãos. Daí se explica por que a cruz de Jesus permaneceu tanto tempo escondida ou desaparecida.

Após a promulgação do decreto sobre a liberdade de culto no ano 313, uma das primeiras preocupações foi localizar a cruz em que Jesus morreu. Quem se empenhou nessa busca, foi a imperatriz Helena, mãe de Constantino Magno. Encontrou-a de maneira milagrosa. Para celebrar esse encontro feliz, instituiu-se a festa da Invenção ou descoberta da Santa Cruz.
Para nós a cruz é símbolo de morte, vida e ressurreição. Rezemos com o apóstolo São Paulo: "...Deus me livre de gloriar-me, a não ser na cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim, e eu para o mundo. (Gl 6,14).

DIA 14 DE SETEMBRO – SANTOS COM O NOME CRESCENCIO

– Encontramos no calendário santoral, diversos santos com o nome de Crescêncio, Crescenciano, Crescente, etc. São celebrados em diversos meses do ano. Deles não se tem maiores informações, a não ser que viveram nos primeiros séculos do cristianismo e morreram mártires. - De um deles se afirma que foi discípulo de São Paulo. Trabalhou como missionário na atual região francesa. Morreu martirizado lá pelo ano 100 da era cristã.

- Crescenciano ou Crescêncio significa: Aquele que cresce. O sentido é evidente. Ao ser batizados, alguns recebiam este nome para se lembrarem que deviam crescer sempre mais no caminho da perfeição cristã, consoante diversas passagens bíblicas: Crescei na graça e no conhecimento de Nosso Senhor... (2Pd 3,18) - Vivendo segundo a verdade e a caridade, cresceremos em tudo, aproximando-nos daquele que é a nossa cabeça, Cristo (Ef 4, 15).

Oração:Senhor, ensina-nos a ser: Exigentes com a lei, mas indulgentes com o pecador.
- Denunciadores da injustiça e defensores do fraco.
- Artífices do bem e destruidores do mal.
- Insistentes com o Bem, e resistentes ao Mal.
- Amigos do pecador, e inimigos do pecado.
- Explicadores e não complicadores da doutrina.

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6 de agosto de 2010

Transfiguração do Senhor



A Festa da Transfiguração do Senhor remonta ao século V, no Oriente. Na Idade Média estendeu-se por toda Igreja Universal, especialmente com o papa Calisto III. O episódio foi relatado pelos evangelistas Mateus, Marcos e Lucas. Presentes estavam os apóstolos Pedro, João e Tiago. Jesus transfigurou-se diante deles, seu corpo ficou luminoso e resplandecentes as suas vestes. Com isto, Jesus quis manifestar aos discípulos que Ele era realmente o Filho de Deus, enviado pelo Pai. Jesus é o cumprimento de todas as promessas de Deus; é Deus connosco, a manifestação da ternura e da misericórdia do Pai entre os homens. A sua paixão e morte não serão o fim, mas tudo recobrará sentido quando Deus Pai o ressuscitar e o fizer sentar-se à Sua direita, na Sua glória. Tudo isto é dito de uma maneira plástica - luz, brancura, glória, nuvem ... que indicam a presença de Deus.

O caminho necessário para a ressurreição é, contudo, o caminho da cruz, da paixão e morte, da entrega total de Sua vida pelo perdão dos pecados

cf.www.ecclesia.pt

18 de julho de 2010

Santíssimo Redentor

18 de Julho de 2010

«Tanto amou Deus o mundo, que lhe entregou o seu Filho Unigênito, a fim de que todo o que nele crê não se perca, mas tenha a vida eterna. De fato, Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por Ele» (João 3,16-17).

No 3º domingo do mês de Julho, celebramos como redentoristas a festa do Santíssimo Redentor, a quem é dedicada a Congregação (CSsR: Congregação do Santíssimo Redentor). É uma oportunidade para celebrar de modo especial o mistério da Redenção… a Ação de Deus, a força do seu Amor no seio da nossa história muito marcada pelo sofrimento e pelo pecado.

A vida de Jesus é o retrato perfeito desta dinâmica da Redenção; os evangelistas testemunham, logo no princípio do seu ministério, esta proclamação de Jesus dirigida a um homem paralítico (Mt 9,1-8; Mc 2,1-12; Lc 5,17-26): «Filho, os teus pecados estão perdoados». E de acordo com a verdadeira lógica bíblica, o Perdão corresponde à verdadeira cura e libertação da pessoa, cujo mal do qual é vítima e culpada se pode representar na incapacidade de caminhar: «Pois bem, para que saibais que o Filho do Homem tem na terra poder para perdoar os pecados, Eu te ordeno - disse ao paralítico: levanta-te, pega no teu catre e vai para tua casa». E descobrimos que no centro do Evangelho, da Vida de Jesus, está o Perdão – o Reino de Deus é o Reino do Perdão e da Libertação: «De modo que todos se maravilhavam e glorificavam a Deus, dizendo: «Nunca vimos coisa assim!»

É de olhar fixo na Ressurreição de Jesus, «o Santo e Inocente» crucificado (At 3,13) que os discípulos descobrem a Vida Nova que irrompe no seio da nossa história: «Onde abundou o pecado, super-abundou a Graça» (Rom 5,20), onde a mentira e a morte dominaram, a fidelidade e a justiça de Deus venceram. Ressuscitou. Para nós, «a nossa Páscoa» (1Cor 5,7).

A Palavra do Filho foi a da fidelidade e entrega «até à plenitude» (Jo 13,1): «Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida pelos amigos» (Jo 15,13). A Palavra do Pai foi a da plena geração de Vida Nova no seu Amor: «Tu és o meu Filho, eu hoje te gerei» (At 13,33).
E este diálogo familiar, diálogo eterno de Amor pois «Deus é Amor» (1Jo 4,8), diálogo no Espírito Santo, este diálogo, esta Palavra é pronunciada no seio do nosso mundo, da nossa história: um Amor que super-abunda por entre o pecado e a morte: «Anulou o documento que, com os seus decretos, era contra nós; aboliu-o inteiramente, e cravou-o na cruz» (Col 2,14).

Celebramos este Mistério da Redenção como o Diálogo, a Palavra Familiar que é pronunciada para nós, e na qual somos abraçados como Humanidade. Uma Palavra, um Projeto Eterno de Amor que Deus escreve com a Humanidade envolvendo-a no Amor entre o Pai e o Filho, Amor que é chamado de Espírito Santo (Rom 5,5) que se revela com toda a força na Ressurreição de Jesus.

Um Amor que se revela, não numa Humanidade perfeita, mas numa Humanidade marcada pelo pecado, pelo sofrimento e pela morte. Um Amor que, diante desta Humanidade, deste Adam que somos nós, não nos condena, não nos julga, mas irrompe como Perdão, como Cura, como Libertação. «Porque em Deus está a Abundante Redenção» (Sal 130,7). E este Projeto chamado Humanidade já pertence a uma Páscoa na qual é assumida: «O primeiro homem, Adão, foi feito um ser vivente e o último Adão (Cristo), um Espírito que dá a Vida» (1Cor 15,45).

A Humanidade continua marcada pelo sofrimento e pela morte. Não será por acaso que o livro dos Atos dos Apóstolos inicia o ministério de Pedro e João tal como iniciou o de Jesus: com a cura de um homem paralítico. «Não tenho ouro nem prata, mas o que tenho, isto te dou: Em nome de Jesus Cristo Nazareno, levanta-te e anda!» E, segurando-o pela mão direita, ergueu-o» (At 3,6-7).

A missão dos discípulos continua como mediações da Presença fiel, libertadora e fraterna do Ressuscitado, testemunhando a Boa-Nova do Reino: de Deus encontramos uma Vontade de Salvação e Perdão, a Vontade de um Pai que nos abraça, na Páscoa de Jesus, como filhos. Uma Páscoa para a qual toda a Humanidade está a caminhar:

«Esta é a morada de Deus entre os homens. Ele habitará com eles; eles serão o seu povo e o próprio Deus estará com eles e será o seu Deus. Ele enxugará todas as lágrimas dos seus olhos; e não haverá mais morte, nem luto, nem pranto, nem dor. Porque as primeiras coisas passaram.» O que estava sentado no trono afirmou: «Eu renovo todas as coisas» (Apc 21,3-5).

Como redentoristas procuramos a fidelidade a esta missão através, sobretudo, pelo anúncio explicito desta Boa-Nova de Libertação:

«Obrigam-se todos os Redentoristas, seguindo sempre o magistério da Igreja, a serem, entre os homens, servos humildes e audazes do Evangelho de Cristo, Redentor e Senhor, princípio e modelo da nova humanidade.
Esse anúncio visa especialmente a copiosa redenção, isto é o amor de Deus Pai “que nos amou primeiro, e nos enviou seu Filho, como propiciação pelos nossos pecados” (1Jo 4,10) e que pelo Espírito Santo vivifica a todos os que n’Ele crêem.

Essa redenção atinge o homem todo, aperfeiçoa e transfigura todos os valores humanos, para que todas as coisas sejam recapituladas em Cristo (cf. Ef 1,10; 1Cor 3,23) e conduzidas a seu fim: uma nova terra e um novo céu (cf. Ap 21,1)»
(Constituição cssr 6)

Fonte: Rui Vasconcelos (Blog Economia da Salvação)