CONSAGRAÇÃO À NOSSA SENHORA APARECIDA NA VOZ DO PADRE VITOR COELHO CSsR

Ó MARIA SANTÍSSIMA, PELOS MÉRITOS DO SENHOR JESUS CRISTO QUE EM VOSSA IMAGEM MILAGROSA DE APARECIDA ESPALHAIS INÚMEROS BENEFÍCIOS SOBRE O BRASIL, EU, EMBORA INDIGNO DE PERTENCER AO NÚMERO DOS VOSSOS SERVOS, MAS DESEJANDO PARTICIPAR DOS BENEFÍCIOS DA VOSSA MISERICÓRDIA, PROSTRADO A VOSSOS PÉS, CONSAGRO-VOS O ENTENDIMENTO, PARA QUE SEMPRE PENSE NO AMOR QUE MERECEIS. CONSAGRO-VOS A LÍNGUA, PARA QUE SEMPRE VOS LOUVE E PROPAGUE A VOSSA DEVOÇÃO.CONSAGRO-VOS O CORAÇÃO, PARA QUE, DEPOIS DE DEUS, VOS AME SOBRE TODAS AS COUSAS.RECEBEI-NOS, Ó RAINHA INCOMPARÁVEL, QUE NOSSO CRISTO CRUCIFICADO DEU-NOS POR MÃE, NO DITOSO NÚMERO DOS VOSSOS SERVOS. ACOLHEI-NOS DEBAIXO DA VOSSA PROTEÇÃO. SOCORREI-NOS EM NOSSAS NECESSIDADES ESPIRITUAIS E TEMPORAIS E, SOBRETUDO, NA HORA DA NOSSA MORTE. ABENÇOAI-NOS Ó MÃE CELESTIAL, E COM VOSSA PODEROSA INTERCESSÃO FORTALECEI-NOS EM NOSSA FRAQUEZA, A FIM DE QUE, SERVINDO-VOS FIELMENTE NESTA VIDA, POSSAMOS LOUVAR-VOS, AMAR-VOS E RENDER-VOS GRAÇAS NO CÉU, POR TODA A ETERNIDADE. ASSIM SEJA! ...PELA INTERCESSÃO DE NOSSA SENHORA APARECIDA, RAINHA E PADROEIRA DO BRASIL, A BÊNÇÃO DE DEUS ONIPOTENTE, PAI, FILHO E ESPÍRITO SANTO, DESÇA SOBRE VÓS E PERMANEÇA SEMPRE.AMÉM!
PRÓXIMOS EVENTOS (Todos estão convidados)





ÁGAPE MENSAL
11 - fevereiro - 2017


MAIO - 2017
De 03 a 11 - Viagem / Peregrinação a Portugal
De 20 a 21 - 7º ERESER CAMPINAS
De 15 a 30 - 2ª Missão UNESER em Rondônia

JUNHO - 2017
De 17 a 18 - 2º ERESER CAMPINAS

JULHO - 2017

De 05 a 15 - 3ª Peregrinação a Pé Caminho da Fé
De 14 a 16 - 37º ERESER PROVÍNCIA RIO/MINAS/ES
De 21 a 23 - 22º ENESER - APARECIDA

SETEMBRO - 2017
De 01 a 03 - 5º ERESER VICE PROVÍNCIA MANAUS

OUTUBRO - 2017

Dia 07 - ERESER NA NOVENA DE APARECIDA
Dia 21 - 11º ERESER MAIRINQUE

NOVEMBRO - 2017
De 12 a 15 - 7º ERESER PROVÍNCIA DE CAMPO GRANDE


XIII RETIRO
De 02 a 04 de fevereiro de 2018
Local: Pedrinha (a ser confirmado)




SOM NO BLOG

QUANDO QUISER ASSISTIR ALGUM VÍDEO DO BLOG, VÁ ATÉ À "RÁDIO UNESER INTERATIVA" (caixa à direita do blog) E CLIQUE NO BOTÃO DE PAUSA (II).
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30 de junho de 2009

Sobre o tópico "RELIGIÃO TAMBÉM SE APRENDE"

Estamos transcrevendo aqui este tópico : RELIGIÃO TAMBÉM SE APRENDE, cuja fonte inicial é do site http://www.redemptor.com.br.

Três articulistas surgem, os quais podemos conhecer um pouco:

1-PADRE JOÃO AUGUSTO ANCHIETA AMAZONAS MAC DOWELL, SJ, filósofo


Reitor da Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (FAJE), antigo Centro de Estudos Superiores da Companhia de Jesus (CES), em Belo Horizonte.
Graduado em Filosofia pela Faculdade de Filosofia Nossa Senhora Medianeira e em Teologia pela Philosophische Theologische Hochschule Sankt Georgen, na Alemanha, Mac Dowell é mestre em Teologia pela mesma instituição. É doutor em Filosofia pela Pontifícia Universidade Gregoriana (PUG), na Itália, com a tese A gênese da ontologia fundamental de Martin Heidegger. O trabalho foi publicado pela editora Herder, de São Paulo, em 1970, e chegou à segunda edição em 1993 pela Loyola. Escreveu, ainda, Religião também se aprende. 3. ed., São Paulo: Santuário, 2003 e organizou Saber filosófico, história e transcendência. Homenagem ao Padre Henrique Cláudio de Lima Vaz, SJ, em seu 80ª aniversário. São Paulo: Loyola, 2002.


2- PADRE ANTÔNIO CÉSAR MOREIRA MIGUEL CSsR


Nasceu em Cachoeira Paulista, no Vale do Paraíba, no dia 05 de maio, dia da comunicação. Padre César Moreira trabalhou a maior parte de sua vida sacerdotal na área da comunicação. Por mais de 40 anos vem atuando no rádio e atualmente na Tv. Trabalhou profissionalmente nas rádios Globo, Excelsior, hoje CBN, Record, Capital, América, todas de São Paulo e Difusora de Goiânia.

Dirigiu a Rádio Aparecida de 1981 a 1990, e depois de um intervalo, voltou e de janeiro de 1997 a dezembro de 2005 foi diretor geral desta que é a principal emissora católica do País. É pós-graduado em Jornalismo e lecionou na Universidade de Taubaté em 1990 a 1998.
Foi presidente da UNDA-Brasil, organização da Igreja para os Meios de Comunicação Eletrônica, durante seis anos. Foi presidente da RCR, Rede Católica de Rádio, por dez anos.
Publicou os livros: “Tudo Eu? Quando a vida se torna uma desculpa”, “Palavras que vão e vêm”, “Lembranças do Padre Vítor na Rádio Aparecida”, “Comunicação também se Aprende”, “Religião Também se Aprende – vol. 1” e “Assunto do Dia:”.

Editou a revista Boa Notícia, da União dos Redentoristas do Brasil e tem publicado inúmeros artigos em jornais e revistas.
Na Rádio Aparecida foi o criador de diversos programas entre eles: Microfone aberto, Jornal dos Jornais, Solidariedade RA, RCR em debate e outros.
Participa há quase duas décadas do Programa do Eli Correia, no quadro “Momentos de fé”, respondendo às questões dos ouvintes.
Atualmente exerce o oficio de diretor geral da TV Aparecida. (Sou imensamente feliz por ter-me sentado ao seu lado na época de SRSA!)


3-PADRE HÉLIO DE PESSATO LIBÁRDI CSsR


Missionário redentorista, conhecido por seu apoio à catequese de crianças e de adultos, que já escreveu e publicou muito material , traz livros que ele chama de conversas que poderão ajudar na preparação para o batismo e , acrescento, para o melhor desempenho na vida católica, seguindo tanto nas homilias quanto na escrita a evangelização das santas missões idealizada pelo fundador da Congregação Redentorista, Santo Afonso Maria de Ligório...


Vejam algumas obras:

— Gente pequena I – Catecismo ilustrado para crianças
— Gente pequena II – Preparação para a Primeira Comunhão
— Gente pequena... ESTOU CRESCENDO III – Catecismo para crianças
— Religião também se aprende – volumes 3, 4, 5, 6, 9, 10 e 11


Além de grande e autêntico missionário, é o diretor espiritual da nossa UNESER, que tem mantido entre aqueles, que um dia foram seminaristas , a cultura cristã e o padrão redentorista.
Assim, as orientações que aqui transcrevemos sob o tópico em tela com certeza têm uma base sólida e oportuna para nós todos!

RELIGIÃO TAMBÉM SE APRENDE - BATISMO-PARTE XII - PADRE JOÃO


Pe. João A. Mac Dowell S.J.



Se o batismo é tão importante, porque a Igreja se nega a batizar uma criança, quando seus pais e padrinhos não são praticantes ou não freqüentam o curso de preparação?


O batismo está sempre ligado à fé. "Crê no Senhor e serás salvo, tu e a tua casa", declara Paulo ao seu carcereiro em Filipos. "E logo ele recebeu o batismo com todos os seus" (At 16,31.33). Sem a fé do próprio candidato ou, no caso de crianças, dos que as apresentam e se responsabilizam por sua educação cristã, a Igreja não pode conferir o batismo. De fato, o batismo é precedido sempre pela profissão de fé: o batizando ou seus pais e padrinhos respondem três vezes "creio".

Mas crer em Jesus Cristo significa estar convencido de que seu caminho é verdadeiro e querer segui-lo. É preciso, portanto, saber quem ele é o que ele nos propõe no Evangelho. É preciso também estar disposto a participar da Igreja, a comunidade onde o Evangelho é anunciado e acolhido com fé. Esta é a razão das promessas do batismo. Se elas não são levadas a sério o efeito do batismo fica prejudicado. Deus planta a semente da fé no coração da criança. Mas se ninguém rega, ninguém cultiva, a planta morre sem dar fruto.

O batismo é o início dum caminho: o caminho pelo qual se chega à vida eterna seguindo Jesus Cristo e observando os seus mandamentos. Mas a criança batizada ainda não pode andar sozinha; ela precisa ser conduzida pela mão de quem já está no mesmo caminho da vida cristã. O batismo é a porta da Igreja. Não adianta abrir a porta, se o batizado não fica dentro, não pisa mais na igreja. Ele precisa crescer num ambiente de fé, para absorver espontaneamente o Espírito de Jesus.

Por isso, a Igreja exige que os responsáveis pela educação da criança estejam conscientes dos seus deveres para com Deus e a comunidade e decididos a cumpri-los. Quem já tem estas atitudes, não precisaria fazer a preparação. Mas muitas vezes os pais querem batizar os filhos só por costume, sem nenhum compromisso nem compreensão do seu valor. O curso de preparação serve então para evitar que o batizado se transforme numa mera cerimônia exterior, sem sentido: uma mentira.

É verdade que a criança não tem culpa se seus pais não cumprem as condições exigidas pela Igreja. Mas negar-lhe o batismo nesse caso não é nenhuma injustiça, nem castigo. Ela não ganharia nada sendo batizada assim. Sem o apoio devido, a fé não pode vingar. Por isso, nesse caso, é melhor que, quando crescer, peça livremente o batismo, depois de ter compreendido seu sentido e exigências. Se morrer antes, não está fatalmente condenada, como pensam alguns. A bondade de Deus encontra outros modos de salvar os seus filhos.

DO LIVRO
RELIGIÃO TAMBÉM SE APRENDE
EDITORA SANTUÁRIO
João A. Mac Dowell S.J.
http://www.redemptor.com.br

CURA D'ARS - PARTE-6


Padre João Maria Batista Vianney, o Santo Cura D'Ars

(CLICAR NA IMAGEM PARA FAZER A ORAÇÃO!)


Ars transformada pelo santo


Um sacerdote santo torna piedosos seus paroquianos. Assim, apenas três anos e meio depois de sua chegada, o santo Cura já podia escrever: “Encontro-me numa paróquia de muito fervor religioso e que serve a Deus de todo o seu coração”. Em 1827 (seis anos depois), exclamava entusiasmado do púlpito: “Meus irmãos, Ars não é mais a mesma! Tenho confessado e pregado em missões e jubileus. Nada encontrei como aqui”.
É que, ao mesmo tempo em que reprimia os abusos, semeava também a boa semente. E ele aspirava, para seus paroquianos, ao ideal de perfeição do qual os cria capazes. Recomendava-lhes que rezassem antes e depois das refeições, recitassem o Ângelus três vezes ao dia onde quer que estivessem; e que, ao levantar e deitar, fizessem a oração da manhã e a da noite. Esta passou a ser feita também em comum na igreja ao toque do sino. Os que ficavam em casa ajoelhavam-se diante de algum quadro ou imagem religiosa, ali fazendo suas orações.
Com o tempo passou-se a dizer que em Ars o respeito humano fora invertido: tinha-se vergonha de não fazer o bem e de não praticar a Religião. O que é um auge de vitória da Igreja! Ars tornou-se também um centro de piedade e religiosidade.
Por isso, os peregrinos admiravam nas ruas da cidade a serenidade de certos semblantes, reflexo da paz perfeita de almas que vivem constantemente unidas a Deus.

Plínio M.Solimeo

http://www.catolicismo.com.br


E-mail do autor: pmsolimeo@catolicismo.com.br



Nota: Um agradecimento muito especial ao Plínio M.Solimeo, autor deste artigo sobre o Cura D'Ars. Ele me informou que a Revista Catolicismo deve publicar no próximo mês de agosto mais um trabalho literário neste tema, considerando a grande importância deste ano sacerdotal.
Com certeza o estaremos transcrevendo aqui!

29 de junho de 2009

Do Site da UNESER! - XIV ENESER - 17/19 JULHO


VEJAM AS PESSOAS QUE JÁ SE INSCREVERAM. VENHA VOCÊ TAMBÉM.


Antonio de Lima - São Paulo (4 pessoas)
Diacono Inácio - São Paulo (2 pessoas)
José Reis dos Santos Machado - Sumaré SP (2 pessoas)
Hernando de Lezier Brandolize - Sorocaba -SP (6 pessoas)
Francisco Aguinaldo Ferreira - Araras SP (5 pessoas)
Afonso Cavalcanti - Mandaguari PR (4 pessoas)
José Roberto Staliano - São Paulo - SP (1 pessoa)
Renato Veloso - Belo Horizonte - MG (2 pessoas)
Waddington Pacheco Rangel - Tietê - SP - (4 pessoas)
Irineu Luciano - São Paulo - SP - (2 pessoas)
José Antonio Perdigão - São Paulo SP. (3 pessoas)
Antonio Ierardi Neto - São Paulo - SP. (2 pessoas)
Claudio Soares da silveira - São Paulo - SP. (1 pessoa)
Vagner de Casseto Marcom - Tietê - SP (2 pessoas)
Laerte Pasquoto - Americana - SP - (3 pessoas)
Maurício de Jesus Baptista - Tietê - SP (2 pessoas)
José Carlos dos Santos Cunha - Itajubá - MG - (2 pessoas)
Ademar Inácio da Silva - Uberlandia - MG - (3 pessoa)
Valdir José de Melaré Daniel - Tietê - SP - (4 pessoas)
Joaquim Manoel Ferreira Filho (Mineirão) Poso Alegre - MG (4 pessoas)
José Carlos Criado - Barueri - SP - (4 pessoas)
Antonio Claudio Ferreira - São Paulo - SP - (2 pessoas)
João Aparecido dos Santos - Santa Barbara D'oeste - SP - (1 pessoa)
Achiles Evanil Lezier - Tietê - SP (5 pessoas)
João Francisco - Campinas - SP - (2 pessoas)
Marçal Sebastião Alves Freire - Goiania-GO - (3 pessoas)
Ari Antonio Cestarioli - Tietê - SP - (4 pessoas)
Henrique Bernardo Ferreira - São Paulo - SP (2 pessoas)
José Bueno de Miranda - Valinhos - SP (2 pessoas)
Rodrigo Correa Suntaque - São José dos Campos - SP (1 pessoa)
José Vicente Naves - Holambra - SP (1 pessoa)
Antonio Edenir Concolato - Curitiba- PR - (1 pessoa)
José Leonelio de Souza - São Paulo -SP (1 pessoa)

















É PRECISO RESERVAR!


Agende-se e inscreva-se até 10/07/09 impreterivelmente. Inscreva-se somente com o Nelson pelo telefone 0XX12 3105-6738 ou pelo site http://www.uneser.com.br.
As inscrições serão aceitas por ordem de chegada da reserva.

Um testemunho feliz...









COMUNICAÇÃO NA COMUNIDADE ALFONSIANA

PREZADOS, PREZADAS: QUE SURPRESA AGRADÁVEL. CHEGO EM CASA E ENCONTRO UMA EDIÇÃO DA "CARTINHA". QUANTA ALEGRIA.
OXALÁ CONTINUE . VÊ-SE NELA UM SINAL FUTURO NA COMUNIDADE E NA SUA FORMA JOVEM, RENOVADA DE COMUNICAÇÃO.


Pedro Dias (ORKUT - Comunidade Seminário Santo Afonso)

RELIGIÃO TAMBÉM SE APRENDE! BATISMO - PARTE-XI - PADRE JOÃO


Pe. João A. Mac Dowell S.J.



É verdade que as crianças que morrem sem batismo estão perdidas para sempre?


O batismo é normalmente necessário para a salvação. O próprio Jesus o afirma: "Se alguém não nascer da água e do Espírito, não poderá entrar no Reino de Deus" (Jo 3,5). Ele também ordenou a seus discípulos que batizassem todas as nações em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo (Mt 28,19). Deus ligou a salvação ao sacramento do batismo. Este rito é o sinal visível e eficaz da libertação do pecado e da incorporação no novo povo de Deus. Por ele nos tornamos membros do Corpo espiritual de Cristo, que é a Igreja.

Mas Jesus também deixou claro que o amor de Deus se estende a todas as pessoas, mesmo às que nunca receberam o anúncio do Evangelho e não puderam entrar na Igreja: "o vosso Pai que está nos céus - disse ele - não quer que se perca nem um só destes pequeninos" (Mt 18,14). Deus mesmo não está ligado aos sacramentos que instituíu. Ele pode agir por outras vias para comunicar a sua graça e salvar as suas criaturas. Por isso o batismo só é necessário para a salvação das pessoas que têm a possibilidade de o receber.

Quem sem própria culpa não foi batizado poderá ser salvo por Deus de outras maneiras. Não sabemos como ele desperta nas crianças que morrem sem batismo a fé e o amor, necessários para gozar da felicidade eterna na sua companhia. Mas, confiados na palavra de Jesus, temos certeza que ele quer a salvação de toda a família humana. Esperamos, por isso, que na sua misericórdia oferecerá também a estes inocentes a oportunidade de acolher o dom de seu amor.

Esta esperança na salvação das crianças mortas sem batismo não deve levar-nos a descuidar o batismo dos próprios filhos. Quando os pais são católicos, sempre que há suficiente garantia de que receberá uma educação cristã, a criança deve ser batizada quanto antes. Mas o batismo não deve também ser encarado supersticiosamente como um rito mágico, para livrar a criança de qualquer doença, desgraça ou perigo. Nem é por causa do medo de que morrendo sem batismo se percam para sempre, que os pais cristãos devem batizar os filhos. Mas porque creem que pelo batismo eles renascem para a vida nova de filhos de Deus. A sua fé que estimam e por isso desejam transmitir-lhes é o verdadeiro motivo de sua decisão de batizá-los.

DO LIVRO:
RELIGIÃO TAMBÉM SE APRENDE
EDITORA SANTUÁRIO
João A. Mac Dowell S.J.
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CURA D'ARS - PARTE-5


João Maria Batista Vianney,o Santo Cura D'Ars


Combate aos bailes durante 25 anos


Ars era o lugar predileto dos jovens dançarinos das vizinhanças. Tudo era pretexto para um baile. Para acabar com eles, o Santo Cura d’Ars levou 25 anos de combate renhido.
Explicava que não basta evitar o pecado, mas deve-se fugir também das ocasiões. Por isso, abrangia no mesmo anátema o pecado e a ocasião de pecado. Atacava assim ao mesmo tempo a dança e a paixão impura por ela alimentada: “Não há um só mandamento da Lei de Deus que o baile não transgrida. [...] Meu Deus, poderão ter olhos tão cegos a ponto de crerem que não há mal na dança, quando ela é a corda com que o demônio arrasta mais almas para o inferno? O demônio rodeia um baile como um muro cerca um jardim. As pessoas que entram num salão de baile deixam na porta o seu Anjo da Guarda e o demônio o substitui, de sorte que há tantos demônios quantos são os que dançam”. O Santo era inexorável não só com quem dançasse, mas também com os que fossem somente “assistir” ao baile, pois a sensualidade também entra pelos olhos. Negava-lhes também a absolvição, a menos que prometessem nunca mais fazê-lo. Ao reformar a igreja, erigiu um altar em honra de São João Batista, e em seu arco mandou esculpir a frase: Sua cabeça foi o preço de uma dança!... É de ressaltar-se que os bailes da época, em comparação com os de hoje, sobretudo do pula-pula frenético e imoral do carnaval e as novas danças modernas, eram como que inocentes. Mas era o começo que desfechou nos bailes atuais.
A vitória do Pe. Vianney neste campo foi total. Os bailes desapareceram de Ars. E não só os bailes, mas até alguns divertimentos inofensivos que ele julgava indignos de bons católicos.
Junto a eles combateu também as modas que julgava indecentes na época (e que, perto do quase nudismo atual, poderiam ser consideradas recatadas!). As moças, dizia, “com seus atrativos rebuscados e indecentes, logo darão a entender que são um instrumento de que se serve o inferno para perder as almas. Só no tribunal de Deus saber-se-á o número de pecados de que foram causa”. Na igreja jamais tolerou decotes ou braços nus.



Plínio M.Solimeo

http://www.catolicismo.com.br

A N I V E R S Á R I O

29 de junho - Voce sabe quem aniversaria hoje?

Pois é: PEDRO WAGNER EUZÉBIO de Pindamonhangaba.

Muita saúde e Paz!
Muitas alegrias e Realizações!
Muita prosperidade e Felicidades!

Que o Divino Pai Eterno, pela intercessão de Nossa Senhora lhe conceda muitas bênçãos e muita luz!!!

Um abraço da família UNESER

28 de junho de 2009

RELIGIÃO TAMBÉM SE APRENDE - BATISMO-PARTE X - PADRE JOÃO


Pe. João A. Mac Dowell S.J.



Sou católica, mas acho uma falta de respeito para com meu filho batizá-lo, em vez de deixar que ele faça a sua escolha quando crescer. Por que a Igreja insiste em batizar as crianças?


Estou certo de que a Sra. pretende o melhor para seu filho. Mas me desculpe, acho que neste ponto está enganada. É uma ilusão pensar que ele vai crescer livre de qualquer influência. Se os pais não oferecem uma orientação para os filhos, o vazio será preenchido por outros: as companhias, a escola, a TV e todo o ambiente que os cerca ao longo de seu desenvolvimento. É muito certo querer que seu filho decida livremente o próprio destino. Mas é preciso ajudá-lo a fazer uma boa escolha.

Educar para a liberdade não significa deixar de indicar um caminho para a realização pessoal. Significa apenas que os valores e atitudes não são impostos, mas propostos, à medida que a criança vai-se tornando capaz de tomar verdadeiras decisões. Tenho certeza que a Sra. deseja que seu filho seja honesto, trabalhador, alegre, seu amigo, saudável e assim por diante. São valores que gostaria que se desenvolvessem nele. Certamente toma também medidas para facilitar este desenvolvimento, sem forçá-lo evidentemente.

Se a fé cristã tem valor para a Sra., não poderá deixar de desejar transmiti-la a seu filho. Na verdade, para quem crê de verdade, a fé, a relação pessoal com Deus, a adesão a Jesus Cristo e a seu Evangelho, a participação na vida da Igreja, são o que há de mais importante e decisivo na nossa existência. Por isso, a Igreja insiste no batismo das crianças, para não privá-las dessa riqueza. Naturalmente este gesto sacramental será incoerente, se não for acompanhado pela educação cristã. Desde pequena é preciso que a criança se acostume a gostar de Deus, a gostar de rezar e de fazer o bem aos outros, a exemplo de Jesus e de tantos discípulos seus.

É claro que estas atitudes não se despertam tanto com palavras, como com o testemunho de vida. Não são tanto as explicações como as experiências significativas que levarão a criança a adotá-las. Mas estes condicionamentos positivos não eliminam a liberdade das escolhas que ela fará no campo religioso e, em geral, no conjunto de sua vida. Servirão, porém, para neutralizar o influxo de muitas outras mensagens, não raro destrutivas, que a bombardearão continuamente. Se ela aprendeu a refletir e a orientar os seus impulsos espontâneos de acordo com a verdade, a justiça e a solidariedade, fará a sua escolha livremente. Esperemos que confirme através da adesão pessoal a Cristo a fé que recebeu no batismo. A oração confiante, que traduz este desejo, é o mais que podem fazer os pais diante do mistério da liberdade dos filhos adultos.


DO LIVRO:
RELIGIÃO TAMBÉM SE APRENDE
EDITORA SANTUÁRIO
João A. Mac Dowell S.J.
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CURA D'ARS - PARTE-4


São João Maria Batista Vianney, o Cura D'Ars



Luta contra blasfêmias e trabalho aos domingos


“Blasfêmias e trabalhos nos domingos, bailes, cabarés, serões nas vivendas e conversas obscenas, englobava tudo numa comum maldição”. Por anos a fio pregou contra isso, exortando no confessionário, no púlpito e nas visitas que fazia às famílias. Dizia: “Se um pastor quiser se salvar, precisa, quando encontrar alguma desordem na paróquia, saber calcar aos pés o respeito humano, o temor de ser desprezado e o ódio dos paroquianos [e denunciar o mal]”.

A guerra do santo cura contra as blasfêmias, juramentos, imprecações e expressões grosseiras foi sem quartel; e tão bem sucedida, que desapareceram de Ars. Em vez delas passou-se a ouvir entre os camponeses expressões como Deus seja bendito! Como Deus é bom! Em vez das cançõezinhas chulas da época, hinos e cânticos religiosos.

A luta contra o trabalho nos domingos foi também tenaz e durou quase oito anos.“A primeira vez que do púlpito abordou o tema, fê-lo com tantas lágrimas, tais acentos de indignação, com tal comoção de todo o seu ser que, passado meio século, os velhos que o ouviram ainda se lembravam com emoção. [...] Vós trabalhais, dizia ele, mas o que ganhais é a ruína para a vossa alma e para o vosso corpo. Se perguntássemos aos que trabalham nos domingos 'que acabais de fazer?’, bem poderiam responder: ‘Acabamos de vender a nossa alma ao demônio e de crucificar Nosso Senhor. Estamos no caminho do inferno’”. Depois de muita insistência, em Ars o domingo tornou-se verdadeiramente o Dia do Senhor.


Plínio M.Solimeo

http://www.catolicismo.com.br

A N I V E R S Á R I O

Hoje, dia 28 festeja mais um aniversário nosso colega PEDRO GABRIEL DA ROSA de Pouso Alegre - MG.


Queremos no unir às alegrias dele e de toda sua família de forma que sua felicidade seja total e plena de Bênçãos e muita Luz sob o olhar de Maria, nossa Mãe!

Um grande abraço de toda família UNESER!




27 de junho de 2009

ESTATÍSTICAS DO BLOG - 2

Staliano e colegas....vejam o desempenho do nosso Blog....

Os números da quantidade mensal dos tópicos falam objetivamente!

Antônio Ierárdi Neto


SOBRE O NOSSO BLOG!


José Roberto Staliano


Parabéns meu grande amigo Staliano.
Que feliz foi a sua idéia de montar este blog onde todos podemos manifestar nossos bons sentimentos e manter perene a lembrança dos nossos insquecíveis momentos do seminário, na Pedrinha e em Aparecida.

Fico sempre muito feliz quando, tendo uma idéia, vou ao teclado e em fração de segundos ela está publicada sem temor de censura de qualquer administrador ou coordenador na sua publicação ou mesmo alguma contrariedade de quem quer que seja. Considerando que todos nós fomos criados num ambiente de total honestidade, franqueza e amor, nada poderá surgir que possa trazer melindres....

No que se refere ao novo layout, excelente. Destacou bastante os tópicos, tornando ainda mais agradável a leitura diária e constante!

Nosso pessoal está extremamente feliz com este periódico cibernético. Continue firme e saiba que está fazendo um trabalho muito envolvente com todos os colegas de criação......

Trago, com a permissão de todos, um forte abraço a você!

Antônio Ierárdi Neto

(Tampinha)

ESTATÍSTICAS DO BLOG

Amanhã, dia 28 completaremos 1 mes com o "Contador de Visitas" no Blog e já atingimos a marca de 1000 visitas.

Isso quer dizer que tivemos a média de 34 visitas diárias ao blog. É uma marca considerável, mas ainda muito pouco para o número de associados que somos. Precisamos divulgar aos colegas e principalmente incentivá-los a se manifestarem através de comentários, artigos, notícias, fotos, etc.


Já destacamos que o Blog não precisa ser voltado somente para assuntos religiosos, mas aberto a todos de interesse geral, seja de informação, divulgação ou recreativo.


Seja um colaborador. É muito fácil! Clique na palavra "LOGIN" que está no canto superior direito e cadastre-se. Caso seu e-mail não seja do grupo Google, crie um novo e-mail neste grupo (gratis) e passe a colaborar com o Blog.

Qualquer dúvida, mande-nos um e-mail (jrstal@hotmail.com) que teremos o maior prazer em ajudá-lo. PRECISAMOS DE SUA COLABORAÇÃO!
Vamos torná-lo mais um ponto de encontro de todos nós.


Aproveitando a marca dos 1000 visitantes, aproveitei para alterar a aparência do blog.
Acredito que tenha ficado melhor, mas aguardo opiniões.


VEM AÍ O XIV ENESER !!! COMPAREÇA! MARQUE PRESENÇA!
VOCE QUE AINDA NÃO FOI, COMPAREÇA!!!
VAI GOSTAR E JAMAIS DEIXARÁ DE COMPARECER!!!

COMO VIVEU UM SANTO REDENTORISTA! PARTE XI


São Geraldo Magela CSsR




Antes e depois das refeições


(Dizer) três Glória-ao-Pai à Santíssima Trindade e três Ave-Marias à Maria Santíssima.
Ao partir o pão, em cada pedaço, um Glória-ao-Pai. Ao beber vinho, outro Glória. Uma Ave-Maria ao beber água. E o mesmo, cada vez que soar o relógio.


Afetos


Ó Deus meu, oxalá pudesse eu converter tantos pecadores quantos são os grãos de areia do mar e da terra, as folhas das árvores e dos campos, quanto são as partículas do ar, estrelas do céu, raios do sol e da lua e criaturas todas da terra.
Ao levantar-me e ao deitar-me, farei os atos acostumados de ação de graças da comunidade.
À tarde e pela manhã, antes da comunhão, da primeira refeição e das vésperas, farei o exame de consciência com o ato de arrependimento.
Vivam Jesus e Maria, (e os santos) Miguel e Teresa, Maria Madalena de Pazzi e Luís. Amém.

Geraldo do Redentor


http://www.ceresp.com.br/cadernosredentoristas.htm

CURA D'ARS - PARTE 3


São João Maria Vianney, o Cura D'Ars



“Esforcemo-nos para ir para o Céu”


Confessionário onde o Santo Cura d‘Ars atendia fiéis diariamente
Outra de suas solicitudes foi para com a juventude. Atraía todos para o catecismo. Exigia que este fosse aprendido de cor, palavra por palavra, e só admitia à Primeira Comunhão quem estivesse assim devidamente preparado. Instava com os meninos e adolescentes para que cada um levasse sempre consigo o Rosário, e tinha no bolso alguns extras para aqueles que houvessem perdido o seu.
Paulatinamente os esforços do santo foram sendo coroados de êxito, de maneira que os jovens de Ars chegaram a ser os mais bem instruídos da comarca.
Nas missas dominicais, pregava sobre os deveres de cada um para consigo, para com o próximo e para com Deus. Falava constantemente do inferno e do que precisamos fazer para evitá-lo: “Ó, meus queridos paroquianos, esforcemo-nos para ir para o Céu. Lá havemos de ver a Deus. Como seremos felizes! Que desgraça se algum de vós se perder eternamente!”
Ele exigia a devida compostura e atitude própria a bons católicos na igreja, por respeito à Presença Real de Nosso Senhor Jesus Cristo no Santíssimo Sacramento.


“Arruinados todos aqueles que abrirem tabernas”


A guerra que moveu contra as tabernas também foi bem sucedida. Aos que a elas iam, em vez de comparecer à missa no domingo, dizia: “Pobre gente, como sois infelizes. Segui vosso caminho rotineiro; segui-o, que o inferno vos espera”. Ameaçava-os de não só perderem os bens eternos, mas também os terrenos.
Aos poucos, por falta de fregueses, as tabernas foram se fechando. Outros tentaram abri-las, mas eram obrigados a cerrá-las. A maldição de um santo pesava sobre eles: “Vós vereis arruinados todos aqueles que aqui abrirem tabernas”, disse no púlpito. E assim foi. Quando elas se fecharam, o número de indigentes diminuiu, pois suprimiu-se a causa principal da miséria, que era moral.

Plínio M.Solimeo


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RELIGIÃO TAMBÉM SE APRENDE! BATISMO - PARTE-IX - PADRE JOÃO


Pe. João A. Mac Dowell S.J.



Os crentes recusam o batismo das crianças, porque elas ainda não podem compreender o que estão fazendo. O Sr. não acha que eles têm razão?


Os protestantes que rejeitam o batismo das crianças, praticado na Igreja Católica, baseiam-se nas palavras de Jesus: "Quem crer e for batizado, será salvo; quem não crer, será condenado" (Mc 16,16). Como é possível batizar quem ainda não tem capacidade de compreender a mensagem do Evangelho e responder a Cristo com o compromisso de sua fé? A insistência deles na relação entre fé e batismo é certa. Desde o início da Igreja o batismo era precedido pela profissão de fé em Jesus Cristo. Mas esta necessidade da fé para o batismo não é um motivo válido para impedir o batismo das crianças.

De fato, a Igreja sempre considerou, com razão, que o compromisso de fidelidade a Jesus Cristo, assumido no batismo, podia ser suprido, no caso das crianças, pela fé de seus pais e padrinhos, que representam toda a Igreja. Esta posição está fundada na interpretação correta da Bíblia e das palavras de Jesus.

Um primeiro apoio à prática da Igreja de batizar as crianças vem das narrações do evangelho, nas quais Jesus cura uma pessoa, p.ex., o filho do centurião romano (Mt 8,5-13) ou a filha da mulher cananéia (15,21-28), levando em conta a fé de quem lhe pede esta graça. Ele diz ao centurião: "Pode ir. Vai acontecer como Você acreditou. E o filho sarou naquele instante". S.Paulo na Primeira Carta aos Coríntios (7,13s) usa um raciocínio parecido quando diz que os filhos nascidos dum casamento misto entre cristão e pagã ou vice-versa são santos e não impuros, porque o marido que não crê é santificado por sua mulher que crê, e a mulher que não crê é santificada pelo marido que crê.

Estes textos ajudam a entender porque as crianças, filhas de pais cristãos, podem ser batizadas: elas são salvas e santificadas por Deus em vista da fé da comunidade que as acolhe. A própria resposta de fé dada no batismo à oferta da salvação é sempre, mesmo no caso de adultos, um dom totalmente gratuito de Deus. Mas o adulto deve colaborar responsavelmente com a graça de Deus, que o move a crer. A criança batizada também recebe este presente da fé, mas ainda não é capaz de acolhê-lo por meio dum ato consciente e livre. Ela já é cristã e membro da Igreja, partilhando a fé da comunidade. Mas só mais tarde poderá assumir pessoalmente essa fé. É claro que os pais, padrinhos e toda a comunidade, que se responsabilizaram pela fé da criança, têm o dever de ajudá-la, à medida que vai crescendo, a conhecer a palavra de Deus, vivida na Igreja, para que quando ficar grande possa dar sua resposta pessoal a Cristo.

DO LIVRO:
RELIGIÃO TAMBÉM SE APRENDE
EDITORA SANTUÁRIO
João A. Mac Dowell S.J.

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Festa do Beato Pedro Donders

26.06.2009

Redentoristas celebram o bicentenário de nascimento do Beato Pedro Donders, missionário dos doentes mais abandonados no Suriname.


No dia 24 de junho, aconteceu em Tilburg (Países Baixos), nos arredores da casinha onde Pedro Donders nasceu, o Dia Internacional Redentorista, a festa dos 200 anos de nascimento de nosso querido Beato “Pedrinho” (1809-2009). Festa na qual estiveram presentes confrades de diversas nacionalidades. Pe. Joseph W. Tobin, Superior Geral da Congregação e Pe. Jacek Dembek, Consultor Geral, também estiveram presentes.

As festividades começaram com um cafezinho de boas-vindas.

Depois, aconteceu a Solene Eucaristia, presidida pelo Superior Geral, Pe. Tobin. Às 12 horas, foi o almoço e logo depois, uma apresentação sobre a construção do museu em homenagem ao Beato Pedro Donders.

Tivemos, ainda, um tempo para caminhar pelo bosque. Às 14 horas, começou a apresentação de alguns leigos e devotos do Beato, com testemunhos de vida. Após uma pequena pausa, foi realizada a oração das vésperas. Por fim, foi oferecido um lanche e as despedidas.
Partilho com meus confrades da Província do Rio de Janeiro, Missionários Leigos Redentoristas e com todos vocês que visitam o site Provincial, o começo da homilia de nosso Superior Geral.

“Um outro planeta”
“No mês passado, participei de um encontro dos Superiores Redentoristas da América Latina. Entre meus confrades, estava Pe. Vicente, um jovem Superior Provincial do Brasil, que também é o responsável pelos Redentoristas no Suriname.
Ao relatar sobre os confrades que estão neste país, ele falou com grande entusiasmo sobre a missão, mas também frisou como o Suriname diferencia-se do Brasil.
Ele repetiu mais de uma vez: ‘Suriname é um outro planeta’.
(...)Se alguém de um país vizinho toma uma semelhante e forte impressão, podemos imaginar que Paramaribo e Batavia estão distantes anos-luz de Tilburg e do resto da Holanda.

Assim como há 167 anos, quando um jovem padre chamado Pedro Donders pôs os pés em Paramaribo, Suriname permanece uma bonita, mas enstranha paisagem para o visitante”.
Pe. Tobin quis frisar a incomum vocação do Beato Pedro Donders. Por isso, segue com outros seis subtemas:

“Uma vocação incomum”; “Uma exótica maneira de viver?”, “Amor não em palavras e máximas, mas em atos que são verdadeiros”; “Respeito”; “Criatividade” e “A mensagem de ‘Pedrinho’”.
Além de um panorama da reflexão de nosso Superior Geral, partilho também algumas fotos.

Dentre elas, a da “casinha” onde o Beato Pedro Donders nasceu e duas fotos do interior da mesma. Contemple a simplicidade e faça uma oração de agradecimento a Deus.

Fonte: Pe. Ronaldo Sérgio, C.Ss.R. (Suriname)

Nossa Senhora do Perpétuo Socorro

O comerciante que roubou "Nossa Senhora"
Há uma tradição do século XVI que nos fala de um comerciante da ilha de Creta, que roubou um quadro milagroso de uma das igrejas do lugar. Escondeu-o entre suas mercadorias e viajou para o Ocidente.

Foi somente pela Providência Divina que ele sobreviveu a uma violenta tempestade e desembarcou em terra firme. Depois de um ano mais ou menos, chegou a Roma com seu quadro roubado.
Foi aí que ele adoeceu mortalmente e procurou um amigo que cuidasse dele. Estando para morrer, revelou o segredo do quadro e pediu ao amigo que o devolvesse a uma igreja.
O amigo prometeu realizar o seu desejo mas, por causa da sua esposa, não quis desfazer-se de um tão belo tesouro. O amigo também morreu sem ter cumprido a promessa.
Por último, a Santíssima Virgem apareceu a uma menina de seis anos, filha desta família romana, e mandou-lhe dizer à mãe e à avó que o quadro de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro devia ser colocado na Igreja de São Mateus Apóstolo, situada entre as basílicas de Santa Maria Maior e São João Latrão.

Diz a tradição que, após muitas dúvidas e dificuldades, "a mãe obedeceu e, tendo procurado o sacerdote encarregado da igreja, o quadro foi colocado na igreja de São Mateus, no dia 27 de março de 1499".
Aí ele iria ser venerado durante os 300 anos seguintes. Então começa o segundo estágio da historia do ícone, e a devoção a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, que começa a ser divulgado em toda a cidade de Roma.

Três séculos na igreja de São Mateus
A Igreja de S. Mateus não era grande, mas possuía um inestimável tesouro que atraía os fiéis: o quadro de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.
Em 1798, a guerra atingiu Roma e o convento e a igreja foram quase totalmente destruídos. Alguns Agostinianos permaneceram lá por mais alguns anos, mas eventualmente eles também tiveram de ir embora. Alguns voltaram para a Irlanda, outros foram para novas fundações na América, mas a maioria passou para um convento vizinho. Este último grupo levou consigo o quadro de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Assim começou o terceiro estágio da história, os "anos ocultos".
Em 1819, os Agostinianos irlandeses se transferiram para a Igreja de Santa Maria in Posterula, e com eles foi a "Virgem de São Mateus". Mas como "Nossa Senhora da Graça" era já venerada naquela igreja, o quadro recém-chegado foi posto numa capela interna do convento, onde ele permaneceu, quase desconhecido, a não ser pelo Irmão Agostinho Orsetti, um dos jovens frades provenientes de São Mateus, e pelo jovem coroinha chamado Michele Marchi, que visitava muitas vezes a igreja de Santa Maria in Posterula e, por isso, tornou-se amigo do Irmão Agostinho. Muito mais tarde, Marchi foi ordenado sacerdote.
O Religioso idoso
Os anos corriam e parecia que o quadro cairia em esquecimento. Irmão Agostinho morreu em 1853, com 86 anos, sem ver realizado o seu desejo de que a Virgem do Perpétuo Socorro fosse de novo exposta à veneração pública.
A redescoberta do ícone
Em janeiro de 1855, os Missionários Redentoristas adquiriram "Villa Caserta" em Roma, fazendo dela sua Casa Generalícia. Nesta mesma propriedade, junto à Via Merulana, estavam as ruínas da Igreja e do Convento de São Mateus. Sem percebê-lo na ocasião, eles tinham adquirido o terreno que, muitos anos antes, tinha sido escolhido pela Virgem para seu santuário entre Santa Maria Maior e São João de Latrão.
Quatro meses depois, foi começada a construção de uma igreja em honra do Santíssimo Redentor e dedicada a Santo Afonso de Ligório, fundador da Congregação.
Apesar disso, surgiam alguns questionamentos em torno do quadro. Entre eles, as referências que relacionavam o ícone à Igreja de São Mateus.
O Cronista da comunidade redentorista, "examinando alguns autores que tinham escrito sobre as antiguidades romanas, encontrou referências à Igreja de São Mateus. Entre elas havia uma citação particular, mencionando que naquela igreja (que estava situada na área do jardim da comunidade) havia um antigo ícone da Mãe de Deus, que gozava de 'grande veneração e fama por seus milagres.' Então, "tendo contado tudo isto à comunidade, começaram a se perguntar onde poderia estar o quadro.
O Pe. Marchi repetiu tudo o que ouvira do Irmão Agostinho Orsetti e disse a seus confrades que, muitas vezes, tinha visto o ícone e sabia muito bem onde se achava."

Os Redentoristas recebem o ícone
Com esta nova informação, cresceu entre os Redentoristas o interesse por saber mais sobre o ícone e por recuperá-lo para a sua igreja.
O Superior Geral, Pe. Nicholas Mauron, apresentou uma carta ao Papa Pio IX, na qual ele pedia à Santa Sé que lhe concedesse o ícone do Perpétuo Socorro para ser colocado na recém-construída Igreja do Santíssimo Redentor e de Santo Afonso, localizada perto de onde estava a antiga Igreja de São Mateus.



O Papa concedeu a licença e conforme a tradição, disse ao Superior Geral dos Redentoristas: "Fazei-a conhecida no mundo inteiro!"


Em janeiro de 1866, os Padres Michele Marchi e Ernesto Bresciani foram a Santa Maria in Posterula receber o quadro dos Agostinianos.
Começou então o processo de limpeza e restauração do ícone. A tarefa foi confiada a um artista polonês, Leopold Nowotny.
Finalmente, no dia 26 de abril de 1866, a imagem era de novo exposta à veneração pública na igreja de Santo Afonso.
A última restauração do ícone
Em 1990, o quadro de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro foi retirado do altar-mor para satisfazer aos muitos pedidos de novas fotografias do ícone. Foi então que o sério estado de deterioração da imagem foi descoberto: a madeira, bem como a pintura, tinha sofrido com as mudanças do ambiente e as primeiras tentativas de restauração.
O Governo Geral dos Redentoristas decidiu contratar os serviços técnicos do Museu Vaticano para realizar uma restauração geral do ícone, que eliminasse as rachaduras e os fungos que ameaçavam danos irreparáveis.

O que podemos contemplar no ícone de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro?
Esta amável pintura pode parecer estranha aos olhos ocidentais modernos. Não retrata Maria como uma jovem delicada de olhos melancólicos. Seu olhar direto, seus traços fortes, chamam a nossa atenção.
Ficamos impressionados com os detalhes irreais das figuras. Jesus tem o porte de uma criancinha, mas suas feições são as de um menino maior. Maria e Jesus não estão inseridos numa cena, mas flutuam num fundo dourado.
O ícone tem, ainda, vários outros símbolos:
Iniciais gregas para "Mãe de Deus".
A estrela que nos guia no caminho seguro ao céu. A estrela no véu indica que Maria é a Estrela do mar, aquela que trouxe a luz de Cristo num mundo envolto nas trevas, na escuridão
A inicial grega do "Arcanjo São Miguel" levando a lança e a esponja da a paixão de Cristo
A Inicial grega para " Arcanjo São Gabriel " Que segura nas mãos a cruz e os pregos
A boca pequena de Maria: nos lembra o seu silencio. Aquela que meditava tudo no seu coração.
Os olhos grandes de Maria: exprimem a contemplação do seu Filho e nos lembram a sua atenção e preocupação por todas as nossas necessidades.
O menino que não olha a Mãe, mas olha a cruz , indica a consciência de Jesus de sua missão de Salvador
Túnica vermelha: é a cor usada pelas virgens nos tempos de Jesus; nos lembra a sua dor aos pés da Cruz.
Iniciais gregas " Jesus Cristo
Capa azul marinho: significa Maria é Virgem e Mãe .
A Mão esquerda de Maria: segura as mãos do Menino Jesus : simbolizam que Só Ela é sua Mãe.
As mãos de Jesus em volta da mão de Maria significam que sua Mãe nos ajuda a vivermos na graça da salvação.A mão de Maria nos indica que devemos como ter Cristo em nossas mãos .
Sandália: É o símbolo de uma alma que se consagra a Maria, e Maria é este fio que nos segura em Cristo.

Fonte: site Redentoristas da Província do Rio

26 de junho de 2009

REMEMORANDO REDENTORISTAS! PE.JORGE CSsR













PE. JORGE SEIBOLD CSsR
26 de JUNHO 1969+



Veio da Alemanha em 1924, mas já no ano seguinte voltou
para lá, onde faleceu em 1969.
(Arquivo Provincial)

REQUIESCAT IN PACE!

CURA D'ARS - PARTE 2


São João Maria Vianney, o Cura D'Ars


Ars ao tempo da chegada do santo


Quando o jovem sacerdote chegou a Ars, esta era um pequeno aglomerado de casas, contando apenas 250 habitantes, quase todos agricultores. Como a maior parte das localidades rurais da França, sacudidas durante 10 anos pelos vendavais da Revolução Francesa, encontrava-se em plena decadência religiosa. Vivia-se um paganismo prático formado de negligência, indiferentismo e esquecimento das práticas religiosas.
A cidadezinha de Ars assemelhava-se às paróquias vizinhas, não sendo nem melhor nem pior que elas. Havia nela um certo fundo religioso, mas com muito pouca piedade.
Como transformá-la num modelo de vida católica, ambição de São João Batista Vianney?


Santificando-se para santificar os outros


Primeiro, pela oração e pelos sacrifícios do vigário por suas ovelhas. Já no dia de sua chegada, o Padre Vianney deu o colchão a um pobre e deitou-se sobre uns sarmentos junto à parede, com um pedaço de madeira como travesseiro. Como a parede e o chão eram úmidos, contraiu de imediato uma nevralgia, que durou 15 anos. Seu jejum era permanente, habitualmente passando três dias sem comer; e quando o fazia, alimentava-se somente de batatas cozidas no início da semana e já emboloradas. Mas ele sobretudo passava horas e horas ajoelhado diante do Santíssimo Sacramento, implorando a conversão de seus paroquianos.
Uma de suas primeiras medidas práticas foi reformar a igreja que, por respeito ao Santíssimo Sacramento, desejava que fosse a melhor possível.

Plínio M. Solimeo


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RELIGIÃO TAMBÉM SE APRENDE! BATISMO - PARTE VIII - PADRE LIBÁRDI


Padre Hélio De Pessato Libárdi CSsR


Para que servem os padrinhos de batismo?


O batismo é o sacramento que nos introduz no ministério de Cristo. Pelo batismo somos recebidos como filhos de Deus; nascemos de novo e iniciamos a plenitude da vida em nós na comunhão com o Pai, Filho e Espírito Santo.

É também a nossa entrada ao povo de Deus que é a Igreja. Aceitamos Jesus, queremos viver o que Ele ensinou e vamos ensinar aos outros o Evangelho que vamos aprendendo e vivendo.

Dada a importância desse sacramento, a Igreja pede que os pais assumam um verdadeiro compromisso de dar um exemplo cristão de vida e ensinamento, pelo menos, dos rudimentos da fé. E pede padrinhos e madrinhas ao lado do batizando para auxiliar os pais na tarefa da educação na fé. São ou devem ser pessoas que tenham uma vivência de seu batismo, sejam comprometidas com a comunidade, aptas para desempenharem sua missão ao lado do afilhado na sua formação humano-cristã, quer pelo exemplo de vida, quer pela presença cristã ao seu lado.
Quando não se sabe disso, as pessoas convidam para padrinhos e madrinhas os menos recomendáveis, ou pessoas boas e idosas, doentes, como uma atenção especial ou para lhes mostrar uma amizade maior. Aí aparecem aqueles que não têm nenhuma vivência cristã, pessoas sem compromisso com sua fé e com sua comunidade. Os idosos, dentro de pouco tempo ou na época que o batizando mais precisa, já morreram ou não estão mais lúcidos e capazes de acompanhá-lo na educação da fé.

Os que não vivem a sua fé, não possuem valores para transmitir nem exemplo para dar e nem moral para falar e menos vontade de cumprir seu encargo. Para que servem esses padrinhos e essas madrinhas?

É tempo de os pais perceberem e fazerem uma melhor escolha de padrinhos, encontrando pessoas capacitadas para o exercício de sua missão que é acompanhar, motivar, orientar o afilhado. Eles adquirem um grau de parentesco muito próximo dos pais e deverão assumir o afilhado se os pais falharem ou vierem a faltar.

Por isso mesmo devemos acabar com essa pretensa prática de condecorar parentes ou amigos entregando a eles seus filhos. Seria bom que acabassem o costume de se ter uma lista enorme de afilhados. Cada um deve ser consciente de sua obrigação e até mesmo recusar algum convite de ser padrinho e madrinha. Não é pecado recusar e nem falta de consideração, mas é a consciência do que se pode e consegue fazer.

Não aceitar nessas condições é ser lúcido e consciente de suas possibilidades e poder de acompanhar o afilhado.

Os pais que analisem melhor e façam uma escolha mais pensada. Ser padrinho e madrinha não é recompensa para os avós e muito menos para tias que nem sequer dão conta de suas obrigações religiosas e ainda querem cuidar dos outros.

Se os padrinhos e madrinhas assumissem sua missão na ausência dos pais, não haveria tanta criança desamparada na rua.

DO LIVRO:
RELIGIÃO TAMBÉM SE APRENDE
EDITORA SANTUÁRIO
Pe. Hélio Libardi, C.Ss.R.

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COMO VIVEU UM SANTO REDENTORISTA! PARTE X


São Geraldo Magela CSsR


Devoções à Santíssima Trindade


Prometo fazer-vos sempre esta pequena devoção, a saber: oferecer um Glória-ao-Pai cada vez que enxergar cruzes ou imagens de alguma das três divinas pessoas, e cada vez que escutar nomeá-las ou ao iniciar e terminar uma ação.


A Maria Santíssima


Farei o mesmo para com Maria Santíssima: cada vez que vejo um mulher rezarei uma Ave-Maria para sua pureza.


Aos santos protetores


São Miguel Arcanjo e todos os espíritos bem-aventurados. São Joaquim, Santana, São João Batista, Santa Isabel, São João Evangelista, o santo do dia, os santos protetores do ano e do mês. O santo do dia de meu nascimento e o santo do dia no qual hei de morrer. São Francisco Xavier, Santa Teresa, Santa Maria Madalena de Pazzi, São Filipe Neri, São Nicola de Bari, São Vicente Ferrer, Santo Antônio de Pádua, Santo Agostinho, São Bernardo, São Boaventura, Santo Tomás de Aquino, São Francisco de Assis, São Francisco de Sales, São Francisco de Paula, São Félix, capuchinho, São Pascoal, São Vito, São Luís Gonzaga, Santa Maria Madalena, Santa Catarina de Sena, Santa Inês. São Pedro e São Paulo, Santiago e a venerável Madre Maria Crucificada.

Geraldo do Redentor


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PARABÉNS !!!

26 de junho aniversário de nosso colega RENATO JOSÉ DE ALMEIDA, o Gaúcho de Caxias do Sul que entrou para o Seminário em 1974.
Também aniversaria hoje o Pe. FÁBIO BENTO DA COSTA, Provincial e Superior da Comunidade Religiosa de São Clemente de Goiânia-GO

Aos aniversariantes nossos cumprimentos, votos de muitas felicidades e uma vida bastante profícua.

25 de junho de 2009

CURA D'ARS - PARTE - 1

Por ocasião dos 150 anos da morte do Santo Cura d’Ars, João Maria Vianney, Bento XVI anunciou que na manhã de 19 de junho de 2009 a 19 de junho de 2010, se realizará um especial Ano Sacerdotal e terá como tema: “Fidelidade de Cristo, fidelidade do sacerdote”.

O que significa CURA?
Resposta: sacerdote católico que tem a seu cargo uma pequena povoação

O que é ARS?
Resposta: Cidade ao Sul da França


(clicar na imagem para ver melhor!)
São João Maria Vianney: O Santo Cura d´Ars


Pouco dotado intelectualmente, atingiu esse santo vigário alto grau de santidade. Seu êxito foi tão grande, que atraiu multidões de todas as partes da França e de vários países europeus


· Plinio Maria Solimeo

O futuro Cura d’Ars nasceu na pequena localidade de Dardilly, perto de Lyon, na França, no dia 8 de maio de 1786, de família de agricultores piedosos. Foi consagrado a Nossa Senhora no próprio dia do nascimento, data em que foi também batizado.

Sua instrução foi precária, pois passou a infância em pleno Terror da Revolução Francesa, com os sacerdotes perseguidos e as escolas fechadas. João Maria tinha 13 anos quando recebeu a Primeira Comunhão das mãos de um sacerdote “refratário” (que não tinha jurado a ímpia Constituição do Clero), durante o segundo Terror, em 1799.(1)

Com a subida de Napoleão e a Concordata com a Santa Sé, foi possível a João Maria iniciar seus estudos eclesiásticos aos 20 anos, terminando-os aos 29, depois de mil e uma contrariedades.

É impossível, nos limites de um artigo, abranger toda a vida apostólica do Cura d’Ars. Por isso limitar-me-ei a abordar um aspecto dela, que foi como transformou a pequena localidade de Ars de modo a tornar-se ponto de admiração de toda a França.


Do site:http://www.catolicismo.com.br

RELIGIÃO TAMBÉM SE APRENDE - BATISMO - PARTE VII - PADRE JOÃO


Pe. João A. Mac Dowell S.J.



É verdade que batizar as crianças é contra o ensinamento da Bíblia?


É verdade que as primeiras pessoas batizadas pelos apóstolos eram adultos, tanto judeus, como pagãos, que ouviam a sua pregação e acreditavam em Jesus Cristo como Salvador do mundo. A conversão e o batismo de adultos é ainda comum, hoje em dia, onde o anúncio do Evangelho é recente, como na Africa, por exemplo. Mas já nos primeiros tempos da Igreja surgiu a pergunta a respeito do batismo dos filhos pequenos de cristãos ou de pessoas que se convertiam. A Bíblia não manda batizar as crianças, mas também não proibe que sejam batizadas. Não trata expressamente desta questão.

Porém, sabemos com certeza que o batismo de crianças já era uma prática corrente na Igreja antes do ano 200, quer dizer, menos de 100 anos depois de terminado o Novo Testamento. Os escritores que mencionam este fato falam de um costume que vinha do tempo dos apóstolos. De fato, S.Paulo na Primeira Carta aos Coríntios (1,16) diz que batizou a "casa" de Estéfanes. Também no livro dos Atos dos Apóstolos se conta que ele batizou alguns adultos, por exemplo Lídia, com toda a sua casa (16,15.33; 18,8). Esta expressão na linguagem da Bíblia refere-se claramente a toda a família, incluindo os filhos pequenos.

Por outro lado, o mesmo Paulo na Carta aos Colossenses (2,11s) compara o batismo cristão com a circuncisão dos judeus, sinal da aliança de Deus com o seu povo. Mas a circuncisão era aplicada às crianças. Esta comparação é, portanto, outro indício de que os cristãos no tempo de Paulo já batizavam seus filhos ainda pequenos para que fossem contados também entre os membros do povo da nova aliança, i.e. a Igreja. Lembravam-se certamente das palavras de Jesus: "Se alguém não nascer da água e do Espírito, não poderá entrar no Reino de Deus" (Jo 3,5).

Estas passagens do Novo Testamento mostram que é muito provável que desde o início da pregação do Evangelho também se tenha batizado as crianças. Em todo caso, esta prática que a Igreja adotou, interpretando o ensinamento de Jesus, não tem nada contra a Bíblia. Ao contrário, corresponde ao Espírito de Jesus que disse: "Deixai que as crianças venham a mim; e não as impeçais" (Mc 10,14). É claro, porém, que não basta batizar a criança. Mais importante é que ela viva a sua fé, quando crescer.

RELIGIÃO TAMBÉM SE APRENDE
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João A. Mac Dowell S.J.
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COMO VIVEU UM SANTO REDENTORISTA - PARTE IX


São Geraldo Magela CSsR

Voto de fazer o mais perfeito


Explicação do conhecido voto de fazer o mais perfeito, isto é, aquilo que me parece o mais perfeito diante dos olhos de Deus. Estende-se a todas as obras (grandes) e pequenas, que deverei praticar com a maior mortificação e perfeição que julgar diante de Deus. Entende-se que deve haver uma permissão geral de V. Revma., a fim de proceder com segurança.
Reservas sobre o referido voto:
1. Todas as coisas que fizer distraidamente e sem considerá-las, e que seriam contra o voto, não estão sujeitas ao referido voto.
2. Pedir licença não fica incluído nele. Se me encontro fora do convento, posso pedir licença a quem quer que seja, para evitar toda confusão ou escrúpulo, que poderia impedir-me de agir. Posso pedir permissão ao padre confessor para dispensar-me deste voto e ele o pode dispensar todas vezes que quiser.

Geraldo do Redentor


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Notícia auspiciosa!

Retorno de aulas em latim em Nova York
O diário “The New York Times” e a revista “U.S. News & World Report” noticiaram uma avançada tendência nas escolas de nível médio e secundário americanas: aulas de latim (foto).





Aluno de latim com 10 anos



A tendência cresceu nas últimas duas décadas na Igreja Católica, especialmente entre jovens sacerdotes, seminaristas e leigos. Grande número deles se entusiasma lendo, ouvindo, cantando e assistindo à liturgia em latim. Grupos organizados aprofundam o canto gregoriano e o estudo da gramática latina.

Um segmento importante dos jovens voltou-se para a Tradição do catolicismo, a adoração eucarística e o canto gregoriano –– comentou o site The Catholic Thing. É auspicioso esse interesse pela língua oficial da Igreja, genuína transmissora do esplendor da fé católica.



A N I V E R S Á R I O



25 de junho é dia de aniversário do colega JOÃO APARECIDO DOS SANTOS de Santa Bárbara d'Oeste. Nos encontros, sempre pronto para ouvir e falando com voz mansa, ele cativa a todos que se aproximam. Entrou para o Seminário em 1971.
Na foto, o primeiro à direita.

Um grande abraço, repleto de desejos de muitas felicidades e alegrias. Que Deus Pai lhe abençoe e Nossa Senhora estenda sobre ti o Manto Sagrado.

24 de junho de 2009

Amar a Igreja é dever de todo Católico

DOM JOSÉ SILVA CHAVES
Se verdadeiramente somos cristãos - católicos, devemos obedecer a Igreja cumprindo os seus mandamentos.
O primeiro mandamento da Igreja é: Participar ativa e piedosamente da Santa Missa nos domingos e dias santos. Vejo com dor no coração, como o Dia do Senhor é desprezado, violado nesta querida Terra de Santa Cruz.
Os povos que não celebram cristãmente o domingo caminham rapidamente para a ignorância religiosa, perdem todo contato com a Igreja de Jesus Cristo, a Igreja à qual pertencemos pelo nosso batismo, com a Palavra de Deus e com o mesmo Cristo; chegam a paganizar-se por completo.

É uma triste realidade. Mas os povos onde a fé cristã está mais viva são aqueles que com mais sentido cristão celebram o Dia do Senhor.

A prática religiosa do domingo é um sinal evidente da religiosidade de um povo. Nosso povo está perdendo cada vez mais este sinal de religiosidade: os trabalhos braçais continuam tanto nos campos quanto nas cidades, já não se distingue o domingo de qualquer outro dia da semana, a freqüência às missas diminui cada vez mais e até encontramos católicos (?), que trocam a missa do domingo pela missa da saúde (?) nas terças-feiras, e ficam de consciência tranqüila, ignorando ou desprezando o preceito da Igreja. Infelizmente esse relaxamento está se tornando geral.

A idéia que os cristãos têm do domingo é verdadeiramente ridícula: dia de passatempo, diversões, esportes, descanso ou simplesmente repouso das duras horas de trabalho da semana; consideram até como um preceito odioso, uma carga: a participação obrigatória da Santa Missa dominical.
Muitos convertem o domingo num dia maldito, num domingo às avessas, num anti-domingo: dia de pecado, de jogatina, de embriaguez, impureza; dia do diabo, “dies diaboli” em vez de “dies Domini”. A maior parte dos homens comete mais pecados em um só domingo que no resto da semana.
Isso é uma verdadeira caricatura do dia do Senhor: profanação, desprezo. Mas o domingo não é isso não, é, ao contrário, a comemoração gloriosa do grande triunfo de Cristo sobre a morte e sobre todos seus inimigos; é a comemoração do acontecimento central do cristianismo. É também a grata recordação do nosso batismo.
Por que os primeiros cristãos começaram a celebrar seu dia festivo semanal no domingo e não no sábado, já que provinham do judaísmo? É certo que os apóstolos e os primeiros discípulos de Cristo seguiram considerando o sábado como dia festivo; dedicado à oração e à pregação entre os judeus. Mas rapidamente o domingo suplantou o sábado. Por que? Porque no domingo, primeiro dia da semana judia, ressuscitou Jesus Cristo; no domingo tiveram lugar as aparições de Cristo Ressuscitado; no domingo teve lugar o acontecimento de Pentecostes.
Todos estes fatos acontecidos no domingo moveram os primeiros cristãos a celebrar o domingo como o dia santo, o dia de reunião e o dia da presença de Cristo Ressuscitado entre eles.
E isso é precisamente o que comemoramos cada domingo: revivemos a Páscoa da Ressurreição cada semana do ano. Páscoa se repete semanalmente para o bom cristão-católico.

Dom José Silva Chaves
Bispo Emérito da Diocese de Uruaçu/GO