
Pe. Luiz Carlos Oliveira
Redentorista
Quanto mais santo, mais pecador
Curiosamente os santos são os maiores pecadores. São eles que sentem o peso do pecado. Motivo: conhecem a Deus. As pessoas santas têm consciência do pecado, por menor que seja. Eles se confessavam com freqüência porque sabiam do valor que a confissão tem no caminho a vida espiritual. Ela nos tira do pecado, e mais, dá-nos a graça de aprofundar nossa vida em Deus e dá-nos os remédios para vencer os males. É um verdadeiro check up de nossa vida. Corremos perigo ao deixarmos de lado esse plano de saúde espiritual que nos foi dado pelo Pai. Não tem carência e cobre todas nossas necessidades. Corremos o risco de cuidarmos de tantas coisas e deixar nossa vida como pasto a tantos males. Alguns males se tornam crônicos, nós os justificamos, eles põem raízes profundas. Se não cuidamos se tornam males sem cura. Jesus diz no evangelho palavras duras: “Se teu olho te leva a pecar, arranca-o e lança-o para longe de ti, pois é preferível que se perca um dos teus membros do que o teu corpo seja lançado no inferno” (Mt 5,29). O Reino do Céu exige que tenhamos coragem de lutar por ele, vencer os inimigos que temos. O médico não é meu amigo se oculta à doença que tenho. Assim a Igreja é inimiga do povo quando não denuncia os caminhos do mal. Quanto mais crescermos no amor de Deus, mais nos prevenimos desses males.
Converter-se é velar sobre si
Confissão sem busca de conversão é inócua. Para haver perdão temos necessidade de buscar um mínimo de conversão. Deus perdoa sempre que vê um sinal de conversão. Deus, em sua bondade, dá sua graça. Mas podemos barrar o crescimento espiritual se não buscarmos uma constante conversão. A confissão não produzirá o efeito necessário. Sem desejo de conversão arriscamos anular confissão, mesmo passando pelo padre, o que pode ser já sinal de conversão. Por isso é necessário tanto, a quem confessa, como ao confessor ou pregador, ver o amor de Deus. Só ele pode gerar em nós o processo de conversão. A vida espiritual não se mede pelo acúmulo de bens espirituais, mas pela disposição que temos de buscar a vida da graça e vencer esses males. O resultado virá necessariamente. Quanto mais busco a Deus e o tanto mais o encontro. A celebração do sacramento da penitência, para que seja frutuosa para a vida espiritual, exige uma atenção maior ao aspecto da conversão, além de passar pelo padre e declamar os pecados. Sem ela, não adianta. É preciso converter ao confessar-se
O que é mal no pecado
Por que o pecado é tão perigoso assim? Pela Sagrada Escritura conhecemos como onda de pecados cresce sempre mais. Falamos do pecado original que é a raiz de todos os pecados. O Batismo lava esse pecado original que foi a negação de Deus. O modo como isso aconteceu nos vem narrado pela bela história do Paraíso. O que é importante não é ela, mas o que está embutido nessa história. Ele destruiu nos primeiros pais e em cada pessoa a capacidade de ser conduzido pela vida de Deus. Assim temos as três tentações básicas que são o apego aos bens materiais, ao orgulho e ao prazer. Jesus, com a salvação que nos trouxe abriu a possibilidade de vencer essas tendências más e endereçá-las à vida de Deus em nós. O mal do pecado é deixar que essa raiz daninha faça brotar em nós toda a rejeição a Deus. Vemos que o mundo faz assim. Por isso vivemos tantos males. A confissão bem feita e realizada na conversão elimina o mal pela raiz. Não justifiquemos o pecado. Não ganhamos nada com isso. Perdemos a vida.
Redentorista
Quanto mais santo, mais pecador
Curiosamente os santos são os maiores pecadores. São eles que sentem o peso do pecado. Motivo: conhecem a Deus. As pessoas santas têm consciência do pecado, por menor que seja. Eles se confessavam com freqüência porque sabiam do valor que a confissão tem no caminho a vida espiritual. Ela nos tira do pecado, e mais, dá-nos a graça de aprofundar nossa vida em Deus e dá-nos os remédios para vencer os males. É um verdadeiro check up de nossa vida. Corremos perigo ao deixarmos de lado esse plano de saúde espiritual que nos foi dado pelo Pai. Não tem carência e cobre todas nossas necessidades. Corremos o risco de cuidarmos de tantas coisas e deixar nossa vida como pasto a tantos males. Alguns males se tornam crônicos, nós os justificamos, eles põem raízes profundas. Se não cuidamos se tornam males sem cura. Jesus diz no evangelho palavras duras: “Se teu olho te leva a pecar, arranca-o e lança-o para longe de ti, pois é preferível que se perca um dos teus membros do que o teu corpo seja lançado no inferno” (Mt 5,29). O Reino do Céu exige que tenhamos coragem de lutar por ele, vencer os inimigos que temos. O médico não é meu amigo se oculta à doença que tenho. Assim a Igreja é inimiga do povo quando não denuncia os caminhos do mal. Quanto mais crescermos no amor de Deus, mais nos prevenimos desses males.
Converter-se é velar sobre si
Confissão sem busca de conversão é inócua. Para haver perdão temos necessidade de buscar um mínimo de conversão. Deus perdoa sempre que vê um sinal de conversão. Deus, em sua bondade, dá sua graça. Mas podemos barrar o crescimento espiritual se não buscarmos uma constante conversão. A confissão não produzirá o efeito necessário. Sem desejo de conversão arriscamos anular confissão, mesmo passando pelo padre, o que pode ser já sinal de conversão. Por isso é necessário tanto, a quem confessa, como ao confessor ou pregador, ver o amor de Deus. Só ele pode gerar em nós o processo de conversão. A vida espiritual não se mede pelo acúmulo de bens espirituais, mas pela disposição que temos de buscar a vida da graça e vencer esses males. O resultado virá necessariamente. Quanto mais busco a Deus e o tanto mais o encontro. A celebração do sacramento da penitência, para que seja frutuosa para a vida espiritual, exige uma atenção maior ao aspecto da conversão, além de passar pelo padre e declamar os pecados. Sem ela, não adianta. É preciso converter ao confessar-se
O que é mal no pecado
Por que o pecado é tão perigoso assim? Pela Sagrada Escritura conhecemos como onda de pecados cresce sempre mais. Falamos do pecado original que é a raiz de todos os pecados. O Batismo lava esse pecado original que foi a negação de Deus. O modo como isso aconteceu nos vem narrado pela bela história do Paraíso. O que é importante não é ela, mas o que está embutido nessa história. Ele destruiu nos primeiros pais e em cada pessoa a capacidade de ser conduzido pela vida de Deus. Assim temos as três tentações básicas que são o apego aos bens materiais, ao orgulho e ao prazer. Jesus, com a salvação que nos trouxe abriu a possibilidade de vencer essas tendências más e endereçá-las à vida de Deus em nós. O mal do pecado é deixar que essa raiz daninha faça brotar em nós toda a rejeição a Deus. Vemos que o mundo faz assim. Por isso vivemos tantos males. A confissão bem feita e realizada na conversão elimina o mal pela raiz. Não justifiquemos o pecado. Não ganhamos nada com isso. Perdemos a vida.
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