CONSAGRAÇÃO À NOSSA SENHORA APARECIDA NA VOZ DO PADRE VITOR COELHO CSsR

Ó MARIA SANTÍSSIMA, PELOS MÉRITOS DO SENHOR JESUS CRISTO QUE EM VOSSA IMAGEM MILAGROSA DE APARECIDA ESPALHAIS INÚMEROS BENEFÍCIOS SOBRE O BRASIL, EU, EMBORA INDIGNO DE PERTENCER AO NÚMERO DOS VOSSOS SERVOS, MAS DESEJANDO PARTICIPAR DOS BENEFÍCIOS DA VOSSA MISERICÓRDIA, PROSTRADO A VOSSOS PÉS, CONSAGRO-VOS O ENTENDIMENTO, PARA QUE SEMPRE PENSE NO AMOR QUE MERECEIS. CONSAGRO-VOS A LÍNGUA, PARA QUE SEMPRE VOS LOUVE E PROPAGUE A VOSSA DEVOÇÃO.CONSAGRO-VOS O CORAÇÃO, PARA QUE, DEPOIS DE DEUS, VOS AME SOBRE TODAS AS COUSAS.RECEBEI-NOS, Ó RAINHA INCOMPARÁVEL, QUE NOSSO CRISTO CRUCIFICADO DEU-NOS POR MÃE, NO DITOSO NÚMERO DOS VOSSOS SERVOS. ACOLHEI-NOS DEBAIXO DA VOSSA PROTEÇÃO. SOCORREI-NOS EM NOSSAS NECESSIDADES ESPIRITUAIS E TEMPORAIS E, SOBRETUDO, NA HORA DA NOSSA MORTE. ABENÇOAI-NOS Ó MÃE CELESTIAL, E COM VOSSA PODEROSA INTERCESSÃO FORTALECEI-NOS EM NOSSA FRAQUEZA, A FIM DE QUE, SERVINDO-VOS FIELMENTE NESTA VIDA, POSSAMOS LOUVAR-VOS, AMAR-VOS E RENDER-VOS GRAÇAS NO CÉU, POR TODA A ETERNIDADE. ASSIM SEJA! ...PELA INTERCESSÃO DE NOSSA SENHORA APARECIDA, RAINHA E PADROEIRA DO BRASIL, A BÊNÇÃO DE DEUS ONIPOTENTE, PAI, FILHO E ESPÍRITO SANTO, DESÇA SOBRE VÓS E PERMANEÇA SEMPRE.AMÉM!

ATUALIZAÇÃO



Em breve atualizaremos essa página.
Por enquanto, para acompanhar as atividades da UNESER, acesse nosso site: www.uneser.com.br

Agradecidos
PRÓXIMOS EVENTOS (Todos estão convidados)


II ENESER VIRTUAL
Dias 23, 24 e 25 de julho de 2021

II ERESER SACRAMENTO
Dias 28 e29de agosto de 2021






SOM NO BLOG

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25 de novembro de 2009

RELIGIÃO TAMBÉM SE APRENDE! IGREJA, LEI E DIREITO?

PADRE HÉLIO DE PESSATO LIBÁRDI CSsR
Porque é lei, tenho direito?

Toda a pessoa devia ter consciência de que a liberdade é um dos maiores dons que recebeu de Deus. Não se renuncia à liberdade, não se deve perder ou trocar a liberdade por nada. É um dos dons que nos faz semelhantes a Deus.A lei é e será sempre um balizamento para se viver organizadamente em sociedade. A lei não existe para amarrar ou tirar a liberdade. O perigo é se tornar escravo da lei. Já vimos isso no tempo de Jesus e vemos hoje na situação dos pobres que não possuem meios para conseguir uma interpretação benigna da lei a seu favor. O que era para ser um instrumento de liberdade, acaba sendo instrumento de opressão.Para algumas pessoas a existência da lei é um benefício, porque as defende e no caso de falha se pode manipular a lei a seu favor. Podem defender seus direitos mesmo que isso custe a desgraça de outros, a exclusão social ou a miséria.Para outras pessoas a lei escraviza. Escraviza aqueles que não têm capacidade de viver sem cumprir minuciosamente a lei. Escraviza os que falharam e não possuem meios para escapar da lei. Escraviza os que ficam com a letra da lei e não conseguem entender o espírito que anima a mesma.Hoje, vemos na sociedade códigos de leis e vemos também com que facilidade essas leis são manipuladas, interpretadas e como isso gera a podridão e a falência da justiça. A partir daí a impunidade passeia livre e a justiça acaba existindo para uns poucos desafortunados.O mesmo acontece dentro da Igreja com um mundo de leis que, muitas vezes, não levam em conta a pessoa, a cultura, o contexto social, geográfico e religioso. Como no tempo de Jesus, hoje temos também os fariseus modernos e doutores da lei transformados em guardiões da lei e únicos detentores da ortodoxia, verdadeiros poleiros do Espírito Santo. Coitado de quem cai nessas mãos e coitado do povo. De Jesus falaram: “Não te é lícito curar em dia de sábado” e Jesus os chamou a todos de “sepulcros caiados” cheios de vermes por dentro. A lei que não liberta não é de Deus.Assim encontramos os que se prevalecem da lei sem se importar com a caridade, nem com a pessoa, nem com a dignidade da mesma e o direito à vida feliz. Fazem cumprir a lei e se favorecem disso dizendo:“É lei... eu tenho direito”.A lei fundamental para todos é essa. “Ouvistes o que foi dito aos antigos: olho por olho e dente por dente, Eu porém vos digo: Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei”.
Pe. Hélio Libardi, C.Ss.R.
EDITORA SANTUÁRIO

REMEMORANDO REDENTORISTAS! PE.MARTINS CSsR


PE. JUVENAL MARTINS RATTO
25 de NOVEMBRO 1982+



Era paulista de Mogí das Cruzes, onde nasceu a 13 de novembro de 1911. Aos doze anos ingressou no Seminário Santo Afonso, de Aparecida- SP. Em 1931 fez o seu noviciado em Pindamonhangaba, onde professou a 26 de abril do ano seguinte.
Os estudos de Filosofia e Teologia ele os fez em Villa Allende (Argentina, sendo ordenado em Tietê a 24 de janeiro de 1937.
Até 1941 trabalhou em Goiânia e Aparecida, como cooperador. Dedicou- se depois à vida missionária nos Estados de São Paulo, Goiás e Rio Grande do Sul, tendo pregado perto de 100 missões. Durante vários anos exerceu, com muita dedicação, o cargo de Procurador Provincial.
De ótima saúde, Pe. Martins foi sempre um Redentorista de grande atividade. Como Procurador, atento e minucioso, nada esquecia, preocupado em tudo prever para o bem da Província.
Como missionário não se poupava, e soube aproveitar bem de sua saúde e da força de sua voz nas pregações. Ótimo confrade, sempre alegre e disposto, tanto para o trabalho, como para as festas, passeios e recreações.
Nos seus últimos anos pouco pôde trabalhar, devido à sua saúde que começou a cair quase de repente. Mesmo assim não descuidava suas notas e apontamentos. Basta lembrar que na sua ficha pessoal, do Arquivo Provincial, acrescentou ao formulário já de quatro páginas, outras quatro, anotando pormenores dos seus trabalhos de missionário e procurador.
Membro da comunidade de Sacramento-MG em 1982, embora não fosse homem de se preocupar muito com sua saúde, acabou convencendo-se da necessidade de um tratamento em São Paulo. Tudo foi feito para impedir que uma grave infecção continuasse a lhe minar as forças. Mas já era tarde. E no dia 25 de novembro ele faleceu repentinamente em nossa casa do Jardim Paulistano, em São Paulo. Estreiou como primeiro redentorista sepultado no jazigo da Província, no Cemitério Getsêmani, em São Paulo.
(Arquivo Provincial)
Pe. Juvenal Martins, por alguns anos dirigiu a Ed. Santuário e administrou o Hotel Recreio em Aparecida. (nota do editor)

MINHA ORAÇÃO DE HOJE

PADRE FLÁVIO CAVALCA DE CASTRO CSsR

Oração da manhã para todos os dias

Senhor meu Deus, mais um dia está começando. Agradeço a vida que se renova para mim, os trabalhos que me esperam, as alegrias e também os pequenos dissabores que nunca faltam. Que tudo quanto viverei hoje sirva para me aproximar de vós e dos que estão ao meu redor.
Creio em vós, Senhor. Eu vos amo e tudo espero de vossa bondade.
Fazei de mim uma bênção para todos que eu encontrar. Amém.

As reflexões seguintes supõem que você antes leu o texto evangélico indicado.

25 − Quarta-feira − S. Catarina de Alexandria, virgem, mártir

Evangelho (Lc 21,12-19) “Antes que estas coisas aconteçam, sereis presos e perseguidos... levados diante de reis e governadores por causa do meu nome.”

Não sabemos quanto tempo ainda haverá de durar esta nossa realidade humana atual. É inútil ficar imaginando quando e como acontecerá esse final. O importante é saber que Jesus continua presente entre nós. O que não impede que nós, seus discípulos, na medida de nossa fidelidade, encontremos sempre dificuldades e incompreensões. Permanecendo firmes é que ganharemos a vida.

Oração
Senhor, não tenho muita coragem, e fico meio espantado quando dizeis que seremos perseguidos. Se assim deve ser, ajudai-me, dai-me coragem e confi-ança para não vos atraiçoar. Cuidai que eu não vos seja infiel, pelo menos nas pequenas coisas da vida. Sem me preocupar com grandes heroísmos, quero mostrar minha fé no dia a dia. Confio em vós, que estais sempre a meu lado. Amém.

A N I V E R S Á R I O


Antes de divulgar os aniversariantes de hoje, tenho que me desculpar com LUIZ AUGUSTO LEMES de Amparo - SP que aniversariou ontem dia 24...(Não foi esquecimento...tive problemas com minha internet...).



Hoje, dia 25 temos dois colegas aniversariando

LUIZ CARLOS VIEIRA GUEDES de Caçapava - SP



e

LAERTE PASQUOTO (1964) de Americana - SP


AOS ANIVERSARIANTES NOSSOS VOTOS DE MUITAS FELICIDADES E MUITOS ANOS DE VIDA REPLETOS DE REALIZAÇÕES E BÊNÇÃOS !!!

24 de novembro de 2009

“Estive doente e me visitastes”


Pe. Luiz Carlos de Oliveira
Redentorista

Jesus manda curar os doentes
Os sacramentos são a continuação de Jesus Salvador. Os sacramentos são expressões de Jesus, de sua missão e de seus gestos. A fundamentação bíblica do sacramento da Unção dos Enfermos está na atenção de Jesus para com os doentes e na ordem que dá para curar os doentes, como vemos em diversos lugares: Jesus, por onde passava, curava as pessoas de todos os tipos de doenças e enfermidades (Mt 9,35). No discurso na casa de Cornélio Pedro afirma sobre Jesus: “Ele que passou fazendo o bem e curando a todos aqueles que haviam caído no poder do diabo (At 10,38). Consta da missão dos discípulos a cura dos doentes: “Curai os enfermos que nela houver” (Lc 10,9). Jesus quer que permaneça sua atenção para com os doentes. Jesus coloca a visita aos enfermos entre os itens sobre os quais seremos julgados: “Estive nu e me vestistes, doente e fostes me visitar, preso e viestes ver-me” (Mt 25,36). Tiago leva à prática concreta: “Alguém entre vós está doente? Mande chamar os presbíteros da Igreja para que orem sobre ele, ungindo-o com o óleo em nome do Senhor. A oração da fé salvará o doente e o Senhor o porá de pé; e se tiver cometido pecado, estes lhe serão perdoados” (Tg 5,14-15). Esta unção é curativa tanto física como espiritualmente. Perdoa pecados e muitas vezes cura a pessoa. É Jesus que continua sua missão.

Um sacramento para os doentes
A partir desses textos, vemos o cuidado de Jesus com os doentes. A Igreja sempre se preocupou em administrar aos seus fiéis esse sacramento. Muita gente tem medo e o vê mal, pois dizem: está tão mal que chamaram até o padre. É um sacramento de mau agouro? Assim se pensa porque era dado às pessoas das quais não se tinham mais esperança de vida. Agora pensamos mais no doente e não no moribundo. Quem está com doença séria, ou vai fazer uma operação de risco, ou está envelhecido, pode recebê-lo até mais vezes. Não é uma bençãozinha qualquer, como se costuma fazer em certos grupos. Infelizmente muita gente não o recebe, ou seja por estar distante ou pela falta de formação religiosa.. O padre e o bispo são os ministros. Os bispos já pediram a Roma que diáconos ou leigos pudessem administrá-lo porque a maioria morrem sem ele. Foi negado. O motivo: a Unção também perdoa pecados, o que é missão sacerdotal. Mas o leigo pode administrar o batismo que livra do pecado original. Assim se reza ao ungir o doente com óleo: “Por esta santa unção e por sua piíssima misericórdia, o Senhor venha em teu auxílio com a graça do Espírito Santo, para que, liberto de teus pecados, Ele te salve e, na sua bondade, alivie teus sofrimentos”. Perdoe e alivie os sofrimentos.
Um sacramento mais amplo.
Certamente sabemos que o rito sacramental existe dentro do rito prescrito. Mas não se fecha, na sua ação redentora, só dentro daquele momento. Ele influi na vida da Igreja e da sociedade, como o batismo que nos dá uma vida que dura eternamente. O sacramento da Unção dos Enfermos vai longe e envolve tudo o que se refere ao doente e quer aliviar suas dores e dar saúde. Tantos cristãos se dedicaram na história a criar estruturas de atendimento aos doentes. As estruturas hospitalares, médicos, enfermeiros, farmácias, planos de saúde, formação científica, estudos e pesquisas, pastorais da saúde, da criança, da visitação e outros. A espiritualidade desse sacramento é a capacidade que temos de continuar fazendo Jesus chegar a cada doente e aliviá-lo. Faz parte da vida.


Outubro-2006

RELIGIÃO TAMBÉM SE APRENDE! BATISMO NO ESPÍRITO


PADRE HÉLIO DE PESSATO LIBÁRDI CSsR

Batismo no Espírito é um novo batismo?

Muitos se preocupam porque não foram batizados no Espírito. Na verdade falta esclarecimento para que saibam do que se trata esse batismo no Espírito.

O Evangelho de Marcos apresenta Jesus (1,8) como aquele que batiza no Espírito e no fogo. A mesma expressão aparece em Lucas (3,16) e nos Atos dos Apóstolos (1,4-5).

O batismo de Jesus (Mc 1,9-11), associado ao texto de Lucas (4,18-19) mostra a ação do Espírito Santo como símbolo da nova criação. O que se percebe nos textos bíblicos e também nos escritores sagrados dos primeiros séculos da Igreja é que esse “batismo no Espírito” se trata de uma infusão do Espírito Santo que transforma as pessoas em testemunhas vivas da Ressurreição e lhes dá força e iluminação (At 1,8).

Nas primeiras comunidades cristãs se entendia o batismo no Espírito como pertencente à celebração dos sacramentos da iniciação cristã: Batismo, Confirmação, Eucaristia.
Com o início da renovação Carismática (1967), o grupo que fazia retiro renovou os votos do Batismo e Crisma e “receberam o Espírito Santo”. A partir daí essa prática, transformada em Cursos e Experiências de Oração, foi trazendo uma renovação espiritual, um reavivamento da fé, uma manifestação dos dons do Espírito Santo e isso passou a ser chamado de “Batismo no Espírito”.

Essa expressão pode ser ambígua e deixa as pessoas preocupadas. Na verdade não se trata de um novo batismo e nem é o batismo, sacramento da iniciação cristã.

É um sopro de vida num corpo adormecido. Um reavivamento da fé, do entusiasmo na pessoa atrofiada espiritualmente. Momento de decisão, de abertura, de abandono à ação do Espírito Santo. Uma experiência consciente.

Essa expressão “Batismo no Espírito” é usada também para dizer de uma segunda efusão do Espírito, posterior à conversão. Esse modo de dizer pode trazer alguma confusão, mas não se encontrou outra expressão que a substitua mantendo seu significado.

Tudo isso faz parte da riqueza que a comunidade pode nos oferecer. É dom da Igreja para todos, desde que a pessoa se abra, se converta e faça uma nova opção de vida. E a força do Espírito que nos faz testemunhas do Cristo ressuscitado, vivo e presente no meio de nós. Não é uma emoção forte, nem um arrebatamento momentâneo. É para quem se abriu à ação do Espírito e se converte para uma nova vida.

Pe. Hélio Libardi, C.Ss.R.
http://www.redemptor.com.br
EDITORA SANTUÁRIO

MINHA ORAÇÃO DE HOJE

PADRE FLÁVIO CAVALCA DE CASTRO CSsR

Oração da manhã para todos os dias

Senhor meu Deus, mais um dia está começando. Agradeço a vida que se renova para mim, os trabalhos que me esperam, as alegrias e também os pequenos dissabores que nunca faltam. Que tudo quanto viverei hoje sirva para me aproximar de vós e dos que estão ao meu redor.
Creio em vós, Senhor. Eu vos amo e tudo espero de vossa bondade.
Fazei de mim uma bênção para todos que eu encontrar. Amém.

As reflexões seguintes supõem que você antes leu o texto evangélico indicado.


24 − Terça-feira − S. André Dung−Lac, sacerdote e comps. mártires

Evangelho (Lc 21,5-11) “Vós admirais estas coisas? Dias virão em que não ficará pedra sobre pedra. Tudo será destruído”.

Jesus anuncia a destruição de Jerusalém e depois, usando uma maneira de falar própria do tempo, fala do final de nosso tempo. Deixa claro que esse final não sabemos quando será. De momento vamos ficar com uma idéia que nos pode ajudar: a realidade atual, os bens desta terra, tudo isso é transitório e não nos pode dar a felicidade que procuramos. Não podemos nos apegar a isso.

Oração
Senhor, quero desempenhar minha tarefa, procurando administrar e melhorar o mundo que nos confiastes, para que todos tenham condições melhores de vida. Não permitais que me esqueça que a felicidade completa haverá só quando estivermos reunidos na vida que dura para sempre. Que eu saiba usar os bens terrestres sem perder os bens eternos que reservais para quem vos ama. Amém.

23 de novembro de 2009

UMA BENÇÃO REDENTORISTA


Ierardi,

Obrigado - for your message and your prayers. May God bless you with every good gift!

Michael Brehl, C.SS.R.



-----Original Message-----
From: Antônio-iGBR
To: mikebrehl@aol.com
Cc: 2-Antônio(Yahoo)
Sent: Wed, Nov 4, 2009 2:26 pm
Subject: Parabéns!


Os ex-seminaristas redentoristas do Seminário de Santo Afonso, Aparecida-SP, Brasil, e de outras províncias brasileiras desejam-lhe um bom governo, seguindo os objetivos sagrados de Santo Afonso Maria de Ligório.
Pelo nosso blog: http://uneserinterativa.blogspot.com/ com o total apoio do Pe.Geraldo Rodrigues CSsR da Província de São Paulo, notíciamos rapidamente à família redentorista esse esperado e esperançoso resultado.

UMA VEZ REDENTORISTA, SEMPRE REDENTORISTA!

Antônio Ierárdi Neto
Não podemos entrar no santuário da consciência das pessoas, onde só Deus entra e fala. Padre Hélio Libárdi CSsR

SACERDOTES "SHOWMAN"

O Arcebispo Dom Mauro Piacenza, secretário da Congregação para o Clero








Dom Piacenza: evangelização não necessita de sacerdotes “showman”
Dia de estudo em Roma sobre comunicação e sacerdócio
ROMA, sexta-feira, 20 de novembro de 2009 (ZENIT.org).- “Para a evangelização, não servem os sacerdotes showman que vão à televisão”, declarou o secretário da Congregação para o Clero, arcebispo Mauro Piacenza.
O prelado falou nessa quarta-feira em um Dia de Estudo sobre “A comunicação na missão do sacerdote”, organizado pela Faculdade de Comunicação da Universidade Pontifícia da Santa Cruz, em Roma.
Ele afirmou que “a comunicação deve favorecer a comunhão na Igreja, que, do contrário, converte-se em protagonismo individual ou, o que ainda é mais grave, introduz divisão”.
Também indicou que “o sacerdote não deve improvisar quando utiliza os meios de comunicação, nem deve comunicar a si mesmo, mas os dois mil anos de comunhão na fé”, uma mensagem que “só pode ser transmitida através da experiência própria e da vida interior”.
Também interveio o professor Philip Goyret, professor de eclesiologia e teologia sacramental na Universidade Santa Cruz.
Ele explicou que, de alguma maneira, a dimensão comunicativa pertence à essência de todo sacerdote, “seja em si mesmo enquanto que sacramentalmente representa Jesus Cristo e portanto deve viver conforme aquilo que representa, ou enquanto portador de graça e ministro da Palavra de Deus”.

Ateu defende a religião

Sob uma ótica positiva

Na obra An Atheist Defends Religion: Why Humanity is Better Off with Religion Than Without It, (Um Ateu Defende a Religião: Por que a humanidade está em melhor situação com a religião do que sem ela - Alpha Books), Bruce Sheiman oferece uma nova perspectiva para a competição entre os crentes e ateus.

A "questão de Deus" não pode ser resolvida a contento das partes em conflito, afirma o autor. Sheiman chama a considerar o valor da própria religião. Ele não procura provar que Deus existe, mas defende a religião como uma instituição cultural.

Sheiman explica que, apesar de não ser uma pessoa de fé, não "pretende repudiar a Deus". Ele se descreve como um “aspirante a ateu", porque "a religião oferece uma combinação de benefícios psicológicos, emocionais, morais, comuns, existenciais, físicos e até mesmo à saúde que nenhuma outra instituição pode replicar."

Explica em sua introdução ao livro que a melhor maneira de julgar o caso de forma convincente para o ateísmo não é por argumentos que tentam como intuito provar a existência de Deus e sim demonstrar a contribuição duradoura da religião.

"A religião também pode trazer malefícios, mas as ações benéficas realizadas diariamente por bilhões de pessoas é a verdadeira história da religião, que acompanha o crescimento e a prosperidade da humanidade", conta Sheiman.

Um dos benefícios da religião é dar sentido à vida. De acordo com Sheiman, estamos conscientes de que vivemos em um mundo de grande poder e potencialidade, mas, em contraste com os animais que só vivem em uma relação utilitarista com o mundo, os seres humanos estão conscientes de que este mundo existe fora de nós mesmos.

O autor, em seguida, relata alguns exemplos de sociedades primitivas que procuravam dar sentido a suas vidas por meio da religião. Os mitos e rituais dos povos ajudaram a conectar a realidade mortal com o ‘eterno e espiritual’.

A ciência moderna, em muitos casos, exclui a religião a fim de explicar o mundo e o universo. Contudo, Sheiman aponta que nós podemos aceitar o que a ciência diz sobre o funcionamento do universo, porém, as constatações não implicam em nossas vidas.

Em outras palavras, a forma com que o mundo funciona não é a mesma que explica o porquê o mundo funciona.

Natureza Moral

Outra característica da região é no âmbito moral. É claro que as pessoas podem ter moral sem possuir religião. De acordo com o autor, entretanto, também é evidente é que a religião torna as pessoas boas. Na verdade, afirma Sheiman, os seres humanos apresentam um comportamento ético que vai muito além do poder explicativo.

Sheiman cita uma pesquisa que demonstra a forma com que a atividade religiosa está associada a uma maior interação social. Assim como a religião edifica a comunidade no âmbito moral.

Ele analisa esta questão entendendo que a ação moral é o caminho para a união com Deus e que temos uma espécie de contrato moral, praticando o ‘bem maior’.

A crença na bondade é intrínseca à todas as religiões, explica Sheiman. Os ateus muitas vezes não compreendem a moral religiosa, ele argumenta. Não é uma simples recompensa ou sistema de punição. "O mais cínico vê na religião uma obediência cega à autoridade moral e um sistema de controle opressivo comportamental", comentou.

Enquanto alguns adeptos religiosos exibem uma orientação autoritária, isso também pode ocorrer com muitas pessoas não-religiosas, conclui Sheiman. Para muitas pessoas, Deus é visto como um pai amoroso e dono de superioridade moral à qual os seres humanos aspiram, destacou.

Uma contribuição da religião para a sociedade é a noção cristã de que os seres humanos são feitos à imagem de Deus, explica Sheiman. Desde que os seres humanos estão destinados a compartilhar da natureza divina devem ser respeitados como filhos de Deus.

Tal visão leva a inúmeros atos de sacrifício e compaixão a cada dia, comenta. Fatos e estudos sociológicos demonstram que as pessoas religiosas têm mais carinho, compaixão e dão mais dinheiro para a caridade do que as não-religiosas. Esta prática não está restrita a uma religião em particular, ressalta o autor.

A religião também fornece uma base sólida para o comportamento moral através de uma adesão a valores absolutos. Em contrapartida, observa Sheiman, sem religião as pessoas podem ter moral. Contudo, os preceitos morais são feitos por um homem falível e não substancial, pois envolve opiniões pessoais ou mesmo interesse pessoal.

Isso leva a crer que nossas mentes acreditam em uma verdade relativa. Como humanos nós assinalamos que o imperativo moral não depende de Deus, então ele não é absoluto e permanece relativo.

A ciência por si só não pode levar a uma cultura moral, ele continua. "O certo e o errado não são explicados pela física ou biologia", afirma.

"A religião torna-se assim a mais importante fonte cultural e institucional dos princípios éticos, precisamente porque ela é considerada acima do capricho humano", acrescenta.

Progresso

Em outro capítulo do livro, Sheiman relata como a religião esteve detrás do progresso do mundo ocidental, nos caminhos da democracia, liberdade, ciência e tecnologia.

Ao longo do tempo, temos crescido como civilização em grande parte devido à religião, argumenta. Isto nos leva a concluir que a religião global teve um impacto positivo, conclui.

Seria possível imaginar a alternativa de uma trajetória de progresso sem religião. Mas isso seria inacreditável, de acordo com Sheiman. Os historiadores não podem identificar qualquer outra força cultural tão robusta como a que a religião poderia ter realizado ao longo de civilização.

Sheiman também critica a leitura seletiva da história, realizada por parte de alguns ateus, que é demasiadamente eficiente para atribuir os aspectos negativos da história religiosa, embora raramente admita a dívida da civilização com a religião.

Um crente poderia muito bem responder a Sheiman que sua fé em Deus não depende de algum tipo de lucro, perda de credibilidade na história ou de sua vida pessoal. No entanto, numa altura em que muitos ateus denigrem as Igrejas e a fé, dizendo que estas são totalmente irracionais e negativas, o livro de Sheiman serve como um antídoto útil para este ataque tão superficial e sem nexo à crença.


Por Pe.John Flynn, L.C.








http://www.zenit.org

POR QUE CANONIZAR O PADRE PELAGIO?


O processo da beatificação e canonização do Pe. Pelágio está tramitando em Roma. Mas o que fez ele aqui na terra para merecer título tão elevado? Jesus também perguntou ao povo a respeito de João Batista "O que fostes ver no deserto?" Parafraseando a pergunta de Jesus, podemos perguntar do Pe. Pelágio: O que vocês foram ver em Trindade... em Campinas...? Um padre que vestia roupas finas? Que fez grandes construções? Que estudou nas Universidades?... Que foi doutor... bispo... cardeal?... Que viveu nas altas esferas sociais?... Foi profeta?
Querem canonizá-lo unicamente porque cuidou dos doentes e dos pobres, na maior humildade. Tanto assim que, quando alguém vinha agradecer uma cura, ele dizia: Não fui eu que curei. Foi Santa Teresinha. Agradeça ela. E a Deus. Por isso, já em vida o povo dizia que Pe. Pelágio é um santo. Quando morreu, aquele enterro nunca visto... Quantas visitas ao seu túmulo... Quantos milagres e graças. Quantas novenas. Quantos bilhetes de pedidos e agradecimentos na sua urna, junto ao seu túmulo.
Vendo e sabendo tudo isto, a Igreja achou bom oficializar o título de santo que o povo lhe deu. Ela acredita, mas exige provas sobre a santidade do Pe. Pelágio. Por isso recolhemos muitos depoimentos e já os enviamos para Roma. Estamos aguardando a resposta, que certamente será positiva.
Respondendo à pergunta inicial "Por que canonizar o Pe. Pelágio?" Para termos um intercessor no céu, que suavize nossas dores, apague os ódios, implante mais justiça e devolva a paz. Para termos um modelo de virtude, num mundo em que vivemos, tão cheio de revoltas, individualismo, consumismo, sensualidade e violência.


Pe. Clóvis de Jesus Bovo, CSsR










Pe. Clóvis de Jesus Bovo é missionário redentorista. Vice-postulador da Causa de Beatificação do Pe. Pelágio sauter. Jornalista, autor de dezenas de trabalhos publicados pela Editora Santuário e outras editoras católicas e com obras traduzidas para outras línguas. Profundo conhecedor da vida dos santos e grande missionário popular. Homem simples e dedicado. Na Paróquia, realiza um dos trabalhos mais bonitos que existe na rotina da pastoral que é a assistência aos doentes e a celebração das exéquias. Polilgota, tradutor de várias livros. Nos últimos anos, realiza um extraordinário trabalho de divulgação das virtudes do Pe. Pelagio e coleta testemunhos do convivío das pessoas com o chamado "Apóstolo de Goiás".

“Ele cura nossas feridas.”


Pe. Luiz Carlos de Oliveira
Redentorista

Tantos males no mundo.


Continuamos a reflexão sobre a espiritualidade e os sacramentos. Nesse caminho passamos pelas curvas do sofrimento. É impossível crescer na espiritualidade sem os contornos da cruz. Deus não ama o sofrimento, mas quer que nos unamos a Ele nesse momento. Ao lançarmos os olhos sobre o mundo vemos sofrimento e morte. A Bíblia interpreta o sofrimento como um castigo por causa do pecado. A maldição lançada sobre o homem diz: “Porque ouviste a voz de tua mulher e comeste da árvore, da qual eu te ordenei: ‘não comerás dela”, maldito seja o solo por tua causa! Com sofrimento tirarás dele o sustento todos os dias de tua vida. Espinhos e cardos produzirá para ti e comerás a relva dos campos. Com o suor de teu rosto comerás o pão, até que voltes à terra, porque dela foste tirado; tu és pó e ao pó voltará” (Gn 3,17-19). Diante de tantos males e sofrimentos existentes no mundo, o autor sagrado procura uma explicação nas origens. Na realidade não está nas origens, mas no interior de cada pessoa. Ele vê o quanto esse mal enfraquece a pessoa a ponto de Jó dizer que “a vida do homem na terra é uma batalha”. Deus não fez o homem somente na condição de perfeição, mas de barro a ser modelado. A fragilidade é uma componente da vida humana. Somos matéria que tem suas riquezas e carências. Quando dizemos que o pecado é causador dos males, não busquemos nas origens. Muitos males são originários do pecado atual que cometemos e nos prejudica ou prejudica os outros. Aí sim, podemos ler o texto das origens. Ele não é uma profecia, mas a leitura da realidade transportada para os inícios. É um gênero literário próprio do Antigo Testamento. Os males do mundo, como a doença, a miséria, as desgraças fazem parte da vida e a nós compete superá-las.

Deus cura a ferida

“Ele cura os corações atribulados e enfaixa suas feridas” (Sl 147,3). É muito bom ter a certeza de que no meio de tantos males, há sempre a esperança de que Deus vai socorrer. Ele se apressa em vir em nosso socorro. Tantas vezes rezamos: “Ó Deus, vinde em nosso auxílio. Senhor, vinde depressa em socorrer-nos” (Sl 70,1). Não há lugar mais seguro para nos escondermos, em nossas necessidades, do que ir ao encontro dAquele que pode socorrer-nos. “Ele nos esconde à sombra de suas asas” (Sl 17.8). Por todas as Sagradas Escrituras temos palavras que mostram que Deus é o socorro nos sofrimentos, sobretudo dos pobres. Ele cura também a ferida de nosso pecado. O próprio nome de seu Filho, Jesus, indica sua missão: “Deus salvará seu povo de seus pecados” (Mt 1,21). As doenças são males que nos acompanham. Deus cura. A espiritualidade da Unção dos Enfermos comunica-nos a capacidade de ser curados e de curar com Deus.

Médicos com Deus.

Jesus cura tantos doentes. Suas curas não eram somente para resolver um problema, mas eram sinais do Reino de Deus presente: “Ide dizer a João: os cegos recuperam a vista, os coxos andam...” (Mt 11,5). E, nesse Reino, continuamos a missão curativa de Jesus. Ele, Médico divino, quer nos associar a si no cuidado dos doentes. Assim somos médicos com Ele. Quanto Jesus manda os discípulos em missão diz: “Curai os doentes, ressuscitai os mortos, purificai os leprosos” (Mt 10, 8). Uma das missões da Igreja é curar os doentes. Para isso, e como parte importante de sua missão, recebeu de Jesus o sacramento da Unção dos Enfermos para a cura espiritual e corporal dos doentes. Assim somos médicos com Deus. A espiritualidade do sacramento inclui a missão curativa. Vamos refletir sobre isso.

http://www.ceresp.com.br/545.htm
Outubro-2006

RELIGIÃO TAMBÉM SE APRENDE! ECUMENISMO


PADRE HÉLIO DE PESSATO LIBÁRDI CSsR
Ecumenismo exige uniformidade?
Hoje uma das características da sociedade moderna é a desunião. Mesmo dentro das Igrejas existem conflitos em assuntos doutrinais, morais e pastorais. Parece ser difícil encontrar duas pessoas que creiam no mesmo Deus. Cada um conceitua diferente e tem sua teologia.Embora Paulo fale da união da mente e de pensar (1Cor 1,10), percebemos que as pessoas são diferentes e o ser diferente não quer dizer que elas estejam erradas. Há tantos pontos de vista, maneira, profundidade de argumentação. Embora a verdade seja uma só, a abordagem e a própria compreensão podem ser diferentes.Face às dificuldades da Comunidade de Corinto, onde havia a tensão em ser de Cefas, de Paulo ou de outro, a orientação era a de “se manterem na unidade”. Nada justifica grupos desunidos ou seitas quando se trata de imitar ou seguir Jesus. Tudo porém indica em Paulo (2Cor 13,9-11) que a unidade não queria dizer uniformidade. É importante a união de doutrina, porque há um só Deus, um só Pai e portanto uma só fé (Ef 4,1-6). Há necessidade de se manter a união na fé, ter padrões morais identificados com a Palavra de Deus.Tudo isso não significa que todo o cristão deve ter o mesmo medo de pensar, de agir em cada momento de sua vida. Há muitas questões que envolvem decisões pessoais, a própria formação de consciência. Basta ver como Paulo dá espaço a decisões diferentes em vários assuntos (1Cor 8,4-13) como comer carne sacrificada, o celibato e casamento.As decisões diferentes e os pontos de vista diversos não podem perturbar a caminhada da comunidade. Os músicos têm apenas sete notas musicais e no entanto há infinitas possibilidades de se criarem lindas melodias.A chave que regula a unidade na diversidade é o amor. O amor de Deus e do próximo é o regulador de toda a relação dentro da comunidade e esse amor ensina a respeitar as decisões conscientes e diferentes das nossas que alguém possa ter dentro do respeito aos valores bíblicos.É necessário harmonizar nossa consciência com o modo de pensar de Deus e a obediência (Tg 4,12) manterá a todos unidos. Respeito, amor sem proselitismo é o caminho para formar um só rebanho junto de um único pastor: Jesus.
Pe. Hélio Libardi, C.Ss.R.
EDITORA SANTUÁRIO

REMEMORANDO REDENTORISTAS! PE.PELÁGIO CSsR


PE. PELÁGIO SAUTER CSsR
23 de NOVEMBRO 1961+



“Canonizado” pelo povo goiano como o “apostolo de Goiás”, Pe. Pelágio nasceu na Alemanha a 9 desetembro de 1878. Tinha 15 irmãos, dos quais um, de nome Gaspar, também se fez redentorista. Professou em 1902, sendo ordenado em1907; e em 1909 chegou ao Brasil.
Sua vida foi então, quase toda em Goiás, onde trabalhou como missionário, vigário, distinguindo-se sempre por uma extraordinária dedicação aos pobres e doentes. Sua simplicidade no trato com todos, sua piedade sincera, aliada a uma grande caridade para com os necessitados, foram a causa da veneração com que era procurado e acolhido em toda parte, nos 49 anos que trabalhou em terras goianas. Como missionário foi realmente incansável, tendo percorrido quase todo o Estado de Goiás, sempre no lombo...da sua condução. Como Vigário de Trindade, deu grande impulso ao movimento religioso do Santuário; mas se ele se tornou tão popular e querido por todos, foi devido à dedicação com que atendia os mais pobres e sofredores. De grandes distâncias vinham os caboclos a procura de uma palavra sua, sempre acompanhada de uma benção que ninguém dispensava, como forte e até miraculosa.
Na comunidade ele era o confrade que todos estimavam, principalmente quanto a idade já avançada o prendia mais em casa. Alegre e disposto, sabia animar os recreios ou uma prosa com velhas histórias, marcadas de saudade, das suas andanças pelo sertão goiano.
Nos seus últimos cinco anos, seu apostolado foi sempre com os doentes que o solicitavam, atribuindo à sua bênção curas extraordinárias.
Indo, certo dia, visitar um pobre, apanhou muita chuva pelo caminho, sobrevindo-lhe depois um resfriado muito forte. Com as forças já combalidas, esse foi apenas o início de outras complicações que o levariam à Santa Casa de Goiânia.
Após uma semana de sofrimento, sempre rezando e assistido pelos confrades, faleceu a 23 de novembro de 1961, levando para eternidade mais de 50 anos vividos para a gloria de Deus e bem das almas. Por ocasião da sua morte, houve em todo o Estado, luto oficial de três dias, e ponto facultativo em Goiana, nodia do seu enterro.
Este foi acompanhado por umas trinta mil pessoas, todos querendo tocar seu corpo com objetos de devoção ou com flores.
Com muito jeito, alguém chegou a lhe cortar um pedaço da batina — como preciosa relíquia.


Desde 1997 está introduzido em Goiânia seu processo canônico de beatificação.(nota do editor)

MINHA ORAÇÃO DE HOJE

PADRE FLÁVIO CAVALCA DE CASTRO CSsR

Oração da manhã para todos os dias

Senhor meu Deus, mais um dia está começando. Agradeço a vida que se renova para mim, os trabalhos que me esperam, as alegrias e também os pequenos dissabores que nunca faltam. Que tudo quanto viverei hoje sirva para me aproximar de vós e dos que estão ao meu redor.
Creio em vós, Senhor. Eu vos amo e tudo espero de vossa bondade.
Fazei de mim uma bênção para todos que eu encontrar. Amém.

As reflexões seguintes supõem que você antes leu o texto evangélico indicado.

23 − Segunda-feira − S. Clemente I, papa e mártir, S. Columbano, abade

Evangelho (Lc 21,1-4) “Essa pobre viúva ofertou mais do que todos... na sua pobreza, ofertou tudo quanto tinha para viver”.

Admirando e louvando a generosidade da pobre viúva, Jesus certamente lem-brava tantos outros exemplos de generosidade que encontrara. Sem falar de Maria e José, lembrava as pessoas que vira dando esmola aos pobres, parti-lhando água e comida ou socorrendo doentes. Afinal ele mesmo disse que ser generoso com os pobres e necessitados é ser generoso com ele e com o Pai.

Oração
Senhor, eu vos bendigo por tanta gente boa que existe. Gente que de sua po-breza sabe tirar recurso para ajudar os outros. Dai-lhes a recompensa de vosso amor e a certeza de estar semeando um mundo melhor. Peço de modo especial por aqueles que me ajudaram e ainda me socorrem com seu amor e dedicação. Quero dizer a sério o que repito tantas vezes: “dai-lhes a paga, ó Deus”. Amém.

22 de novembro de 2009

O DIA DA MÚSICA!

Hoje , 22 de novembro, comemora-se o dia de Santa Cecília, a padroeira da música e do canto sacro!

“A sua vida foi música pura, cuja letra se tornou uma tradição cristã e cujos mistérios até hoje elevam os sentimentos de nossa alma a Deus.”
(Dom Evaristo Arns)

Quando passei pelo seminário de Santo Afonso em Aparecida, tive a oportunidade feliz de desenvolver esse sentido musical, que todos temos, e aprender muito dessa matéria que é curriculum vitae do zero ao cem anos.
Tocava inicialmente violino...
Assim, ao lado do Joaquim, o “Florentino”, que dedilha maravilhosamente os teclados de um órgão, ou harmônio, ou piano ou até sanfona, tínhamos muito sucesso em dupla ao fazermos soarem as belas notas musicais de “O VIOLINO CIGANO!”
Outro sonho que me envolvia era, às 18h de cada dia da semana, correr pelos corredores das salas de aula em busca de um harmônio livre ...
Daí surge uma pessoa carismática, sisuda, até meio nervosa, mas com um sensível e afinado veio musical: PADRE DÉLCIO VIESSE CSsR(+)...
Ele era o professor, o arranjador, o compositor, o maestro!
Mostrava-nos com atitudes de verdadeiro músico os caminhos desta cultura tão rica de inspirações.
Regia o coral de sopranos, eu era um deles inicialmente, altos, contraltos, tenores e baixos.
E lá surgia, para encantamento geral, a MISSA GAUDIOSA, de Franco Vittadini e o histórico em latim da PAIXÃO DE CRISTO, no coro da igreja matriz de Aparecida:
” et dixerunt: Hic dixit: Possum destruere templum Dei, et post triduum reædificare illud.”...
“Reus , reus est mortis”....
“Et tu cum Jesu Galilaeo eras.”....
“Et hic erat cum Jesu Nazareno.”
E ele montou a bandinha do seminário...
A princípio comecei na marcação do triângulo, depois a harmonia do sax-trompa e finalmente a melodia do pistão.
Vejo sempre na presença daquele bom padre, a imagem sublime de Santa Cecília...
Faço sempre uma analogia entre ambos....e um ponto de convergência: a boa música!
Antônio Ierárdi Neto

A HISTÓRIA DE SANTA CECÍLIA

SANTA DO DIA - 22 DE NOVEMBRO

SANTA CECÍLIA A PADROEIRA DA MÚSICA!


Certa vez, o cardeal brasileiro dom Paulo Evaristo Arns assim definiu a arte musical: "A música, que eleva a palavra e o sentimento até a sua última expressão humana, interpreta o nosso coração e nos une ao Deus de toda beleza e bondade". Podemos dizer que, na verdade, com suas palavras ele nos traduziu a vida da mártir santa Cecília. A sua vida foi música pura, cuja letra se tornou uma tradição cristã e cujos mistérios até hoje elevam os sentimentos de nossa alma a Deus. Era de família romana pagã, nobre, rica e influente. Estudiosa, adorava estudar música, principalmente a sacra, filosofia e o Evangelho. Desde a infância era muito religiosa e, por decisão própria, afastou-se dos prazeres da vida da Corte, para ser esposa de Cristo, pelo voto secreto de virgindade. Os pais, acreditando que ela mudaria de idéia, acertaram seu casamento com Valeriano, também da nobreza romana. Ao receber a triste notícia, Cecília rezou pedindo proteção do seu anjo da guarda, de Maria e de Deus, para não romper com o voto. Após as núpcias, Cecília contou ao marido que era cristã e do seu compromisso de castidade. Disse, ainda, que para isso estava sob a guarda de um anjo. Valeriano ficou comovido com a sinceridade da esposa e prometeu também proteger sua pureza. Mas para isso queria ver tal anjo. Ela o aconselhou a visitar o papa Urbano, que, devido à perseguição, estava refugiado nas catacumbas. O jovem esposo foi acompanhado de seu irmão Tibúrcio, ficou sabendo que antes era preciso acreditar na Palavra. Os dois ouviram a longa pregação e, no final, converteram-se e foram batizados. Valeriano cumpriu a promessa. Depois, um dia, ao chegar em casa, viu Cecília rezando e, ao seu lado, o anjo da guarda. Entretanto a denúncia de que Cecília era cristã e da conversão do marido e do cunhado chegou às autoridades romanas. Os três foram presos, ela em sua casa, os dois, quando ajudavam a sepultar os corpos dos mártires nas catacumbas. Julgados, recusaram-se a renegar a fé e foram decapitados. Primeiro, Valeriano e Turíbio, por último, Cecília. O prefeito de Roma falou com ela em consideração às famílias ilustres a que pertenciam, e exigiu que abandonassem a religião, sob pena de morte. Como Cecília se negou, foi colocada no próprio balneário do seu palacete, para morrer asfixiada pelos vapores. Mas saiu ilesa. Então foi tentada a decapitação. O carrasco a golpeou três vezes e, mesmo assim, sua cabeça permaneceu ligada ao corpo. Mortalmente ferida, ficou no chão três dias, durante os quais animou os cristãos que foram vê-la a não renegarem a fé. Os soldados pagãos que presenciaram tudo se converteram. O seu corpo foi enterrado nas catacumbas romanas. Mais tarde, devido às sucessivas invasões ocorridas em Roma, as relíquias de vários mártires sepultadas lá foram trasladadas para inúmeras igrejas. As suas, entretanto, permaneceram perdidas naquelas ruínas por muitos séculos. Mas no terreno do seu antigo palácio foi construída a igreja de Santa Cecília, onde era celebrada a sua memória no dia 22 de novembro já no século VI. Entre os anos 817 e 824, o papa Pascoal I teve uma visão de santa Cecília e o seu caixão foi encontrado e aberto. E constatou-se, então, que seu corpo permanecera intacto. Depois, foi fechado e colocado numa urna de mármore sob o altar daquela igreja dedicada a ela. Outros séculos se passaram. Em 1559, o cardeal Sfondrati ordenou nova abertura do esquife e viu-se que o corpo permanecia da mesma forma. A devoção à sua santidade avançou pelos séculos sempre acompanhada de incontáveis milagres. Santa Cecília é uma das mais veneradas pelos fiéis cristãos, do Ocidente e do Oriente, na sua tradicional festa do dia 22 de novembro. O seu nome vem citado no cânon da missa e desde o século XV é celebrada como padroeira da música e do canto sacro.

RELIGIÃO TAMBÉM SE APRENDE! IGREJA, LÍDER DE COMUNIDADE!


PADRE HÉLIO DE PESSATO LIBÁRDI CSsR

Para que servem os líderes na Comunidade?

Com a grande abertura na Igreja para o ministério, os leigos voltaram a ter lugar de relevância. A comunidade nascida do reconhecimento de Jesus ressuscitado continua se prolongando em cada um de seus membros e todos são importantes.

Se num período histórico tudo dependeu de padres e bispos, hoje nos voltamos para a vocação do leigo e para seu lugar como testemunha, como força atuante e transformadora na comunidade. Eles são chamados a exercer uma atividade evangelizadora, através dos diversos serviços para os quais a comunidade os chama; cada um segundo os carismas que recebeu do Espírito Santo.

Dentre eles destacam-se aqueles que são chamados a liderar a comunidade.
Poderíamos dizer que, em primeiro lugar, sua função é a de conservar, em meio aos conflitos e adversidades, a firme convicção de que o projeto de Deus vai vencer o sentido da morte que o mundo apresenta. O líder deve manter em pé a esperança da comunidade de que o Reino de Deus acontece independente de cada um, mas também através do esforço de todos. Por mais que o mal apareça, a justiça do Reino supera.

Uma segunda função do líder é testemunhar que a vida provém de Deus e que a salvação passa pelo mistério da cruz. A fé assumida e vivida ajuda a entender a vida e a solucionar os problemas.

Um terceiro aspecto é sua ação de animação na Comunidade, ajudando-a a encontrar seu caminho, a desenvolver-se e a se transformar como atualização do projeto de Jesus através do amor e da solidariedade.

Colocando seus dons a serviço, ele é oferta, é gratuidade, é dom para a comunidade.
Tudo isso se faz e acontece num processo de conversão diária, de discernimento meditado, de doação gratuita.

Esse quadro é bem diferente do que muitas vezes vemos com nossos líderes. Há alguns que se aproximam demais dos fariseus que gostavam de aparecer e se promoviam às custas da comunidade. Hoje, quando são convidados a dar seus lugares para outro, revoltam-se e abandonam a comunidade.

Há também aqueles "que não entram e não deixam os outros entrarem". Não repartem seus serviços, ocupam todos os cargos, andam com pencas de chaves. Eles são “tudo” dentro da comunidade, só eles sabem e, se eles não fizerem, ninguém faz. São donos de uma auto-estima doentia. Vivem na dependência de serem valorizados. Usam a comunidade para se promoverem.

Que bonito quando na comunidade se faz um rodízio de atividades e de coordenação, assim todos podem colocar seus dons em comum para o serviço de todos. Quando uma comunidade que não tinha ainda padroeiro veio me perguntar sobre quem poderia ser o seu santo, mandei colocar no altar um desses líderes.

Pe. Hélio Libardi, C.Ss.R.
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EDITORA SANTUÁRIO

Homilia a Solenidade de Cristo Rei (22.11.09)


Pe. Luiz Carlos de Oliveira
Redentorista
“Restaurar tudo em Cristo”

Eu sou Rei!
A festa de Cristo Rei foi criada pelo Papa Pio XI 11 de março de 1925. Instituiu que fosse celebrada no último domingo de outubro. A festa tinha a finalidade político-religiosa de mostrar o senhorio de Jesus sobre o mundo, acima das situações de ateísmo e falta de religião. Esta festa foi instituída quase como concorrência dos reis do mundo, apresentando Cristo como o verdadeiro e único rei. A Igreja procura dar respostas às questões de cada tempo. Ela foi colocada, na reforma litúrgica, no final do ano litúrgico para mostrar que Cristo é o centro do universo para o qual tudo conflui. É o fim para o qual se dirigem todas as coisas. A liturgia reflete a temática da realeza de Cristo num sentido grandioso. “Foram-lhe dados poder, glória e realeza, e todos os povos, nações e línguas o serviam. Seu poder é um poder eterno que não lhe será tirado, e seu reino, um reino que não se dissolverá” (Dn 7.14). O texto de Daniel mostra esta grandiosidade que é retomada no salmo 92: “Deus é rei e se revestiu de majestade, revestiu-se de poder e de esplendor”. Não podemos perder de vista que Ele é o Senhor, mas diferente. Ele é Rei em sua Paixão. Somente neste momento é que Ele admite a realeza, pois é diferente. Lembramos que ele recusa a realeza após o milagre da multiplicação dos pães (Jo 6,15). Ele é o Rei coroado de espinhos, no trono da Cruz, com a púrpura do sangue a cobrir-lhe o corpo e a cana como cetro. Essa é a sua verdade. Responde a Pilatos: “Eu sou Rei. Para isso nasci e vim ao mundo: para dar testemunho da verdade” (Jo 18,37). A verdade da realeza de Jesus está em sua glorificação na ressurreição. Por isso o aclamamos Cristo e Senhor.
Jesus que nos ama
A vida de Jesus e sua missão são uma obra de amor. O livro do Apocalipse proclama: “A Jesus, que nos ama”. Não podemos nos esquecer que o seu mandamento, isto é, o que era seu ele nos deu. Ele é o amor. Não deu uma ordem, mas uma vida. Rezamos no prefácio da missa que o Reinado de Cristo se funda nas dimensões amor: “Submetendo ao seu poder toda criatura, entregará a vossa infinita majestade um reino eterno e universal: Reino da verdade e da vida, reino da santidade e da graça, reino da justiça, do amor e da paz”. O amor de Jesus é completo para todos, e envolve todas as dimensões. O amor de Deus por nós não é sentimento, é atitude. Deus nos ama e nos salva por completo.
Testemunho da Verdade
“Todo aquele que é da verdade, escuta minha voz” (Jo, 18,37). Que verdade Jesus testemunha? Ele testemunha a verdade do evangelho como meio único e completo de se chegar à liberdade plena: “Vocês conhecerão a verdade e a verdade os libertará” (Jo, 8,32). A verdade de Jesus não são conceitos, mas é participação, pois “por seu sangue nos libertou dos pecados, fez de nós um reino de sacerdotes para seu Deus e Pai” (Ap 1,5-6). A redenção nos dá o perdão dos pecados nos faz participantes de sua vida. Sua vida é a verdade: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida” (Jo 14,6). A vida de Jesus nos coloca em atitude de culto ao Pai. No culto recebemos a santificação que é a vida de Deus. Por isso podemos com segurança adorar o Filho Glorificado e com Ele, dar glória ao Pai. Aceitar Jesus é ir até o fim com Ele. Lembremos os mártires do México que morriam dando vivas a Cristo Rei
Leituras: Daniel 7,13-14; Salmo 92; Apocalipse 1,5-8; João 18,33b-37.
Ficha nº 868 - Homilia a Solenidade de Cristo Rei (22.11.09)

1.A festa de Cristo Rei, ao início tem um sentido político-religioso, conforme exigências do tempo. Passou para o final do ano litúrgico para expressar que o fim de toda a liturgia e de todo o Universo é Cristo. A liturgia reflete a realeza de Cristo no sentido glorioso. Contudo, Jesus recusa a realeza política e assume a realeza do trono da cruz. Essa é a verdade que proclama a Pilatos.

2.A obra de Jesus é o amor, pois nos ama. Seu mandamento é o amor, pois ele é o amor. Não deu um mandamento, deu-nos sua vida. Ele nos dá todas as dimensões do amor: verdade, vida, santidade e graça, paz e justiça. Deus nos ama e salva por completo.

3. Jesus testemunha a verdade como meio único e completo de se chegar à liberdade plena: Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. Jesus é um amor de participação que liberta e nos coloca em culto ao Pai, fazendo-nos participantes de sua vida.

Rei momo de Verdade!

Que coroa tem esse Rei! Pilatos lha deu. É a coroa de espinhos. É um rei do avesso. Sempre e em tudo diferente de tudo o que se possa pensar de “normal” para nosso mundo. Ele foi colocado na roda e fizeram uma coroa de espinho e debochavam dele. Quanta besteira já se fez em torno daqueles que se dizem reis, se fazem reis e são tratados como reis. Desenvolveu tanto a realeza que temos até o rei momo, além dos reis do baralho.

Jesus é um rei de verdade e da verdade. Disse: “Eu sou rei... eu nasci e vim ao mundo para isto: para dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade escuta a minha voz” (Jo 18,37). É um rei de muita prosa. Quanto nos tem a dizer: Diz a verdade que é vida e é caminho. Ele é o caminho, a verdade e a vida.

A liturgia da missa quer, nesta festa, plantar algo de novo no mundo: “Deus que dispusestes restaurar todas as coisas em vosso amado Filho” (oração). Somente com Ele poderemos fazer a restauração do mundo. Tantos reis, presidentes, ditadores e políticos prometeram tudo e o mundo só piorou, porque não havia a verdade. Assim teremos “um reino da verdade e da vida, da santidade e da graça, reino da justiça, do amor e da paz” (prefácio). Ele é nossa glória e nossa coroa.


Refletindo a Palavra nº 868 - Homilia da Solenidade de Cristo

REMEMORANDO REDENTORISTAS! PE GAMBI CSsR

Pe. Orlando Gambi
22 de novembro de 2005

Pe. Orlando nasceu em Machado, MG, no dia 17 de maio de 1925, filho de Celso Gambi e Assunta Bartolomeu Gambi. Admitido ao Seminário Santo Afonso em 1937, aí concluiu o curso em dezembro de 1944. Durante o ano de 1945, fez o Noviciado em Pindamonhangaba, onde fez a Profissão Religiosa na CSSR, a 02.02.1946. Foi Ordenado Sacerdote, na Igreja Matriz de Tietê SP, a 27.12.1950, por Dom José Carlos de Aguirre, Bispo de Sorocaba SP. Celebrou sua Primeira Missa Solene, em Machado MG, a 07.01.1951. Deixou o Seminário Maior, em janeiro de 1952,Iniciou seu ministério no Santuário de N. Sra. Aparecida. Depois de dois anos lecionando no Seminário Sto. Afonso, no primeiro semestre de 1957 fez, em São João da Boa Vista, o IIº Noviciado, preparando-se para as Missões Populares. Depois de sete anos, de 1963 a 1965, dedicou-se a uma pastoral de vanguarda entre o operariado nas fábricas de S. Paulo. Em Roma e Lovaina fez um curso de Sociologia Pastoral.Voltando ao Brasil, em 1967, iniciou seus trabalhos na Rádio Aparecida, cuja direção geral assumiu de 1970 a 1981. Sua atuação foi marcante na história da emissora: terminou a construção da nova sede, promoveu grande renovação técnica, conseguiu novas freqüências e aumentos de potência. De 1982 a 1987 dirigiu a Comunidade Redentorista e a Paróquia de N. Sra. do Perpétuo Socorro, em S. Paulo, SP. Desde então residiu em Aparecida, SP.Poeta e músico, autor de muitas composições. Pregador, radialista e escritor de atividade incansável. Deixou muitas obras publicadas e sempre colaborou com revistas e jornais. Muitos de seus textos poéticos foram divulgados em CDs e na Internet, que lhe abriu um novo campo em seus últimos anos.De personalidade rica, emotiva e entusiasta, conquistou inúmeros e fiéis amigos e admiradores. Na vida comunitária foi sempre uma presença marcante.Sua saúde, nem sempre muito firme, debilitou-se nos últimos dois anos. Depois de longo calvário em consultórios e hospitais, encerrou sua peregrinação às 7,30h de 22 de novembro de 2005, aos oitenta anos de vida. Viva na Paz do seu Senhor.


OBRAS DO PE. ORLANDO GAMBI
Editora Salesiana:
De coração aberto Oração na simplicidade
Shalon:
Conversando sem segredos
Editora Santuário:
Como eu dizia, Senhor Criança
Fique de bem com a vida
Gosto que me falem amor
Meu Natal para quem amo
O Natal que te quero
Paz e bem
Porque somos amigos
Quero dizer a Deus que...
Um viva ao amor
Ver a vida com amor
Vida de Monsenhor Filippo
Vida de Santa Teresinha
Vida do Padre Luis Guanella
Vida do Pe. Gaspar Stanggassinger
TRADUÇÕES
Editora Santuário:
Do alemão:
José, escolhido de Deus
Maria, mãe querida
Do italiano:
A caminho com Jesus
Eles vivem na paz
Via sacra dos idosos