9 DE MARÇO – SANTOS(A)DO DIA
UMA CRIANÇA SE INTERPÕE NUM DUELO
UMA CRIANÇA SE INTERPÕE NUM DUELO
Domingos Sávio era filho de um ferreiro e cresceu com desejo de ser um padre. Quando São João Bosco começou a treinar jovens para ajudá-lo a cuidar dos meninos de rua em Turim, o jovem Domingos foi um dos escolhidos. João Bosco gostou tanto dele, que escreveu sua biografia.
Certa vez separou uma luta entre dois rapazes que queriam bater-se em duelo, utilizando pedras. Colocando-se entre eles com o crucifixo disse: "Antes de atirar a primeira pedra, olhem para este crucifixo. Jesus não tinha nenhum pecado e morreu perdoando. Perdoem-se também”. O duelo terminou antes de começar, pois ambos se perdoaram.
Conhecendo sua tendência para a penitência, Dom Bosco proibiu Domingos de fazer qualquer mortificação sem sua permissão. Certa vez encontrou Domingos, tremendo de frio na cama, sem um só lençol por cima. "Não seja doidinho! Você pode pegar pneumonia!". “Jesus não pegou pneumonia na manjedoura em Belém" – respondeu.
Morreu com apenas 15 anos. É o padroeiro da juventude.
Domingos Sávio, tão logo soube distinguir entre "o Pão celestial e o terreno", foi admitido à Primeira Comunhão, em 1849, ainda com sete anos, quando, à época, a idade mínima para tal era 12 anos. Pode-se perceber a maturidade do menino nos propósitos que deixou registrados no seu grande dia:
"Propósitos que eu, Domingos Sávio, me propus no ano de 1849, quando fiz a Primeira Comunhão, aos 7 anos de idade: 1º) Confessar-me-ei muito amiúde e receberei a Sagrada Comunhão sempre que o confessor me permitir; 2º) Quero santificar os dias de festa; 3º) Meus amigos serão Jesus e Maria; 4º) Antes morrer que pecar."
Sua vida transformou-se de tal forma que, a partir de então, Dom Bosco passou a anotar o comportamento e os gestos do rapazinho, a fim de nada esquecer sobre ele. Em 1857, Domingos fica doente e sofreu, com grande coragem, algo acima de sua idade, durante quatro dias. Teve 10 hemorragias. No dia 9 de março, agonizando, murmura: "Adeus, meu querido paizinho, adeus! O senhor Padre queria me dizer algo mais, mas eu não sou capaz de me lembrar... Ó! como é lindo o que estou vendo..."
Estas foram as suas últimas palavras. Sempre a sorrir, rosto iluminado, as mãos juntas sobre o peito, sem qualquer movimento, Domingos faleceu santamente aos 15 anos de idade. Sua vida foi descrita por Dom João Bosco, que não conseguia trazê-lo à lembrança, sem chorar. Tão jovem, havia aliado inocência e pureza angélicas à sabedoria de homem maduro, alcançando a heroicidade das virtudes.
O ANJO DE ROMA
Francisca Romana (1384-1440), nascida em Roma, filha de família rica, modelo de esposa e mãe. Costumava dizer que a oração é importante. Mas a dona de casa não deve negligenciar seus deveres domésticos. Sabia conciliar o serviço de Marta na cozinha com a oração de Maria aos pés do Mestre.Mostrou sua grande caridade e dedicação por ocasião de uma epidemia que se alastrou pela cidade e arredores. Também sua casa foi visitada pelo infortúnio: Morreram os filhos e o marido sucumbiu num combate.
Vendo-se sozinha no seu imenso palacete, transformou-o num hospital, onde recolhia as vítimas da epidemia. Fundou as Oblatas de Maria para ajudá-la em seu caridoso mister.
Foi chamada o Anjo de Roma, devido à sua dedicação heróica em favor dos indigentes. Esquecia-se até da sua alta linhagem, chegando a buscar lenha no mato para aquecer o fogão do pobre.
Gregório de Nissa (+395) – viveu na Capadócia. Grande doutor da Igreja. Forma um trio com S. Basílio, seu irmão e com Gregório Nazianzeno. Gregório de Nissa é a cabeça que pensa; Gregório Nazianzeno, a boca que fala; Basílio, o braço que atuaPADRE CLÓVIS DE JESUS BOVO CSsR
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