Nº 0145 21/11/2010
0640. Evangelho de domingo (21-11-2010) - 1ª leit 2Sm 5, 1-3; Sl 121; 2ª leit Cl 1, 12-20; Lc 23, 35-43 - Os chefes zombavam de Jesus dizendo: “A outros ele salvou. Salve-se a si mesmo, se, de fato, é o Cristo de Deus, o Escolhido!” Os soldados também caçoavam dele; aproximavam-se, ofereciam-lhe vinagre, e diziam: “Se és o rei dos judeus, salva-te a ti mesmo!” Acima dele havia um letreiro: “Este é o Rei dos Judeus”. Um dos malfeitores crucificados o insultava, dizendo: “Tu não és o Cristo? Salva-te a ti mesmo e a nós!” Mas o outro o repreendeu, dizendo: “Nem sequer temes a Deus, tu que sofres a mesma condenação? Para nós, é justo, porque estamos recebendo o que merecemos; mas ele não fez nada de mal”. E acrescentou: “Jesus, lembra-te de mim, quando entrares no teu reinado”. Jesus lhe respondeu: “Em verdade eu te digo: ainda hoje estarás comigo no Paraíso”.
Recadinho: De nada serve receber graças especiais de Deus, se nos falta boa vontade e generosidade para corresponder a essas graças e aceitar Jesus como nosso Rei! (Veja no site nosso PPS e E-book do Evangelho de hoje, Solenidade de Cristo Rei: www.aparecidadasaguas.com)
0641. Crucifixo em lugares públicos! - Dirigindo-se aos bispos do Brasil do Estado do Maranhão (Regional Nordeste V) da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), por ocasião da visita ad Limina Apostolorum, no dia 28 de outubro/2010, disse a certa altura de seu discurso o Papa Bento XVI: “Queria recordar que a presença de símbolos religiosos na vida pública é ao mesmo tempo lembrança da transcendência do homem e garantia do seu respeito. Eles têm um valor particular, no caso do Brasil, em que a religião católica é parte integral da sua história. Como não pensar neste momento na imagem de Jesus Cristo com os braços estendidos sobre a baía da Guanabara, que representa a hospitalidade e o amor com que o Brasil sempre soube abrir seus braços a homens e mulheres perseguidos e necessitados provenientes de todo o mundo? Foi nessa presença de Jesus na vida brasileira, que eles se integraram harmonicamente na sociedade, contribuindo ao enriquecimento da cultura, ao crescimento econômico e ao espírito de solidariedade e liberdade”.
0642. Dos Leitores - Crucifixo - P. Geraldo, excelente o texto sobre a polêmica do crucifixo nas escolas italianas. Parabéns. Josiani Holzhausen, Araraquara (SP).
Está lindo o PPS da Cruz. Ir. Joanna Fontes, Belo Horizonte (MG)
Aqui em Portugal, com este governo, também mandaram tirar as cruzes das escolas. Na minha, que tinha sido inaugurada há um ano, quando cheguei, a primeira coisa que fiz, foi comprar uma Cruz, mandá-la benzer e colocá-la na parede. Tudo às minhas custas, antes do começo das aulas. Fazíamos, com as crianças, uma pequena oração. Se fosse nos tempos de hoje, cortavam-me a "cabeça" ou sofria um processo disciplinar. Nos hospitais não sei. Mas quando meu marido esteve hospitalizado, levei-lhe uma cruz pequenina e a imagem de Nossa Senhora de Fátima, para o proteger. Essas imagens acompanham-nos sempre, até nas férias. Tenho uma cruzinha que tocou todos os lugares santos em Israel e uma Nossa Senhora de Fátima que também vem comigo. No ano passado fiz duas cirurgias e elas acompanharam-me e graças a Deus correu tudo bem. Quem está com o Senhor está protegido. Maria Teresa de Barros Cardoso Oeiras, Portugal.
Caro P. Geraldo, quanto à retirada da Cruz de ambientes públicos, embora tenha de concordar - e lamentar e protestar veementemente! - com Frade Demetrius - em relação ao que se comete diuturnamente contra tantos "Cristos" em nossas repartições públicas, não sei se posso concordar com o argumento que ele dá ao afirmar que a Cruz deva ser retirada devido ao fato de nosso Estado ser um Estado laico, que não deve favorecer esta ou aquela religião. Pois, se formos por esse caminho, por que não começar, como propôs uma autoridade do Rio de Janeiro, retirando o Cristo Redentor do Corcovado? Ou serão cristãos todos os habitantes da cidade do Rio de Janeiro, os turistas tanto do Brasil todo como do exterior que diariamente ali chegam para admirar aquele monumento? Pelo que me consta, Cristo, no Calvário, não desceu da cruz e exterminou com os que dele zombavam e blasfemavam contra ele e os Céus mas, voltando-se para o Pai, suplicou: "Pai, perdoai-lhes, eles não sabem o que fazem!" Um abraço. Antônio Bicarato, São José dos Campos (SP)
PADRE JOSÉ GERALDO RODRIGUES CSsR
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