Nº 0142 18/11/2010
0629. Evangelho de quinta-feira (18-11-2010) - 1ª leit Ap 5, 1-10; Sl 149; Lc 19, 41-44 - Quando Jesus se aproximou de Jerusalém e viu a cidade, começou a chorar. E disse: “Se tu também compreendesses hoje o que te pode trazer a paz! Agora, porém, isso está escondido aos teus olhos! Dias virão em que os inimigos farão trincheiras contra ti e te cercarão de todos os lados. Eles esmagarão a ti e a teus filhos. E não deixarão em ti pedra sobre pedra. Porque tu não reconheceste o tempo em que foste visitada”.
Recadinho: Jesus está triste, chora, pois os habitantes de Jerusalém não o reconheceram nem o aceitaram, nem o escutaram, e por isso não se converteram para a missão de paz. Permaneceram cegos, duros de coração. Dá-lhes um puxão de orelhas por causa da incredulidade e arrogância. - Como é seu coração? Igual ao deles? Lembre-se que amor verdadeiro não se compra. Que Jesus não chore... por suas ingratidões!... por minhas ingratidões!
0630. Prêmio Nobel é libertada - A ativista política e prêmio Nobel da Paz Aung San Suu Kyi, prêmio Nobel da Paz de 1991, foi libertada no dia 13 de novembro/10. Ela se tornou um símbolo da democracia em seu país, que é governado por uma junta militar desde 1962. Dois dias depois de sua libertação ela declarou que quer liderar uma "revolução pacífica" em Mianmar. Suu Kyi, símbolo de resistência pacífica, passou 15 anos detida, os sete últimos passados em prisão domiciliar. Embora não saiba quando, ela tem certeza de que a democracia chegará a seu país. Ela foi libertada seis dias depois da primeira eleição realizada no país em 20 anos. Seu partido, a Liga Nacional pela Democracia (NLD), ganhara a eleição, mas foi impedido, pela junta militar, de assumir o governo. Houve nova eleição, vencida pelo maior partido aliado dos militares, num processo amplamente acusado por governos ocidentais de ter sido irregular.
Após sua libertação, Suu Kyi declarou: "Há muito sobre o que eu quero aprender agora. Quero ouvir o que as pessoas querem, o que os outros países querem, o que eles acham que podem fazer por nós e o que nós achamos que eles podem fazer por nós. E decidir por algo que seja aceitável para o máximo de pessoas possível”. Ela afirmou também que não teme uma nova ordem de prisão da junta militar que governa o país: "Não estou com medo, não digo para mim mesma que não vou fazer isso ou aquilo, pois eles podem me prender novamente”.
0631. Prêmio Nobel 02 - Em busca de reconciliação - A ativista evitou fazer críticas ao governo birmanês e disse que pretende buscar uma reconciliação com a junta militar. Afirmou ainda: “Sei que sempre existe a possibilidade de que eu volte a ser presa e isso não é algo que eu queira. Quando você é preso, não pode trabalhar tanto quanto se estivesse livre!” E se explicou: “Não quero simplesmente criticar essa ou aquela pessoa. Aliás, gostaria de esclarecer que nunca critiquei qualquer general de forma pessoal”. Sobre o período de sua detenção, Suu Kyi afirmou que "não tem bases para reclamar", já que "estava muito melhor em prisão domiciliar" do que a maioria dos 2.200 presos políticos em Mianmar. Eu lutei contra essa prisão domiciliar porque acredito na lei e eu não acho que eles tinham direito - pela lei - de me colocar em nenhum tipo de detenção. Mas eu reconheço e aceito que minha situação era muito melhor do que as pessoas que estão na prisão. Só quero que elas sejam libertadas o quanto antes”.
0632. Ressaltando o papel dos leigos - Recentemente a catedral de Saratov, dedicada a São Clemente, na Rússia, comemorou dez anos de existência. Na ocasião, seu bispo, Dom Clemens Pickel, ressaltou que sua principal preocupação é “ajudar os leigos a ser capazes de transmitir a fé por si mesmos, sem que por isso diminua a importância do sacerdote”. Sua diocese conta com 52 paróquias, com uma população espalhadas num vasto território. Nas celebrações de aniversário da diocese estiveram presentes também líderes luteranos e muçulmanos e foi muito elogiada também a presença do bispo ortodoxo separado de Roma. Este já tinha estado em comemorações junto aos católicos por ocasião da morte do papa João Paulo II e nos funerais dos mortos no acidente aéreo perto de Smolensk.
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PADRE JOSÉ GERALDO RODRIGUES CSsR
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