Nº 0127 03/11/2010
0568. Evangelho de quarta-feira (03-11-2010) - 1ª leit Fl 2,12-18; Sl 26; Lc 14,25-33 - Grandes multidões acompanhavam Jesus. Voltando-se, ele lhes disse: “Se alguém vem a mim, mas não se desapega de seu pai e sua mãe, sua mulher e seus filhos, seus irmãos e suas irmãs e até da sua própria vida, não pode ser meu discípulo. Quem não carrega sua cruz e não caminha atrás de mim, não pode ser meu discípulo. Com efeito: qual de vós, querendo construir uma torre, não se senta primeiro e calcula os gastos, para ver se tem o suficiente para terminar? Caso contrário, ele vai lançar o alicerce e não será capaz de acabar. E todos os que virem isso começarão a caçoar, dizendo: ‘Este homem começou a construir e não foi capaz de acabar! Ou ainda: Qual rei que, ao sair para guerrear com outro, não se senta primeiro e examina bem se com dez mil homens poderá enfrentar o outro que marcha contra ele com vinte mil? Se ele vê que não pode, enquanto o outro rei ainda está longe, envia mensageiros para negociar as condições de paz. Do mesmo modo, portanto, qualquer um de vós, se não renunciar a tudo o que tem, não pode ser meu discípulo!”
Recadinho: Será que entendi bem o que disse Jesus? Desapegar-se! Consiste, é claro, em colocar as coisas de Deus acima de tudo, quando necessário! Quando há, por exemplo, conflito de interesses, Deus tem que estar em primeiro lugar!
0569. ‘Divulgador’ de mortes anunciou a própria - Na pequena cidade de Nova Europa (SP), a 317 km da Capital, por muitos anos Nelson Fortunato percorreu sua cidade com um serviço de alto-falantes anunciando as mortes que ocorriam. Nelson divulgava também achados e perdidos. Era um serviço de utilidade pública que ele fazia como voluntário. No dia 24 de novembro/2009, sua voz ecoou pela cidade pela última vez, com o anúncio de sua própria morte! Seu último anúncio, gravado, ecoou assim: “Estou anunciando o meu falecimento. Falecimento de Nelson Fortunato. Como foi gravado com antecedência, não tem a hora do enterro, mas o mais importante é que todos saibam que eu morri”. (Confira: http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u657531.shtml). Sempre muito brincalhão, Fortunato quis ele próprio anunciar sua morte. Seu neto Eduardo disse que o avô faleceu aos 90 anos, com a saúde prejudicada por pneumonia, problemas renais e diabetes. Fortunato dedicou toda sua vida à sua cidade. Funcionário público, foi vereador, trabalhou com vacinação no centro de saúde, todos os anos montava um presépio enorme e cuidou de três pequenos cinemas. Em 2006, o jornalista Paulo Augusto Vieira fez o documentário “O Alto Comunicador Falante” sobre ele, comentando que não conseguia tirar uma frase séria sequer do personagem! Ele se emocionava apenas quando falava de cinema, sua grande paixão que não existe mais na cidade. Seu enterro foi acompanhado por um carro de som, tocando a música “Il Silenzio”, que ele usava para anunciar suas sessões de cinema.
0570. “Morte, Minha Irmã” - Livro (pgs 88) de Raniero Cantalamessa, em que o Autor trata deste tema essencial a todos, citando, entre outros, Santo Agostinho: “Quando nasce uma pessoa, fazem-se tantas hipóteses: talvez venha a ser ela, talvez feia; talvez rica, talvez pobre; talvez venha a viver muito tempo, talvez não...” Mas, de ninguém se diz: Talvez venha a morrer, talvez não. Essa é a única coisa absolutamente certa na vida. (...) A morte é a doença incurável que contraímos ao nascer”. (vendas@editorasantuario.com.br)
0571. Dos Leitores - Finados - Muito bom o PPS e o E-book para o Dia de Finados. Vou rezar muito por nós e nossos falecidos. Eles estão felizes, com Deus. Marisa Porto Alfena, Rio de Janeiro (RJ).
0572. Dos Leitores - Brasil - Obrigado, P. Geraldo, e que Deus abençoe nossa primeira Presidenta do Brasil. Que os pobres sejam de fato a prioridade máxima. Que os Povos Indígenas tenham todas as suas terras demarcadas e asseguradas conforme a Constituição de 1988. Que a participação popular seja plena na implementação de políticas públicas de saúde, educação, moradia, saneamento, agricultura familiar e agroecológica, meio ambiente e direitos humanos, condições necessárias para uma justa distribuição de renda e continuidade da inclusão social. Meu fraterno abraço, Ir. Jorge Tarachuque, C.Ss.R., Curitiba (PR)
PADRE JOSÉ GERALDO RODRIGUES CSsR


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