14 DE OUTUBRO – SANTOS DO DIA
SÃO CALISTO (CALIXTO)
Quem vai a Roma, deve visitar a igreja de “Santa Maria in Trastevere”, provavelmente construída por São Calixto I (Século II). É uma das igrejas mais antigas de Roma e, sem dúvida, a mais antiga dedicada a Nossa Senhora.
Calixto foi escravo. Libertado, ordenou-se Diácono pelo Papa Zeferino. Recebeu o encargo de cuidar das catacumbas de Roma, onde eram enterrados os cristãos. Estas sepulturas subterrâneas, com vários quilômetros de comprimento, são chamadas hoje “catacumbas de São Calixto”. Lá estão sepultados os Papas que governaram a Igreja nos dois primeiros séculos. Constituem uma das obras mais notáveis da Roma antiga. Qualquer roteiro de turismo inclui necessariamente uma visita a esse lugar santo, verdadeiro relicário da Igreja dos primeiros mártires.
Calixto foi sucessor de Zeferino na cátedra de São Pedro. Alguns conservadores opuseram-se à sua eleição, e elegeram um antipapa na pessoa de Hipólito. Era o primeiro cisma na Igreja. Santo Hipólito, embora bem intencionado, foi um dos que se opuseram a Calixto. A oposição recrudesceu quando Calixto aprovou o casamento de senhoras da sociedade com escravos.
Calixto não se deixou abalar em suas atitudes pastorais. É tido como um dos papas mais notáveis e empreendedores da Igreja primitiva.
CONVERTIDO E MARTIR
São João Ogilvie, Mártir (+ Glasglow, 1615). Nobre escocês foi educado no calvinismo. Foi convertido à religião católica pelo Pe. Cornélio a Lapide, famoso exegeta da Companhia de Jesus. Tornou-se também jesuíta, foi ordenado sacerdote e retornou à sua terra natal, para ali dar assistência aos católicos perseguidos e postos fora da lei.
Depois de exercer, durante 18 meses, seu perigoso ministério, e ter convertido muitos hereges, um traidor o denunciou ao arcebispo protestante de Glasgow.
Aprisionado, sofreu torturas prolongadas: durante oito dias e nove noites, não pôde dormir, porque tinha o corpo continuamente perfurado por agulhas e estiletes. Foi afinal condenado à morte enforcado, aos 36 anos de idade. Morria pela fé que sempre viveu e pregou. Por isso morreu satisfeito dizendo: "Eu daria mais cem vidas, de boa vontade, se as tivesse".
PADRE CLÓVIS DE JESUS BOVO CSsR
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