CONSAGRAÇÃO À NOSSA SENHORA APARECIDA NA VOZ DO PADRE VITOR COELHO CSsR

Ó MARIA SANTÍSSIMA, PELOS MÉRITOS DO SENHOR JESUS CRISTO QUE EM VOSSA IMAGEM MILAGROSA DE APARECIDA ESPALHAIS INÚMEROS BENEFÍCIOS SOBRE O BRASIL, EU, EMBORA INDIGNO DE PERTENCER AO NÚMERO DOS VOSSOS SERVOS, MAS DESEJANDO PARTICIPAR DOS BENEFÍCIOS DA VOSSA MISERICÓRDIA, PROSTRADO A VOSSOS PÉS, CONSAGRO-VOS O ENTENDIMENTO, PARA QUE SEMPRE PENSE NO AMOR QUE MERECEIS. CONSAGRO-VOS A LÍNGUA, PARA QUE SEMPRE VOS LOUVE E PROPAGUE A VOSSA DEVOÇÃO.CONSAGRO-VOS O CORAÇÃO, PARA QUE, DEPOIS DE DEUS, VOS AME SOBRE TODAS AS COUSAS.RECEBEI-NOS, Ó RAINHA INCOMPARÁVEL, QUE NOSSO CRISTO CRUCIFICADO DEU-NOS POR MÃE, NO DITOSO NÚMERO DOS VOSSOS SERVOS. ACOLHEI-NOS DEBAIXO DA VOSSA PROTEÇÃO. SOCORREI-NOS EM NOSSAS NECESSIDADES ESPIRITUAIS E TEMPORAIS E, SOBRETUDO, NA HORA DA NOSSA MORTE. ABENÇOAI-NOS Ó MÃE CELESTIAL, E COM VOSSA PODEROSA INTERCESSÃO FORTALECEI-NOS EM NOSSA FRAQUEZA, A FIM DE QUE, SERVINDO-VOS FIELMENTE NESTA VIDA, POSSAMOS LOUVAR-VOS, AMAR-VOS E RENDER-VOS GRAÇAS NO CÉU, POR TODA A ETERNIDADE. ASSIM SEJA! ...PELA INTERCESSÃO DE NOSSA SENHORA APARECIDA, RAINHA E PADROEIRA DO BRASIL, A BÊNÇÃO DE DEUS ONIPOTENTE, PAI, FILHO E ESPÍRITO SANTO, DESÇA SOBRE VÓS E PERMANEÇA SEMPRE.AMÉM!

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7 de julho de 2010

ATUALIDADES C.Ss.R.REDEMPTOR-Gisele Bundchen e Marisa Monte


PADRE RAFAEL VIEIRA CSsR


Em meio às matérias, publicadas pela imprensa, sobre o último grande evento da temporada de moda outono-inverno, no Rio de Janeiro, uma delas me chamou muito a atenção. Uma entrevista realizada por um repórter da Folha de São Paulo com a modelo Gisele Bundchen. Ela disse que se não consegue ter a voz e o talento da cantora Marisa Monte não será por conta disso que ela vai se deprimir. Não é curioso? Uma mulher invejada por metade do mundo pelo dinheiro e a fama que tem, reconhecida pelo carisma que a possibilita estrelar desfiles, campanhas publicitárias e filmes, dona de uma silhueta dentro dos padrões da beleza e de histórias com namorados famosos, e apesar disso, subliminarmente, confessa que gostaria de ser como a musa das canções de Arnaldo Antunes e que tanto encanta os apreciadores da música popular brasileira. Na verdade, ela deu esse exemplo só para mostrar que ela toca a vida dela e não se deixa abater por um sonho de ter as características de outra pessoa, mas esse flagrante me faz pensar sobre uma doença psicológica de todos os tempos e um mal que se mostra profundamente poderoso na atualidade: a falência da auto-estima e o impacto da vida de celebridades sobre o horizonte de realização das pessoas.
Em todo canto é a mesma coisa. Você pode procurar um místico religioso ou uma pessoa bem artificial movida às novidades da ultima telenovela global. Há sempre uma característica de outrem que se torna objeto de cobiça. Certo tipo de gente deseja um milhão de besteiras como o cabelo de jeito tal, o lábio de outro, a altura, o volume do abdome, a grossura das coxas ou a voz e a cor dos olhos. Eu conheço pessoas que dariam a vida para ter a silhueta da Juliana Paes ou a cara de um cantor norte-americano desbocado chamado Eminen. Ainda nessa mesma linha, há pessoas que querem a vida das outras, a família das outras, o jeito de pensar das outras. Todas elas acreditam que se fosse possível capturar o que consideram qualidades alheias e das quais elas estão desprovidas, elas seriam muito mais felizes. Pena. Mas se fosse assim tão simples, a questão não mereceria tanta atenção. O que mais intriga é que um outro tipo de pessoa não deseja aparência, fama, beleza, atributos. Deseja a alma de outras pessoas. Quer ser como foi um determinado personagem da história das religiões. Anula-se e, às vezes, perde-se completamente em buscas espirituais para ter semelhanças com alguém que considera santa. Nos dois casos, imperam a desconfiança a respeito dos recursos pessoais e certa contrariedade com a descoberta que se faz do que realmente possui como características internas e externas. É o que se convencionou chamar de auto-estima mutilada. E pode ser isso mesmo. Nem ligo se esta é uma das teses mais famosas dos propagadores da psicologia de prateleira.
Os tipos mais equilibrados e que não sofrem da inveja de aparência e nem de essência podem ser bombardeados pelos mísseis de fascínio soltados, aos montes, pela indústria da fama. Hoje em dia, para se obter o mínimo de reconhecimento é quase uma obrigação ceder aos métodos da cultura das celebridades. As crianças começam cedo a entender que para serem valorizadas, minimamente, de forma afetiva e financeira, elas vão precisar ter notoriedade. Quem não aparece, não existe. Essa parece ser a lei promulgada pelos construtores da indústria simbólica e passivamente recebida pela sociedade. Essa história pode ter muito a ver com uma necessidade básica de todo ser humano que é a de ser percebido pelo semelhante. Notado e reconhecido. Conhecido e amado. A necessidade de compartilhar o seu modo de ser, ver e agir e ter a certeza de que alguém o considera válido. O anonimato é uma doce forma de vida que, geralmente, só os famosos prezam depois que atingiram um alto grau de sucesso. Depois que foram, devidamente, valorizados, querem sossego. Ainda assim, alguns, ao serem esquecidos, voltam a ter necessidade dos holofotes. Claro que, talvez, muita gente se sinta mais segura e mais saudável sem ser conhecida, mas arrisco dizer que, até elas, não ficariam ofendidas se alguém lembrar da data do aniversário delas ou elogiar sua discrição.
Suponhamos que um jornalista procurasse a Marisa Monte e perguntasse a ela se algo na vida da Gisele Bundchen lhe causa alguma boa impressão. Eu não ficaria surpreso em saber que a grande cantora quisesse ter algo da mulher que já amealhou mais de 70 milhões de dólares segundo a revista Forbes. Mesmo que não fosse nada que tivesse a ver com sua fortuna econômica, afinal, a menina magra das passarelas é uma figura pública muito interessante para qualquer mortal. O que me resta é guardar essa lição boa: aqui ou ali, nós todos, numa intensidade ou noutra, dentro de certo contexto de realização mais positivo ou não, costumamos encontrar na ausência um grande motivo para a lamentação. O que somos e temos, parece nunca ser o suficiente. Num set psicanalítico, isso pode ser o começo de uma fantástica investigação.
Pe. Rafael Vieira, CSsR / 21.01.2007

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