
PADRE CLÓVIS DE JESUS BOVO CSsR
HISTÓRIA DO SANTUARIO DE TRINDADE - 8-9
Acompanhe neste blog e no site: http://www.boletimpadrepelagio.org
a História da devoção ao Divino PAI Eterno em Trindade, Goiás.
8 - O SANTUARIO BASILICA
Desde 1938 se falava numa nova igreja que ocupasse um espaço desafogado e livre, possibilitando ampliações e acomodações para o bom atendimento dos romeiros. Em 1943 foi lançada a pedra fundamental dessa sonhada igreja, mas somente nestes últimos anos vem se realizando o sonho de todos.
Lembremos os primeiros vigários que foram os alicerces do santuário, entre eles: Pe. Basílio Antonio de Santa Bárbara, o primeiro a celebrar na capelinha de Barro Preto; Mons. Francisco Inácio de Souza, que recebeu os primeiros redentoristas alemães.
Na impossibilidade de mencionar os numerosos redentoristas que trabalharam em Trindade desde 1894, citemos apenas os atuais responsáveis pelo movimento religioso e social das duas igrejas: Pe. Marco Aurélio M. da Silva na igreja matriz e Pe. Robson de Oliveira Pereira no santuário basílica.
Em 2008 o Santuário foi elevado à categoria de basílica menor, graças à mediação do atual Arcebispo Dom Washington Cruz.
Nestes últimos anos a rede de comunicação se estendeu de maneira surpreendente, atingindo o país e o estrangeiro e atraindo romeiros de toda a parte.
9 – TODOS OS CAMINHOS LEVAM A TRINDADE
No dia da Festa do Pai Eterno, que tradicionalmente ocorre no primeiro domingo de Julho, Trindade se transfigura. Centenas de milhares de romeiros acorrem ao Santuário, afim de louvar, agradecer e pedir. Fala-se que no dia da Festa o número chega a mais de um milhão.
Muitos vêm a pé, a cavalo, em carro de boi, de carro, em ônibus especiais. Abrigam-se em barraquinhas armadas por eles mesmos, debaixo das árvores, nos quintais das casas, nos hotéis, pensões e “pousadas.
O comercio ambulante é fora de série. Numerosas e quase incontáveis barracas de lona, agora padronizadas, se espalham pelas cidade inteira, com um estoque variadissimo de artigos, muitas vezes inexistentes nas localidades dos peregrinos.
O que mais atrai o visitante, é a pequena imagem do Divino Pai Eterno, venerada há quase duzentos anos. Os padres religiosos e diocesanos, bem como os ministros em geral, missionários leigos e catequistas, se esmeram em executar um rico programa de evangelização e acolhimento, durante a novena que precede a festa, culminando com a grandiosa procissão de encerramento e a tradicional queima espetacular de fogos de artifício.
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