24 DE MARÇO – SANTOS DO DIA
DEFENDEU OS POBRES E MORREU BALEADO
DEFENDEU OS POBRES E MORREU BALEADO
Dom Oscar Romero (1917-1980 nasceu no seio de uma família numerosa e pobre. Quando criança, sua saúde inspirou cuidados. Gostava de tocar flauta e brincava de celebrar missa. Ordenou-se padre, muito jovem ainda. Conheceu a miséria em que viviam os pobres e sensibilizou-se com eles: Visitava os doentes presos, lecionava religião nas escolas. Os pobres faziam fila à porta de sua residência para receber uma ajuda.
Revoltado com a situação social de opressão, começou a denunciar uma série de injustiças: grandes latifúndios na mão de poucos, falta de terra e trabalho para os camponeses, carestia de alimento e água potável, grande mortalidade infantil, os privilégios dos ricos.
Por isto sofreu várias ameaças de morte. "Se me matarem, ressuscitarei no meio do meu povo!" disse. Até que um dia, em plena celebração eucarística, foi atingido mortalmente por uma bala assassina.
Fizeram calar sua voz, mas não sua mensagem libertadora, que continua ecoando nos martires modernos: Irmã Dorothi, Pe. Josimo, Chico Mendes, Margarida Morais e tantos outros....
Catarina da Suécia (1331-1381).
Nasceu em 1331 na Suécia. Filha de Santa Brígida da Suécia. Santa Catarina foi enviada para o Convento de Risberg para ser educada. Ela desejava permanecer no convento e seguir uma vida religiosa, mas por razões de Estado, se casou com Edgard Lydersson von Kurnen, um homem inválido. Ela e Edgard fizeram os votos de celibato e ele permitia que ela fizesse tudo dentro das diretrizes da Igreja.
Catarina ficou muito triste quando seu pai faleceu e sua mãe Santa Brígida foi viver em Roma. Por algum tempo (como ela mesmo disse a Santa Catarina de Siena) ela nunca sorria. Em 1349 Edgard permitiu que ela fosse a Roma visitar sua mãe durante o Jubileu de 1350. Enquanto estava em Roma, ficou sabendo da morte de seu marido (conforme Santa Brígida havia profetizado). Ela vivia uma vida de devoção que desejava, resistindo vários pretendentes que desejavam se casar com a bela viúva. Alguns até mesmo esperavam para levá-la, a onde desejasse, de carruagem. Mas diz a tradição que perto dela sempre aparecia uma corsa para afugentar os pretendentes e um rapaz insistente chegou a ficar cego por várias horas.
Para repulsar essas pessoas, e como um ato de humildade, ela usava roupas velhas e remendadas.
Pelos próximos 25 anos as duas mulheres usaram Roma como base de uma serie de peregrinações, inclusive uma a Jerusalém. Quando em Roma, elas passavam o dia em meditação, oração, ajudando os pobres e ensinando a eles a religião e os evangelhos.
Quando Santa Brígida faleceu, Catarina levou seu corpo para a Suécia enterrando-o no Convento da Ordem do Santo Salvador (Brigiditinas) em Vadstena. Catarina tornou-se Superiora da Ordem e serviu como Abadessa. Escreveu um trabalho intitulado “Consolação da Alma” (Sielinna Troest). Ela conseguiu a aprovação para Ordem em 1375.
Faleceu em 24 de março de 1381. Foi canonizada em 1484, culto confirmado pelo Papa Inocêncio VIII. É protetora contra os abortos.
Sua festa é celebrada no dia 24 de março
Revoltado com a situação social de opressão, começou a denunciar uma série de injustiças: grandes latifúndios na mão de poucos, falta de terra e trabalho para os camponeses, carestia de alimento e água potável, grande mortalidade infantil, os privilégios dos ricos.
Por isto sofreu várias ameaças de morte. "Se me matarem, ressuscitarei no meio do meu povo!" disse. Até que um dia, em plena celebração eucarística, foi atingido mortalmente por uma bala assassina.
Fizeram calar sua voz, mas não sua mensagem libertadora, que continua ecoando nos martires modernos: Irmã Dorothi, Pe. Josimo, Chico Mendes, Margarida Morais e tantos outros....
Catarina da Suécia (1331-1381).
Nasceu em 1331 na Suécia. Filha de Santa Brígida da Suécia. Santa Catarina foi enviada para o Convento de Risberg para ser educada. Ela desejava permanecer no convento e seguir uma vida religiosa, mas por razões de Estado, se casou com Edgard Lydersson von Kurnen, um homem inválido. Ela e Edgard fizeram os votos de celibato e ele permitia que ela fizesse tudo dentro das diretrizes da Igreja.Catarina ficou muito triste quando seu pai faleceu e sua mãe Santa Brígida foi viver em Roma. Por algum tempo (como ela mesmo disse a Santa Catarina de Siena) ela nunca sorria. Em 1349 Edgard permitiu que ela fosse a Roma visitar sua mãe durante o Jubileu de 1350. Enquanto estava em Roma, ficou sabendo da morte de seu marido (conforme Santa Brígida havia profetizado). Ela vivia uma vida de devoção que desejava, resistindo vários pretendentes que desejavam se casar com a bela viúva. Alguns até mesmo esperavam para levá-la, a onde desejasse, de carruagem. Mas diz a tradição que perto dela sempre aparecia uma corsa para afugentar os pretendentes e um rapaz insistente chegou a ficar cego por várias horas.
Para repulsar essas pessoas, e como um ato de humildade, ela usava roupas velhas e remendadas.
Pelos próximos 25 anos as duas mulheres usaram Roma como base de uma serie de peregrinações, inclusive uma a Jerusalém. Quando em Roma, elas passavam o dia em meditação, oração, ajudando os pobres e ensinando a eles a religião e os evangelhos.
Quando Santa Brígida faleceu, Catarina levou seu corpo para a Suécia enterrando-o no Convento da Ordem do Santo Salvador (Brigiditinas) em Vadstena. Catarina tornou-se Superiora da Ordem e serviu como Abadessa. Escreveu um trabalho intitulado “Consolação da Alma” (Sielinna Troest). Ela conseguiu a aprovação para Ordem em 1375.
Faleceu em 24 de março de 1381. Foi canonizada em 1484, culto confirmado pelo Papa Inocêncio VIII. É protetora contra os abortos.
Sua festa é celebrada no dia 24 de março
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