Nº 1236
- 16/11/2013
5255. Evangelho de sábado (16-11-2013) - Sta.
Margarida da Escócia e Sta. Gertrudes - Sb 18, 14-16; 19, 6-9; Sl 104; Lc 18, 1-8-
Jesus contou aos discípulos uma parábola, para mostrar-lhes a necessidade de
rezar sempre, e nunca desistir, dizendo: “Numa cidade havia um juiz que não
temia a Deus, e não respeitava homem algum. Na mesma cidade havia uma viúva,
que vinha à procura do juiz, pedindo: “Faze-me justiça contra o meu
adversário!” Durante muito tempo, o juiz se recusou. Por fim, ele pensou: “Eu
não temo a Deus, e não respeito homem algum. Mas esta viúva já me está
aborrecendo. Vou fazer-lhe justiça, para que ela não venha agredir-me!” E o
Senhor acrescentou: “Escutai o que diz este juiz injusto. E Deus, não fará
justiça aos seus escolhidos, que dia e noite gritam por ele? Será que vai fazê-los
esperar? Eu vos digo que Deus lhes fará justiça bem depressa. Mas o Filho do
homem,
quando vier, será que ainda vai encontrar fé
sobre a terra?”
Recadinho:
- Rezo? - Em que momentos? - Em que situações? Em que consiste minha oração? - Procuro
pedir a Deus: o que é justo, de modo persistente, o que é para meu bem, e
deixando que “seja feita a sua vontade?” O juiz foi "dobrado", não por uma
decisão sua de corrigir seus atos, nem foi por persistência da viúva. Ele sabia
que a causa dela era justa. Mas foi a persistência da viúva que o levou a render-se
a suas súplicas! Persistência! Esta é uma das chaves de uma oração eficaz!
5256. Medjugorje
não pode ser assumida como verdadeira aparição! - Em orientação
divulgada no dia 06 de novembro de 2013, o Prefeito da Congregação para a
Doutrina da Fé, Dom Gerhard Müller, advertiu que as supostas aparições da Virgem
Maria aos videntes de Medjugorje não podem ser assumidas como verdadeiras. Ante
a proximidade de uma série de eventos nos Estados Unidos, com a participação de
Ivan Dragicevic, suposto vidente do Medjugorje, Dom Müller advertiu os Bispos
deste país que a posição da Igreja é que "não é possível estabelecer que
houve aparições ou revelações sobrenaturais". Através de uma carta enviada
ao Secretário Geral da Conferência de Bispos Católicos dos Estados Unidos, Dom
Ronny Jenkins, o Núncio Apostólico nesse país, o Arcebispo Carlo Maria Viganò,
a pedido de Dom Müller, informou que "um dos assim chamados videntes do
Medjugorje, o Sr. Ivan Dragicevic, estará presente em eventos em paróquias pelo
país e estará recebendo “aparições". Com o objetivo de "evitar
escândalo e confusão", Dom Viganò recordou aos Bispos que "os
clérigos e os fiéis não têm permissão para participar de reuniões, conferências
ou celebrações públicas durante as quais a credibilidade de tais “aparições”
seja afirmada". Na Carta, Dom Viganò assinalou aos Bispos americanos:
"Como vocês sabem bem, a Congregação para a Doutrina da Fé está com
processo de investigação sobre certos aspectos doutrinais e disciplinares do
fenômeno de Medjugorje. Por esta razão, a Congregação afirmou que, a respeito
da credibilidade da “aparição” em questão, todos devem aceitar a declaração,
com data 10 de abril de 1991, dos Bispos da ex-república da Iugoslávia, que
afirma: “sobre a base da investigação realizada, não é possível estabelecer que
houve aparições ou revelações sobrenaturais". A história destas aparições,
não reconhecidas oficialmente pela Igreja Católica, começou em 1981, no povoado
de Medjugorje, na atual Bosnia Herzegovina (parte da antiga Iugoslávia), onde
seis meninos disseram ter visto a Virgem Maria. O então sacerdote Tomislav
Vlasic, hoje afastado do estado clerical, apresentou-se como diretor espiritual
dos "videntes" e assinalou que a Virgem os visitou 40 mil vezes nos
últimos 28 anos! Embora as aparições não têm o reconhecimento oficial da Igreja
Católica, milhares de fiéis peregrinam anualmente ao lugar, e ali foi
construída uma igreja. Em março de 2010, a Igreja criou uma comissão internacional
de investigação sobre Medjugorje, sob a orientação da Congregação para a
Doutrina da Fé, composta por cardeais, bispos, peritos e experts, que trabalha
de maneira reservada no caso.
5257. Pelos
sacramentos somos missionários - “Os sacramentos nos impelem a ser
missionários. E o empenho apostólico de levar o Evangelho a todo ambiente,
mesmo naqueles mais hostis, constitui o fruto mais autêntico de uma assídua
vida sacramental, enquanto é participação na iniciativa salvífica de Deus, que
quer dar a todos a salvação”. (Papa Francisco, 06/novembro/2013)
Pe. Geraldo Rodrigues, CSsR

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