Nº 1175 - 16/09/2013
4977. Evangelho de 2ª feira (16-09-2013) - S. Cornélio Papa e S. Cipriano -1Tm2, 1-8; Sl 27; Lc 7, 1-10 -Quando acabou de falar ao povo que o escutava, Jesus entrou em Cafarnaum. Havia lá um oficial romano que tinha um empregado a quem estimava muito, e que estava doente, à beira da morte. O oficial ouviu falar de Jesus e enviou alguns anciãos dos judeus, para pedirem que Jesus viesse salvar seu empregado. Chegando onde Jesus estava, pediram-
lhe com insistência: “O oficial merece que lhe faças este favor, porque ele estima o nosso povo. Ele até nos construiu uma sinagoga”. Então Jesus pôs-se a caminho com eles. Quando, porém, já estava perto da casa, o oficial mandou alguns amigos dizerem a Jesus: “Senhor, não te incomodes, pois não sou digno de que entres em minha casa. Nem mesmo me achei digno de ir pessoalmente ao teu encontro. Mas ordena com a tua palavra, e o meu empregado ficará curado. Eu também estou debaixo de autoridade, mas tenho soldados que obedecem às minhas ordens. Se ordeno a um: “Vai!”, ele vai; e a outro: “Vem!”, ele vem; e ao meu empregado “Faze isto!”, e ele o faz”. Ouvindo isso, Jesus ficou admirado. Virou-se para a multidão que o seguia, e disse: “Eu vos
declaro que nem mesmo em Israel encontrei tamanha fé”. Os mensageiros voltaram para a casa do oficial e encontraram o empregado em perfeita saúde.
4977. Evangelho de 2ª feira (16-09-2013) - S. Cornélio Papa e S. Cipriano -1Tm2, 1-8; Sl 27; Lc 7, 1-10 -Quando acabou de falar ao povo que o escutava, Jesus entrou em Cafarnaum. Havia lá um oficial romano que tinha um empregado a quem estimava muito, e que estava doente, à beira da morte. O oficial ouviu falar de Jesus e enviou alguns anciãos dos judeus, para pedirem que Jesus viesse salvar seu empregado. Chegando onde Jesus estava, pediram-
lhe com insistência: “O oficial merece que lhe faças este favor, porque ele estima o nosso povo. Ele até nos construiu uma sinagoga”. Então Jesus pôs-se a caminho com eles. Quando, porém, já estava perto da casa, o oficial mandou alguns amigos dizerem a Jesus: “Senhor, não te incomodes, pois não sou digno de que entres em minha casa. Nem mesmo me achei digno de ir pessoalmente ao teu encontro. Mas ordena com a tua palavra, e o meu empregado ficará curado. Eu também estou debaixo de autoridade, mas tenho soldados que obedecem às minhas ordens. Se ordeno a um: “Vai!”, ele vai; e a outro: “Vem!”, ele vem; e ao meu empregado “Faze isto!”, e ele o faz”. Ouvindo isso, Jesus ficou admirado. Virou-se para a multidão que o seguia, e disse: “Eu vos
declaro que nem mesmo em Israel encontrei tamanha fé”. Os mensageiros voltaram para a casa do oficial e encontraram o empregado em perfeita saúde.
Recadinho: - Você tem consciência da bondade infinita de Deus? - Por que o mais importante é o ser e não o ter? - O que significa o consumismo para você?
- O que você pode fazer de concreto para aumentar sua fé? - Procura agir com humildade?
- O que você pode fazer de concreto para aumentar sua fé? - Procura agir com humildade?
4978. “O que cansa não é a caminhada; é a pressa de chegar ou não querer chegar!” - “No clássico da literatura universal, Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll, há uma cena em que Alice está perdida e, de repente, vê, no alto da árvore, um gato. Ela olha para ele e diz: "Você pode me ajudar?" Gato: "Sim, pois não". Alice: "Para onde vai essa estrada?" Gato: "Para onde você quer ir?" Alice: "Eu não sei, estou perdida". Gato: "Para quem não sabe para onde vai, qualquer caminho serve!" Nesta mesma obra, em outra cena Alice pergunta: “Onde fica a saída?" Gato: “Depende”. Alice: “De quê?” Gato: “Depende de para onde você quer ir”. Não é minha intenção nem tenho este direito de comparar a Vida Religiosa Consagrada com Alice, com o gato, nem com o fato de Alice estar perdida. O que gostaria de dizer é que, nas encruzilhadas da vida, “se o ser humano não sabe aonde quer chegar, qualquer direção parecerá certa” (LaoTsé). E ainda mais: "Nenhum vento sopra a favor de quem não sabe para onde ir" (Sêneca). Dizia meu pároco, de saudosa memória: “O que cansa não é a caminhada; é a pressa de chegar ou não querer chegar!” (Dom Pedro Brito Guimarães, presidente da Comissão Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagra da da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, por ocasião do dia da Vida Religiosa Consagrada, 18/agosto/2013)
4979. Bíblia - “As celebrações populares, as reuniões em grupos nas pequenas comunidades e os círculos bíblicos devem conduzir-nos, através da “leitura orante da Bíblia”, a um aprofundamento de fé que nos faça experimentar a presença de Deus nos “desertos” de nossas vidas. A reflexão em grupos é de suma importância para uma educação na fé, que aprofunde a vida e os caminhos de cada um de nós. As reflexões ajudam-nos a discernir a vontade de Deus em nossas vidas e nos aproximam da Palavra de Deus, que é luz em nosso caminhar. Todos nós necessitamos dessa luz para a nossa caminhada de fé e esperança”. (Dom Orani João Tempesta, O. Cist., Arcebispo do Rio de Janeiro (RJ).
4980. Pastoral das Favelas: 37 anos de história na Arquidiocese do Rio - Criada em 1976, por iniciativa do então Arcebispo do Rio de Janeiro, dom Eugenio Salles, a Pastoral das Favelas completa este ano 37 anos de existência. Sua trajetória é marcada pela preocupação da Igreja com os mais necessitados e na promoção da dignidade humana e cidadania em favor dos moradores das comunidades. Na década de 80, a Pastoral das Favelas criou associações de moradores e se empenhou em conscientizar as pessoas sobre o seu direito à cidadania e participação delas como forma de transformar a sociedade. A década de 90 foi marcada pelos diálogos com as ONGs e os poderes públicos. Além disso, cada comunidade ganhou uma capela.
A Pastoral continua atuante, apoiando os moradores carentes, visando à solução dos problemas de moradia
Pe. Geraldo Rodrigues, CSsR

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