Nº 1080 - 13/06/2013
4575. Evangelho
de 5ª-feira (13-06-2013) - Sto. Antônio de Pádua - 2Cor
3, 15-4, 1.3-6; Sl 84; Mt 5,20 – 26 - Jesus disse aos seus discípulos: “Se a
vossa justiça não for maior que a justiça dos mestres da Lei e dos fariseus,
vós não entrareis no Reino dos Céus. Vós ouvistes o que foi dito aos antigos:
“Não matarás! Quem matar será condenado pelo tribunal”. Eu, porém, vos digo:
todo aquele que se encoleriza com seu irmão será réu em juízo; quem disser ao
seu irmão: “patife!” será condenado pelo tribunal; quem chamar o irmão de
“tolo” será condenado ao fogo do inferno. Portanto, quando tu estiveres levando
a tua oferta para o altar, e ali te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa
contra ti, deixa a tua oferta ali diante do altar, e vai primeiro reconciliar-te
com o teu irmão. Só então vai apresentar a tua oferta. Procura reconciliar-te
com teu adversário, enquanto caminha contigo para o tribunal. Senão o
adversário te entregará ao juiz, o juiz te entregará ao oficial de justiça, e
tu serás jogado na prisão. Em verdade eu te digo: dali não sairás, enquanto não
pagares o último centavo”.
Recadinho: - O que adianta não matar o corpo de alguém mas
matar-lhe o sentido da vida? - Não nos dói profundamente quando machucam-nos o
coração? - Corro o risco de, com palavras ou no silêncio machucar alguém? - Sei
reconhecer e pedir perdão pelos meus erros? - O que mais nos prejudica, o egoísmo
ou o orgulho?
4576. Santo
Antônio - Santo Antônio de Pádua, doutor da Igreja, foi um
notável pregador, teólogo, confessor, protetor dos pobres e dos sofredores. Santo
Antônio, com sua vida e, especialmente, com seu fecundo apostolado, nos ensinou
o zelo evangélico. Seus ensinamentos são muito importantes também hoje, quando
a crise financeira e os graves desequilíbrios econômicos empobrecem não poucas pessoas
e criam condições de miséria. Antônio convidou várias vezes os fiéis a pensar na
verdadeira riqueza, a da cruz que, tornando bons e misericordiosos, faz
acumular tesouros para o Céu. Teve uma atividade apostólica tão intensa e eficaz,
na Itália e na França, que induziu muitas pessoas que se tinham afastado da
Igreja a reconsiderar a sua decisão”. (Bento XVI, 13/junho/2012)
4577. Fazer
o bem! - "Uma água turva e agitada não espelha a
face de quem sobre ela se debruça. Se queres que a face de Cristo, que te
protege, se espelhe em ti, sai do tumulto das coisas exteriores, seja tranquila
a tua alma e se não podes fazer grandes coisas, faça ao menos o que estiver na
medida de tuas forças. Certamente não ficarás sem recompensa!” (Sto. Antônio de
Pádua)
4578. Deus
tem compaixão de nós - “Jesus, com seus discípulos, está chegando a Naim,
uma aldeia da Galileia, no exato momento em que acontece um funeral: é o
enterro de um menino, filho único de uma mulher viúva. Jesus fixa o olhar na
mãe que chora. O evangelista Lucas diz: "Vendo-a, o Senhor foi movido de
grande compaixão por ela” (Lc 7, 11 - 17). Esta "compaixão" é o amor
de Deus pelo homem, é a misericórdia, ou seja a atitude de Deus em contato com
a miséria humana, com a nossa indigência, o nosso sofrimento, a nossa angústia.
O termo bíblico "compaixão" lembra o útero da mãe: a mãe, de fato,
experimenta uma reação toda particular diante da dor dos filhos. Assim nos ama
Deus, diz a Escritura. (Papa Francisco, 31/maio/2013)
4579.
Deus é pura misericórdia! - “Qual é o fruto do amor, da misericórdia de
Deus? É a vida! Jesus disse à viúva de Naim (Lc 7, 11-17): "Não
chores" e, em seguida, chamou o menino morto e o despertou como de um sono.
Achamos que isso é bonito: a misericórdia de Deus dá vida ao homem, o ressuscita
da morte. O Senhor nos olha sempre com misericórdia; não esqueçamos, nos olha
sempre com misericórdia, nos espera com misericórdia. Não tenhamos medo de
aproximar-nos Dele! Tem um coração misericordioso! Se nós lhe mostramos as nossas
feridas interiores, os nossos pecados, Ele sempre nos perdoa. É pura
misericórdia!” (Papa Francisco, 31/maio/2013)
4580.
Maria vivenciou ao máximo a compaixão! - “Voltemos nosso olhar
para a Virgem Maria: o seu coração imaculado, coração de mãe, vivenciou ao
máximo a “compaixão” de Deus, especialmente na hora da paixão e da morte de
Jesus. Que Maria nos ajude a ser mansos, humildes e misericordiosos com os
nossos irmãos”. (Papa Francisco, 31/maio/2013)
Pe. Geraldo Rodrigues, CSsR

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