ANTÔNIO BICARATO
Turma de 1952 de Brasília
Oblato Redentorista
Oblatos são exemplo de dedicação ao carisma redentorista
18/09/2012
DEDICAÇÃO | DETENTORES DO TÍTULO AJUDAM A PROPAGAR MISSÃO DA CONGREGAÇÃO
Deniele Simões
Identificar-se
com o carisma da Congregação do Santíssimo Redentor e estar disponível
para participar ativamente do espírito e da atividade missionária
redentorista. Esses são os requisitos básicos a ser preenchidos por quem
tem o desejo de atuar como oblato redentorista.
De acordo
com o membro do Secretariado Interprovincial de Espiritualidade
Redentorista (Sier), padre Vinícius Ponciano, C.Ss.R., os oblatos são
colaboradores permanentes ou temporários do apostolado redentorista e
podem ou não ser religiosos. “Participando da Igreja, assumem a sua
natureza missionária, sendo convocados para atender às mais diversas
urgências pastorais”, explica.
A grande
maioria dos oblatos redentoristas é de leigos, reconhecidos pela
Congregação por terem uma apurada sensibilidade. As características que
marcam essas pessoas são a participação ativa em suas comunidades por
meio de ações evangelizadoras, a disponibilidade para partilhar o que
têm com os mais necessitados e o auxílio às comunidades formativas, com
donativos ou orações em favor das vocações redentoristas.
Mineira
natural de Sacramento, Sandra Maria de Almeida é oblata desde março de
1990, quando recebeu o título por indicação do atual bispo de Jataí
(GO), dom José Luiz Majella Delgado. Em 65 anos de vida, dona Sandra
dedicou pelo menos 23 aos serviços voluntários no Seminário do
Santíssimo Redentor, em sua cidade. Nesse período, conquistou muitos
amigos e, apesar de a paróquia local não ser mais administrada pela
Congregação, continua dedicando suas orações aos redentoristas.
Sandra
destaca a simplicidade do carisma redentorista, que aproxima o povo dos
ensinamentos de Cristo por meio do trabalho acolhedor dos missionários.
“Sou redentorista para sempre e, assim, acompanho os trabalhos da
Congregação com orações e ajudo em algumas obras”, justifica.
Já o oblato
Antonio Bicarato recebeu o título em novembro de 1995, quando era
funcionário do setor administrativo da Editora Santuário, em Aparecida
(SP). Bicarato vive em Brasília (DF), mas continua nutrindo imenso amor
por tudo o que diz respeito à Congregação fundada por Santo Afonso Maria
de Ligório. “Desde que bebi das águas das fontes afonsianas,
encantei-me com os ideiais de vida desse homem, a meu ver, um dos
maiores na história recente da Igreja.”
O primeiro
contato com a obra redentorista aconteceu em 1952, durante uma missão
redentorista no distrito de Ermelino Matarazzo, em São Paulo (SP). O
trabalho dos missionários o atraiu para participar do seminário de
formação religiosa, onde ficou por 10 anos.
Hoje,
Bicarato sente falta dos encontros de oblatos que eram promovidos no
passado. “Penso que se poderia ressuscitá-los para reflexão, melhor
conhecimento do que significa ser oblato, troca de experiências,
aprofundamento da espiritualidade e carisma redentoristas, além de
convivência”, ressalta...
Fonte: Jornal Santuário de Aparecida

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