Nº 1058
- 22/05/2013
4475. Evangelho
de 4ª-feira (22-05-2013) - Sta. Rita de Cássia - Eclo
4, 12 - 22; Sl 118; Mc 9, 38 – 40 - João disse a Jesus: “Mestre, vimos um homem
expulsar demônios em teu nome. Mas nós o proibimos, porque ele não nos segue”.
Jesus disse: “Não o proibais, pois ninguém faz milagres em meu nome para depois
falar mal de mim. Quem não é contra nós é a nosso favor”.
Recadinho: - Às vezes querendo agir com perfeição, excluímos
e impedimos muitas pessoas de servir generosamente. É justo agir assim? - Em coisas secundárias, não é melhor agira com
compreensão e ver a boa vontade que encontramos em muitas pessoas? - Às vezes
não somos nós os bons que desanimamos diante de pequenas dificuldades que
encontramos? - Deus já não manifestou tanta compaixão para comigo ao longo de
minha vida? - Procuro fazer de meu coração uma verdadeira morada de Deus?
4476. Evangelizar! - “Ao
abrir-nos à ação do Espírito, somos instrumentos da misericórdia de Deus e de
sua ternura e amor por todos os homens e mulheres, principalmente os pobres, os
excluídos e os mais distantes. E esta, para os cristãos e para a Igreja, não é
uma missão facultativa, mas essencial”. (Papa Francisco, 17/maio/2013)
4477. Papa
Francisco: mais um gesto seu, de antes de ser Papa - No
dia 07 de maio de 2013, foi anunciado o lançamento, na Jornada Mundial da
Juventude no Rio de Janeiro, em julho/2013, da primeira biografia escrita e
publicada desde a escolha do novo Papa, de autoria da jornalista argentina Evangelina
Himitian, do jornal La Nación, intitulado “A vida de Francisco - o papa do
povo”. Em certa passagem ela narra que numa missa celebrada para familiares de
vítimas da violência, uma mulher que havia perdido a filha assassinada num
assalto, em 2011, rompeu em lágrimas. O então cardeal interrompeu as orações, sentou-se
a seu lado e a abraçou. O gesto sintetiza a visão do Papa sobre seu papel e o
sonho com uma Igreja humilde, comprometida em levar o Evangelho para além de
seus templos.
4478. Igreja
do Papa Francisco: Igreja das periferias do mundo - "Creio
que o Papa Francisco esteja dizendo coisas que são o essencial do cristianismo:
uma Igreja mais pobre, uma Igreja na qual os pobres tenham lugar, uma Igreja na
qual os pecadores se sintam acolhidos; as periferias do mundo se vejam olhadas
e amadas... Nós precisamos deste cristianismo simples, que é o cristianismo que
nos ensinou Jesus em sua forma de viver, encontrando todos pelas estradas da
Galileia, exposto, sem seguranças, sem proteções, anunciando a boa notícia e em
todos os lugares espalhando a confiança, a fé, a esperança na vida eterna em
Deus. Precisamos disso, e creio que o Papa Francisco esteja nos dando a todos estes sinais e isso nos alegra o coração”. (Enzo
Bianchi, Prior da Comunidade monástica de Bose, 02/maio/2013)
4479. O
anúncio do Evangelho: Cristo está vivo! - “Todos os cristãos
têm o dever de transmitir a fé com coragem. Todos os cristãos que recebem a fé
devem transmiti-la, proclamá-la com a vida e com a palavra!” Francisco contou
um episódio de sua infância, de como a fé foi transmitida através de sua avó,
quando o levava a participar da procissão da Sexta-feira Santa e lhe dizia:
“Jesus está morto, mas amanhã ressuscitará!” “A fé entrou assim: a fé em Cristo
morto e ressuscitado. Na história da Igreja, muitos tentaram encobrir esta
certeza, falando de uma ressurreição espiritual. Não, Cristo está vivo!” (Papa
Francisco, 03/maio/2013)
4480. A Igreja deve ser corajosa! - “Na Bíblia
lemos que Abraão e Moisés têm a coragem de “negociar com o Senhor”. Uma coragem
em favor dos outros, em favor da Igreja, que é necessária ainda hoje: Quando a
Igreja perde a coragem, entra na Igreja uma atmosfera morna. Os cristãos
mornos, sem coragem... Isso prejudica a Igreja, começam os problemas entre nós;
não temos horizontes, não temos coragem, nem a coragem da oração ao céu nem a
coragem de anunciar o Evangelho. Somos mornos...E não temos a coragem de
enfrentar nossos ciúmes, nossas invejas, o carreirismo, de avançar egoisticamente...
a Igreja deve ser corajosa!” (Papa Francisco, 03/maio/2013)
Pe. Geraldo Rodrigues, CSsR

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