3971. Evangelho de quarta-feira (23-01-2013) - Hb 7, 1-3.15-17; Sl 109; Mc 3, 1-6 - Jesus entrou de novo na sinagoga. Havia ali um homem com a mão seca. Alguns o observavam para ver se haveria de curar em dia de sábado, para poderem acusá-lo. Jesus disse ao homem da mão seca: “Levanta-te e fica aqui no meio!” E perguntou-lhes: “E permitido no sábado fazer o bem ou fazer o mal? Salvar uma vida ou deixá-la morrer?” Mas eles nada disseram. Jesus, então, olhou ao seu redor, cheio de ira e tristeza, porque eram duros de coração; e disse ao homem: “Estende a mão”. Ele a estendeu e a mão ficou curada. Ao saírem, os fariseus com os partidários de Herodes, imediatamente tramaram, contra Jesus, a maneira como haveriam de matá-lo.
Recadinho: - Não corremos o risco também nós de sermos exageradamente severos com nossos irmãos? - Não somos às vezes fariseus em nosso relacionamento para com os irmãos? - Procuro colocar a bondade e a generosidade acima de tudo? - Procuro ouvir a voz de meu coração? - Jesus veio nos trazer acima de tudo dignidade e esperança. São preocupações nossas também?
3972. Uso de crucifixo no local de trabalho! - A decisão foi divulgada em janeiro de 2013: O Tribunal Europeu para os Direitos Humanos condenou as autoridades britânicas por não terem protegido os direitos de uma funcionária da British Airways, submetida a medidas disciplinares porque queria usar um crucifixo durante o trabalho. Segundo a Corte, todavia, a proteção dos símbolos religiosos não é aplicada em casos específicos como em hospitais, quando usar um símbolo religioso pode colocar em perigo a segurança dos pacientes e dos agentes de saúde. O caso, que teve ampla repercussão na mídia, aconteceu em 2006, quando Neiva Eweida, funcionária do balcão de check-in da British Airways, foi demitida porque insistia em usar um crucifixo. O mesmo aconteceu com a enfermeira Shirley Chaplin, que foi afastada do hospital onde trabalhava pelo mesmo motivo. O caso suscitou debates, além de muitas críticas ao governo, especialmente por parte da Igreja Anglicana. No Tribunal, o governo alegou que proibir o uso do crucifixo não fere os direitos garantidos pelo artigo 9 da Declaração dos Direitos Humanos. Ao apresentar a defesa no Tribunal de Estrasburgo, os advogados defenderam que a liberdade religiosa tem seus limites no ambiente de trabalho, onde pode ser exigido um certo padrão de vestir. Além disto, o governo britânico defendeu que não houve nenhuma violação, visto que os empregadores ofereceram diversas alternativas às 2 mulheres, onde poderiam mostrar abertamente a cruz. Os advogados das mulheres, por suas vez, enfatizaram sobretudo a discriminação por parte dos colegas pertencentes a outras religiões, e que podiam usar símbolos religiosos de sua fé.
No Twiter, o Primeiro-ministro britânico, David Cameron, comentou: “Estou encantado que o princípio de usar símbolos religiosos no trabalho seja mantido. Não se pode sofrer discriminação por causa de crenças religiosas”. Já em julho de 2012 Cameron prometera introduzir uma legislação que permitisse ao indivíduo usar símbolos religiosos no trabalho em resposta ao caso.
No Twiter, o Primeiro-ministro britânico, David Cameron, comentou: “Estou encantado que o princípio de usar símbolos religiosos no trabalho seja mantido. Não se pode sofrer discriminação por causa de crenças religiosas”. Já em julho de 2012 Cameron prometera introduzir uma legislação que permitisse ao indivíduo usar símbolos religiosos no trabalho em resposta ao caso.
3973. "Cristo de Havana" abençoado em Cuba - No dia 03 de janeiro de 2013, o Cardeal-arcebispo de Havana, Jaime Ortega, abençoou a gigantesca imagem do “Cristo de Havana”, encravada na colina em frente à "Baía de Cuba". Participaram da inauguração o Núncio Apostólico de Cuba, Dom Bruno Musaró, diversos expoentes religiosos, além dos restauradores e responsáveis pelo Patrimônio Cultural cubano. Durante a cerimônia, o Cardeal Ortega chamou de “nova” esta escultura restaurada durante mais de um ano, pois considera como “novo este momento da história, muito diferente daquele quando ela foi colocada naquele lugar”. Acrescentou: “Vivemos em outro século, em um caminho que se renova cada vez mais em nossa pátria em diversos sentidos, inclusive na presença da fé religiosa na cultura do povo, na sua vida cotidiana e nas suas expressões culturais”.
A imagem, da escultora Jilma Madera, foi colocada na colina “La Cabaña”, no povoado de Casa Blanca, em 24 de dezembro de 1958, quinze dias antes de Fidel Castro chegar ao poder. Medindo 20 metros de altura e de 320 toneladas, está numa base de três metros. É formada por 67 partes que foram esculpidas em Roma e abençoadas pelo Papa Pio XII. Símbolo da capital cubana, o Cristo de Havana tem uma mão no peito e outra abençoando. Está em uma área com ampla visão da baía e da cidade. Possui um parque de diversões e é uma das atrações para os milhares de turistas que visitam anualmente a ilha.
Pe. Geraldo Rodrigues, CSsR


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