3630. Evangelho de segunda-feira (05-11-2012) - Fl 2, 1-4; Sl 130, 1.2.3; Lc 14, 12-14 - Jesus dizia ao chefe dos fariseus que o tinha convidado: “Quando deres um almoço ou um jantar, não convides teus amigos nem teus irmãos nem teus parentes nem teus vizinhos ricos. Pois estes poderiam também convidar-te e isto já seria a tua recompensa. Pelo contrário, quando deres uma festa, convida os pobres, os aleijados, os coxos, os cegos. Então serás feliz! Porque eles não te podem retribuir. Tu receberás a recompensa na ressurreição dos justos”.
Recadinho: - Dentro de minhas possibilidades procuro ser generoso para com meu próximo? - Mas também procuro ser prudente? - Sabe ser reconhecido para com as pessoas que lhe fazem algum favor? - Meus gestos de generosidade são sempre sem segundas intenções? - Sou agradecido a Deus que tanto me dá sem mérito algum de minha parte?
3631. Tivemos mais um dia 2 de novembro - O Dia de Finados é uma ocasião especial para fazermos memória dos parentes e amigos falecidos, em uma manifestação pública de afeto. Para os cristãos é também um momento especial de olhar para o futuro e ter o conforto de saber que o destino está em Deus e que a morte nada mais é do que o nascimento para a vida eterna. O Salvador ilumina o mistério da dor, quer pessoal, quer social. Cristo ensina a olhar a morte além da angústia e do medo. Ele venceu o lado angustiante da morte, através da sua Ressurreição. E, através da Ressurreição, foi possível abrir a porta da esperança para a eternidade. Cristo transformou a morte, que anteriormente era vista como um túnel escuro e sem saída, em uma passagem luminosa, um caminho para a Páscoa de cada um.
3632. Morte: realidade sempre presente - Quer queiramos ou não, a morte é uma realidade sempre presente em nossa vida. Sendo assim, “é necessário perceber que, em Cristo, a morte pode ser enfrentada e vencida. Apesar de ser uma experiência dolorosa, viver em comunhão com o Senhor permite que a morte final tome um significado novo. Certamente a morte continua dolorosa, ela nos desrespeita; mas, se no dia a dia aprendermos a viver unidos a Cristo e a vivenciar as pequenas mortes de cada momento em comunhão com Senhor que venceu a morte, a morte final será um ‘adormecer em Cristo’”. Dom Nelson Francelino, Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro (RJ)
3633. Pensemos sempre na morte - “Não queremos, irmãos, que ignoreis coisa alguma a respeito dos mortos, para que não vos entristeçais como os outros homens que não têm esperança. Se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim precisamos crer também que Deus levará, por Jesus e com Jesus, os que morreram”. “Consolai-vos, portanto, uns aos outros, com estas palavras”. (São Paulo, em sua primeira Carta aos Tessalonicenses, 4, 13-15 e 18).
3634. Junto aos mortos, celebrando a vida - “Em toda a liturgia do dia de Finados, a Igreja celebra a vida. Lembra-nos a derrota do último inimigo (1Cor 15, 26), pois viveremos no amor incomparável, no amor sem egoísmo, onde acontecerá a verdadeira partilha numa comunidade sem fronteiras e barreiras humanas, que tanto insistimos em levantar nesse nosso mundo. Nossa oração constante deve ser, então, sempre, de agradecimento pela vida que nossos irmãos e irmãs têm agora em abundância”.
(Dom Orani João Tempesta, Arcebispo do Rio de Janeiro (RJ).
3635. Testemunho de uma missão - Partindo da comemoração do dia de Finados, somos convidados a alargar o conceito de vida, reforçando a esperança de que um dia estaremos também nós diante do Pai. Esta é uma grande preocupação da Igreja Católica, que se faz presente nos cemitérios através de seus sacerdotes, diáconos, agentes da Pastoral das Exéquias e leigos consagrados. São celebradas missas e realizadas ações pastorais e há também muita assistência às famílias de pessoas falecidas. Destacamos o testemunho de um exemplo: A Arquidiocese do Rio de Janeiro possui mais de mil “Ministros da Consolação e Esperança”, que trabalham nos 19 cemitérios da cidade, levando esperança e consolação àqueles que perderam seus entes queridos. Como este, milhares de outros exemplos de caridade fraterna em momentos tão difíceis se encontram no mundo cristão. Aprendemos com uma antiga poesia indiana: " Eu pedi favores... e Deus me deu oportunidades de me sentir útil. Pedi Amor e Deus me deu pessoas com problemas para ajudar!"
Pe. Geraldo Rodrigues, CSsR

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