3501. Evangelho de segunda-feira (08-10-2012) - Gl 1, 6-12; Sl 110, 1-2.7-10; Lc 10, 25-37 - Naquele tempo, um mestre da Lei se levantou e, querendo pôr Jesus em dificuldade, perguntou: “Mestre, que devo fazer para receber em herança a vida eterna?”
Jesus lhe disse: “Que está escrito na Lei? Como lês?” Ele então respondeu: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração e com toda a tua alma, com toda a tua força e com toda a tua inteligência; e a teu próximo como a ti mesmo!” Jesus lhe disse: “Tu respondeste corretamente. Faze isso e viverás”. Ele, porém, querendo justificar-se, disse a Jesus: “E quem é o meu próximo?”
Jesus respondeu: “Certo homem descia de Jerusalém para Jericó e caiu nas mãos de assaltantes. Eles arrancaram-lhe tudo, espancaram-no, e foram-se embora deixando-o quase morto. Por acaso, um sacerdote estava descendo por aquele caminho. Quando viu o homem, seguiu adiante, pelo outro lado.
O mesmo aconteceu com um levita: chegou ao lugar, viu o homem e seguiu adiante, pelo outro lado. Mas um samaritano que estava viajando, chegou perto dele, viu e sentiu compaixão. Aproximou-se dele e fez curativos, derramando óleo e vinho nas feridas. Depois colocou o homem em seu próprio animal e levou-o a uma pensão, onde cuidou dele. No dia seguinte, pegou duas moedas de prata e entregou-as ao dono da pensão, recomendando: “Toma conta dele! Quando eu voltar, vou pagar o que tiveres gasto a mais”.
E Jesus perguntou: “Na tua opinião, qual dos três foi o próximo do homem que caiu nas mãos dos assaltantes?” Ele respondeu: “Aquele que usou de misericórdia para com ele”. Então Jesus lhe disse: “Vai e faze a mesma coisa”.
Jesus lhe disse: “Que está escrito na Lei? Como lês?” Ele então respondeu: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração e com toda a tua alma, com toda a tua força e com toda a tua inteligência; e a teu próximo como a ti mesmo!” Jesus lhe disse: “Tu respondeste corretamente. Faze isso e viverás”. Ele, porém, querendo justificar-se, disse a Jesus: “E quem é o meu próximo?”
Jesus respondeu: “Certo homem descia de Jerusalém para Jericó e caiu nas mãos de assaltantes. Eles arrancaram-lhe tudo, espancaram-no, e foram-se embora deixando-o quase morto. Por acaso, um sacerdote estava descendo por aquele caminho. Quando viu o homem, seguiu adiante, pelo outro lado.
O mesmo aconteceu com um levita: chegou ao lugar, viu o homem e seguiu adiante, pelo outro lado. Mas um samaritano que estava viajando, chegou perto dele, viu e sentiu compaixão. Aproximou-se dele e fez curativos, derramando óleo e vinho nas feridas. Depois colocou o homem em seu próprio animal e levou-o a uma pensão, onde cuidou dele. No dia seguinte, pegou duas moedas de prata e entregou-as ao dono da pensão, recomendando: “Toma conta dele! Quando eu voltar, vou pagar o que tiveres gasto a mais”.
E Jesus perguntou: “Na tua opinião, qual dos três foi o próximo do homem que caiu nas mãos dos assaltantes?” Ele respondeu: “Aquele que usou de misericórdia para com ele”. Então Jesus lhe disse: “Vai e faze a mesma coisa”.
Recadinho: - Quem é meu próximo? - Quem está mais próximo de mim, quem me ajuda ou quem precisa de minha ajuda? - Quanto é generoso meu coração? - Corro algum risco de alguma vez desprezar alguém? - É verdade que... é tão bom ser bom?
3502. Novos Doutores da Igreja - Ontem, dia 7 de outubro de 2012, o Papa Bento XVI proclamou doutores da Igreja o espanhol São João d’Ávila (1499-1569) e a alemã Santa Hildegarda de Bingen (1098-1179), definidos como “duas grandes testemunhas” da fé.
Lembrou o Papa que eles viveram períodos históricos e ambientes culturais bastante diferentes: “João, sacerdote diocesano nos anos do Renascimento espanhol, participou da árdua tarefa de renovação cultural e religiosa da Igreja e da unidade social nos albores da modernidade”.
“Hildegarda foi uma monja beneditina vivida no coração da Idade Média, autêntica mestre de Teologia e profunda estudiosa de ciências naturais e música”. Para Bento XVI, “a santidade da vida e a profundidade da doutrina destes dois santos os fazem perenemente atuais”, principalmente à luz do projeto de nova evangelização, ao qual é dedicada a Assembleia Ordinária do Sínodo dos Bispos, inaugurada ontem.
Lembrou o Papa que eles viveram períodos históricos e ambientes culturais bastante diferentes: “João, sacerdote diocesano nos anos do Renascimento espanhol, participou da árdua tarefa de renovação cultural e religiosa da Igreja e da unidade social nos albores da modernidade”.
“Hildegarda foi uma monja beneditina vivida no coração da Idade Média, autêntica mestre de Teologia e profunda estudiosa de ciências naturais e música”. Para Bento XVI, “a santidade da vida e a profundidade da doutrina destes dois santos os fazem perenemente atuais”, principalmente à luz do projeto de nova evangelização, ao qual é dedicada a Assembleia Ordinária do Sínodo dos Bispos, inaugurada ontem.
3503. Igreja nos Estados Unidos celebra mês da vida - Neste mês de outubro, a Igreja Católica nos Estados Unidos celebra o “Mês do Respeito da Vida”, com uma série de iniciativas para a promoção da defesa da vida, afirmando o valor e o respeito pela dignidade do ser humano. Neste ano a celebração tem como tema "A fé nos abre os olhos à vida humana em toda a sua amplidão e beleza".
O Presidente do Comitê para as atividades pró-vida do episcopado estadunidense, Cardeal Daniel N. DiNardo, observou que o tema remete ao início do Ano da Fé (11 de outubro) e ao tema da paz: "Os laços entre a fé, a dignidade intrínseca e os direitos dos seres humanos”. Uma sociedade justa e pacífica, foram compreendidos também pelos padres fundadores dos Estados Unidos, e esses princípios morais de base forjaram por milênios a civilização. Todavia, nas últimas décadas muitas pessoas que influenciam a política pública promoveram diversas exceções a esses princípios".
Inúmeras são as questões que preocupam o episcopado: as práticas abortivas, a luta contra a pobreza e a discriminação, o fim da vida, a tutela do matrimônio e a pena de morte fazem parte dos pontos de reflexão sobre os quais se concentra a iniciativa, iniciada em 1972, e que foi levada adiante em cerca de 200 arquidioceses e dioceses.
O Presidente do Comitê para as atividades pró-vida do episcopado estadunidense, Cardeal Daniel N. DiNardo, observou que o tema remete ao início do Ano da Fé (11 de outubro) e ao tema da paz: "Os laços entre a fé, a dignidade intrínseca e os direitos dos seres humanos”. Uma sociedade justa e pacífica, foram compreendidos também pelos padres fundadores dos Estados Unidos, e esses princípios morais de base forjaram por milênios a civilização. Todavia, nas últimas décadas muitas pessoas que influenciam a política pública promoveram diversas exceções a esses princípios".
Inúmeras são as questões que preocupam o episcopado: as práticas abortivas, a luta contra a pobreza e a discriminação, o fim da vida, a tutela do matrimônio e a pena de morte fazem parte dos pontos de reflexão sobre os quais se concentra a iniciativa, iniciada em 1972, e que foi levada adiante em cerca de 200 arquidioceses e dioceses.
Pe. Geraldo Rodrigues, CSsR
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