3289. Evangelho de quinta-feira (16-08-2012) - Sto. Estêvão da Hungria - Ez 12, 1-12; Sl 77, 56-59.61- 62; Mt 18, 21 – 19, 1 - Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou: “Senhor, quantas vezes devo perdoar, se meu irmão pecar contra mim? Até sete vezes?” Jesus respondeu: “Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete. Porque o Reino dos Céus é como um rei que resolveu acertar as contas com seus empregados. Quando começou o acerto, trouxeram-lhe um que lhe devia uma enorme fortuna.
Como o empregado não tivesse com que pagar, o patrão mandou que fosse vendido como escravo, junto com a mulher e os filhos e tudo o que possuía, para que pagasse a dívida. O empregado, porém, caiu aos pés do patrão, e, prostrado, suplicava: “Dá-me um prazo! e eu te pagarei tudo”.
Diante disso, o patrão teve compaixão, soltou o empregado e perdoou-lhe a dívida. Ao sair dali, aquele empregado encontrou um dos seus companheiros que lhe devia apenas cem moedas. Ele o agarrou e começou a sufocá-lo, dizendo: “Paga o que me deves”.
O companheiro, caindo aos seus pés, suplicava: “Dá-me um prazo! e eu te pagarei”. Mas o empregado não quis saber disso. Saiu e mandou jogá-lo na prisão, até que pagasse o que devia. Vendo o que havia acontecido, os outros empregados ficaram muitos tristes, procuraram o patrão e lhe contaram tudo.
Então o patrão mandou chamá-lo e lhe disse: “Empregado perverso, eu te perdoei toda a tua dívida, porque tu me suplicaste. Não devias tu também, ter compaixão do teu companheiro, como eu tive compaixão de ti?”
O patrão indignou-se e mandou entregar aquele empregado aos torturadores, até que pagasse toda a sua dívida. É assim que o meu Pai que está nos céus fará convosco, se cada um não perdoar de coração ao seu irmão”. Ao terminar estes discursos, Jesus deixou a Galiléia e veio para o território da Judéia além
do Jordão.
Como o empregado não tivesse com que pagar, o patrão mandou que fosse vendido como escravo, junto com a mulher e os filhos e tudo o que possuía, para que pagasse a dívida. O empregado, porém, caiu aos pés do patrão, e, prostrado, suplicava: “Dá-me um prazo! e eu te pagarei tudo”.
Diante disso, o patrão teve compaixão, soltou o empregado e perdoou-lhe a dívida. Ao sair dali, aquele empregado encontrou um dos seus companheiros que lhe devia apenas cem moedas. Ele o agarrou e começou a sufocá-lo, dizendo: “Paga o que me deves”.
O companheiro, caindo aos seus pés, suplicava: “Dá-me um prazo! e eu te pagarei”. Mas o empregado não quis saber disso. Saiu e mandou jogá-lo na prisão, até que pagasse o que devia. Vendo o que havia acontecido, os outros empregados ficaram muitos tristes, procuraram o patrão e lhe contaram tudo.
Então o patrão mandou chamá-lo e lhe disse: “Empregado perverso, eu te perdoei toda a tua dívida, porque tu me suplicaste. Não devias tu também, ter compaixão do teu companheiro, como eu tive compaixão de ti?”
O patrão indignou-se e mandou entregar aquele empregado aos torturadores, até que pagasse toda a sua dívida. É assim que o meu Pai que está nos céus fará convosco, se cada um não perdoar de coração ao seu irmão”. Ao terminar estes discursos, Jesus deixou a Galiléia e veio para o território da Judéia além
do Jordão.
Recadinho: - Procuro compreender os que erram? - O que faço por eles? - Faço parte daqueles que contribuem para estragar mais ainda a vida dos que erram! - Perdoo na esperança de que meu próximo empregará os meios necessários para sair do erro? - Como fica minha situação quando rezo o Pai
Nosso: “...perdoai-nos, assim como nos perdoamos...” ( Mt 6, 12).
Nosso: “...perdoai-nos, assim como nos perdoamos...” ( Mt 6, 12).
3290. Olimpíadas 1960 - Papa João XXIII - “Ao longo das competições olímpicas vocês darão a todos um exemplo de competição saudável, sem inveja e espírito de discórdia. Darão exemplo na luta que mostrará a constância e alegria serenas. Mostrarão modéstia também nos sucessos e serão tenazes nas dificuldades. Vocês se revelarão verdadeiros atletas e revelarão aos inúmeros espectadores a verdade do velho provérbio: “Mente sã, corpo são”. (Papa João XXIII aos atletas de 83 nações que foram a Roma para as Olimpíadas, 24 de agosto de 1960).
3291. Olimpíadas 1976 - Papa Paulo VI - “Que a esfera das virtudes naturais entrem naquela dos exercícios físicos e confira a eles um valor humano superior, aquele moral, até atingir aquele social, internacional, fazendo das Olimpíadas uma celebração da amizade entre os povos, uma festa de paz”
(Papa Paulo VI, em 18 de julho de 1976, por ocasião das Olímpiadas de Montreal).
(Papa Paulo VI, em 18 de julho de 1976, por ocasião das Olímpiadas de Montreal).
3292. Olimpíadas 1982 - Papa João Paulo II - “Como manifestação do agir do homem, o esporte deve ser uma escola autêntica e uma experiência contínua de lealdade, sinceridade, fair-play, sacrifício, coragem, tenacidade, solidariedade, desinteresse, respeito! Quando, nas competições esportivas, vencem a violência, a injustiça, a fraude, a sede de vitória, as pressões econômicas e políticas, as discriminações, então o esporte passa a ser um instrumento de força e dinheiro”. (Papa João Paulo II, em 27 de maio de 1982, aos líderes do Comitê Olímpico Internacional).
3293. Olimpíadas 2012 - Papa Bento XVI - “As Olimpíadas são o maior evento esportivo mundial ao qual participam atletas de muitíssimas nações e, como tal, reveste-se de um forte valor simbólico. Por isso a Igreja Católica olha para as Olimpíadas com particular simpatia e atenção. Rezemos para que, de
acordo com a vontade de Deus, os Jogos de Londres 2012 sejam uma verdadeira experiência de fraternidade entre os povos da Terra”.
acordo com a vontade de Deus, os Jogos de Londres 2012 sejam uma verdadeira experiência de fraternidade entre os povos da Terra”.
Pe. Geraldo Rodrigues, CSsR
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