2280. Evangelho de quinta-feira (15-12-2011) - Is 54,1-10; Sl 29, 2.4. 5-6. 11-13b; Lc 7, 24-30 - Depois que os mensageiros de João partiram, Jesus começou a falar sobre João às multidões: “Que fostes ver no deserto? Um caniço agitado pelo vento? Que fostes ver? Um homem vestido de roupas finas? Ora, os que se vestem com roupas preciosas e vivem no luxo estão nos palácios dos reis. Então, que fostes ver? Um profeta? Eu vos afirmo que sim, e alguém que é mais do que um profeta. É de João que está escrito: ‘Eis que eu envio o meu mensageiro à tua frente; ele vai preparar o meu caminho diante de ti’. Eu vos digo: entre os nascidos de mulher, ninguém é maior do que João. No entanto, o menor no Reino de Deus é maior do que ele. Todo o povo ouviu e até mesmo os cobradores de impostos reconheceram a justiça de Deus, e receberam o batismo de João. Mas os fariseus e os mestres da Lei, rejeitando o batismo de João, tornaram inútil para si mesmos o projeto de Deus”.
Recadinho: - Você sabe elogiar os que merecem elogio? - Elogiar quem merece não é também questão de justiça? - Por outro lado, tomamos cuidado com os falsos elogios? - Procura cumprir com dedicação as tarefas que Deus lhe dá? - Reagimos negativamente se alguém de modo fraterno nos sugere algo ou faz alguma observação sobre nosso modo de agir?
2281. Movimento no Santuário Nacional - Conforme dados estatísticos fornecidos pelo Santuário Nacional de Aparecida, nos dias de semana de 05 a 09 de dezembro/11, circularam pelo Santuário 44.476 visitantes. No sábado, 10 de dezembro, visitaram o Santuário 111.492 pessoas e, no domingo, 11 de dezembro, o número foi de 169.587 peregrinos. A previsão para o próximo fim de semana é o Santuário Nacional receber 99.419 pessoas no sábado, dia 17 de dezembro; e 130.268 no domingo, dia 18 de dezembro.
2282. Mulheres: triste realidade - Frisou Michelle Bachelet, Diretora Executiva da “ONU Mulheres”: "A violência contra mulher afeta continuamente os nossos países e em alguns casos ficam na absoluta impunidade. Mais de 60 milhões de jovens se casam contra vontade e 140 milhões de mulheres e meninas são vítimas de infibulação. Além disso, mais de 600 mil mulheres e meninas são vítimas do tráfico de seres humanos, a maior parte para exploração sexual". A Diretora Executiva da “ONU Mulheres” pediu aos Governos do mundo que assumam suas responsabilidades, promovendo ações concretas, transparentes e compromissos sérios. A primeira medida da agenda política prevê a ratificação de tratados internacionais e regionais que protejam os direitos de mulheres e meninas, e adotem leis que acabem com a impunidade e indenizem as vítimas da violência. A medida pede também
intervenções rápidas de segurança, proteção e apoio psicológico e assistência jurídica gratuita às vítimas.
2283. Situação das mulheres: ações da União Europeia - No dia 25 de novembro de 2011, a União Europeia (UE) reforçou seu compromisso de seguir combatendo a violência contra as mulheres, tanto dentro como fora das suas fronteiras. A declaração surgiu no contexto do Dia Internacional da Eliminação da Violência contra a Mulher. Na mensagem, destacou-se que uma em cada três mulheres sofrerá algum tipo de abuso ou violência sexual ao longo de sua vida e que, a cada ano, milhares de mulheres e meninas são vítimas do tráfico humano com fins de exploração sexual. “Esse é um outro tipo de escravidão”, lê-se no documento. Em nota divulgada, a União Europeia esclarece que tomou medidas para combater essas violações de direitos humanos, como o endurecimento da legislação contra o tráfico de seres humanos.
2284. BBC de Londres aboliu a terminologia "antes e depois de Cristo" - A caminho do Natal de 2011, a BBC inglesa, uma das maiores redes de comunicação do mundo, fez uma mudança de terminologia nas suas transmissões radiofônicas que suscitou críticas da Igreja Católica. A empresa decidiu não usar mais os termos “antes e depois de Cristo” para indicações de datas. Em substituição, serão usados “antes e depois da era comum”. A mudança proposta pela BBC não faz alterações no calendário, mas na terminologia. A historiadora Lucetta Scaraffia, que faz parte do grupo editorial do jornal vaticano L’Osservatore Romano, chamou o gesto de “hipócrita” e acusou-o de “negar a função historicamente revolucionária da vinda de Cristo à Terra”.
Pe. Geraldo Rodrigues, CSsR

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