O verão ainda não chegou, mas o tempo está muito quente. As águas começam a tombar da atmosfera saturada com atraso, evidentemente. Para muitos já choveu o bastante, o suficiente, mas a natureza ressecada ainda necessita de muita chuva, pois, as nascentes das águas sofrem a escassez.
Para os que moram em um país tropical é sinal de final de ano.
Neste final de ano, os alunos das Unidades Escolares não agüentam mais sair de casa todos os dias e se encaminhar para o recinto escolar onde se encontram com os colegas de sempre...
O final de ano é caótico, pois todos estão exaustos, quer alunos, quer professores, quer funcionários. Todos querem dar um basta nas atividades cotidianas, para relaxar, para descansar, para desestressar, para descongestionar...
Enquanto cada um descansa, as atenções se voltam para o ano que está por vir. Trata-se do ano dois mil e doze o qual não se encontra muito distante, mas que a passos largos vai se aproximando. Para muitos será um ano de muitas realizações, de alegrias e de vicissitudes, enquanto para outros, de escusas e recusas, de tristezas e de amortecimentos, de escassez de sorte.
Quanto mais se avança para o final do ano, o calor é mais intenso e as águas fluem volumosas.
Sentindo calor e engolindo água haveremos de celebrar a grande festa da cristandade: o Natal.
Natal é festa dos cristãos quando o Menino Deus vem ao mundo na cidade de Belém, a casa do pão. É o carinho de Deus pelos mais pequeninos. É a festa do amor.
O Filho de Deus deveria nascer num berço de ouro, mas tudo se deu ao contrário: um pedaço de madeira talhado , onde os animais se alimentavam, tornou-se sua cama.
Sua mãe O colocou em um coxo que para os cristãos e para o mundo significou: “serei comida para todos aqueles que crerem em mim”.
Nunca passou pela ideia daquele que construiu a manjedoura, que ela serviria de maternidade para uma mulher que concebeu em seu ventre um menino por obra do Espírito Santo, cujo fruto seria o Redentor do mundo.
Quem talhou aquele tronco de árvore, nunca imaginou que serviria de aconchego, para aquele que mudaria a história e que, a partir de então, o mundo passaria a ter vida nova. Deus tornar-se-ia muito próximo a nós.
Neste ano que finda, quando as atividades escolares estão se encerrando, as nuvens nimbos escondendo o sol no maior tempo do dia e a precipitação pluviométrica prometendo abundância, a mídia mostrará famílias e famílias, perdendo tudo o que construíram durante a vida, deixando para trás a felicidade das festas que se aproximam para comemorá-las de outra forma.
Em cada continente, as formas de vivências são diferentes bem como as festas. As religiões professadas, por uns e outros, ditam normas que direcionam suas vidas. É por isso que, em vez de alegria, a tristeza; em vez de opulência, a pobreza; em vez de calma, a turbulência e a escravização.
Pouquíssimas são as pessoas que fazem do Natal um momento de alegria. Infelizmente, ele é mais festejado pelo comércio que pelas pessoas.
Que o Menino Jesus não seja colocado somente em um arbusto talhado, mas no coração de cada um que tem a missão de transformar a terra em pão.
Prof. Adilson José Cunha
25/11/2011
Para os que moram em um país tropical é sinal de final de ano.
Neste final de ano, os alunos das Unidades Escolares não agüentam mais sair de casa todos os dias e se encaminhar para o recinto escolar onde se encontram com os colegas de sempre...
O final de ano é caótico, pois todos estão exaustos, quer alunos, quer professores, quer funcionários. Todos querem dar um basta nas atividades cotidianas, para relaxar, para descansar, para desestressar, para descongestionar...
Enquanto cada um descansa, as atenções se voltam para o ano que está por vir. Trata-se do ano dois mil e doze o qual não se encontra muito distante, mas que a passos largos vai se aproximando. Para muitos será um ano de muitas realizações, de alegrias e de vicissitudes, enquanto para outros, de escusas e recusas, de tristezas e de amortecimentos, de escassez de sorte.
Quanto mais se avança para o final do ano, o calor é mais intenso e as águas fluem volumosas.
Sentindo calor e engolindo água haveremos de celebrar a grande festa da cristandade: o Natal.
Natal é festa dos cristãos quando o Menino Deus vem ao mundo na cidade de Belém, a casa do pão. É o carinho de Deus pelos mais pequeninos. É a festa do amor.
O Filho de Deus deveria nascer num berço de ouro, mas tudo se deu ao contrário: um pedaço de madeira talhado , onde os animais se alimentavam, tornou-se sua cama.
Sua mãe O colocou em um coxo que para os cristãos e para o mundo significou: “serei comida para todos aqueles que crerem em mim”.
Nunca passou pela ideia daquele que construiu a manjedoura, que ela serviria de maternidade para uma mulher que concebeu em seu ventre um menino por obra do Espírito Santo, cujo fruto seria o Redentor do mundo.
Quem talhou aquele tronco de árvore, nunca imaginou que serviria de aconchego, para aquele que mudaria a história e que, a partir de então, o mundo passaria a ter vida nova. Deus tornar-se-ia muito próximo a nós.
Neste ano que finda, quando as atividades escolares estão se encerrando, as nuvens nimbos escondendo o sol no maior tempo do dia e a precipitação pluviométrica prometendo abundância, a mídia mostrará famílias e famílias, perdendo tudo o que construíram durante a vida, deixando para trás a felicidade das festas que se aproximam para comemorá-las de outra forma.
Em cada continente, as formas de vivências são diferentes bem como as festas. As religiões professadas, por uns e outros, ditam normas que direcionam suas vidas. É por isso que, em vez de alegria, a tristeza; em vez de opulência, a pobreza; em vez de calma, a turbulência e a escravização.
Pouquíssimas são as pessoas que fazem do Natal um momento de alegria. Infelizmente, ele é mais festejado pelo comércio que pelas pessoas.
Que o Menino Jesus não seja colocado somente em um arbusto talhado, mas no coração de cada um que tem a missão de transformar a terra em pão.
Prof. Adilson José Cunha
25/11/2011

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