Mais um redentorista vai ao encontro da grei alfonsiana....
Que descanse em paz, PADRE ANTÔNIO BORGES CSsR, que desde 23 de maio estava em coma no hospital...
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| PADRE ANTÔNIO BORGES DE SOUSA CSsR |
PADRE ANTÔNIO BORGES DE SOUZA
BIOGRAFIA
O Missionário, redentorista Pe. Antônio Borges de Souza nasceu a 07/09/1921, na Fazenda Borá, em Sacramento/MG. Seus pais: Claudionor Alves de Souza e Dulcina Borges de Souza. Tiveram cinco filhos. Pe. Borges é o quarto filho do casal. Entrou para o Seminário Santo Afonso, em Aparecida, no dia 27/11/1935, onde terminou os estudos em dezembro de 1941. Fez o Noviciado em Pindamonhangaba, durante o ano de 1942, onde fez sua Profissão na CSSR, a 02/02/1943. O Seminário Maior foi feito em Tietê, onde fez a Profissão Perpétua a 02/02/1947. Foi Ordenado Sacerdote no dia 28/12/1947, em Tietê, por D. José Carlos de Aguirre, Bispo de Sorocaba.
Cantou sua Primeira Missa Solene em Sacramento, no dia 03/01/1949, iniciando seu apostolado como Professor no Seminário Santo Afonso, em Aparecida. Aí ficou um ano.
Em 1950 foi transferido como Prefeito e Professor no Pré-Seminário São José, em Campinas, Goiânia-GO.
Em 1951 foi trabalhar na Paróquia e Santuário do Divino Pai Eterno, Trindade GO. Em 1952, morou na Penha, em São Paulo, trabalhando nas Missões. Em 1953, morou em Pindamonhangaba, onde era auxiliar do Mestre de Noviços e também Missionário. Em 1954 foi transferido para Aparecida, como Professor e Diretor Espiritual dos Seminaristas.
Daí passou para o Pré-Seminário da Pedrinha, em Guaratinguetá. Aí ficou até 1958. Em 1959 foi nomeado Diretor do Seminário de Santíssimo Redentor, em Sacramento/MG, ficando no cargo até 1964. Foi Pe. Borges que, de 1959 a 1973 construiu o prédio novo do Seminário, no Bairro do Rosário. Foi um trabalho imenso, que Pe. Borges realizou com todo carinho e dedicação. Durante os anos de 1974 e 1975 foi Diretor do Seminário São Geraldo, no Potim, dedicando-se à formação dos futuros Irmãos Coadjutores.
No primeiro semestre de 1976 trabalhou na Basílica de Aparecida com os romeiros. No segundo semestre foi transferido para Garça/SP, como Vigário Cooperador da paróquia de São Pedro. Aí ficou até fins de 1978. Em 1979, foi transferido para a Diocese de Rubiataba-GO, trabalhando como Pároco do Mundo Novo GO. Em 1980 foi transferido para Aruanã-GO, como Pároco. Em 1994 foi transferido para Matrinchã-GO, como Pároco desde 1997.
Desde 1979 trabalha na Diocese de Rubiataba-GO, mas continua adscrito à Província de São Paulo. Além de ter construído o Seminário de Sacramento, hoje mosteiro, Pe. Borges, por onde tem passado, construiu também belas Igrejas. No dia 02/02/1993, celebrou seu Jubileu de Ouro de Profissão Religiosa na CSSR. Sacerdote muito piedoso, sempre tem mostrado, por onde a Providência de Deus o levou, um grande e filial amor a Nossa Senhora. Participou ativamente do Movimento do Focolare. Dia 28/12/1997 celebrou seu Jubileu de Ouro de Ordenação Sacerdotal e na mesma data em 2007, 60 anos.
Pe. Antônio permaneceu na Paróquia de Rubiataba por vinte anos. Atualmente Pe. Antônio trabalha na Paróquia de Trindade em Goiás onde construiu a Igreja do Pe. Pelágio e onde se encontra os restos mortais de Pe. Pelágio. Trata-se de um templo de oração admirado por todos que o visitam. A conclusão dessa igreja é o recebimento de uma graça atribuída ao próprio Pe. Pelágio conforme relata o Pe. Antônio executor e responsável pela obra.
O Padre Antônio ainda desenvolve um trabalho de construção do convento das irmãs que tem como carisma a Adoração Perpétua. Nesse sentido de doação dedicam a missão de recuperação de dependentes químicos (trata-se de uma congregação nova, porém de grande número de postulantes no Brasil).
Pe. Antônio se recupera de uma lesão na cabeça do fêmur que obrigou a colocar uma prótese. A sua recuperação surpreende os médicos, brevemente deixará o andador e não interrompeu o seu trabalho que executa com a ajuda das irmãos da Redenção, e sua secretária, Irmã Deuzelina. Para fazermos a conclusão desta pequena biografia conversamos com o Pe. Antônio que demonstrou ótima disposição e boa saúde.
Retirado da Biografia elaborada por Pe Peixoto de São Paulo. Ed. nº 18 nov/dez de 1997 da Revista Destaque IN.
Muito obrigado, Padre Walmir, pela informação!

DO NOSSO COLEGA ANTÔNIO BICARATO:
ResponderExcluirMais um redentorista no céu!
Desde que conheci pe. Borges nos anos 50, ele era tido como uma pessoa santa. Sua fala mansa, seu olhar calmo, seus gestos brandos transmitiam paz, irradiavam paz. Certamente muita paz era o que enchia seu coração, por isso dele transbordava. Nunca o vi dizer uma palavra mais brusca. Com essa calma, aliás a calma do autêntico mineiro, não deixou de ser uma pessoa de realizações. Na sua simplicidade, na sua bondade conquistava corações e deles então se tornava fácil tirar o que precisava para suas obras. Nada para si, tudo para os outros, para o irmão mais necessitado, para uma capelinha (São Lázaro, no Bairro da Pedrinha), um Seminário em Sacramento, igreja do pe. Pelagio... Mas, a meu ver, o que mais o caracterizava era seu amor dócil, filial à Mãe do Céu. Como lídimo filho de santo Afonso, nunca deixava de falar de Nossa Senhora. Por isso, a estas alturas, tenho certeza: ele já foi acolhido carinhosamente pela Mãe de Jesus, que o apresentou a Deus Pai como verdadeiro devoto e filho seu.
Roga por nós, querido pe. Borges. Com a luz de teu olhar bondoso guia no bom caminho a todos os que tiveram a ventura de te conhecer. Amém!
Bicarato.
DO NOSSO COLEGA CARLOS FELÍCIO:
ResponderExcluirum homem diferente,
carrego um pedaço seu na minha vida: Sonego, Borges, Fernandes, Pedrinha, que timão
e eu que nunca ganhei bala por bom comportamento
e invejava os ardores espirituais do Luiz Gonzaga e escolhi de madrinha de sacerdocio a Alzira do pudim o diferente,
um beijo na sua testa, Borginho.
rogue, rogue por mim,
ja que os outros estão em melhor situação e
vivam as chagas de São Lázaro!
e acho que o borginho aprovaria o Carlinhos, o dom, o aposentado, o que citou 27 vezes a uneser na missa do Libardi, como guia dos transviados, daqueles que adotaram a transvia, para lá e para cá, da Uneser
Borginho, peça que o Espírito ilumine a direção da Uneser
cumprimente o Sonego e o Fernandes (vivo?)
e sugira ao Pai que a cssr aproveite caras bons da Uneser para esparramar os tentáculos de Afonso, e os há tantos, e são tantos que me envergonho de nao estar no meio deles.
obrigado, borginho.
Caro Carlos Felício....
ResponderExcluirSolidário de modo amplo e total com suas palavras(há uma pequena exceção que mostro no fim!) e que repicam as do Bicarato...
Convivemos com ele na velha casa da Pedrinha...
Em 1957, quando lá estive, já dizíamos entre nós...o SANTO PADRE BORGES!
Sim, aquele que nos atendia como diretor espiritual e confessor...o professor de Religião!
Por uma coincidência bonita, parece-me que seu quarto era o mesmo onde passou a ficar nosso estimado Padre Libárdi nos encontros da Uneser na Pedrinha.
O Padre Fernandes contava as histórias do matuto Joaquim Bentinho, de Cornélio Pires....
O Padre Furlani, sempre de mangas arregaçadas de sua sotaina, nos incentivava a levar as pedras do ribeirão para construir a casa e a piscina e para o basculante branco do "seu" Geraldo...
E o Padre Brandão acompanhava silenciosamente tudo....
-Cadê o Padre Borges? - alguém perguntava....
-Pegou o cavalo e foi para São Lázaro - era a resposta que vinha.
Com certeza ele está no rol dos santos....concluiu a última palavra daquele ideal que curtíamos:
SER PADRE, MISSIONÁRIO, REDENTORISTA, SANTO!
Como sempre temos algumas divergências, vai uma em contestação a algo que escreveu:
"...são tantos(os caras bons da Uneser) que me envergonho de não estar no meio deles..."
Discordo inteiramente disso.....
Quando você debate por aqui, frequenta reuniões e participa dos nossos encontros de Mairinque....com toda certeza você também é um dos "caras" bons.....e tenho orgulho de estar em sua companhia neste grupo que nunca deixa de ser REDENTORISTA....
Um forte abraço!
Ierárdi
(Tampinha II)
DO NOSSO COLEGA ANTÔNIO BICARATO:
ResponderExcluirCaro Felício:
Não blasfeme mais não, porque blasfêmia não tem perdão. Se você se diz não estar entre os da UNESER, que direi eu, que praticamente nada faço por ela e até agora só usufruí de seus encontros e da amizade dos companheiros? De mais a mais, todas as vezes que participei de algum encontro ou retiro e lá encontrei o Cláudio, sempre vi você a seu lado.
Que são "Borginho" interceda por nós!
Dom Carlinhos: Ouvindo e vendo o entusiasmo com que falava da UNESER na missa do Libardi, pe. Ulysses cochichou ao meu ouvido: "Olha aí o novo diretor da UNESER!"
Da missa do Libardi, tirei uma conclusão: É muito grande, é de muita responsabilidade o legado que pe. Libardi deixou para nós, seus amigos da UNESER: Numa Igreja tão necessitada de "mão de obra", é mais que hora de arregaçarmos as mangas e nos colocarmos totalmente disponíveis para as frentes de trabalho. Os talentos recebidos nos anos de seminário não podem ficar enterrados. Felizmente, há tantos dos nossos que vivem plenamente engajados. Deixemos - incluo-me interiamante nesse deixeMOS - "caudas de cardeiais" de lado e "peguemos no cabo da enxada!". Tenho certeza de que, a estas alturas, ele, pe. Libardi, já conversou um bocado com o pai Afonso e nos vai inspirar novos planos. Força eu tenho certeza de que nos dará mais agora do dava quando estava em nosso meio.
Um abraço.
Bicarato.