21 DE MAIO – SANTO DO DIA E DOIS BEATOS NO BRASIL
FUNDADOR DOS OBLATOS DE MARIA
Carlos Eugênio (1782-1861) foi um dos mais notáveis personagens da Igreja do seu tempo. Seu pai ocupou cargos importantes no governo francês. Mas sofreu as conseqüências da revolução francesa, devendo perambular com a família por várias cidades da França.
Após ordenado padre em 1811, atuou como missionário popular. Alguns anos depois, fundou a Congregação dos "Missionários Oblatos de Maria Imaculada", tendo como objetivo, pregar Missões Populares.
Outra importante atividade pastoral foi a organização e direção da diocese de Marselha, da qual foi eleito bispo e arcebispo. Construiu a catedral e criou mais de vinte paróquias na região.
Preocupado sempre com a pobreza, promoveu numerosas obras sociais e Irmandades religiosas em sua diocese. Priorizou o apostolado no meio dos idosos, da juventude e das crianças.
Recebeu o título de Senador, pelo muito que trabalhou no campo da ação social e religiosa. Graças à sua influência, conseguiu implantar e fazer florescer sua Congregação Religiosa nos países da Europa, Estados Unidos, Canadá, África do Sul, Ceilão e vários Estados do Brasil.
DOIS BEM-AVENTURADOS DO BRASIL
Dia 24 de maio de 1924 Pe. Manoel Gonzales e seu coroinha Adílio Daronch foram mortos “por ódio à Fé” quando se dirigiam para uma comunidade perto de Nonoai, no Rio Grande do Sul. Estavaam a caminho do Regimento do Alto Uruguai para fazer a páscoa dos militares. Depois iriam até a colônia Três Passos, para atender os colonos de origem alemã.
Quando chegaram a um local chamado “Feijão Miúdo”, os revolucionários os cercaram. Primeiro amarraram o padre numa árvore e, após maltrata-lo, mataram-no a tiros. Em seguida, seu coroinha para que não os denunciasse.
O beato Pe. Manoel nasceu na Espanha e veio para o Brasil em 1913. Chegando aqui, foi encaminhado para a paróquia de Soledade no Rio Grande do Sul, que abrangia várias comunidades, inclusive Nononai.
O beato Adílio Daronch nasceu perto de Cachoeira do Sul. Era coroinha do Pe. Manoel. Acompanhava-o nas visitas s comunidades do interior, inclusive a dos índios Kaingang. Além de servir n Altar, Adílio e outros colegas, eram alunos da escola fundada pelo padre.
Ambos foram beatificados em 2007.
PADRE CLÓVIS DE JESUS BOVO CSsR
Recomende este site aos seus amigos:


Nenhum comentário:
Postar um comentário
Obrigado por comentar. Sua participação é muito importante para nós. Deixe seu e-mail para podermos lhe contatar.