Nº 0286 11/04/2011
1222. Evangelho de segunda-feira (11-04-2011) - 1ª leit Dn 13, 41c-62; Sl 22; Jo 8, 1-11 - Jesus foi para o monte das Oliveiras. De madrugada, voltou de novo ao Templo. Todo o povo se reuniu em volta dele.
Sentando-se, começou a ensiná-los. Entretanto, os mestres da Lei e os fariseus trouxeram uma mulher surpreendida em adultério. Levando-a para o meio deles, disseram a Jesus: “Mestre, esta mulher foi surpreendida em flagrante adultério. Moisés na Lei mandou apedrejar tais mulheres. Que dizes tu?” Perguntavam isso para experimentar Jesus e para terem motivo de o acusar. Mas Jesus, inclinando-se, começou a escrever com o dedo no chão. Como persistissem em interrogá-lo, Jesus ergueu-se e disse: “Quem dentre vós não tiver pecado, seja o primeiro a atirar-lhe uma pedra”. E tornando a inclinar-se, continuou a escrever no chão. E eles, ouvindo o que Jesus falou, foram saindo um a um, a começar pelos mais velhos; e Jesus ficou sozinho, com a mulher que estava lá, no meio, em pé. Então Jesus se levantou e disse: “Mulher, onde estão eles? Ninguém te condenou?” Ela respondeu: “Ninguém, Senhor”. Então Jesus lhe disse: “Eu, também, não te condeno. Podes ir, e de agora em diante não peques mais”.
Recadinho: - Você procura ser igualmente justo com todos? Você perdoa? Sempre? Você usa de bondade e misericórdia para com seu próximo? Em sua comunidade há pessoas que são humilhadas e desprezadas? Somos fáceis em julgar nosso próximo. Você procura estar atento a este risco?
1223. A tragédia do dia 7 de abril/11, no Rio de Janeiro (RJ) - No ataque que chocou o país, foram atingidos 24 adolescentes, deles, 12 foram mortos. Em nosso sistema, desde criança somos estimulados a brincar com jogos que simulam matanças e temos nas televisões e cinemas filmes com muita violência. Muitas vezes, uma pessoa iniciando, desencadeiam-se reações semelhantes. Será que nosso sociedade será capaz de ações preventivas imediatas, sérias e rigorosas para evitar mais casos iguais a este? Estamos banalizando por demais o crime e a impunidade. As tragédias se repetem, como se multiplica o número de representantes nossos que são, eles próprios, verdadeiras tragédias! Descasos para com a sociedade, formação de quadrinha, corrupção... e nada acontece! Pior. São aumentados seus privilégios, seu prestígio, protegidos por requintada segurança e, pior ainda, polpudos salários e regalias, muitas vezes extensivos a familiares, amigos e companheiros, tudo pago com o suor da sociedade trabalhadora. Já se disse que “quando os que mandam perdem a vergonha, os que obedecem perdem o respeito!” E o Brasil não acorda! Será que o país fez bem aprovando em plebiscito a continuidade de venda de armas?! Vídeos na internet ensinam a usar armas. E ter aulas de tiro em escolas é simples: bastar levar RG e CPF para se fazer a inscrição. Não se pede autorização para porte de armas, nem comprovação de antecedentes criminais e muito menos se exige teste psicológico. Há até escolas que aceitam menores de idade, se acompanhados do responsável. “Jesus, convertei nossos corações para que saibamos trabalhar por um mundo redimido, transformado, um mundo onde as famílias sejam unidas, as crianças possam se alegrar, brincar e estudar, um mundo, enfim, onde todos juntos constroem incessantemente a paz”.
1224. Sexta-Feira Santa: Dia de oração pelas vítimas da violência - A iniciativa é dos bispos da Colômbia. Eles apresentaram ao Congresso Nacional e à imprensa daquele país a próxima Jornada Nacional de Oração pelas Vítimas da Violência, convocada pelo presidente da Conferência Episcopal da Colômbia para a Sexta-Feira Santa, dia 22 de abril/11. Com o ato, os bispos pedem ao Parlamento uma legislação eficaz para proteger as vítimas da violência. Convidam todos os católicos e colombianos de boa vontade a meditarem profundamente sobre os sofrimentos e a realidade destas pessoas, e animam os políticos a “ouvirem o clamor do povo colombiano e legislarem com responsabilidade social e, em consciência, em favor das vítimas”. A “Lei das Vítimas” está em tramitação no Congresso da Colômbia. Frisam os bispos que “a Igreja não propõe soluções políticas de nenhum partido, mas acompanhará com atenção o processo legislativo e continuará trabalhando para que os direitos dos pobres e dos cidadãos mais vulneráveis sejam
reconhecidos e eficazmente tutelados”.
PADRE JOSÉ GERALDO RODRIGUES CSsR
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