CONSAGRAÇÃO À NOSSA SENHORA APARECIDA NA VOZ DO PADRE VITOR COELHO CSsR

Ó MARIA SANTÍSSIMA, PELOS MÉRITOS DO SENHOR JESUS CRISTO QUE EM VOSSA IMAGEM MILAGROSA DE APARECIDA ESPALHAIS INÚMEROS BENEFÍCIOS SOBRE O BRASIL, EU, EMBORA INDIGNO DE PERTENCER AO NÚMERO DOS VOSSOS SERVOS, MAS DESEJANDO PARTICIPAR DOS BENEFÍCIOS DA VOSSA MISERICÓRDIA, PROSTRADO A VOSSOS PÉS, CONSAGRO-VOS O ENTENDIMENTO, PARA QUE SEMPRE PENSE NO AMOR QUE MERECEIS. CONSAGRO-VOS A LÍNGUA, PARA QUE SEMPRE VOS LOUVE E PROPAGUE A VOSSA DEVOÇÃO.CONSAGRO-VOS O CORAÇÃO, PARA QUE, DEPOIS DE DEUS, VOS AME SOBRE TODAS AS COUSAS.RECEBEI-NOS, Ó RAINHA INCOMPARÁVEL, QUE NOSSO CRISTO CRUCIFICADO DEU-NOS POR MÃE, NO DITOSO NÚMERO DOS VOSSOS SERVOS. ACOLHEI-NOS DEBAIXO DA VOSSA PROTEÇÃO. SOCORREI-NOS EM NOSSAS NECESSIDADES ESPIRITUAIS E TEMPORAIS E, SOBRETUDO, NA HORA DA NOSSA MORTE. ABENÇOAI-NOS Ó MÃE CELESTIAL, E COM VOSSA PODEROSA INTERCESSÃO FORTALECEI-NOS EM NOSSA FRAQUEZA, A FIM DE QUE, SERVINDO-VOS FIELMENTE NESTA VIDA, POSSAMOS LOUVAR-VOS, AMAR-VOS E RENDER-VOS GRAÇAS NO CÉU, POR TODA A ETERNIDADE. ASSIM SEJA! ...PELA INTERCESSÃO DE NOSSA SENHORA APARECIDA, RAINHA E PADROEIRA DO BRASIL, A BÊNÇÃO DE DEUS ONIPOTENTE, PAI, FILHO E ESPÍRITO SANTO, DESÇA SOBRE VÓS E PERMANEÇA SEMPRE.AMÉM!

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17 de abril de 2011

Homilia do Domingo de Ramos (17.04.11)

PADRE LUIZ CARLOS - DOM DAMASCENO - DOM FRÉ

Padre Luiz Carlos de Oliveira CSsR

“Bendito o que vem!”

Festa para nosso Deus!
                A liturgia da Igreja, na celebração da Semana Santa, recebeu influências da liturgia do século IV, de Jerusalém. Esta é chamada de mãe e mestra de liturgia. Tem a característica geográfica. Celebra as festas ligadas ao lugar onde ocorreram os fatos. Procura reproduzi-las nos gestos e palavras. Deste modo celebrava a memória do Senhor, tornando presente seu mistério e sua força de redenção. A Procissão de Ramos é feita de Betfagé a Jerusalém. Pude participar dela. É magnífica, sobretudo pela fé e entusiasmo demonstrados pelos cristãos de origem palestina, cantando em latim e árabe: “Canta Sião (Jerusalém) a teu Salvador”! A liturgia de hoje tem dois momentos: a festiva procissão e a missa voltada já para a Paixão. Esse duplo momento quer significar a glória da Ressurreição à qual Jesus chegou por sua Paixão. A procissão nos traz a figura do rei pacífico que vem montado em um jumentinho, como fez Davi e Salomão (1Rs 1,38), diferente da glória dos reis. O rei de Israel glorioso era Deus e não o homem que governava. Jesus entra na humildade e na mansidão. Por isso conquista o favor do povo. Os ramos são símbolo deste acolhimento ritual. Ele vem para trazer a paz. O grito de hosana toca à divindade. A cidade, em seus chefes, O recusa. A liturgia nesta primeira parte da celebração ensina-nos que o cristianismo é festivo, alegre e feliz. É uma fé a ser levada para a grande multidão. Não podemos nos satisfazer com uma vida entre quatro paredes, num culto fechado. Ele deve invadir as multidões alegres por pertencerem a Cristo e a seu Reino. Nosso povo é vibrante e alegre no futebol, no carnaval, nas brincadeiras de sue cotididano. Podemos lembrar as visitas do Papa. O povo sabe cantar, movimentar-se. Por que engessar a fé numa liturgia distante do povo? Será que se liga com Deus que ama o povo? Jesus disse aos chefes que pediam que mandasse as crianças se calarem: “Se calarem, as pedras gritarão” (Lc. 19,40). Precisamos de uma fé menos carola e mais cristã comprometida com a vida, com a alegria e com o povo sofredor que sabe ser alegre.
O Servo sofredor
               A liturgia passa, a seguir, à missa, na qual se tem o clima sério da Paixão, não triste, pois Ele está vivo. O profeta Isaias dá-nos uma visão do sofrimento de Cristo, numa profecia misteriosa. Um escolhido de Deus, o Servo sofredor, passa pelo sofrimento, mas não se sente destruído, pois está firme Nele. Paulo, aos Filipenses (2,6-11) nos oferece a visão da humilhação de Cristo que O conduz à glorificação. Este sacrifício de Cristo, a humilhação, nos traz a vida nova (prefácio). Os sofrimentos de Cristo não são um fim em si, mas um caminho para a glória.
As pedras gritarão
               Não podemos calar nossa fé em Cristo, mesmo no sofrimento, pois é aí que vivemos o fundamental da união a Ele. Sendo Deus, esvaziou-se e assumiu a forma de escravo... até a morte de cruz (Fl 5,11). Unido aos seus sofrimentos participamos de sua vida e da redenção que nos trouxe. Aprendemos a viver este mistério, ouvindo a Palavra, como “abriu os ouvidos”, assimilando-a para que se torne vida. Se não ocorrer esta união a Ele,  não seremos testemunhas. Deste modo, Deus pega as pedras e elas glorificam seu nome. Participar da missa é unir-se ao Cristo que se oferece ao Pai pelo mundo (Pe.Gregório Lutz).
Leituras: Procissão: Mt 21,1-11;Missa: Is 50,4-7; Sl 21; Fl 2,6-11; Mt 27,11-54;

1. A liturgia de Jerusalém, no século IV, tornou-se modelo para toda a Igreja. É geográfica, isto é, feita nos lugares em que aconteceram os fatos. Faz memória para tornar presente o mistério celebrado. A celebração tem dois momentos: um festivo e outro compenetrado: a procissão e a missa. Lembramos Cristo rei que vem a sua cidade e sua Paixão que conduz à Ressurreição. Isto nos ensina a ter um cristianismo alegre que vai para o meio do povo alegre, mesmo no sofrimento.

2.Temos diante dos olhos a figura do Servo Sofredor mostrado por Isaias e realizado em Cristo. Ele passa pelo sofrimento para chegar à glória, como ensina Paulo aos Filipenses.

3.Não podemos calar nossa fé, mesmo diante dos sofrimentos. Assim vivemos sua dimensão de entrega. Aprendemos a viver este mistério abrindo os ouvidos para ouvir sua Palavra. Participar da missa é unir-se ao Cristo que se oferece ao Pai pelo mundo.

         O rei que deu certo. 

Jesus, nesta Semana Santa, embaralha a cabeça da gente. Entra na cidade de Jerusalém numa festa adoidada com uma multidão que o colocou no trono da glória. O povo conhece a verdade e não esconde. Bendito o que em e nome do Senhor! Maravilha! Esta é a primeira parte da missa de hoje.
Depois que acaba a procissão, calam-se a alegrias, e ouvimos uma missa séria, contando os sofrimentos e morte de Jesus. Por que estes dois sentimentos? Podemos responder: Mostra glória da vitória de Jesus que vem depois de sua morte.
Ele foi rei na entrada da cidade, rei na cruz (estava coroado), rei na ressurreição. E aí, para sempre. A palavra rei não é boa, mas por enquanto fica.

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