Nº 0268 24/03/2011
1160. Evangelho de quinta-feira (24-03-2011) - 1ª leit Jr 17, 5-10; Sl 1, 1-4 e 6; Lc 16, 19-31 - Jesus disse aos fariseus: “Havia um homem rico, que se vestia com roupas finas e elegantes e fazia festas esplêndidas todos os dias. Um pobre, chamado Lázaro, cheio de feridas, estava no chão, à porta do rico. Ele queria matar a fome com as sobras que caíam da mesa do rico. E, além disso, vinham os cachorros lamber suas feridas. Quando o pobre morreu, os anjos levaram-no para junto de Abraão. Morreu também o rico e foi enterrado. Na região dos mortos, no meio dos tormentos, o rico levantou os olhos e viu de longe a Abraão, com Lázaro ao seu lado. Então gritou: ‘Pai Abraão, tem piedade de mim! Manda Lázaro molhar a ponta do dedo para me refrescar a língua, porque sofro muito nestas chamas’. Mas Abraão respondeu: ‘Filho, lembra-te de que recebeste teus bens durante a vida e Lázaro, por sua vez, os males. Agora, porém, ele encontra aqui consolo e tu és atormentado. E, além disso, há grande abismo entre nós: por mais que alguém desejasse, não poderia passar daqui para junto de vós, e nem os daí poderiam atravessar até nós’. O rico insistiu: ‘Pai, eu te suplico, manda Lázaro à casa de meu pai, porque eu tenho cinco irmãos. Manda preveni-los, para que não venham também eles para este lugar de tormento’. Mas Abraão respondeu: ‘Eles têm Moisés e os profetas, que os escutem!’ O rico insistiu: ‘Não, Pai Abraão, mas se um dos mortos for até eles, certamente vão se converter’. Mas Abraão lhe disse: ‘Se não escutam a Moisés, nem aos Profetas, eles não acreditarão, mesmo que alguém ressuscite dos mortos”’.
Recadinho: O evangelista diz que o rico morreu e também ele foi enterrado! Talvez tentasse um jeito de “ficar vivo para semente”, como diz o povo! A morte é o limite! Depois disso, virá o prêmio, sem dúvida. Mas para quem o merece! Que ninguém se iluda! Enquanto temos tempo, façamos o bem.
1161. Sentença da corte a favor dos crucifixos é uma vitória para a Europa - O Presidente do Conselho de Conferências Episcopais da Europa, cardeal Péter Erdo, assinalou que a sentença da Corte Européia de Direitos humanos a favor da presença dos crucifixos nas escolas públicas, dada no dia 18 de março/11, constitui acima de tudo uma vitória para a Europa. Em suas declarações divulgadas após a sentença inapelável da Corte sobre o caso de uma mãe que processou a Itália por considerar que o crucifixo era uma violação ao seu direito de educar suas filhas de acordo com suas convicções, o Cardeal afirmou que "a sentença de agora é um sinal de bom senso, sabedoria e liberdade". Continuou o Cardeal: Com a sentença “foi escrita uma página da história. Abriu-se uma esperança não só para os cristãos, mas para todos os cidadãos europeus, crentes e leigos, que estavam profundamente golpeados pela sentença de 3 de novembro de 2009 (contra o crucifixo) e que estavam preocupados ante procedimentos que tendem a desmoronar uma grande cultura como a cristã e a minar em definitiva a própria identidade". Na opinião arcebispo de Esztergom, de Budapeste, na Hungria, "considerar a presença do crucifixo no espaço público como contrária aos direitos do homem seria negar a própria idéia da Europa. Sem o crucifixo a Europa que hoje conhecemos não existiria. Por este motivo a sentença é sobre tudo uma vitória para a Europa". Com a sentença, os juízes reconheceram que a cultura dos direitos do homem não deve excluir à força a civilização cristã".
1162. Campanha da Fraternidade - Nosso testemunho de vida - Em carta dirigida a seus diocesanos destacou dom Guilherme Antonio Werlang, bispo da diocese de Ipameri (MG): “Temos que, profeticamente, denunciar e enfrentar o atual sistema econômico de produção, de acúmulo, distribuição e acesso às riquezas e bens de criação. Trata-se de “um modelo e sistema perverso porque privilegia poucos, deixa muitos na mais absoluta miséria e é gerador de morte. Pela Campanha da Fraternidade deste ano, somos convocados a anunciar a “Boa Nova”, testemunhando um estilo de vida mais simples, austero e solidário, mais fiel à verdade e à caridade. A Igreja não pode calar diante de um sistema que põe o lucro e o capital como finalidade e referência de tudo e a vida a serviço destes objetivos”.
PADRE JOSÉ GERALDO RODRIGUES CSsR
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