Nº 0264 20/03/2011
1143. Evangelho de domingo (20-03-2011) - 1ª leit Gn 12, 1-4ª; Sl 32, 4-5. 18-20. 22; 2ª leit 2Tm 1, 8b-10; Mt 17, 1-9 - Um dia, Jesus chamou Pedro, Tiago e seu irmão João, foi com eles para um lugar afastado, a um monte alto. E lá se transfigurou diante deles: seu rosto ficou brilhante como o sol e suas vestes brancas como a luz. Apareceram Moisés e Elias e falavam com Jesus. Pedro, tomando a palavra, disse a Jesus: - Senhor, como é bom estarmos aqui! Se quiseres, farei aqui três tendas: uma para ti, outra para Moisés e outra Elias. Pedro ainda estava falando quando uma nuvem luminosa os envolveu. Do meio da nuvem saiu uma voz que dizia: - Este é o meu Filho muito amado, em quem ponho a minha complacência. Ouçam-no! Os discípulos, quando ouviram estas palavras, caíram com o rosto em terra e ficaram cheios de grande medo. Mas Jesus aproximou-se deles, tocou-lhes nos ombros e disse-lhes: - Levantem-se! Não tenham medo! E eles ergueram os olhos e não viram mais ninguém, a não ser Jesus. Quando desciam do monte, Jesus lhes deu uma ordem: - Não contem a ninguém essa visão, enquanto o Filho do Homem não ressuscitar dos mortos.
Recadinho: A glória é uma coroa dos que sofrem e o sofrimento neste mundo é a condição para se alcançar a glória celeste! É duro. É difícil. Mas é o caminho. (Veja no site PPS e E-book do Evangelho: www.aparecidadasaguas.com)
1144. Corte européia decidiu: os crucifixos permanecerão nas escolas públicas - A Corte Européia de Direitos humanos, com sede em Estrasburgo (na França), decidiu, no dia 18 de março/11, em uma sentença inapelável, que os crucifixos podem permanecer nas escolas públicas. Esta sentença foi promulgada logo depois da posição favorável aos crucifixos na Itália e na Áustria, após sentenças da Corte Suprema de Cassação, no primeiro caso, e da Corte Constitucional, no segundo. Com a resolução de agora, a Corte Européia estabelece que "não existe violação do artigo 2 do protocolo N° 1 (direito à educação) da Convenção Européia de Direitos humanos". Este artigo se refere à obrigação do estado, "no exercício de suas funções em relação à educação, a respeitar o direito dos pais de educar os seus filhos de acordo com suas convicções religiosas e filosóficas". A sentença da Corte indica que "embora o crucifixo seja acima de tudo um símbolo religioso, não há evidência, para a Corte, de que sua exposição em uma parede de uma sala de aula influencie os alunos". "Além disso, diz a resolução, embora se compreenda que a demandante tenha visto que esta exposição do crucifixo nas salas de aula a que assistiam suas filhas como uma falta de respeito do Estado a seu direito de educar conforme suas próprias convicções filosóficas, sua percepção subjetiva não foi suficiente para estabelecer uma violação do artigo 2 do protocolo 1".
1145. Crucifixos permanecerão 02 - Tudo começou na Itália - A sentença recorda que o governo italiano explicou, em sua apelação, que "a presença dos crucifixos nas escolas públicas corresponde a uma tradição que consideram importante perpetuar". Do mesmo modo, as autoridades da Itália ressaltaram que o crucifixo não é apenas um símbolo religioso, mas "representa os princípios e valores que formaram os alicerces da democracia e da civilização ocidental e que sua presença nas classes é justificável a este respeito". A Corte Européia de Direitos humanos aceitou a apelação apresentada pelo governo da Itália, no 28 de janeiro de 2010, logo depois que, em novembro de 2009, decidira que os crucifixos não deviam estar nas salas de aula das escolas. A resolução de novembro de 2009 dava razão a uma mãe de família de duas alunas que alegava que os crucifixos "não correspondiam" à forma que suas filhas deveriam ser educadas. Diante desta decisão, o governo da Itália defendeu a presença dos crucifixos nas salas de aula dos colégios públicos, como um símbolo que representa as raízes cristãs do país.
1146. Quaresma - “O consumismo converteu-se na ‘nova religião’ do homem moderno. A meta absoluta consiste em possuir e gozar: eis a sua doutrina! Para isso, é necessário trabalhar e ganhar dinheiro: eis a sua ética e os seus valores! As grandes superfícies são as novas catedrais: eis os seus lugares de culto! Os praticantes acodem à sua compra semanal: eis o preceito de fim de semana! Vivem com devoção intensa as grandes festas (Natal, Ano Novo, férias, casamentos, dia dos pais, das mães, dos namorados...)... Temos de tudo e carecemos de paz e de alegria interior!” ( J. A. Pagola).
PADRE JOSÉ GERALDO RODRIGUES CSsR
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