CONSAGRAÇÃO À NOSSA SENHORA APARECIDA NA VOZ DO PADRE VITOR COELHO CSsR

Ó MARIA SANTÍSSIMA, PELOS MÉRITOS DO SENHOR JESUS CRISTO QUE EM VOSSA IMAGEM MILAGROSA DE APARECIDA ESPALHAIS INÚMEROS BENEFÍCIOS SOBRE O BRASIL, EU, EMBORA INDIGNO DE PERTENCER AO NÚMERO DOS VOSSOS SERVOS, MAS DESEJANDO PARTICIPAR DOS BENEFÍCIOS DA VOSSA MISERICÓRDIA, PROSTRADO A VOSSOS PÉS, CONSAGRO-VOS O ENTENDIMENTO, PARA QUE SEMPRE PENSE NO AMOR QUE MERECEIS. CONSAGRO-VOS A LÍNGUA, PARA QUE SEMPRE VOS LOUVE E PROPAGUE A VOSSA DEVOÇÃO.CONSAGRO-VOS O CORAÇÃO, PARA QUE, DEPOIS DE DEUS, VOS AME SOBRE TODAS AS COUSAS.RECEBEI-NOS, Ó RAINHA INCOMPARÁVEL, QUE NOSSO CRISTO CRUCIFICADO DEU-NOS POR MÃE, NO DITOSO NÚMERO DOS VOSSOS SERVOS. ACOLHEI-NOS DEBAIXO DA VOSSA PROTEÇÃO. SOCORREI-NOS EM NOSSAS NECESSIDADES ESPIRITUAIS E TEMPORAIS E, SOBRETUDO, NA HORA DA NOSSA MORTE. ABENÇOAI-NOS Ó MÃE CELESTIAL, E COM VOSSA PODEROSA INTERCESSÃO FORTALECEI-NOS EM NOSSA FRAQUEZA, A FIM DE QUE, SERVINDO-VOS FIELMENTE NESTA VIDA, POSSAMOS LOUVAR-VOS, AMAR-VOS E RENDER-VOS GRAÇAS NO CÉU, POR TODA A ETERNIDADE. ASSIM SEJA! ...PELA INTERCESSÃO DE NOSSA SENHORA APARECIDA, RAINHA E PADROEIRA DO BRASIL, A BÊNÇÃO DE DEUS ONIPOTENTE, PAI, FILHO E ESPÍRITO SANTO, DESÇA SOBRE VÓS E PERMANEÇA SEMPRE.AMÉM!

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18 de março de 2011

REMEMORANDO REDENTORISTAS - IR.Leopoldo Goldenwijk CSsR

Ir.Leopoldo (Johannes Antonius) Goldenwijk, CSsR
Falecido em Nijmegen, Holanda - 18-03-1991 (90 anos)

O Irmão Leopoldo chegou ao Brasil em 1934. Como membro da então Vice-Província do Rio de Janeiro, trabalhou ali em diversas casas, em diversas funções: sacristão, porteiro, cozinheiro, construtor até 1949. Ele construiu uma parte do Convento de Campos-RJ.
Em 1949 foi transferido para a nossa fundação em Garanhuns-PE e a partir daí seu maior empenho foi a construção do nosso primeiro convento nesta região nordestina. Fazia pouco tempo que o Irmão voltara das férias na Holanda e no comportamento dele notava-se uma terrível saudade da família com a qual era muito ligado. Para reprimir violentamente aqueles sentimentos, o Irmão Leopoldo começou a murar o nosso terreno em Garanhuns.
Isto foi feito numa marcha tão acelerada e com tanta explosão de energia que o povo e nós todos ficamos surpreendidos com os resultados visíveis, pois ele sentava diariamente um milheiro de tijolos!
Desde aquele tempo o muro do Convento de Garanhuns teve o nome de “muro da saudade”.
Depois, o Irmão construiu a Matriz provisória que, após a construção da atual Igreja, poderia eventualmente servir de salão para reuniões. Irmão Leopoldo era um pedreiro muito competente e tinha as qualidades de construtor. Foi ele quem fez a planta da Igreja de São João, perto de Garanhuns. Naqueles primeiros tempos, construiu também uma casa em Garanhuns, para as duas moças, Lia e Lila, filhas de D. Mariquinha, que nos ajudavam regularmente na sacristia. A casa delas desmoronara na época das chuvas fortes do inverno.
Não tolerava junto ou acima dele um arquiteto. Aconteceu, em Campos, que o Irmão simplesmente negava as necessárias indicações do arquiteto, responsável pela obra.
Isto foi um dos motivos da sua transferência para Garanhuns, pois aqui poderia ter um campo mais livre de ação. Aliás, em Garanhuns, tínhamos um arquiteto do Recife muito mais benigno e acessível e que sabia lidar com Irmão Leopoldo. Em todo caso, o Convento foi construído com materiais fortes até o fim do mundo... O madeiramento foi de sucupira e as paredes bem espessas foram levantadas com uma dosagem fortíssima de cimento!
Em 1953 o Irmão foi transferido para Campina Grande e ali teve de dedicar-se à agricultura no nosso terreno (Sítio Britto).
Após a vinda do Irmão Vito, deslocou-se para o longínquo interior da Bahia e teve uma Permanência prolongada no Santuário do Bom Jesus da Lapa (1956-1974).
Esta estadia foi interrompida por uma passagem na Província do Rio de Janeiro, a pedido do Pe. Provincial (1958-1961). Aí construiu, no seu ritmo aceleradíssimo, o noviciado de Correia de Almeida.
Em 1961 retornou para a Lapa, a fim de reassumir a responsabilidade pela nossa fazenda. Na área da fazenda construiu uma casa de campo e também casas para lavradores.
Tinha algo da vida de eremita, mas de maneira especial, pois o Irmão dispunha de uma espingarda e, acompanhado por seu cão de caça, entrava nas matas para caçar. Caçar era a grande paixão dele!
Quando à construção da nossa casa, na Lapa, havia uma necessidade urgente de uma casa mais adequada para os confrades, porque a casa paroquial existente só merecia a qualificação de “inabitável”. Tínhamos naqueles dias dois construtores na Lapa: Pe. Arnaldo de Laet e Irmão Leopoldo, cujas idéias não harmonizavam bem. Quando um dizia: “A casa deverá ficar naquele lugar” o outro retrucava: “Não, é naquele outro” e assim, virou uma discussão sem fim. Até o Vice-Provincial Padre João Batista, querendo, a qualquer preço, resolver o problema, não conseguiu solução definitiva. Só com a vinda dos Padres Poloneses em 1973, foi feito o Convento quadrado e espaçoso ao qual o povo deu nome de “Banco Polonês”.
Na época das romarias (maio até outubro), o nosso Irmão Leopoldo ajudava na contagem do dinheiro das promessas.
Era outra paixão dele. Especialmente durante a novena do Bom Jesus, em preparação à festa de 6 de agosto (Transfiguração do Senhor), as entradas eram vultuosas. Várias vezes por dia, o Irmão saía da casa paroquial com um saco enorme nas costas à procura do cofre “Santo” e depois, voltava sorridente com a presa preciosa. O Irmão encontrava muitos ladrões e batedores de carteira no seu caminho de volta, mas eles não tinham coragem de aproximar-se do Irmão com medo da sua força física extraordinária.
Apesar de uma vida muito ativa e, às vezes sobrecarregada, o Irmão Leopoldo sempre esforçou-se para conservar um lugar importante para as práticas da vida religiosa e para a união com Deus na oração, pois não confundia as coisas secundárias com as principais para o Religioso.
Em 1974 o Irmão repatriou-se definitivamente. No Convento do Nebo, distinguiu-se ainda por vários serviços. No Jardim encontra-se uma obra dele, uma espécie de almoxarifado, que, em tempo de guerra, poderia servir de casamata.
Quando em setembro de 1990, fui incorporado a esta comunidade “internacional” do Nebo, encontrei o Irmão Leopoldo já caducando e demente. Assisti à morte dele no mês de março de 1991 e esta foi suave e de muita paz.
Alcançou a idade de 90 anos. O Irmão Leopoldo foi sepultado no cemitério do Convento.
“Portanto, quem ouve as minhas palavras e as põe em prática, é como o homem prudente que construiu sua casa sobre a rocha. Caiu a chuva, vieram as enxurradas, os ventos sopraram com força contra a casa, mas a casa não caiu, porque fora construída sobre a rocha”.(Mt 7, 24-25).

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