NO DIA DA MULHER - 8 DE MARÇO
DOIS GRANDES MODELOS DE AMOR MATERNO
Nota: A vida de Santa Perpétua e Santa Felicidade foi relembrada ontem, dia 7 de março. Mas deixamos para lembrá-las, dia internacional da mulher, pois servem de modelo para as mulheres de hoje. Modelos de firmeza na Fé, amor extremo aos filhos. Sacrificaram suas vidas para que eles vivessem. Vejamos:
Perpétua e Felicidade (+202) são duas vítimas da terrível perseguição que se abateu sobre os cristãos durante o século III. A história delas é toda singular.
Perpétua pertencia à nobreza e tinha apenas 22 anos. Felicidade era sua empregada doméstica, jovem também.
Felicidade, que estava no oitavo mês de gravidez, preocupava-se com a criança que estava para nascer. Pediu a Deus a graça de gerar o filho na prisão, antes de morrer. Ela testemunhava àqueles que lhe davam mauis conselhos, que não sofreria só, mas Cristo sofreria com ela. Pediu a Deus a criança nascesse antes do martírio. Felizmente assim aconteceu e foi adotada por uma mulher cristã.
Perpétua tinha uma criança de peito. Obteve licença para ficar com o filhinho na prisão a fim de amamentá-lo. Jogadas na mesma cela, viveram momentos de apoio mútuo e partilha.
Chegou o dia do martírio. Foram levadas para o anfiteatro, ficando entregues ao furor de uma vaca brava. Era desumano demais. O povo se condoeu e pediu aos carrascos que apressassem o fim daquelas pobres vítimas. Após abraçar-se pela última vez, foram degoladas pelos gladiadores.
Santas Perpétua e Felicidade, roguem pelas mulheres de hoje!
8 DE MARÇO - SANTO DO DIA
SALVOU OS DOENTES DE MORRER QUEIMADOS
Foi São João de Deus (1495-1550). Nasceu em Portugal. Fugiu da casa paterna. Foi pastor de ovelhas, soldado, pedreiro, mascate, enfermeiro, vendedor de livros. Passou a juventude girando por toda a Europa. Chegou até a África, praticando todo o tipo de aventuras. Sua mãe morreu de saudade e seu pai entrou num convento como Irmão Leigo.
Certo dia estava numa igreja de Granada, ouvindo um sermão quando, tocado pela graça divina, começou a gritar no meio da igreja: “Misericórdia! Misericórdia!” A conversão foi radical. Fazia tantas penitências e tão extravagantes, que o povo dizia: “É um doido”. Andava maltrapilho, e vagava pelas ruas, batendo no peito e confessando seus pecados
Chegou mesmo a ser internado num hospício. Conseguiu sair, passando então a ajudar os outros doentes do hospício, dedicando totalmente sua vida aos desvalidos como enfermeiro. Fundou para isso os “Irmãos Hospitaleiros”. Ele mesmo foi proclamado pela Igreja “Patrono dos hospitais e enfermeiros”.
Mais tarde contraiu uma grave doença que escondeu dos médicos com medo de que não o deixassem mais trabalhar, até que foi descoberto quando já não conseguia mais esconder.
PADRE CLÓVIS DE JESUS BOVO CSsR
Recomende este site aos seus amigos:


Nenhum comentário:
Postar um comentário
Obrigado por comentar. Sua participação é muito importante para nós. Deixe seu e-mail para podermos lhe contatar.