Nº 0233 17/02/2011
1017. Evangelho de quinta-feira (17-02-2011) - 1ª leit Gn 9, 1-13; Sl 101; Mc 8, 27-33 - Jesus partiu com seus discípulos para os povoados de Cesareia de Filipe. No caminho perguntou aos discípulos: “Quem dizem os homens que eu sou?” Eles responderam: “Alguns dizem que tu és João Batista; outros que és Elias; outros, ainda, que és um dos profetas”. Então ele perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?” Pedro respondeu: “Tu és o Messias”. Jesus proibiu-lhes severamente de falar a alguém a seu respeito. Em seguida, começou a ensiná-los, dizendo que o Filho do Homem devia sofrer muito, ser rejeitado pelos anciãos, pelos sumos sacerdotes e doutores da Lei, devia ser morto, e ressuscitar depois de três dias. Ele dizia isso abertamente. Então Pedro tomou Jesus à parte e começou a repreendê-lo. Jesus voltou-se, olhou para os discípulos e repreendeu a Pedro, dizendo: “Vai para longe de mim, Satanás!” Tu não pensas como Deus, e sim como os homens”.
Recadinho: Pedro faz sua grande profissão de Fé: És o Messias! E para mim, quem é Jesus? Como conseqüência, o que ele pede de nós? Como é nossa vida? Em primeiro lugar temos que reconhecer que somos fracos, que ao mesmo tempo em que professamos nossa fé nele, temos dificuldades para segui-lo madura e firmemente. Ajudamos nosso próximo a levar a cruz? Somos compreensivos em família? Remamos contra a correnteza?
1018. Bebê remédio?! - Em comunicado divulgado no dia 9 de fevereiro/11, a Conferência dos bispos da França rechaçou a manipulação do primeiro "bebê-remédio" do país, concebido através da fertilização in vitro e a seleção genética, e cujo destino é curar o seu irmão mais velho. Umut Talha, cujo nome em turco significa esperança, nasceu há poucos dias, pesando 3 quilos e 650 gramas, no Hospital Antoine Béclère, em Paris. Foi "desenhado" para curar um dos seus irmãos de uma enfermidade genética grave, a beta talassemia, que causa anemia e exige transfusões de sangue constantes. O bebê nasceu “de um duplo diagnóstico genético pré-implantacional” que permite a seleção dos embriões, incluindo o aborto dos que os especialistas considerem "não aptos", para que o bebê nasça sem a enfermidade e possa converter-se em doador compatível para seus irmãos. No futuro, através das células extraídas do cordão umbilical de Umut Talha, será possível realizar o transplante que permitiria a cura do irmão maior! Os bispos franceses frisaram que "querer curar um irmão por humanidade honra o ser humano" e "acompanhar no sofrimento os pais que têm um filho gravemente doente é um dever da sociedade". Compreendem também os bispos que a tristeza dos pais e sua esperança na medicina é real, mas "legalizar o uso dos seres humanos mais vulneráveis para curar outro não é digno do ser humano. Conceber um filho para utilizá-lo, embora seja para curar outro ser humano, não é respeitoso à sua dignidade". No caso, “seria exploração de um ser humano a favor de outro”, destacou o arcebispo de Paris, cardeal André Vingt-Trois. “Não se pode utilizar alguém ao serviço exclusivo do outro, pois assim esta criança seria uma ferramenta para procurar a cura de outra criança. Estaremos nos convertendo em ferramentas?" questionou.
1019. Bebê remédio já em 2000 - O primeiro “bebê remédio” nasceu nos Estados Unidos no ano 2000. Posteriormente, também a Espanha e a Bélgica utilizaram bebês com o mesmo fim. A Igreja Católica se opõe à manipulação de pessoas como ferramentas para a investigação científica e diferencia o ato humano de querer ajudar o próximo do uso de pessoas indefesas como ferramenta de investigação. Além disso, a doutrina católica se opõe à fecundação in vitro por duas razões primordiais: primeiro, porque se trata de um procedimento contrário à ordem natural da sexualidade, que atenta contra a dignidade dos esposos e do matrimônio; segundo, porque a técnica supõe a eliminação de seres humanos em estado embrionário, tanto fora como dentro do ventre materno, implicando vários abortos em cada processo.
APOIO: Artesã - Autônoma com mais de 30 anos de experiência na Arte da Pintura de Imagens Religiosas.
PADRE JOSÉ GERALDO RODRIGUES CSsR
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