Nº 0198 13/01/2011
0868. Evangelho de quinta-feira (13-01-2011) - 1ª leit Hb 3, 7-14; Sl 94; Mc 1, 40-45 - Um leproso chegou perto de Jesus, e de joelhos pediu: “Se queres, tens o poder de curar-me”. Jesus, cheio de compaixão, estendeu a mão, tocou nele, e disse: “Eu quero: fica curado!” No mesmo instante, a lepra desapareceu, e ele ficou curado. Então Jesus o mandou logo embora, falando com firmeza: “Não contes nada disso a ninguém! Vai, mostra-te ao sacerdote e oferece, pela tua purificação, o que Moisés ordenou, como prova para eles!” Ele foi e começou a contar e a divulgar muito o fato. Por isso Jesus não podia mais entrar publicamente numa cidade: ficava fora, em lugares desertos. E de toda parte vinham procurá-lo.
Recadinho: Jesus sente compaixão pelo leproso, excluído da sociedade. E se preocupa com sua inclusão. Muitas vezes a “lepra” da amargura, da derrota, da tristeza, da inveja, tomam conta de nosso coração! Peçamos, e Jesus nos purificará a alma.
0869. O Papa e o Haiti, um ano depois - No dia 9 de janeiro/11 o Papa Bento XVI voltou a se lembrar do Haiti, após um ano do terremoto que devastou a ilha caribenha, matando mais de 220 mil pessoas. Encontra-se nestes dias no Haiti o cardeal Robert Sarah, presidente do Conselho Pontifício Cor Unum, expressando a proximidade constante do Papa e de toda a Igreja. Hoje, no Haiti, um milhão de pessoas, incluindo 500 mil crianças, ainda vive em 1.200 abrigos temporários, em condições atrozes. Além disso, nos últimos meses, uma epidemia de cólera espalhou-se rapidamente em todas as regiões do país, causando 3.500 vítimas até agora. Em meio ao caos gerado pelo terremoto, ao qual se acrescenta a crise política após as eleições de novembro/10, surgiu o alarme sobre a adoção ilegal de crianças haitianas.
0870. Sacerdote pede ajuda para o Haiti - O padre Scott Binet, médico Camiliano e coordenador internacional da Camillian Task Force, exortou a comunidade internacional a não se esquecer do povo haitiano que, depois do terremoto de um ano atrás, enfrenta agora a epidemia do cólera. Ressaltou o padre: "Como sacerdote e médico, reconheço que o homem está composto de corpo e alma, e que curar um à custa da outra é um serviço magro aos nossos irmãos e irmãs. O povo haitiano merece nossa ajuda e nossa compaixão como nenhum outro, sobretudo devido às suas difíceis circunstâncias". E concluiu: "Rezem, ajudem-nos, sustentando economicamente ou de qualquer outra maneira, através de organizações de solidariedade. Sejam solidários com eles de todas as formas possíveis".
0871. Padres Camilianos constroem hospital no Haiti - Está sendo construído em Jérémie, capital do departamento de Grand'Anse, um hospital onde serão incluídas especializações cirúrgicas em geral e de lesões graves na pele. Trata-se de uma das áreas mais pobres de um país já em condições de miséria. A ação conta com o apoio financeiro do Serming, de Turim, Itália, com o investimento de 100 mil euros entregues por Ernesto Olivero para o coordenador dos Camilianos, padre Joaquim Cipriano.
0872. Ajuda do Papa ao Haiti - Como noticiamos, o Papa Bento XVI enviou o cardeal Robert Sarah ao Haiti, país que, em 12 de janeiro de 2010, sofreu um terremoto que deixou 250 mil mortos e um milhão de desabrigados. O cardeal, que regressa hoje a Roma, fez várias visitas, presidiu celebrações e renovou o compromisso da Igreja na reconstrução do país. O cardeal Sarah visitou, em Léogane, as comunidades religiosas das Irmãs de Cristo Rei, cujo hospital foi destruído pelo terremoto, e das Irmãs de Santa Teresa do Menino Jesus, que dirigem uma clínica para pessoas com HIV e tuberculose. Visitou também a comunidade das “Compagnes de Jésus”, que tinha um centro de idosos e uma escola, ambos destruídos pelo terremoto. Lá, lançou a pedra fundamental da “Ecole Notre Dame des Ange” Em nome do Papa, o cardeal levou ajuda concreta de oferendas recebidas para o terremoto: 800 mil dólares para a reconstrução de escolas e 400 mil dólares para a reconstrução de igrejas. Encontrou-se com o presidente da República do Haiti, René Préval, se reuniu com os bispos e seminaristas do país, com funcionários da Cáritas e das organizações internacionais de voluntariado. Seu último encontro da viagem foi celebrando uma Missa no convento das Filhas de Maria Parideans, que sofreram a perda de 15 religiosas sob os escombros deixados pelo terremoto, que também feriu outras 12 irmãs.
PADRE JOSÉ GERALDO RODRIGUES CSsR
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