CONSAGRAÇÃO À NOSSA SENHORA APARECIDA NA VOZ DO PADRE VITOR COELHO CSsR

Ó MARIA SANTÍSSIMA, PELOS MÉRITOS DO SENHOR JESUS CRISTO QUE EM VOSSA IMAGEM MILAGROSA DE APARECIDA ESPALHAIS INÚMEROS BENEFÍCIOS SOBRE O BRASIL, EU, EMBORA INDIGNO DE PERTENCER AO NÚMERO DOS VOSSOS SERVOS, MAS DESEJANDO PARTICIPAR DOS BENEFÍCIOS DA VOSSA MISERICÓRDIA, PROSTRADO A VOSSOS PÉS, CONSAGRO-VOS O ENTENDIMENTO, PARA QUE SEMPRE PENSE NO AMOR QUE MERECEIS. CONSAGRO-VOS A LÍNGUA, PARA QUE SEMPRE VOS LOUVE E PROPAGUE A VOSSA DEVOÇÃO.CONSAGRO-VOS O CORAÇÃO, PARA QUE, DEPOIS DE DEUS, VOS AME SOBRE TODAS AS COUSAS.RECEBEI-NOS, Ó RAINHA INCOMPARÁVEL, QUE NOSSO CRISTO CRUCIFICADO DEU-NOS POR MÃE, NO DITOSO NÚMERO DOS VOSSOS SERVOS. ACOLHEI-NOS DEBAIXO DA VOSSA PROTEÇÃO. SOCORREI-NOS EM NOSSAS NECESSIDADES ESPIRITUAIS E TEMPORAIS E, SOBRETUDO, NA HORA DA NOSSA MORTE. ABENÇOAI-NOS Ó MÃE CELESTIAL, E COM VOSSA PODEROSA INTERCESSÃO FORTALECEI-NOS EM NOSSA FRAQUEZA, A FIM DE QUE, SERVINDO-VOS FIELMENTE NESTA VIDA, POSSAMOS LOUVAR-VOS, AMAR-VOS E RENDER-VOS GRAÇAS NO CÉU, POR TODA A ETERNIDADE. ASSIM SEJA! ...PELA INTERCESSÃO DE NOSSA SENHORA APARECIDA, RAINHA E PADROEIRA DO BRASIL, A BÊNÇÃO DE DEUS ONIPOTENTE, PAI, FILHO E ESPÍRITO SANTO, DESÇA SOBRE VÓS E PERMANEÇA SEMPRE.AMÉM!

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13 de novembro de 2010

ATUALIDADES DE ONTEM DO C.Ss.R.REDEMPTOR - CÚMULOS-NIMBOS

PADRE RAFAEL VIEIRA CSsR

A expressão que dá título a este artigo podia ser usada até agora apenas para designar algo muito simples na definição de um Dicionário famoso: “nuvens brancas, de grande desenvolvimento vertical, base retilínea e topo arredondado, constituídas de elementos que lembram novelos, flocos de algodão”. Uma classificação de nuvens, portanto. Nada parecido com o que os analistas estão dizendo que pode ter sido encontrado na rota de um Airbus A330 da Air France, há pouco mais de uma semana, e que provocou o desastre que levou 228 vidas para o fundo do Atlântico. Na verdade, esses tais cúmulos-nimbos carregam no ventre uma brutal quantidade de energia que, ao ser liberada em tempo muito curto, transforma uma máquina equipada da mais sofisticada tecnologia aeronáutica num brinquedo que pode ser jogado de um lado para o outro e se espatifar no ar antes de ser arremessado no mar.

Toda a comoção que tem tomado conta das primeiras interpretações em torno dessa tragédia pode ser também a mais crua expressão de que nunca somos treinados para perder. A educação que nos impele ao desenvolvimento é marcada pela busca da perfeição. O avião francês tinha sido testado de todo modo. Pelo que se nota nas considerações técnicas que são feitas por meio da imprensa, nos testes com aquele tipo de aeronave não se verificou nenhuma variável que levasse seus construtores a desconfiar que o avião poderia se partir no meio de uma tempestade elétrica. Se isso aconteceu, o que não se pode afirmar, existirá um consolo para quem pensa nos passageiros e na tripulação: as pessoas teriam morrido rapidamente e podem ter sido submetidas, no impacto, a uma hipotermia que anestesiou o final de suas vidas.

Talvez essa projeção seja frágil demais. Pode ser que permaneça, na cabeça de quase todo mundo, o fantasma representado pela imaginação do que pode ter tomado conta da emoção de tanta gente dentro de um cilindro metálico, no meio da noite, a 12 mil metros de altura. Cuidado nisso. Consciência do que o pior havia chegado é só nossa porque já conhecemos o desenlace daquele voo AF 447 e pode ser que nem os pilotos, absortos em entender a razão pela qual os controles eletrônicos tinham desaparecido, tivessem noção de que chegara o epílogo de suas carreiras. Tudo pode ter ocorrido numa fração de segundos. Os cúmulos-nimbos são velhos conhecidos dos pilotos de viagens transcontinentais. O comandante tinha mais de 11 mil horas de vôo e não seria um cone de nuvens contendo tempestades que iria dar-lhe um ultimato, afinal, aquele fenômeno parece ser muito comum naquela região do Equador e é enfrentado diariamente pelos aviões que atravessam o oceano.

No fim, sobra a fatalidade. O cúmulo-nimbo daquela noite de domingo pode ter sido de um tipo que trazia componentes incomuns. A posição da aeronave, a pane elétrica, o desligamento do piloto automático, as manobras, a despressurização, as avarias na fuselagem ou qualquer outra coisa convergiram para o fim daquele voo que deixara o Rio de Janeiro e tinha destino confirmado para o aeroporto que ganhou o nome abreviado do general francês Charles André Joseph Marie de Gaulle. Ele foi presidente da França em tempos de muita turbulência e disse um dia: “Face aos grandes perigos, só a grandeza nos pode salvar”. O perigo não está eliminado. Outros aviões ganham os céus o tempo todo e para o trabalho de investigação das reais circunstâncias daquele fatídico voo vai ser preciso grandeza de alma, de paciência, de expressões e de modos.
– 08.06.2009

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