20 DE OUTUBRO – SANTAS E SANTO DO DIA
UMA VIDA INTEIRA DE RENÚNCIA E DOAÇÃO
Santa Maria Bertilla Boscardim (1888-1922) nasceu no Norte da Itália. Desde sua meninice dedicou-se aos trabalhos do campo, ajudando os pais. Este era o caminho de qualquer menina daquela região antes que as indústrias chegassem.
Com 17 anos conseguiu permissão para seguir a vocação religiosa ingressando nas Mestras de Santa Dorotéia em Vicência. Durante a I guerra Mundial foi para Treviso trabalhar no hospital, onde prestou o seu humilde e ativo serviço. Conseguiu seu diploma de enfermeira para ser mais útil aos doentes, que assistia também de noite, tomando a vez de suas co-irmãs. Escreveu no diário: "Quero ser a serva de todos. Quero trabalhar, sofrer e deixar toda a satisfação aos outros".
Aos 22 anos, foi operada de um tumor. Retornou às costumeiras ocupações suportando aumento de trabalho durante a primeira guerra mundial. Pouco depois seu mal agravou-se e ela não resistiu.
Irene (séc. VI) – Portuguesa. Bela de corpo e alma. Um rapaz quis casar-se com ela, mas disse-lhe que fizera voto de virgindade. Pouco tempo depois seu professor tentou, em vão, seduzi-la. Para vingar-se foi contar àquele rapaz que ela ia logo ser mãe. Ele, louco de raiva e ciúme, matou-a ao sair da igreja e atirou o cadáver no rio.
VIVEU SOLITARIO NUMA ILHA
Certo dia apareceu um homem na Ilha de Chipre, vestido com pele de camelo, flácido de carnes, e perguntou a um morador:
- Onde fica o lugar mais árido e solitário da ilha?
- Naqueles lados – apontando para a Bucólia.
- Quero ir para lá.
Quem era esse homem exótico? Qual foi o seu passado? Chamava-se Hilarião (290-370). Quando, após uma juventude bastante agitada, voltou à casa paterna, deparou com duas notícias: Seus pais tinham morrido e ele ficara dono de uma grande herança.
A primeira lhe doeu na alma. A segunda o atemorizou, porque poderia tornar-se escravo da riqueza. Uma voz lhe falava: “Vai! Vende tudo o que tens, dá aos pobres, depois vem e segue-me” (Mt10,21).
Foi o que fez. Retirou-se para o deserto de Gaza, na Palestina, onde viveu muitos anos na mais extrema penitência. Mas o povo o descobriu, e começou a correr atrás dele, atraído pela sua virtude e pelas curas prodigiosas que operava.
Os aplausos magoavam e confundiam sua modéstia. De repente, na calada da noite, desapareceu de Gaza e foi aparecer na ilha de Chipre. Queria terminar os dias no anonimato.
Viveu apenas cinco anos naquele retiro. Quando agonizava, Hesíquio, seu fiel companheiro, escutou-o rezar: “Sai, sai, minha alma! Porque tens medo? Há setenta anos que serves a Cristo, e ainda temes?”
PADRE CLÓVIS DE JESUS BOVO CSsR
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