
PADRE CLÓVIS DE JESUS BOVO
NA ALEGRIA DO ENCONTRO
Respigando as numerosas cartas que nos chegam, destaquemos algumas,:
Foi numa tarde de sábado. O telefone tocou. Parecia um toque fúnebre. Minha irmã estava avisando que meu pai vinha sendo transportado de Nazário para Goiânia, muito mal. Quando a ambulância chegou ao Hospital HUGO, todos achavam que ele não escapava. Mas para Deus nada é impossível.
Lembramo-nos do Pe. Pelágio e prometemos fazer-lhe uma novena. Dali há pouco meu pai começou a recuperar os sentidos. Perguntou onde estava, quem estava com ele, etc. Sarou completamente e prometeu também. O quê? Fazer uma novena para que o Pe. Pelágio o ajudasse a deixar a bebida, causadora dos males que sofreu.
Manoel Luiz Alves, conta uma passagem dos idos de 1930. Pe. Pelágio e o sacristão Joaquim de Moura saíram para uma desobriga nas roças. Ao passar de uma fazenda para outra, eles perderam o caminho. Pe. Pelágio disse:
-“Joaquim, vamos amarrar os burros e dormir debaixo desta árvore”.
Ali passaram a noite, sem janta, sem água. Quando o dia foi amanhecendo, escutaram o galo cantar pertinho de onde estavam.
- Joaquim, tem casa aqui por perto.
Realmente, haviam dormido perto de uma casa. Chegaram até lá. Foram bem recebidos. Celebraram a missa para os da redondeza e continuaram a jornada. (Manoel Luiz Alves, Av. Perimetral, 4092 S. Coimbra. Fone ...
Vitalino Antônio Martins contou que, tempos atrás, esteve tão mal da cabeça que foi levado para a Clínica Santa Mônica. Certo dia estava ouvindo este programa sobre o Pe. Pelágio. Quem precisasse de uma graça que recorresse a ele. Por que não pedir a ele que ganhasse alta logo, pensou. Assim ele fez. Era o final de julho. Pediu para ganhar alta antes de terminar o mês de agosto. Assim aconteceu. Ele termina a carta afirmando:
- Para mim foi um milagre. Pois existem pacientes naquele hospital que permanecem internados até três, sete e mais anos. É uma coisa terrível. - (Senador Canedo)
Otazio da Silva: Eu tinha uns 10 anos. Manchas esquisitas começaram a aparecer em meu rosto. Nenhum tratamento resolvia. Foi quando meus pais me levaram ao túmulo do Pe. Pelágio. Naquele tempo brotava do seu túmulo uma água misteriosa. Embeberam nela um algodão e passaram no meu rosto. Três dias depois, eu estava inteiramente curado. Nunca mais tive esse problema.
Domingas Faria Corrêa: Sou devota do grande missionário Pe. Pelágio. Já com 82 anos, meus joelhos estavam em péssimas condições. Não conseguia caminhar. Doíam demais, e os tratamentos não adiantavam nada.
Foi quando uma vizinha me deu uma oração com a novena ao Pe. Pelágio. Comecei a novena, mas prevendo que na minha idade nunca voltaria a andar como na juventude. Entretanto, já no terceiro dia senti algo diferente. Os joelhos não doíam mais. Tudo foi mudando para melhor.
E voltei a andar, como se nada tivesse acontecido na minha vida. Vi então que o poder do Pe. Pelágio era muito maior que minha Fé.
Logo veio a festa de N. Sra. da Abadia em minha cidade. Participei da folia durante três dias e nada senti. (Domingas Faria Corrêa – R. Padre Pedro. – 76630 Itaberaí – 1999)
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