18 DE JULHO - SANTOS DO DIA
ASSASSINADO POR AMOR DA JUSTIÇA

O imperador Luís tinha o apelido de bonachão. Por que? Certamente porque não via as infidelidades e traições da sua esposa Judite.
Mas havia um missionário que sabia e, qual outro João Batista, reprovava publicamente a vida escandalosa da imperatriz. Quem era? Frederico de Utrecht.
Perdoou seus assassinos. Fez mais: Aconselhou os assassinos a fugirem para não serem presos.
É representado diante do altar, com paramentos episcopais, sendo transpassado por golpes de punhal. Mais um mártir pela defesa da fidelidade conjugal.
Temos neste santo mais um São João Batista. Viveu apenas 55 anos (780-835), mas bem vividos e muito sofridos. Foi nomeado bispo contra sua vontade. Uma vez empossado na sua diocese em Utrecht, aplicou-se zelosamente a evangelizar o país e a reformar os costumes.
Mandou missionários para diversas partes do país. Reservou-se uma ilha por ser a mais difícil, por estar infestada de bárbaros e idólatras.
Enfrentou também os desmandos da corte imperial. Censurou evangelicamente os escândalos de Judite, esposa do imperador. Conseguiu muitas conversões e lucrou alguns inimigos também.
Um dia, após ter celebrado a missa, foi assaltado por dois capangas que o apunhalaram. Morreu perdoando-os e rezando “Louvarei ao Senhor na terra dos vivos” (Sl 114). Seus biógrafos afirmam que os assassinos foram contratados pela imperatriz, de quem denunciara os adultérios incestuosos.
APÓSTOLO DOS NEGROS

Francisco Solano tinha um grande sonho: ser missionário na América. Tantos negros e índios para catequizar. Tantos escravos para libertar das mãos de seus dominadores. Um dia embarcou e veio para as Terras do Peru.
Com ele viajavam centenas e centenas de negros. Era a mercadoria mais comum dos navios que vinham para as Américas. Pe. Solano embarcou num desses navios, fez amizade com os negros e veio.
Em certa altura da viagem o barco encalhou num banco de areia. Precisaram passar para as chalupas de salvamento. Mas não eram suficientes para todos. Os chefões tiveram a preferência. Os negros de última categoria, os fracos e doentes, foram encerrados numa repartição do navio que ameaçava afundar.
Vendo esta cena desumana, Pe. Francisco renunciou ao seu barco de salvamento e juntou-se com os negros. Talvez morressem todos afogados. Mas morreria com eles. Preparou-se e os preparou para a morte. Felizmente no terceiro dia foram recolhidos por um navio, justamente no momento em que o navio partiu-se pela metade.
Agora estava pisando terras do Peru. Seu apostolado entre os negros continuou, cada vez mais fecundo.
São Francisco Solano, apostolo dos negros, roga por nós.
Oração
Senhor, ensina-nos a sermos:
Exigentes com a lei, mas não intransigentes. . .
Incomodados com a justiça, jamais acomodados com a injustiça. .
Artífices do bem, e jamais arteiros do mal. . .
Amigos do pecador, mas inimigos do pecado. . .
Defensores da vida, até com a própria morte.
PADRE CLÓVIS DE JESUS BOVO CSsR
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