CONSAGRAÇÃO À NOSSA SENHORA APARECIDA NA VOZ DO PADRE VITOR COELHO CSsR

Ó MARIA SANTÍSSIMA, PELOS MÉRITOS DO SENHOR JESUS CRISTO QUE EM VOSSA IMAGEM MILAGROSA DE APARECIDA ESPALHAIS INÚMEROS BENEFÍCIOS SOBRE O BRASIL, EU, EMBORA INDIGNO DE PERTENCER AO NÚMERO DOS VOSSOS SERVOS, MAS DESEJANDO PARTICIPAR DOS BENEFÍCIOS DA VOSSA MISERICÓRDIA, PROSTRADO A VOSSOS PÉS, CONSAGRO-VOS O ENTENDIMENTO, PARA QUE SEMPRE PENSE NO AMOR QUE MERECEIS. CONSAGRO-VOS A LÍNGUA, PARA QUE SEMPRE VOS LOUVE E PROPAGUE A VOSSA DEVOÇÃO.CONSAGRO-VOS O CORAÇÃO, PARA QUE, DEPOIS DE DEUS, VOS AME SOBRE TODAS AS COUSAS.RECEBEI-NOS, Ó RAINHA INCOMPARÁVEL, QUE NOSSO CRISTO CRUCIFICADO DEU-NOS POR MÃE, NO DITOSO NÚMERO DOS VOSSOS SERVOS. ACOLHEI-NOS DEBAIXO DA VOSSA PROTEÇÃO. SOCORREI-NOS EM NOSSAS NECESSIDADES ESPIRITUAIS E TEMPORAIS E, SOBRETUDO, NA HORA DA NOSSA MORTE. ABENÇOAI-NOS Ó MÃE CELESTIAL, E COM VOSSA PODEROSA INTERCESSÃO FORTALECEI-NOS EM NOSSA FRAQUEZA, A FIM DE QUE, SERVINDO-VOS FIELMENTE NESTA VIDA, POSSAMOS LOUVAR-VOS, AMAR-VOS E RENDER-VOS GRAÇAS NO CÉU, POR TODA A ETERNIDADE. ASSIM SEJA! ...PELA INTERCESSÃO DE NOSSA SENHORA APARECIDA, RAINHA E PADROEIRA DO BRASIL, A BÊNÇÃO DE DEUS ONIPOTENTE, PAI, FILHO E ESPÍRITO SANTO, DESÇA SOBRE VÓS E PERMANEÇA SEMPRE.AMÉM!

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10 de março de 2010

“Paciência! Paciência!” 765

Pe. Luiz Carlos de Oliveira CSsR

Paciência para ser dono de si

Mais uma virtude! Esta virtude da paciência nos faz mais humanos. Já refletimos sobre diversas delas. O arco-íris de nossa vida é muito bonito. É um caleidoscópio que, a cada momento, faz-nos diferentes sendo os mesmos. É rico conhecer as preciosidades que temos. As virtudes, que chamamos de humanas, são necessárias para termos uma espiritualidade consistente e coerente. É impossível crescer na espiritualidade se não cuidarmos do humano que somos. A paciência é uma virtude muito humana, pois está no mais íntimo. A paciência é a capacidade de sermos donos nós mesmos nas circunstâncias difíceis, sejam as pessoais, sejam aquelas que nos colocam em relacionamento com os outros. “Paciência no sofrimento é uma componente insubstituível do seguimento de Cristo e da plena maturidade humana até ao último sim, pronunciado ante a morte. A verdadeira paciência, aquele que provém da conformidade com a vontade de Deus, é uma força salvadora que não se deve menosprezar. Ela nos inunda de paz interior e desperta a nossas melhores energias” (Pe. Häring). O primeiro aspecto da virtude da paciência é sua união com a vontade de Deus. Não que Deus nos controle e nos trate como robôs. Unir-se à vontade de Deus é procurar viver bem, em qualquer circunstância. Ela equilibra nossos sentimentos e ações. “É um sim sereno à aprendizagem do sofrimento, um sim que, ao mesmo tempo, é capaz de reunir e mobilizar as nossas forças” (Pe. Häring). A paciência provém da uniformidade com a vontade de Deus, isto é, pensar com Deus. Isto não nos faz menores, mas muito grandes, pois podemos dizer que Deus pensa como nós, quando pensamos como Ele. Jesus vivia unido a esta vontade: “Assim como o Pai me ordenou, assim mesmo faço” (Jo, 14,31), porque não procuro a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou” (Jo, 14,31). Esse Deus bondoso é paciente conosco. Pela história do povo podemos perceber a bondosa paciência que durou séculos. Sabe esperar e tem paciência com nossa fragilidade. Gosta de jogar conosco como perdedor, para ser o ganhador final, ganhar a nós mesmo.

Paciência com os outros

A paciência de Deus é a escola onde aprendemos a paciência com os outros. Queremos que Deus nos agüente e não agüentamos os outros. A parábola do patrão que perdoa uma dívida grande a um devedor que depois não perdoa um colega que lhe devia um nada (Mt 18, 23-33) é um ensinamento. A impaciência para com os outros decorre da exigência que fazemos que os outros sejam como somos. O problema pode estar em nós e não no outro. Vejamos quanto queremos que os jovens e as crianças sejam adultos como somos, não entendendo seu tempo de crescimento. No processo educativo, procuramos mais domesticar do que fazer com que cresça cada um a seu modo. O processo de repressão não é paciente. Santo Agostinho ensina: “Ver muito, observar pouco e chamar a atenção do mínimo”. Não se desgastar, seria uma boa medida para vivermos a paciência com os outros. Melhor rir do leite derramado do que quebrar o que está em volta.

Paciência consigo mesmo

Necessitamos da paciência no relacionamento conosco mesmos. Quanto devemos esperar que possamos crescer! Não querer arrancar todos os defeitos de uma vez. É preciso paciência na luta contra eles. Não querer ser perfeito já! O que é preciso é a calma na busca da perfeição. Não é condescendência com o­­ egoísmo. Muitas neuroses que temos, depressões, podem muito bem ser fruto de nossa impaciência para conosco mesmos. Muitas vezes é o orgulho que não se permite errar. É preciso paciência na doença para acolher a prescrição médica. É preciso aceitar a condição da fragilidade do corpo. Paciência!

http://www.ceresp.com.br/765.htm
Novembro - 2008

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