
A chave da unidade
Nas incontáveis expressões do sofrimento, das divisões e traumas humanos, Chiara reconhece o semblante de Cristo, do Homem-Deus que na cruz grita o abandono do Pai. Nele encontra a chave para recompor a unidade entre Deus e os homens.
É principalmente nessas expressões do sofrimento que Chiara descobre os sinais da vontade de Deus que a conduz a iniciar uma obra, o Movimento dos Focolares, que, pela diversidade de sua composição, assumirá a forma de um “povo”, de um "laboratório" para um mundo unido na fraternidade.
Chiara repete que esta Obra "não foi pensada apenas por uma mente humana, mas vem do Alto. São as circunstâncias que manifestam o que Deus deseja. Nós procuramos seguir a Sua vontade dia após dia."
A unidade entre pessoas, categorias sociais, e povos, constantemente indicada como o principal objetivo do Movimento, é alimentada por Chiara com escritos, palestras, encontros, viagens, mencionando sempre a inspiração e o radicalismo originário do carisma.
Novos caminhos abertos por um novo carisma
Percorrendo as principais etapas do desenvolvimento do Movimento, emergem, muito além das previsões, os novos caminhos abertos por este carisma, como uma resposta aos constantes questionamentos da humanidade.
Uma nova espiritualidade na Igreja – Da resposta radical a Deus Amor e à escola do Evangelho, tem início uma nova corrente de espiritualidade, a Espiritualidade da Unidade, que – centralizada no Amor e na Unidade, inscritos no DNA de cada homem - se revela cada vez mais universal.
Um número cada vez maior de homens e mulheres, das mais diversas categorias sociais, idades, raças e culturas encontra a linfa vital de sua existência nesta nova espiritualidade que nasce na Igreja. Depois de alguns anos, unem-se aos católicos cristãos de outras Igrejas, judeus e seguidores de outras religiões, além de pessoas sem uma convicção religiosa, de 182 países, em todas as latitudes.
Como instrumentos a serviço da unidade, Chiara impulsiona movimentos específicos para as novas gerações, para as famílias, para atuar no social e na Igreja. Como principal caminho de unidade abrem-se diálogos muito fecundos; com o incentivo de Chiara, pouco a pouco nascem modelos de uma nova “socialidade”: as Mariápolis permanentes, presentes em cinco continentes. Para difundir a cultura da unidade multiplicam-se os meios de comunicação social, como as editoras, as revistas, os centros de audiovisuais, os sites na Internet, etc.
Novas perspectivas nos mais diversos âmbitos da sociedade, como na economia e na política são abertas por Chiara a partir dos anos 90. Em 1991, diante do enorme desequilíbrio social do Brasil, propõe o Projeto da Economia de Comunhão; em 1996 funda o Movimento Político pela Unidade, que propõe aos políticos de diferentes partidos a fraternidade como categoria política, em vista do bem comum.
http://www.focolare.org
Nas incontáveis expressões do sofrimento, das divisões e traumas humanos, Chiara reconhece o semblante de Cristo, do Homem-Deus que na cruz grita o abandono do Pai. Nele encontra a chave para recompor a unidade entre Deus e os homens.
É principalmente nessas expressões do sofrimento que Chiara descobre os sinais da vontade de Deus que a conduz a iniciar uma obra, o Movimento dos Focolares, que, pela diversidade de sua composição, assumirá a forma de um “povo”, de um "laboratório" para um mundo unido na fraternidade.
Chiara repete que esta Obra "não foi pensada apenas por uma mente humana, mas vem do Alto. São as circunstâncias que manifestam o que Deus deseja. Nós procuramos seguir a Sua vontade dia após dia."
A unidade entre pessoas, categorias sociais, e povos, constantemente indicada como o principal objetivo do Movimento, é alimentada por Chiara com escritos, palestras, encontros, viagens, mencionando sempre a inspiração e o radicalismo originário do carisma.
Novos caminhos abertos por um novo carisma
Percorrendo as principais etapas do desenvolvimento do Movimento, emergem, muito além das previsões, os novos caminhos abertos por este carisma, como uma resposta aos constantes questionamentos da humanidade.
Uma nova espiritualidade na Igreja – Da resposta radical a Deus Amor e à escola do Evangelho, tem início uma nova corrente de espiritualidade, a Espiritualidade da Unidade, que – centralizada no Amor e na Unidade, inscritos no DNA de cada homem - se revela cada vez mais universal.
Um número cada vez maior de homens e mulheres, das mais diversas categorias sociais, idades, raças e culturas encontra a linfa vital de sua existência nesta nova espiritualidade que nasce na Igreja. Depois de alguns anos, unem-se aos católicos cristãos de outras Igrejas, judeus e seguidores de outras religiões, além de pessoas sem uma convicção religiosa, de 182 países, em todas as latitudes.
Como instrumentos a serviço da unidade, Chiara impulsiona movimentos específicos para as novas gerações, para as famílias, para atuar no social e na Igreja. Como principal caminho de unidade abrem-se diálogos muito fecundos; com o incentivo de Chiara, pouco a pouco nascem modelos de uma nova “socialidade”: as Mariápolis permanentes, presentes em cinco continentes. Para difundir a cultura da unidade multiplicam-se os meios de comunicação social, como as editoras, as revistas, os centros de audiovisuais, os sites na Internet, etc.
Novas perspectivas nos mais diversos âmbitos da sociedade, como na economia e na política são abertas por Chiara a partir dos anos 90. Em 1991, diante do enorme desequilíbrio social do Brasil, propõe o Projeto da Economia de Comunhão; em 1996 funda o Movimento Político pela Unidade, que propõe aos políticos de diferentes partidos a fraternidade como categoria política, em vista do bem comum.
http://www.focolare.org
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