Quinta-feira, dia 25 de Março de 2010
Solenidade da Anunciação do Senhor (ofício próprio)
Solenidade da Anunciação do Senhor (ofício próprio)
Deus que, no decorrer dos séculos, tinha encarregado os profetas de transmitir aos homens a Sua palavra, ao chegar a plenitude dos tempos, determina enviar-lhes o Seu próprio Filho, o Seu Verbo, a Palavra feita Carne.
Contudo, o Pai das misericórdias quis que a Encarnação fosse precedida da aceitação por parte daquela que Ele predestinara para Mãe, para que, “assim como uma mulher contribuiu para a morte, também outra mulher contribuísse para a vida “ (Lumen Gentium, 56).
No momento da Anunciação, através do Anjo Gabriel, Deus expõe a Maria os Seus desígnios. E Maria, livre, consciente e generosamente, aceita a vontade do Senhor a seu respeito, realizando-se assim o mistério da Encarnação do Verbo. Nesse momento, com efeito, a segunda Pessoa da Santíssima Trindade começa a Sua existência humana. O filho de Deus faz-Se Filho do Homem. O Deus Altíssimo torna-Se o “Deus connosco”.
Ao celebrar este mistério, precisamente nove meses antes do Natal, a Solenidade da Anunciação orienta-nos já para o Nascimento de Cristo. No entanto, a Encarnação está intimamente unida à Redenção. Por isso, as Leituras (especialmente a segunda) introduzem-nos já no Mistério da Páscoa.
Essencialmente festa do Senhor, a Anunciação não pode deixar de ser, ao mesmo tempo, uma festa perfeitamente mariana. Na verdade, foi pelo sim de Maria que a Encarnação se realizou, a nova Aliança se estabeleceu e a Redenção do mundo pecador ficou assegurada.
http://evangelhoquotidiano.org
POR QUE UM ANJO?
SÃO TOMÁS DE AQUINO EXPÕE:
Contudo, o Pai das misericórdias quis que a Encarnação fosse precedida da aceitação por parte daquela que Ele predestinara para Mãe, para que, “assim como uma mulher contribuiu para a morte, também outra mulher contribuísse para a vida “ (Lumen Gentium, 56).
No momento da Anunciação, através do Anjo Gabriel, Deus expõe a Maria os Seus desígnios. E Maria, livre, consciente e generosamente, aceita a vontade do Senhor a seu respeito, realizando-se assim o mistério da Encarnação do Verbo. Nesse momento, com efeito, a segunda Pessoa da Santíssima Trindade começa a Sua existência humana. O filho de Deus faz-Se Filho do Homem. O Deus Altíssimo torna-Se o “Deus connosco”.
Ao celebrar este mistério, precisamente nove meses antes do Natal, a Solenidade da Anunciação orienta-nos já para o Nascimento de Cristo. No entanto, a Encarnação está intimamente unida à Redenção. Por isso, as Leituras (especialmente a segunda) introduzem-nos já no Mistério da Páscoa.
Essencialmente festa do Senhor, a Anunciação não pode deixar de ser, ao mesmo tempo, uma festa perfeitamente mariana. Na verdade, foi pelo sim de Maria que a Encarnação se realizou, a nova Aliança se estabeleceu e a Redenção do mundo pecador ficou assegurada.
http://evangelhoquotidiano.org
POR QUE UM ANJO?
SÃO TOMÁS DE AQUINO EXPÕE:
1. Porque há um desígnio divino geral, segundo o qual as coisas do Céu devem chegar aos homens por meio dos anjos. Eles foram os primeiros a ser instruídos sobre a Encarnação, e encarregados de instruir tanto São Zacarias, de quem viria o precursor (São João Batista), quanto Nossa Senhora sobre o plano de Deus.
2. Porque, assim como o início da decadência humana se deu por meio de um anjo, quando Eva caiu — pois um anjo decaído, um demônio, falou-lhe e a tentou —, assim também convinha que fosse através de um puro espírito, falando com uma mulher, que se desse o início da restauração humana, anunciando a vinda do Salvador.
3. Porque Maria Santíssima era virgem, e a virgindade é uma virtude angélica — associada aos anjos por fazer da vida terrena uma vida de espírito, celestial.
(Revista Catolicismo, Março/2009)
2. Porque, assim como o início da decadência humana se deu por meio de um anjo, quando Eva caiu — pois um anjo decaído, um demônio, falou-lhe e a tentou —, assim também convinha que fosse através de um puro espírito, falando com uma mulher, que se desse o início da restauração humana, anunciando a vinda do Salvador.
3. Porque Maria Santíssima era virgem, e a virgindade é uma virtude angélica — associada aos anjos por fazer da vida terrena uma vida de espírito, celestial.
(Revista Catolicismo, Março/2009)
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