18 DE DEZEMBRO – OS SANTOS DO DIA
DOIS MÁRTIRES INSEPARÁVEIS
Conforme uma antiga tradição, Rufo e Zózimo fizeram parte do grupo dos discípulos do Senhor. Fundaram comunidades entre os judeus e os gregos. Viveram no séc. II.
Numa carta aos filipenses assim escreveu São Policarpo: “Estou muito satisfeito convosco em NSJCristo por terdes recebido os modelos da verdadeira caridade... através dos bem-aventurados Inácio, Rufo e Zósimo, como também do próprio Paulo e dos outros apóstolos. Estejam certos que todos estes não têm corrido em vão, mas na fé e na justiça... Eles não amaram o século presente, mas Aquele que por nós morreu e para nós foi ressuscitado por Deus”.
Foram companheiros de prisão de Santo Inácio de Antioquia e morreram mártires, como tantos outros cristãos da Igreja nascente.
TRÊS SANTOS CASADOS.
- Santo Everaldo, casou-se muito bem com Gisela. Tiveram sete filhos. Ambos foram canonizados.
- Santa Adelaide, Imperatriz. Ficou viúva duas vezes. O segundo casamento foi com o rei Oto I, primeiro imperador do Sacro Império Germânico. Foi regente do Império várias vezes durante a menoridade de um filho e, mais tarde, de um neto. Cercada de tanta responsabilidade, não perdeu o recolhimento interior.
- Santa Olímpia - Pertencia à mais alta nobreza bizantina e casou-se com o prefeito de Constantinopla. Enviuvando aos 20 anos de idade, resolveu consagrar-se inteiramente a Deus. Utilizou sua imensa riqueza na fundação de um hospital e um orfanato. Muito perseguida, foi para o exílio, onde morreu no ano de 480, em plena juventude.
DOIS MÁRTIRES INSEPARÁVEIS
Conforme uma antiga tradição, Rufo e Zózimo fizeram parte do grupo dos discípulos do Senhor. Fundaram comunidades entre os judeus e os gregos. Viveram no séc. II.
Numa carta aos filipenses assim escreveu São Policarpo: “Estou muito satisfeito convosco em NSJCristo por terdes recebido os modelos da verdadeira caridade... através dos bem-aventurados Inácio, Rufo e Zósimo, como também do próprio Paulo e dos outros apóstolos. Estejam certos que todos estes não têm corrido em vão, mas na fé e na justiça... Eles não amaram o século presente, mas Aquele que por nós morreu e para nós foi ressuscitado por Deus”.
Foram companheiros de prisão de Santo Inácio de Antioquia e morreram mártires, como tantos outros cristãos da Igreja nascente.
TRÊS SANTOS CASADOS.
- Santo Everaldo, casou-se muito bem com Gisela. Tiveram sete filhos. Ambos foram canonizados.
- Santa Adelaide, Imperatriz. Ficou viúva duas vezes. O segundo casamento foi com o rei Oto I, primeiro imperador do Sacro Império Germânico. Foi regente do Império várias vezes durante a menoridade de um filho e, mais tarde, de um neto. Cercada de tanta responsabilidade, não perdeu o recolhimento interior.
Outros santos
– Flávio (séc. VI). Natural da Lombardia. Preso pelos francos, um agricultor o resgatou e o fez casar-se com uma de suas escravas, Apolônia. Mais tarde os liberou para seguirem seu caminho: ela como religiosa, ele como ermitão.
- Winibaldo (700-761) – Peregrinou até Roma com seu irmão Wilibaldo e o pai. Viagem penosa. O pai morreu no caminho. Os dois continuaram se ajudando mutuamente. Ficaram por lá, fazendo apostolado, fundando mosteiros etc.
- Graciano, Bispo. (+ séc. IV) Pregou o Evangelho na Gália e foi o primeiro bispo de Tours. Muitos anos depois, São Martinho de Tours, seu sucessor na mesma diocese, recebeu de Deus a revelação do local exato em que fora sepultado São Graciano, e passou a venerá-lo convenientemente.
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