19 DE NOVEMBRO – ROQUE E COMPANHEIROS MÁRTIRES
O Santo do dia
Pe. Roque nasceu no seio de uma família da alta sociedade do Paraguai. Veio trabalhar entre os índios no Caaró, atual Rio Grande do Sul. Sensibilizado ao ver o sofrimento dos índios oprimidos, resolveu lutar em favor deles.Cuidou da parte religiosa e social. Criou as reduções, que consistiam numa praça central com a igreja, a escola, e outras repartições para orientar sobre o cultivo da terra, o trato dos rebanhos, etc. Era um trabalho pioneiro e comunitário que se estendeu por muitas regiões. Infelizmente encontrou oposição de gente gananciosa e invejosa. O pajé, sentindo abalada sua liderança, açulou um pequeno grupo de revoltosos contra o dedicado missionário. Algo de trágico ia acontecer.
O martírio
Foi a 19 novembro de 1628, na aldeia dos índios Guaicurus, no Caaró. Ia ser inaugurado o sino da igreja da aldeia. O povo se aglomerou ao redor. Pe. Roque Gonzalez e Pe. Afonso Rodrigues estavam felizes. Mas o seu assassinato tinha sido tramado à surdina pelo pajé da aldeia.Um pequeno grupo de revoltosos misturou-se no meio dos fiéis na hora da bênção.Quando Pe. Roque abaixou-se para pegar no sino, um deles desferiu dois golpes de machado de pedra na sua cabeça. Pe. Afonso teve a mesma sorte cruel.Em seguida atearam fogo na igreja, retalharam os corpos dos dois mártires e os atiraram no meio das chamas.No dia seguinte voltaram para ver as ruínas. Do peito do Pe. Roque ouvia-se uma voz: “Meus filhos, ainda que me matem... não me afastarei de vocês. Eu voltarei...” Aterrorizado, o cacique mandou abrir o peito de Roque e arrancar-lhe o coração. Espetou-o numa seta e o atirou novamente no fogo.Pouco tempo depois, Pe. João del Castillo também foi assassinado.
NB.: Roque Gonzalez e Afonso Rodrigues (+15/11/1628) em Caaró. João del Castillo (+17/11/1628) em Pirapó. Os três foram canonizados em 1988, por ocasião da visita do Papa João Paulo II.
O Santo do dia
Pe. Roque nasceu no seio de uma família da alta sociedade do Paraguai. Veio trabalhar entre os índios no Caaró, atual Rio Grande do Sul. Sensibilizado ao ver o sofrimento dos índios oprimidos, resolveu lutar em favor deles.Cuidou da parte religiosa e social. Criou as reduções, que consistiam numa praça central com a igreja, a escola, e outras repartições para orientar sobre o cultivo da terra, o trato dos rebanhos, etc. Era um trabalho pioneiro e comunitário que se estendeu por muitas regiões. Infelizmente encontrou oposição de gente gananciosa e invejosa. O pajé, sentindo abalada sua liderança, açulou um pequeno grupo de revoltosos contra o dedicado missionário. Algo de trágico ia acontecer.O martírio
Foi a 19 novembro de 1628, na aldeia dos índios Guaicurus, no Caaró. Ia ser inaugurado o sino da igreja da aldeia. O povo se aglomerou ao redor. Pe. Roque Gonzalez e Pe. Afonso Rodrigues estavam felizes. Mas o seu assassinato tinha sido tramado à surdina pelo pajé da aldeia.Um pequeno grupo de revoltosos misturou-se no meio dos fiéis na hora da bênção.Quando Pe. Roque abaixou-se para pegar no sino, um deles desferiu dois golpes de machado de pedra na sua cabeça. Pe. Afonso teve a mesma sorte cruel.Em seguida atearam fogo na igreja, retalharam os corpos dos dois mártires e os atiraram no meio das chamas.No dia seguinte voltaram para ver as ruínas. Do peito do Pe. Roque ouvia-se uma voz: “Meus filhos, ainda que me matem... não me afastarei de vocês. Eu voltarei...” Aterrorizado, o cacique mandou abrir o peito de Roque e arrancar-lhe o coração. Espetou-o numa seta e o atirou novamente no fogo.Pouco tempo depois, Pe. João del Castillo também foi assassinado.
NB.: Roque Gonzalez e Afonso Rodrigues (+15/11/1628) em Caaró. João del Castillo (+17/11/1628) em Pirapó. Os três foram canonizados em 1988, por ocasião da visita do Papa João Paulo II.
DIA 19 – SANTA MATILDE
Santa Matilde (1241-1299) nasceu em Eisleben, na Saxônia. Foi monja cisterciense e grande mística do seu século. Já com 7 anos trocou as delícias do castelo de seus pais com a austeridade do mosteiro. Quando atingiu a juventude, recebeu o véu das mãos de sua própria irmã de sangue, a futura Santa Gertrudes.Dela foi dito: “Crescendo dia por dia na perfeição, chegou ao cume de todas as virtudes. Era extraordinariamente amável e meiga, humilde e paciente, amante da verdadeira pobreza, profundamente recolhida e piedosa, compassiva com os oprimidos e abandonados”.Vivendo em constante contemplação, Deus lhe foi revelando muitos mistérios do seu amor. Por outro lado não faltaram provações pesadas. Uma enfermidade que durou oito anos purificou sua alma e a preparou para uma santa morte.Sua história e suas revelações estão contidas em diversas obras. As próprias co-irmãs anotaram, mesmo sem ela saber, sua vida e suas experiências místicas, enfeixando-as no assim chamado “Livro das graças e revelações”. Depois ela conferiu e aprovou a santa ousadia de suas co-irmãs. - É representada segurando um coração ardendo no fogo.Outros santos: Alfeu; Dionísio de Alexandria; Gregório de Tours; Gregório Taumaturgo; Hugo de Lincoln.

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