3937. Evangelho de terça-feira (15-01-2013) - Hb 2, 5-12; Sl 8; Mc 1, 21b-28 - Estando com seus discípulos em Cafarnaum, Jesus, num dia de sábado, entrou na sinagoga e começou a ensinar. Todos ficavam admirados com o seu ensinamento, pois ensinava como quem tem autoridade, não como os mestres da Lei. Estava então na sinagoga um homem possuído por um espírito mau. Ele gritou: “Que queres de nós, Jesus Nazareno? Vieste para nos destruir? Eu sei quem tu és: tu és o Santo de Deus”.
Jesus o intimou: “Cala-te e sai dele!” Então o espírito mau sacudiu o homem com violência, deu um grande grito e saiu.
E todos ficaram muito espantados e perguntavam uns aos outros: “Que é isso? Um ensinamento novo dado com autoridade: Ele manda até nos espíritos maus, e eles obedecem!” E a fama de Jesus logo se espalhou por toda parte, em toda a região da Galileia.
Jesus o intimou: “Cala-te e sai dele!” Então o espírito mau sacudiu o homem com violência, deu um grande grito e saiu.
E todos ficaram muito espantados e perguntavam uns aos outros: “Que é isso? Um ensinamento novo dado com autoridade: Ele manda até nos espíritos maus, e eles obedecem!” E a fama de Jesus logo se espalhou por toda parte, em toda a região da Galileia.
Recadinho: - Procuro renovar minha vida espiritual ou estou próximo daqueles que se acomodam e se contentam apenas com as coisas deste mundo? - Jesus veio nos convidar ao amor. Em que consiste minha vivência do amor? - Uso de bondade e misericórdia? Sou compreensivo? - Sou sincero para comigo mesmo quando reflito sobre as coisas de Deus? - Mas afinal, Ele faz realmente parte de minha vida? Ele é o ar que respiro?
3938. Migrante e seus sonhos - “É verdade que a viagem migratória muitas vezes inicia com o medo, sobretudo quando perseguições e violências obrigam a fugir, com o trauma de abandonar os familiares e os bens que, em certa medida, asseguravam a sobrevivência; e, todavia, o sofrimento, as enormes perdas e às vezes um sentido de alienação diante do futuro incerto não destroem o sonho de reconstruir, com esperança e coragem, a vida num país estrangeiro”. (Da Mensagem do Papa Bento XVI para o Dia Mundial do Migrante e do Refugiado, 13 de janeiro de 2013).
3939. Migrante e sua partilha - “A par das dificuldades, os migrantes e refugiados podem experimentar também relações novas e hospitaleiras que os encorajem a contribuir para o bem-estar dos países de chegada com suas competências profissionais, o seu patrimônio sociocultural e também com o seu testemunho de fé, que muitas vezes dá impulso às comunidades de antiga tradição cristã, encoraja a encontrar Cristo e convida a conhecer a Igreja”. (Da Mensagem do Papa Bento XVI para o Dia Mundial do Migrante e do Refugiado, 13 de janeiro de 2013).
3940. Migrante e seu direito de emigrar e não emigrar - “É verdade que cada Estado tem o direito de regular os fluxos migratórios e implementar políticas ditadas pelas exigências gerais do bem comum, mas assegurando sempre o respeito pela dignidade de cada pessoa. O direito que a pessoa tem de emigrar, como recorda o número 65 da Constituição conciliar “Gaudium et spes” (=As alegrias e as esperanças), conta-se entre os direitos humanos fundamentais, com faculdade de cada um se estabelecer onde crê mais oportuno para uma melhor realização das suas capacidades e aspirações e dos seus
projetos. No contexto sociopolítico atual, porém, ainda antes do direito a emigrar há que reafirmar o direito a não emigrar, isto é, a ter condições para permanecer na própria terra, podendo repetir, com o Beato João Paulo II, que “o direito primeiro do homem é viver na própria pátria. Este direito, entretanto, só se torna efetivo se se têm sob controle os fatores que impelem à emigração”. (Da Mensagem do Papa Bento XVI para o Dia Mundial do Migrante e do Refugiado, 13 de janeiro de 2013, citando seu discurso ao IV Congresso Mundial das Migrações de 9 de Outubro de 1998).
3941. Migrante: a vida é como uma viagem! - “A vida é como uma viagem no mar da história, com frequência enevoada e tempestuosa, uma viagem na qual perscrutamos os astros que nos indicam a rota. As verdadeiras estrelas da nossa vida são as pessoas que souberam viver com retidão. Elas são luzes de esperança. Certamente, Jesus Cristo é a luz por antonomásia, o sol erguido sobre todas as trevas da história. Mas, para chegar até Ele, precisamos também de luzes vizinhas, de pessoas que dão luz recebida da luz dele e oferecem, assim, orientação para a nossa travessia”. (Da Mensagem do Papa Bento XVI para o Dia Mundial do Migrante e do Refugiado, 13 de janeiro de 2013, citando sua Encíclica Spe Salvi (= Salvos na Esperança).
Pe. Geraldo Rodrigues, CSsR

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