CONSAGRAÇÃO À NOSSA SENHORA APARECIDA NA VOZ DO PADRE VITOR COELHO CSsR

Ó MARIA SANTÍSSIMA, PELOS MÉRITOS DO SENHOR JESUS CRISTO QUE EM VOSSA IMAGEM MILAGROSA DE APARECIDA ESPALHAIS INÚMEROS BENEFÍCIOS SOBRE O BRASIL, EU, EMBORA INDIGNO DE PERTENCER AO NÚMERO DOS VOSSOS SERVOS, MAS DESEJANDO PARTICIPAR DOS BENEFÍCIOS DA VOSSA MISERICÓRDIA, PROSTRADO A VOSSOS PÉS, CONSAGRO-VOS O ENTENDIMENTO, PARA QUE SEMPRE PENSE NO AMOR QUE MERECEIS. CONSAGRO-VOS A LÍNGUA, PARA QUE SEMPRE VOS LOUVE E PROPAGUE A VOSSA DEVOÇÃO.CONSAGRO-VOS O CORAÇÃO, PARA QUE, DEPOIS DE DEUS, VOS AME SOBRE TODAS AS COUSAS.RECEBEI-NOS, Ó RAINHA INCOMPARÁVEL, QUE NOSSO CRISTO CRUCIFICADO DEU-NOS POR MÃE, NO DITOSO NÚMERO DOS VOSSOS SERVOS. ACOLHEI-NOS DEBAIXO DA VOSSA PROTEÇÃO. SOCORREI-NOS EM NOSSAS NECESSIDADES ESPIRITUAIS E TEMPORAIS E, SOBRETUDO, NA HORA DA NOSSA MORTE. ABENÇOAI-NOS Ó MÃE CELESTIAL, E COM VOSSA PODEROSA INTERCESSÃO FORTALECEI-NOS EM NOSSA FRAQUEZA, A FIM DE QUE, SERVINDO-VOS FIELMENTE NESTA VIDA, POSSAMOS LOUVAR-VOS, AMAR-VOS E RENDER-VOS GRAÇAS NO CÉU, POR TODA A ETERNIDADE. ASSIM SEJA! ...PELA INTERCESSÃO DE NOSSA SENHORA APARECIDA, RAINHA E PADROEIRA DO BRASIL, A BÊNÇÃO DE DEUS ONIPOTENTE, PAI, FILHO E ESPÍRITO SANTO, DESÇA SOBRE VÓS E PERMANEÇA SEMPRE.AMÉM!

ATUALIZAÇÃO



Em breve atualizaremos essa página.
Por enquanto, para acompanhar as atividades da UNESER, acesse nosso site: www.uneser.com.br

Agradecidos
PRÓXIMOS EVENTOS (Todos estão convidados)


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Dias 23, 24 e 25 de julho de 2021

II ERESER SACRAMENTO
Dias 28 e29de agosto de 2021






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Mostrando postagens com marcador Nossa Senhora. Mostrar todas as postagens
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27 de junho de 2015

ÍCONE DO AMOR


A FAMÍLIA REDENTORISTA UNIDA À MARIA

NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO

ROGAI POR NÓS!

12 de outubro de 2014

Solenidade de Nossa Senhora Aparecida - 12/outubro

 
 
 
O texto do Evangelho de hoje narra um fato histórico. Houve de fato um casamento em Caná, na Galileia. Jesus, sua mãe Maria e os discípulos, estavam presentes. Faltou vinho. Jesus, então, realiza seu primeiro milagre. Por meio do fato, Jesus transmite um grande ensinamento.

7 de outubro de 2014

Nossa Senhora do Rosário – 07 outubro

 
Ave, cheia de graça!
"O Rosário é o meio que Nossa Senhora nos dá para contemplar a Jesus e, meditando sua vida, amá-lo e seguí-lo sempre fielmente". (Bento XVI

28 de junho de 2014

Celebração do Imaculado Coração de Maria


A devoção ao Coração de Maria foi incentivada por S. João Eudes, no século XVII.
O Papa Pio VII a promoveu em 1805.
Hoje celebra-se um dia após o dia dedicado ao Sagrado Coração de Jesus.
As aparições de Nossa Senhora em Fátima, Portugal, em 1917, ajudaram muito a espalhar a devoção.
Em 1942 o Papa Pio XII consagrou o mundo ao Coração Imaculado de Maria.
Ao celebrar o Imaculado Coração de Maria, exaltamos a bondade de nossa Mãe, o seu carinho e solicitude constante e sua ajuda oportuna.
Ela é para nós o caminho mais fácil e mais seguro que nos leva a Deus.

Pe. Geraldo Rodrigues, CSsR

27 de junho de 2014

Solenidade de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro


31 de maio de 2014

Visitação de Nossa Senhora - 31 de maio



Na solenidade da Visitação de Nossa Senhora à sua prima Isabel, temos uma grande oportunidade que a Igreja nos dá de refletir sobre o canto do “Magnificat”. Temos tantos motivos para dar glória a Deus! E mesmo que nossa vida seja de cruzes e dores! 
Maior generosidade oferecendo tudo a Deus aqui, maior será a recompensa que nos está reservada no céu! 
Só nos resta, com Maria, fazer um ato de fé no amor misericordioso de Deus. Saber servir, sendo verdadeiros mensageiros do Evangelho!

Pe. Geraldo Rodrigues

1 de maio de 2014

MARIA DE TANTOS NOMES




Na casa de Isabel, Maria disse: “Todas as gerações dirão que sou feliz” (Lc 1,48). Esse é o primeiro nome da mãe de Jesus: Feliz. Acho até que é seu preferido.
Com o tempo, foram tantas as demonstrações de seu amor e do poder de sua intercessão, que os cristãos multiplicaram seus nomes e seus títulos. Muitos nomes e tantos títulos porque era o único jeito de quase dizer tudo que queriam dizer, e lembrar tantas experiências de seu poder materno.
Temos um colar sem fim de invocações: Nossa Senhora da Guia, da Ternura, da Paixão, Auxiliadora, Perpétuo Socorro, Aparecida, do Rosário dos Escravos, dos Navegantes, Estrela do Mar, do Bom Parto, do Carmo, das Mercês... e mais e mais. Continuo, porém, pensando que ela gosta muito mesmo é de ser chamada Mãe dos pecadores, Mãe Feliz.

8 de dezembro de 2013

Consagração da Virgem Maria a Deus



A piedade popular sempre quis Maria muito perto de Deus. Por isso a faz ser apresentada no Templo aos três anos de idade e lá permanecer até os 12, aos cuidados das virgens que teciam e recamavam o grande véu do Templo, que separava a nave da sala chamada “Santo dos Santos”, onde se guardava a Arca da Aliança. Esse véu era grande, grosso, todo bordado de ouro e tão pesado que se precisavam 300 sacerdotes para transportá-lo, quando necessário.

Os escritos que falam da consagração de Maria no Templo datam do segundo século, ou seja, são tão antigos quanto os Evangelhos, que silenciam por inteiro sobre os pais e parentela, sobre o nascimento, a infância e a adolescência de Maria.

Que seus pais se chamassem Joaquim e Ana, o sabemos também desses escritos, chamados Apócrifos, precisamente de um livro intitulado “Protoevangelho de Tiago”. Os escritos antigos (não os Evangelhos) divergem, quando falam do lugar de nascimento de Maria. Uns a fazem nascer em Belém, para ligá-la com mais certeza à descendência de Davi, cuja família e parentela eram de Belém, onde nascera o próprio rei Davi. Outros sugerem Nazaré, como seu lugar de nascimento, já que a Anunciação aconteceu em Nazaré (Lc 1,26) e lá Maria tinha casa própria, quando recebeu a mensagem do Arcanjo Gabriel. No entanto, os escritos mais antigos, como o Protoevangelho de Tiago, a dão por nascida em Jerusalém, no lado norte da cidade, perto da piscina Probática. Encontramos essas informações também nos diários dos peregrinos cristãos do segundo século.

Essas lendas, nascidas da piedade popular, são verossímeis, isto é, podem ser históricas, porque, de fato, no Templo, trabalhavam as “virgens tecelãs” ou “virgens bordadeiras”, sob a responsabilidade dos levitas. As moças eram devolvidas à família aos 12 anos, quando, pela Lei, tornavam-se maiores de idade e podiam casar-se.

Além do mais, nenhum outro lugar seria mais indicado a Maria, predestinada a ser a mãe de Jesus, do que o Templo, coração do povo, lugar reconhecido por todos como o escolhido pelo próprio Deus para se fazer presente na comunidade e dela receber o louvor e a glória. E tudo toma grande sentido, se nos lembrarmos que Jesus seria o novo templo de Deus na terra, o novo coração do povo (Ap 21,22). Ornamentando ou tecendo o grande véu, que escondia dos olhos comuns a Arca da Aliança, Maria se preparava para ser a nova Arca, abrigando em seu útero bendito o Filho de Deus. A ladainha lauretana, que cantamos em nossas igrejas, a chama de “Arca da Aliança”.

É bonito imaginar Maria-menina, tecendo o sagrado véu do Templo, quando sabemos que ela teceu as roupas de Jesus, sobretudo aquela túnica inteiriça, sem costura, que Jesus vestia ao ser crucificado e que foi sorteada entre os soldados-algozes no Calvário (Jo 19,23).

É até comovente imaginar Maria no Templo, trabalhando desde a mais tenra infância, com as coisas sagradas, ela que daria carne e sangue à mais sagrada das criaturas, ao “primeiro de todas as criaturas”, como chama São Paulo a Jesus, àquele que é a imagem visível do Deus invisível (Cl 1,15).

Mais tarde, Jesus vai impor aos discípulos o abandono da casa dos pais, da família e de todos os bens temporais como condição ideal de seguimento perfeito (Mt 10,37-38; Mt 19,29). Maria antecedeu-se a todos, porque deixou a casa, os pais, tudo. Há uma lógica muito grande na piedade popular, que a consagra a Deus, como a mais perfeita discípula, desde os primeiros anos de vida.

Como costuma acontecer, a lógica e a devoção popular transformam-se em piedade e liturgia. Desde os primeiros séculos, celebrou-se a consagração de Maria no Templo, embora, repito, nada digam a respeito os Evangelhos. Muito cedo, celebrou-se na Igreja do Oriente a festa da “Entrada da Santíssima Mãe de Deus no Templo” e a esse título dedicou-se no ano 543 uma Basílica em Jerusalém. No Ocidente, ou seja, na Igreja romana, a festa tomou o nome de “Apresentação da Bem-aventurada Virgem Maria”. O Papa Xisto V, em 1585, introduziu a festa no calendário universal, no dia 21 de novembro, data em que a festa sempre fora celebrada.

Evidentemente, Maria teve de ser instruída e educada. Teve de aprender a ler e compreender os salmos, os profetas, os livros sapienciais e o das Leis. Tudo isso ela deveria transmitir a seu filho, depois. Não temos nenhum escrito que fale de uma consagração explícita de Maria nem ao serviço do Templo nem a Deus diretamente. Mas sabemos que ela era toda de Deus, porque o Anjo Gabriel a chamou de “cheia de graça” (Lc 1,28), ou seja, totalmente possuída por Deus. O Anjo reforçou a afirmação, dizendo logo em seguida: “O Senhor está contigo”. Se não bastasse, temos uma explícita consagração na resposta de Maria: “Sou a serva do Senhor. Aconteça comigo segundo a tua palavra” (Lc 1,38).

Quando uma criatura humana se consagra a Deus não faz outra coisa senão declarar-se serva do Senhor à inteira disposição de seu serviço, de sua vontade em todas as circunstâncias da vida, nada retendo para si nem de bens materiais nem de bens espirituais. Observemos, no entanto, uma certeza: quando um homem ou uma mulher se consagram assim a Deus, a iniciativa não parte de sua vontade humana. Mas parte de Deus, que os inspira e os chama individualmente, deixando-lhes a liberdade de aceitar ou não o convite. A consagração, portanto, antes de ser um gesto humano, é um gesto divino que, porém, não se impõe, mas convida.

O momento da Anunciação é um belíssimo modelo de consagração. O Arcanjo representa a iniciativa de Deus, convidando Maria para um projeto novo, um projeto divino. Maria, mesmo sem entender os caminhos por onde andaria dentro desse projeto, aceitou o convite, confiando na graça de Deus. O seu “sim” foi sua consagração, aceita de imediato por Deus que, no mesmo instante pôs em andamento seu projeto. Deus nada impõe. Ele espera que a criatura use de sua liberdade. Deus havia escolhido Maria. E como a escolhera para ser a mãe de seu Filho, a ornara com todas as graças, particularmente com o privilégio de sua concepção imaculada, isto é, isenta do pecado original, que todos herdamos de Adão e Eva. No entanto, não a forçou. Quis uma resposta livre e responsável. E Maria a deu, entregando-se inteira e em tudo à sua vontade, ao seu plano. Sua consagração a Deus, seu sim não valeu apenas para o momento da encarnação em Nazaré (Lc 1,38), valeu para a noite de Belém (Lc 2,6), valeu para o “estava de pé” junto à cruz, no Calvário (Jo 19,25), valeu no dia de Pentecostes (At 1,14).

Maria é o modelo perfeito de uma vida consagrada. Sua resposta incondicionada ao chamado de Deus, sua absoluta fidelidade em todas as circunstâncias boas, adversas e terríveis, sua quase identificação com os passos de Cristo, fazem dela uma pessoa consagrada por excelência.

Destaco duas características da consagração. Uma delas é a disponibilidade. Deus pode fazer da pessoa consagrada o que quiser e a pessoa, embora sempre procurando compreender as exigências divinas (porque a disponibilidade não dispensa o uso da inteligência, da vontade e dos sentimentos) não deve recuar, mesmo quando a vontade misteriosa de Deus a leve ao Getsêmani ou ao Calvário. Servir a Deus nas horas boas, iluminadas de sol, não é difícil. É verdade que também nessas horas devemos servi-lo. O encontro entre Maria e Isabel, o canto do Magnificat são exemplos de momentos estupendos, fáceis, exultantes, que chamo de “horas boas”. Mas não só nos momentos de primavera devemos ser fiéis à consagração. Mas também quando se faz noite, quando as decepções nos invadem que nem água suja de enchente incontrolada. A condenação, a paixão e a morte de Jesus foram para Maria desses momentos cruciais. Ela confiou contra toda esperança. Não lhe faltou a espada a atravessar-lhe o coração (Lc 2,35). Com o mesmo sim ao Arcanjo ela respondeu ao Filho torturado. O “amém” (faça-se) de Maria amalgamou-se de tal forma ao “amém” de Deus que ninguém e nada os pôde separar (cf. Rm 8,35).

Outra característica é a gratuidade. Só pode compreender o que é a vida consagrada quem consegue alcançar a grandeza do significado da gratuidade. Desprendimento e gratuidade são as duas exigências mais difíceis do Evangelho. A gratuidade não é hábito normal da vida diária. Muito menos em nosso tempo pervadido de consumismo, o que significa viver no jogo do comprar e vender e lucrar. A gratuidade corre por outros trilhos, que a maioria das criaturas morre sem conhecer. A pessoa consagrada nada pede em troca do serviço feito e muito menos exige. Nem pagamento. Nem aplausos. Nem recompensas. Nem gratidão. Maria viveu e serviu gratuitamente e na obscuridade da vida social. Ninguém sabe ao certo onde e quando nasceu. Ninguém anotou onde e quando morreu. No entanto, todos sabemos que ela passou, como Jesus, fazendo o bem (cf. At 10,38) e continua ainda hoje sendo a mãe solícita da comunidade cristã e modelo perfeito de consagração a Deus. T

3 de junho de 2013

Curiosidades sobre Maria, a mãe de Jesus!



VOCÊ SABIA QUE ...
... a veneração a Maria é chamado de Marianismo? Ela era filha de Ana e Joaquim e, acredita-se, tenha nascido no ano 15 a.C. 
 ... os devotos não costumam lembrar apenas as suas dores, mas também as suas alegrias? As alegrias de Maria são lembradas em imagens com anjos a seus pés. 
 ... alguns dos dogmas de fé de Maria são: Imaculada Conceição, Virgem Perpétua, Maternidade Divina e Assunção aos Céus? Esses dogmas são reconhecidos pelas Igrejas católica romana, ortodoxa e anglicana. 
... Maria teria aparecido diversas vezes no decorrer da história? As mais conhecidas aparições marianas ocorreram em Lourdes (França), Medjugorge (Bósnia) e Fátima (Portugal). 
 ... de todas as aparições, a mais conhecida é a de Fátima, em Portugal? A Virgem teria aparecido, feito revelações e operado milagres diante de três crianças portuguesas: Jacinta, Francisco e Lúcia. As revelações ficaram conhecidas como “Os segredos de Fátima”. 
 ... Maria é venerada no islamismo não apenas como mãe de Jesus (considerado profeta no Islã), mas por suas virtudes – piedade, humildade, misericórdia… 
 ... os turcos acreditam que a última casa de Maria ficava em seu país – mais precisamente na localidade de Selçuk. O local é um dos mais procurados pontos de atração turística da Turquia. 
 
Fonte: Paróquia da Ressurreição do Senhor - Ondina - Salvador

13 de maio de 2013

Nossa Senhora de Fátima

[aparecidadasaguas] Um PPS extra... para melhor vivenciar, dia 13/maio, N. Sra. de Fátima!‏


Confira em PPS, Nossa Senhora, o PPS dela. E se quiser ajudar outros na reflexão, deixe sua mensagem:
PPS especial em PPS, Nossa Senhora de Fátima:
http://www.aparecidadasaguas.com/?c=31&Nossa Senhora

NÃO TEM TEMPO para refletir com o PPS todo?
Não se preocupe. Rezemos juntos, então, a prece que segue:

Confiando-Vos, ó Mãe, o mundo,
todos os homens e todos os povos,
nós vos confiamos também
a própria consagração do mundo,
depositando-a no Vosso Coração materno.

Coração Imaculado, ajudai-nos
a vencer a ameaça do mal
que tão facilmente se enraíza nos corações e que,
nos seus efeitos incomensuráveis,
pesa sobre nossa época
e parece fechar os caminhos do futuro!

Da fome e da guerra livrai-nos!
Da guerra nuclear, de uma autodestruição incalculável
e de toda a espécie de guerra, livrai-nos!

Dos pecados contra a vida
desde os seus primeiros instantes, livrai-nos!
Do ódio e do aviltamento da dignidade
dos filhos de Deus, livrai-nos!
De todo o gênero de injustiças na vida social,
nacional e internacional, livrai-nos!

Da facilidade em calcar aos pés
os mandamentos de Deus, livrai-nos!
Da tentativa de ofuscar nos corações humanos
a própria verdade de Deus, livrai-nos!
Da perda da consciência do bem e do mal, livrai-nos!
Dos pecados contra o Espírito Santo,
livrai-nos, livrai-nos!

Acolhei, ó Mãe de Cristo, nosso clamor
carregado de sofrimento de todos!
carregado do sofrimento de sociedades inteiras!

Ajudai-nos com a força do Espírito Santo
a vencer todos os pecados:
o pecado em todas as suas manifestações.

Que se revele, uma vez mais, na história do mundo
a infinita potência salvífica da Redenção:
a força infinita do Amor Misericordioso de Cristo!
Que ele detenha o mal!
Que ele transforme as consciências!
Que se manifeste para todos,
no Vosso Coração Imaculado,
a luz da Esperança!
João Paulo II (texto adaptado)
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Abraços a todos. 

Pe. Geraldo Rodrigues, CSsR
======== 

Quem colabora com a evangelização
tem a mesma recompensa de quem evangeliza!
Participe. Sua presença é alegria!
Seu papel insubstituível! 

12 de dezembro de 2012

Nossa Senhora de Guadalupe


Fé cristã e Guadalupe 

Doze de dezembro lembra a mais antiga devoção a Maria surgida nos países da América. É o dia de Nossa Senhora de Guadalupe...
10/12/2012
D. Demétrio Valentini
 Doze de dezembro lembra a mais antiga devoção a Maria surgida nos países da América. É o dia de Nossa Senhora de Guadalupe, reconhecida como Padroeira da América Latina e recentemente proclamada Padroeira de todo o continente americano. 
 Ainda nos primórdios do vasto fenômeno histórico que foi a chegada dos europeus em nosso continente, no final do século 15 e início do século 16, com toda a complexidade de impactos que ele causou sobretudo para as populações nativas que sofreram as consequências dos equívocos da colonização, a fé cristã marcou presença de maneira surpreendente.  
O episódio mais típico foi justamente a devoção a Maria surgida em torno do contexto representado pela figura de Juan Diego, um menino índio, e da manifestação da Virgem em feições também indígenas, que passou a ser identificada como Nossa Senhora de Guadalupe. 
Impressiona constatar a coerência evangélica de todo o relato envolvendo os povos indígenas e sua situação diante da nova realidade causada pela presença dos europeus.  
A devoção a Nossa Senhora, identificada com as feições indígenas, tendo como contraponto a figura do indígena Juan Diego, expressou de maneira contundente a recepção a da fé cristã pelos povos da América, abrindo caminho para a nova expressão eclesial que hoje identificamos como a “Igreja da América Latina”.  
Desta maneira, a devoção a Nossa Senhora de Guadalupe se tornou paradigma de tantas outras invocações de Maria, típicas de cada país deste continente. Assim, a figura de Maria acabou significando para os povos da América, a encarnação histórica do Evangelho de Cristo em nosso continente.  
Em torno de Maria, a identidade eclesial dos nossos povos pode se reencontrar e se firmar, atravessando estes tempos de intensa provação da identidade católica em nosso continente.  
Nossa Senhora de Guadalupe proteja a Igreja da América Latina e de todo o continente americano.

Santuário de Nossa Senhora de Guadalupe - México

16 de junho de 2012

IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA




A devoção ao Coração Imaculado de Maria é tão antiga como a devoção ao Sagrado Coração de Jesus. Ela surgiu com os membros de várias confrarias do Rosário que tinham o costume de dedicar quinze sábados seguidos à Rainha do Santíssimo Rosário. Isto mostra quão unido está o Coração Imaculado de MARIA ao Sagrado Coração de JESUS Seu Filho e Nosso Senhor.
Assim os dois Corações são inseparáveis pois onde está Um está também o Outro tornando-se assim a Mãe Co-redentora da Humanidade. Quem não honra a Mãe, despreza Seu Filho JESUS.

31 de maio de 2012

Católicos recordam proclamação de Nossa Senhora Aparecida como Padroeira do Brasil

Cerimonia do manto fev

Há exatos 81 anos, o Brasil aclamava a Nossa Senhora Aparecida como sua Padroeira

Redação Portal A12

No dia 31 de maio de 1931, o povo brasileiro se reuniu na Praça da Esplanada do Castelo, no Rio de Janeiro, então Capital Federal, para consagrar todo Brasil a Virgem Aparecida.
Logo após a realização do Congresso Mariano de 1929, por empenho do então arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Sebastião Leme, e do reitor do Santuário na época, padre Antão Jorge Hechenblaickner, os bispos presentes no Congresso pediram e obtiveram do Papa Pio XI, a graça de Nossa Senhora Aparecida ser declarada Padroeira do Brasil. O decreto foi assinado pelo Papa no dia 16 de julho de 1930, mas a proclamação oficial se deu no ano seguinte.
Dom Leme conseguiu de Dom Duarte e do Cabido Metropolitano da Sé de São Paulo a licença, que a principio lhe foi negada, para levar à capital da República a Imagem de Nossa Senhora Aparecida.
O Missionário Redentorista, padre Júlio Brustoloni descreve em seu livro ‘História de Nossa Senhora Aparecida: A Imagem, o Santuário e as Romarias’ que naquele ano, a Imagem foi conduzida, saindo de Aparecida no dia 30 de maio para o Rio de Janeiro.
“A Imagem deixou seu nicho e foi conduzida pelo povo de Aparecida até a Estação local. Preces, lágrimas e emoção acompanhavam essa peregrinação histórica”, descreve Brustoloni no livro.
A publicação da Editora Santuário, ‘Almanaque Nossa Senhora Aparecida’ do ano de 1932, descreve centenas de manifestações de devoção e amor a Nossa Senhora Aparecida por onde passou a Imagem até chegar a então Capital Federal.
“Grande surpresa espera-nos em Floriano. São duas horas da madrugada: a estação lindamente enfeitada e grande massa do povo. O Vigário de Quatis andou com seus paroquianos seis quilômetros a pé para assistir a passagem de Nossa Senhora. O entusiasmo é indescritível”, descreve a publicação.
Já o livro do padre Júlio Brustoloni ainda relata que cerca de um milhão de pessoas foram prestar suas homenagens à Padroeira naquele dia 31. De manhã, o ponto alto foi a Missa Campal celebrada diante da Igreja de São Francisco de Paula, onde a multidão cantou e rezou participando da Eucaristia.
Mais tarde, uma procissão conduziu a Imagem para a Praça da Esplanada do Castelo. Junto do altar da Padroeira, encontravam-se o então presidente da república, Getúlio Vargas, Ministros de Estado, autoridades civis, militares e eclesiásticas. O Núncio Apostólico, Dom Aloísio Masella também esperava pela Virgem de Aparecida junto ao povo.
Notícias de jornais da época relatam que a imensa multidão repetiu com entusiasmo as palavras da consagração da nação e do povo a Nossa Senhora, proferidas por Dom Leme.
Era o Brasil que se consagrava à sua Senhora e Mãe:
“Senhora Aparecida, o Brasil é vosso!
Rainha do Brasil, abençoai a nossa gente.
Paz ao nosso povo! Salvação para a nossa Pátria!
Senhora Aparecida, o Brasil vos ama,
O Brasil, em vós confia!
Senhora Aparecida, o Brasil vos aclama,
Salve Rainha!”
Após os atos de consagração e prece, Dom Duarte levou a Imagem para o carro-capela, estacionado na Estação Dom Pedro II com destino à Aparecida.
Na época, o Superior Vice-Provincial, padre José Francisco Wand escreveu no livro de ponto da paróquia que é absolutamente certo que o dia 31 de maio de 1931 seria sempre um dos mais memoráveis na história eclesiástica da Terra de Santa Cruz.
“Este dia significa para Aparecida o desenvolvimento grandioso das romarias”, afirmava a mensagem.
Ainda nos dias de hoje, o Santuário Nacional de Aparecida, local onde se encontra a Imagem da Padroeira do Brasil, aos cuidados dos Missionários Redentoristas acolhe centenas de romarias vindas de todas as partes do país.
Em 2011, o maior Santuário Mariano do mundo recebeu quase 11 milhões de peregrinos.


 


24 de setembro de 2011

NOSSA SENHORA DAS MERCÊS

Nossa Senhora das Mercês

Em 621, os visigodos tornaram-se senhores de toda a Espanha.

Em 711, vieram os árabes que os repeliram para as montanhas das Astúrias e conquistaram quase toda a Península. Foram precisos seis séculos para os expulsar.

Durante este período foram levados para África grande número de cristãos. Os que abraçavam o islamismo eram tratados como homens livres; os outros eram vendidos como escravos. Para os libertar era necessário pagar o resgate. Como nem todas as famílias tinham posses para libertar seus familiares, S. Pedro Nolasco fundou, em 1218, a Ordem das Mercês ou da Redenção dos Cativos. A própria Virgem, numa aparição, incitou a isso. Pedro contou a sua visão a S. Raimundo de Penhaforte e ao rei Jaime I, de Aragão. Os três conseguiram pôr em prática o projecto. Graças ao seu heroísmo e à generosidade dos cristãos, a obra foi fecunda em resultados e só terminou com o desaparecimento da pirataria.
Dizia o Breviário Romano que "foi com o fim de agradecer a Deus e à Santíssima Virgem os benefício de tal Instituição que se estabeleceu a festa de Nossa Senhora das Mercês".
O nome feminino, Mercedes, vem deste título especial da Virgem Maria.
http://www.evangelhoquotidiano.org

19 de setembro de 2011

19 DE SETEMBRO – N. SRA. DA SALETE

Em Marcelino Ramos (RS), há um famoso Santuário dedicado a N. Sra. da Salete. Onde começou esta devoção? Numa montanha da França. Os pastorinhos Maximino e Melânia estavam tomando conta do pequeno rebanho de vacas e ovelhas. Enquanto os animais foram beber água, eles aproveitaram para tomar a merenda e dormir um pouco. Ao acordar olharam ao redor e não viram o gado. Teria fugido?
Foram atrás apressados. No caminho encontraram uma senhora assentada sobre as pedras, com os cotovelos apoiados sobre os joelhos e o rosto oculto entre as mãos como quem está chorando. Pediu que se aproximassem. Então ela se desabafou:
- Se meu povo não se converter, vejo-me obrigada a deixar cair o braço do meu Filho...
Deu várias recomendações sobre a oração, freqüência à missa, e pediu que as transmitissem ao povo. Hoje a devoção a N. Sra. da Salete está espalhada pelo mundo inteiro. A nota característica dos Santuários dedicados a ela são os inúmeros milagres de conversão que acontecem.
PADRE CLÓVIS DE JESUS BOVO CSsR
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15 de setembro de 2011

Nossa Senhora das Dores


 altHoje celebramos A Mãe das Dores.  Nossa Senhora possui vários títulos que falam do quanto sofreu: Mãe Dolorosa, Nossa Senhora da Piedade, Mãe da Soledade, Nossa Senhora do Desterro, Nossa Senhora das Dores, etc. Maria sofreu a vida inteira por causa de seu Filho. Houve, entretanto, momentos cruciantes em que mais sofreu.
A piedade cristã costuma enumerar sete cenas em que a dor atingiu o auge.
 São as Sete Dores de Maria: A profecia de Simeão no Templo de Jerusalém (Lc 2,33ss). - A fuga para o Egito (Mt 2,13ss). - A perda do Menino Jesus (Lc 2,41ss). - O encontro com Jesus no caminho para o Calvário. - A crucifixão e morte de Jesus (Jo 19,17ss). - Jesus morto em seus braços (Mc 15,42ss). - O sepultamento de Jesus (Lc 23,50ss).
 Se o sofrimento se mede pelo grau de amor que se tem a uma pessoa, quão imensa terá sido a dor de Maria. Pois ninguém jamais amou Jesus, mais do que ela. - Esta dor, porém, era suavizada quando ela se lembrava de nós, pelos quais seu Filho sofreu.
PADRE CLÓVIS DE JESUS BOVO CSsR
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Nossa Senhora das Dores


DEVOÇÃO A NOSSA SENHORA DAS DORES


Foi o Papa Pio X que fixou a data definitiva de 15 de Setembro, conservada no novo calendário litúrgico, que mudou o título da festa, reduzida a simples memória: não mais Sete Dores de Maria, mas menos especificadamente e mais oportunamente: Virgem Maria Dolorosa. Com este título nós honramos a dor de Maria aceita na redenção mediante a cruz. É junto à Cruz que a Mãe de Jesus crucificado torna-se a Mãe do corpo místico nascido da Cruz, isto é, nós somos nascidos, enquanto cristãos, do mútuo amor sacrifical e sofredor de Jesus e Maria. Eis porque hoje se oferece à nossa devota e afetuosa meditação a dor de Maria. Mãe de Deus e nossa.
A devoção, que precede a celebração litúrgica, fixou simbolicamente as sete dores da Co-redentora, correspondentes a outros tantos episódios narrados pelo Evangelho: a profecia do velho Simeão, a fuga para o Egito, a perda de Jesus aos doze anos durante a peregrinação à Cidade Santa, o caminho de Jesus para o Gólgata, a crucificação, a Deposição da cruz, a sepultura, portanto, somos convidados hoje a meditar estes episódios mais importantes que os evangelhos nos apresentam sobre a participação de Maria na paixão, morte e ressurreição de Jesus.
Vamos nós, cristãos, pedir auxílio à Rainha dos Mártires, para que nos mantenha afastados do pecado, e nos dê força, auxílio e paciência para levarmos a nossa Cruz.
As Promessas aos devotos de Nossa Senhora das Dores

8 de setembro de 2011

8 DE SETEMBRO - NATIVIDADE DE MARIA

NATIVIDADE DE MARIA
Precisamente nove meses depois de comemorar a Imaculada Conceição da Virgem, a Igreja celebra o seu nascimento. Assim se exprimiu o amoso orador Padre Antônio Vieira num de seus sermões: "Quereis saber quão... digno de ser festejado é o nascimento desta celestial Menina? Escutai para que nasceu:
- Perguntai aos enfermos, e dirão que nasceu para ser a Senhora da Saúde.
- Perguntai aos pobres, e dirão que nasceu para ser a Senhora dos Remédios.
- Perguntai aos desamparados, e dirão que nasceu para ser a Senhora do Amparo.
- Perguntai aos desconsolados, e dirão que nasceu para ser a Senhora da Consolação.
- Perguntai aos tristes, e dirão que nasceu para ser a Senhora dos Prazeres.
- Perguntai aos desesperados, e dirão que nasceu para ser a Senhora da Esperança.
- Para os cegos dirão que nasceu a Senhora da Luz;
- Para os brigados, a Senhora da Paz;
- Para os desencaminhados, a Senhora da Guia;
- Para os nascituros, a Senhora do Livramento;
- Para os cercados, a Senhora da Vitória.
- Para os navegantes, a Senhora da Boa Viagem;
- Para os pecadores todos, a Senhora da Graças;
- Para todos os seus devotos, a Senhora da Glória.
E se todas estas vozes se unirem numa só voz, dirão que nasceu para ser Maria e Mãe de Jesus" (Sermão do Nascimento da Mãe de Deus).
Oração: Imaculada Maria Menina, roga por nós!